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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Cendrev _ Janeiro em destaque

21 e 22 de Janeiro
“O Segundo Raio de Luz do Luar”

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Pela mão da Eclipse Companhia de Arte, encenada por António M. Rodrigues, chega-nos esta peça sobre a vida e obra de Fernando Pessoa. Uma singular criação performativa situada algures entre o teatro e a dança, entre a centralidade da palavra e a poesia dos corpos em movimento, que se apresenta em estreia absoluta num espaço despido, pontuado apenas por alguns adereços: uma cama, uma mesa/altar, uma cruz e uma escada feita de corda de marinheiro – símbolos do mar português e do advento de uma nova espiritualidade, sínteses de um “veículo colectivo de amor”, “veículo da luz”.
Da obra de Fernando Pessoa põe-se em evidência o texto de a “Mensagem” para inspiração do povo português e os seus heterónimos, da sua vida é realçado o seu grande amor Ofélia Queirós e a relação com a Terra Portugal.

Ficha técnica: Autoria: António M. Rodrigues / Texto: Fernando Pessoa e António M. Rodrigues / Elenco performativo: Eclipse Companhia de Arte / Encenação e concepção plástica: António M. Rodrigues / Iluminação: Miguel Ângelo Carneiro / Apoio Plástico: Dora Vicente, Marisa Fernandes.
Naipe de actuantes constituintes da Torneé 2015/2016: António M. Rodrigues, Dora Vicente, Luciano Amarelo, Mayra Becker, Paula Rios, Fabiano Bolanho, André Fausto, Joana Lourenço. 
Duração: 1h10min. / Classificação etária: maiores de 12 anos.
Horário: 21 e 22 de Janeiro, às 21h30 sessões para o público geral / 22, às 10h30 sessão para grupos escolares.

 

30 de Janeiro
“Vincent, Van e Gogh”

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Novamente o três. Desta vez são 3 actores que dão vida a três personagens em homenagem a um nome maior da pintura, Vincent van Gogh. 
O grupo Peripécia Teatro traz-nos Vincent, Van e Gogh. Três personagens que ocupam um espaço onde estão presentes vários elementos, tais como pinceis, telas, chapéus e cavaletes, que nos remetem para o imaginário associado à obra de van Gogh, à sua época e à pintura. Através da relação e o jogo destes personagens com os objectos surgem as figuras e situações que marcaram a sua vida e a sua pintura. Uns verídicos, outros fruto desta ficção: A sua relação com o seu irmão Theo, a relação com os comedores de batatas, a vida boémia de Paris ao lado de artistas como Gauguin ou Toulouse-Lautrec, a situação em que corta a sua própria orelha, a relação com o psiquiatra Dr. Gachet e o momento em que se dispara um tiro, no seio de uma das suas tão queridas searas de trigo. 
Uma narrativa cronologicamente não linear que permite situações cénicas que nos transportam para ambientes de delírio, de inquietude e de transtorno, às vezes associados a alguma ironia e humor. O espectáculo oscila assim entre o drama e a comédia, a realidade e a imaginação, entre a vida e a arte. 
O espectáculo é também uma humilde homenagem a esse holandês que se tornou no paradigma do “artista maldito” que não vê a sua obra reconhecida; ao homem cuja vida é a história de um fracasso, em busca, primeiro da verdade religiosa e, mais tarde, da arte. Van Gogh acabou sozinho, doente e, dizem alguns que louco, até suicidar- se, aos 37 anos, em Auvers-sur-Oise em França. 

Ficha técnica: Criação e Interpretação: Sérgio Agostinho, Noelia Domínguez e Angel Frágua / Desenho de Luz: Paulo Neto / Figurinos e adereços: Peripécia Teatro / Design Gráfico e Fotografias: Paulo Araújo / Operação de Luz: Paulo Neto / Eurico Alves / Direcção: José Carlos Garcia. 
Duração aproximada: 80 minutos / Classificação Etária: maiores de 12 anos.
Horário: 30 de Janeiro, às 21h30.


Preços: 
Grupos escolares: 3€
Preço normal: 6€
Funciona o cartão PassaporTeatro Estudante: 3€
Funciona o cartão PassaporTeatro Sénior: Assinatura mensal

 

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