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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CICLO Poesia no Museu

17 de Junho, 19h |  | Última sessão
Miguel-Manso sobre Tarô | #EntradaLivre
 

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O ciclo Poesia no Museu vai já no seu terceiro ano e consiste em conferências várias, por vezes ilustradas com leitura de poemas, sobre assuntos relacionados com poesia. Este ano tivemos sete conferencistas, entre os quais Miguel Tamen, Pedro Mexia e António Feijó. As sessões, apresentadas por Sebastião Belfort Cerqueira, duram aproximadamente 60 minutos, são sempre às Quartas e sempre de entrada livre. A próxima - e última deste ano - será conduzida por Miguel-Manso. O ciclo regressa em 2016.

Sinopse da Sessão:

Tarot | Tarô | Rota | Torá | Rato. É como tentar segurar um peixe vivo, escorregadio. E o que é isso de um oráculo ou como posicionar a razão perante um jogo de propensão divinatória (num sentido mais divino que adivinhatório). Ética e estética aplicadas a um motivo movediço. O trilho é sinuoso, esotérico. O que se pretenderá com esta palestra não é, certamente, aprofundar um tema complexo e de elevado grau hermético - para o qual o orador neófito não está preparado - antes dar notícia de um deslumbre e assombro recentes e de como ele se vem imiscuindo no trabalho poético, criativo (que é o mesmo que dizer: na vida). Sem medo de perder a credibilidade (aptidão de que um poeta está dispensado), levar, enfim, um poucochinho de Sol ao Rato. 

Miguel-Manso

MIGUEL-MANSO nasceu em Santarém, em 1979. Viveu em Almeirim até aos 20 anos, idade em que se mudou para o bairro de Campo de Ourique, em Lisboa. Estudou desenho no AR.CO, e fez um curso de Técnico de Biblioteca e Documentação. Não tem formação académica e acumula no curriculum vários ofícios: vigilante de museu, comissário de pista num kartódromo onde "acenava as bandeirinhas", padeiro na padaria dos avós, porteiro de hotel ou ajudante de cargas e descargas.  Colaborou em teatro com a companhia Cão Solteiro. Produziu e realizou, com João Manso, o filme «Bibliografia» (2013). Estreou-se em 2008 com o livro «Contra a Manhã Burra» (edição do autor) e fez sair no mesmo ano «Quando Escreve Descalça-se» (edição Trama Livraria); «Santo Subito», de 2010 (edição do autor), pertence, como os anteriores, à colecção Os Carimbos de Gent, à qual acrescentou outros dois títulos em 2012: «Ensinar o Caminho ao Diabo» e «Um Lugar a Menos» (edições do autor). No mesmo ano publicou «Aqui Podia Viver Gente», com ilustrações de Bárbara Assis Pacheco (Primeiro Passo). Em 2013 publicou «Tojo: Poemas Escolhidos» (Relógio D’Água) e «Supremo 16/70» (Artefacto).  «Persianas» (Tinta-da-china, 2015) é o seu último livro.