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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ciclos e Festivais | Teatro da Garagem

Em Abril, o Teatro da Garagem promove o ciclo TRY BETTER, FAIL BETTER’16, destinado aos jovens criadores, que na sua 9ª edição inclui projectos de alunos finalistas e recém-formados da Escola Superior de Música, da Escola Superior de Dança e da Escola Superior de Teatro e Cinema. O ciclo TRY BETTER, FAIL BETTER’16 decorrerá durante todo o mês de Abril no Teatro Taborda. O ciclo foi inaugurado com o concerto Beatriz, de Beatriz Pessoa, no dia 9, a que se seguiu o espectáculo de dança Outro em mim que eu ignoro, de Ana Jezabel e António Torres.

Maio será o mês dos festivais internacionais, e o Teatro da Garagem receberá o FIMFA Lx’16 – FESTIVAL INTERNACIONAL DE MARIONETEAS E FORMAS ANIMADAS e o XI FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA, com espectáculos e exposições que partem dos universos portugueses dando vida a histórias de marionetas e máscaras.

 

TRY BETTER, FAIL BETTER’16 | no Teatro Taborda

O Ciclo Try Better, Fail Better destina-se a apoiar e promover o trabalho de novos criadores. O mote é justamente o da criação por tentativa e erro, enunciado na frase de Beckett, que dá título a este ciclo. Na edição de 2016, o ciclo inclui trabalhos de alunos finalistas ou recém-licenciados da Escola Superior de Música, da Escola Superior de Dança e da Escola Superior de Teatro e Cinema, espelhando o cariz transdisciplinar e eclético do modo de criação da Companhia. Para o Teatro da Garagem Try Better, Fail Better é também o assumir da sua missão cívica de serviço público.

 

FALTA | TRY BETTER, FAIL BETTER’16

ESTREIA - TEATRO | Acolhimento

Criação de Mariana Reis

[22 a 24 de Abril de 2016 | 21h30 | Teatro Taborda]

 

– Fotografia de Nuno Nolasco

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A falta é uma presença que se manifesta na saudade.

Vivemos, amamos, desentendemo-nos, rimos, choramos, separamo-nos, por vezes enlouquecemos. E viajamos. "Viajamos porque é necessário enfrentarmos o desamparo dos dias"*. Nem sempre a comunhão das pessoas é suficiente para descansar da vida, para combater uma possível escuridão interior. A presença do outro pode ser física ou, por vezes, pode ser apenas um calor na pele, uma memória guardada no corpo para que a saudade permaneça. O afastamento também pode ser uma solução para não nos sentirmos sós. Por isso viajamos em busca de outros portos, sem esquecer aqueles em que fomos felizes mas aos quais é melhor não regressar para que continuem a fazer-nos falta.

Podemos ver a solidão como procura incessante do encontro, projectarmo-nos para lá de nós na tentativa de nos encontrarmos uns nos outros - essa ânsia de ser mais do que um corpo fechado em si mesmo.

Falta parte de textos de Al Berto, maioritariamente As Três Cartas da Memória das Índias, e explora um outro lado da solidão, destacando a importância das relações que criamos ao longo da vida.

 

Mariana Reis

 

*Al Berto, O Anjo Mudo

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Projecto de Mariana Reis A partir de textos de Al Berto Encenação Nuno Nolasco Dramaturgia Henrique Jesus e Mariana Reis Interpretação Mariana Reis, Paula Moreira, Teresa Machado, Marisa Pereira Desenho de Luz Nuno Nolasco Música Nuno Nolasco

 

 

NOTA BIOGRÁFICA

Mariana Reis nasceu no Porto, em 1990. Licenciou­se em Teatro, variante de Interpretação, plna Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto. Concluiu o Mestrado em Teatro, especialização em Artes Peformativas - Interpretação, na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Tem trabalhado em diversas produções teatrais, nomeadamente no Porto, em Lisboa e nas Caldas da Rainha. Participou como "dizedora" em eventos de divulgação de poesia e tem colaborado em alguns projectos académicos. Faz também trabalho de dramaturgia e produção em projectos de sua iniciativa.

 

Duração 50 min | M/12 Anos

BILHETES €5* a €10

PREÇO ESPECIAL 3,5€ para alunos da Escola Superior de Música, da Escola Superior de Dança e da Escola Superior de Teatro e Cinema

*Descontos aplicáveis a: maiores de 65, profissionais do espetáculo, estudantes de Teatro, residentes no bairro.

Reservas: 218854190 | 968015251 | geral@teatrodagaragem.com

Horário de atendimento: 15h00 - 20h00

 

TRADIÇÃO | TRY BETTER, FAIL BETTER’16

ESTREIA - TEATRO | Acolhimento

Criação do colectivo auéééuTeatro

[28 a 30 de Abril de 2016 | 21h30 | Teatro Taborda]

 

Cartaz de Filipe Andrade

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Da mesma forma que Walter Benjamin questiona o valor cultual dos objetos artísticos pela sobreposição do seu valor de exposição, o coletivo auéééuTeatro levanta a mesma questão em relação à ideia de Tradição: estará a resistir graças aos objetos materiais – agora com uma máscara capitalizada, limpa, sedutora; ou estará blindada enquanto objeto da subjetividade comum que estabelece a ordem social? O campo simbólico da Tradição, de qualquer forma, foi abalado. Aquilo que Gilles Lipovetsky observa é precisamente que estamos a caminhar dentro de um capitalismo «transestético» onde existe somente a apreciação turística das coisas, onde o olhar se «destradicionalizou» em virtude de um avanço técnico e perdeu o seu laço espiritual, ético e moral: a Tradição funde-se com a moda; Deus pode ser o meu automóvel; a Crimeia é a minha série favorita. O impacto que a tecnologia exerce nos comportamentos humanos anuncia um cenário de um mundo habitado por homo machinas, regidos pelas regras economicistas. A inércia que surge da tentativa de criar uma obra de arte pelos quatro atores que se encontram em cena faz prever uma vida em que já não é possível a existência de artistas, utopias, sonhos e memórias; em que "o presente é a forma de toda a vida".

 

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Criação Beatriz Brás, Vânia Geraz, João Santos, Sérgio Coragem Colaboração Daniela Silva, David Antunes, Statt Miller, Jean Paul Bucchieri, Jean Louis Silva, Frederico Barata, Miguel da Cunha, Joana Manaças, Filipe Velez Operador de luz Manuel Abrantes Operador de som Daniela Silva e Frederico Barata Desenho de luz Fernando Alberto Cartaz Filipe Andrade Agradecimentos Adriana Dias, José Pedro Caiado, Fátima Barata, Tiago Durão, Zina Oliveira, Marina Ferreira, Elsa Braga, Cia. JGM, Manuel Teles Grilo, Raquel Matos, Joaquim Coragem, Marc Xavier, Escola Superior de Teatro e Cinema, António Neves da Silva, Jano, Jani Zhao, Evoé – Escola de Actores.

 

 

NOTAS BIOGRÁFICAS

BEATRIZ BRÁS

Nasceu em 1993, em Lisboa. Terminou a licenciatura em Teatro – ramo Atores - na Escola Superior de Teatro e Cinema em 2014 e atualmente frequenta o segundo ano de mestrado em Artes Performativas, na mesma instituição. Fez parte de criações coletivas como Arranjo Para Concerto (Atelier Romântico, em Lisboa) e Flight Recorder Do Not Open (Festival Ofélia em Caldas da Rainha e FATAL Teatro da Politécnica). Participou nas seguintes criações da companhia auéééuTeatro: Falta Tinta Vermelha (CCB e Comuna Teatro de Pesquisa), How To Do Things With Bodies (em Óbidos, a convite da Cia João Garcia Miguel), Cabaret (Galeria BI-Concept em Lisboa). Em 2015 participou no festival EKA Shorts com o espetáculo de autoria própria Este é o autoretrato das minhas ilusões. Leccionou na Universidade Lusófona, no C.E.T. - Técnicas da Educação Comunitária - na disciplina de Expressão Dramática e integra o painel de formadores de Teatro da Equipa de Educação Artística da Direção-Geral da Educação. Ainda em 2015, colaborou com a Cia JGM na criação e participação na performance Linha Devida, no Porto, inserida na exposição do escultor Paulo Neves.

JOÃO OLIVEIRA SANTOS

Nasceu em 1993. Licenciado em Teatro - ramo Atores - pela Escola Superior de Teatro e Cinema em 2014. Estreou-se no teatro com 5 anos, na companhia Boa Esperança, em Portimão. Obteve formação em guitarra dos 5 aos 15 anos de idade. Em 2008 entrou na Escola Profissional de Teatro de Cascais onde finalizou o curso no ano de 2011. Realizou uma formação com o Teatro da Cornucópia durante a licenciatura. Integrou o Programa Erasmus frequentando o Institut del Teatre em Barcelona no curso de Teatro – ramo Atores. Participou nas seguintes criações da companhia auéééu-Teatro: Falta Tinta Vermelha (CCB e Comuna Teatro de Pesquisa), Vernissage (Espaço do Cão Solteiro), À Volta de Gil Vicente (Escolas do Algarve), How To Do Things With Bodies (em Óbidos, a convite da Cia João Garcia Miguel), Cabaret (Galeria BI-Concept em Lisboa).

SÉRGIO CORAGEM

Nasceu em 1986, em Lisboa. Atualmente frequenta o mestrado em Teoria da Literatura na Universidade de Letras de Lisboa. Licenciado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, no curso de Teatro - ramo Atores, em 2014. Frequentou o curso de Teatro e Artes do Espetáculo na Escola Gil Vicente, em Lisboa. Fez um estágio de três meses na companhia do Teatro Ibérico onde integrou o elenco de seis peças. Trabalhou com João Mota no Teatro Nacional D. Maria II no espetáculo O Aldrabão, de Plauto. Participou no espetáculo Pílades, de Pier Paolo Pasolini, no Teatro da Cornucópia. Em 2014, participou como ator no filme Verão Danado, de Pedro Cabeleira. Fez parte da criação coletiva Flight Recorder Do Not Open (Festival Ofélia em Caldas da Rainha e FATAL Teatro da Politécnica). Participou nas seguintes criações da companhia auéééuTeatro: Falta Tinta Vermelha (CCB e Comuna Teatro de Pesquisa), Vernissage (Espaço do Cão Solteiro), À Volta de Gil Vicente (Escolas do Algarve), How To Do Things With Bodies (em Óbidos, a convite da Cia João Garcia Miguel), Gin Tonic (Espaço Evoé, Inimpetus e Festival EKA Shots em Lisboa), Cabaret (Galeria BI-Concept em Lisboa). Em 2015, leccionou na Universidade Lusófona, no C.E.T. - Técnicas da Educação Comunitária - na disciplina de Expressão Dramática. Ainda em 2015, trabalhou com a Cia JGM ao desempenhar o cargo de assistente de encenação no espetáculo Hamlet Talvez e ao colaborar na criação da performance Linha Devida, no Porto, inserida na exposição do escultor Paulo Neves.

VÂNIA GERAZ

Nasceu em 1982, em Viana do Castelo. Atualmente frequente o mestrado em Artes Cénicas na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. É licenciada em Psicologia- pré-especialização em Psicologia Escolar e da Educação - pela Universidade do Minho; e em Teatro - ramo Atores - pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou o curso de Composição e Criação Musical da Restart. Participou em criações de Luís Miguel Cintra, Jorge Silva Melo e Martim Pedroso. Fez parte das criações coletivas como Arranjo Para Concerto (Atelier Romântico em Lisboa) e Flight Recorder Do Not Open (Festival Ofélia em Caldas da Rainha e FATAL Teatro da Politécnica). Participou nas seguintes criações da companhia auéééuTeatro: Falta Tinta Vermelha (CCB e Comuna Teatro de Pesquisa), How To Do Things With Bodies (em Óbidos, a convite da Cia João Garcia Miguel), Cabaret (Galeria BI-Concept em Lisboa).

 

Duração 70 min | M/16 Anos

BILHETES €5* a €10

PREÇO ESPECIAL 3,5€ para alunos da Escola Superior de Música, da Escola Superior de Dança e da Escola Superior de Teatro e Cinema

*Descontos aplicáveis a: maiores de 65, profissionais do espetáculo, estudantes de Teatro, residentes no bairro.

Reservas: 218854190 | 968015251 | geral@teatrodagaragem.com

Horário de atendimento: 15h00 - 20h00

 

 

 

 

FIMFA Lx’16 | no Teatro Taborda

Maio é o mês do FIMFA, o Grande Palco da Arte das Marionetas, que chega à 16.ª edição!

O FIMFA propõe uma programação aberta a todas as tendências da marioneta contemporânea.

Espectáculos invulgares, atracções insólitas na rua, workshops e outras surpresas, constituem o universo do FIMFA.

Um convite à descoberta do mundo com outro olhar...

in www.fimfalx.blogspot.pt

 

 

BARBA AZUL | FIMFA Lx’16

TEATRO | Acolhimento

Criação do Teatro de Marionetas do Porto

No âmbito do FIMFA Lx16 Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

[7 e 8 de Maio de 2016 | 16h00 | Teatro Taborda]

 

Fotografia de Susana Neves

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Ao contrário do trágico conto infantil, esta abordagem, explora uma alternativa que se foca na complexa personalidade do Barba Azul.

Nesta versão, onde se misturam outras personagens do universo do autor Charles Perrault, Barba Azul, envolve-se numa trama carregada de acontecimentos cómicos e inesperados, que ainda assim reflectem as vicissitudes do comportamento humano.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Encenação e texto Rui Queiroz de Matos Cenografia Rui Queiroz de Matos e Filipe Azevedo Marionetas e ilustração Júlio Vanzeler Música Pedro Cardoso Figurinos Patrícia Valente Desenho de luz Filipe Azevedo Vídeo Mapping e Vídeo Design Ivo Reis Interpretação Micaela Soares, Rui Queiroz de Matos e Vasco Temudo Produção Sofia Carvalho Design gráfico e assistência de produção Pedro Ramos Operação de luz, som e vídeo Filipe Azevedo b: Rosário Matos e Ana Pinto Confecção de figurinos Carla Pereira Fotografias Susana Neves Co-produção Teatro de Marionetas do Porto e Teatro Municipal do Porto Estrutura financiada por República Portuguesa – Ministério da Cultura / DGArtes

 

Duração 50 min | M/6 Anos

 

BILHETES €5* a €10

*Descontos aplicáveis a: crianças, grupos (+ de 4 pessoas), maiores de 65, profissionais do espetáculo, estudantes de Teatro, residentes no bairro.

Reservas: 218854190 | 968015251 | geral@teatrodagaragem.com

Horário de atendimento: 15h00 - 20h00

 

 

 

OBJECTO ENCONTRADO PERDIDO | FIMFA Lx’16

TEATRO | Acolhimento

Criação do Teatro de Ferro

No âmbito do FIMFA Lx16 Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

[10 e 11 de Maio de 2016 | 21h30 | Teatro Taborda]

 

Fotografia de Susana Neves

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Nesta nova criação o Teatro de Ferro propõe-se a realizar uma investigação em torno da ideia de objecto. O ponto de partida é a noção de objecto-encontrado.

Nesta aventura que terá como cenário os lugares e os não-lugares onde a não-vida se faz animar pela vida e vice-versa visitaremos a secção de perdidos e achados de uma instituição (cultural? policial?) cuja função não pode ser completamente determinada. Visitaremos ainda fábricas, aeroportos e também outros lugares aparentemente excluídos da dança dos objectos-mercadoria. As marionetas serão por vezes os cicerones.

O objecto, o encontro e a perda são as matérias primas desta nova criação que se inspira no século XX mas que aspira a reflectir com humor (e com a saudável imodéstia com que se deve partir para a acção criadora) sobre algumas questões fundamentais para o século XXI, nomeadamente a da origem das coisas: a natureza e o trabalho…

O espectáculo desenvolve-se a partir das possibilidades que os corpos dos intérpretes encontram num conjunto de objectos recolhidos ao longo do processo de criação. A relação entre a acção e a música original assume um papel estruturante, numa dramaturgia em que se articulam corpos e objectos, mas também sonhos e pesadelos, memórias e enigmas.

Objecto Encontrado Perdido é uma reflexão aberta sobre a origem dos objectos que nos rodeiam: a natureza e o trabalho.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Conceito e Direcção Igor Gandra e Carla Veloso Música Michael Nick Interpretação Carla Veloso, Hernâni Miranda e Igor Gandra Realização Plástica Hernâni Miranda e Eduardo Mendes Desenho de Luz Rui Maia Operação de luz Mariana Figueroa Oficina de construção Pedro Esperança, Carlota Gandra e Equipa TdF Fotografias Susana Neves Produção Teatro de Ferro Estrutura financiada por República Portuguesa – Ministério da Cultura / DGArtes

 

Duração 55 min | M/12 Anos

 

BILHETES €5* a €10

*Descontos aplicáveis a: crianças, grupos (+ de 4 pessoas), maiores de 65, profissionais do espetáculo, estudantes de Teatro, residentes no bairro.

Reservas: 218854190 | 968015251 | geral@teatrodagaragem.com

Horário de atendimento: 15h00 - 20h00

 

 

 

XI FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA | no Teatro Taborda

 

XI Festival Internacional Máscara Ibérica Lisboa vai voltar a ser centro da cultura ibérica! A XI edição do FIMI decorrerá entre 5 e 8 de Maio, na Praça do Rossio, em Lisboa.

Prepare-se para quatro dias de grande diversidade cultural, rituais com máscara, música, dança, gastronomia, artesanato da Península Ibérica, onde não irá faltar os grunhidos, tropelias, e brincadeiras dos caretos e mascarados que, mais uma vez, vão brindar o público português e os muitos turistas que nos visitam nesta altura do ano, com as suas impressionantes, coloridas e criativos trajes.

O FIMI, organizado numa parceria entre a Progestur, EGEAC e Câmara Municipal de Lisboa, é um festival que desperta o interesse do público português e estrangeiro, mais uma vez pretendemos dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser realizado, procurando sempre corresponder e superar as expectativas de quem nos acompanha.

in http://www.fimi.pt

 

 

EXPOSIÇÃO DE MÁSCARAS DO NORDESTE TRANSMONTANO E LAZARIM | XI FIMI

EXPOSIÇÃO

Coleção Palma-Pessoa, um espólio de Carlos J. Pessoa e Ana Palma

No âmbito do XI Festival Internacional da Mascara Ibérica

[5 a 22 de Maio de 2016 | 15h00 – 23h30 | Teatro Taborda]

Inauguração 5 de Maio, às 18h30

 

Os itinerários de Santo Estevão seguem a rota de quatro regiões, três de Trás-os-Montes e uma do Alto Douro, onde a máscara, o careto, encontra a sua expressão mais flagrante. Vinhais, Bragança, planalto Mirandês e Lazarim, constituem pontos de passagem nestes itinerários e servem a oportunidade desta exposição. O objectivo da mesma é não só a apresentação dos objectos mas a partilha de pequenas histórias que servem para contextualizar as máscaras, no seu fascínio estético e na sua significação mágico-religiosa, e dar nota de alguns aspectos da vida e obra dos artesãos que lhes deram corpo.

Carlos J Pessoa

 

Ao longo do tempo, a relação entre o teatro e as máscaras assumiu diversas formas. Desde o Teatro da Antiguidade Clássica, onde a máscara ampliava a voz e distinguia figuras, passando pela Commedia dell’Arte, que nos oferece um número considerável de máscaras de acordo com as características das personagens, as regiões de onde eram originárias e a classe social a que pertenciam, até ao teatro contemporâneo que

reencontra o uso da máscara numa tentativa de reteatralização do próprio teatro, evidenciando o trabalho corporal dos atores, a máscara aparece como objeto performativo carregado de uma enorme carga simbólica.

 

O Teatro da Garagem mantém uma relação de trabalho muito próxima com Trás-os-Montes e nas deambulações criativas que fazemos regularmente pelo distrito de Bragança tivemos oportunidade de conhecer muitos dos artistas/artesãos que fazem, alguns infelizmente já desaparecidos, máscaras em madeira e em lata, com estilos próprios e reconhecíveis. Tivemos também oportunidade de assistir e participar

nalgumas das festividades do Natal e do Entrudo nas quais as máscaras são um elemento fundamental de imitação dos elementos e de transubstanciação, permitindo ao mascarado ficar livre do seu rosto, das proibições sociais e morais e da sua sexualidade, permitindo-se assim a ousadas aventuras.

 

A exposição de Máscaras do Nordeste Transmontano e Lazarim propõe uma reflexão performativa e teatral sobre uma coleção de máscaras particular, construída pelo Diretor Artístico da Garagem, Carlos J. Pessoa, durante as suas deslocações a Trás-os-Montes, que não obedecendo a nenhuma ordem museológica, é um repositório de histórias, acontecimentos, a que chamaríamos pequenos dramas ou peças em um ato, daqueles que as construíram. Nesta exposição interessa-nos pois cruzar as histórias íntimas por detrás de cada máscara com as histórias dos artesãos que marcam o nordeste Transmontano e Lazarim.

 

ENTRADA LIVRE

 

 

 

 

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA | XI FIMI

EXPOSIÇÃO

Exposição das 30 fotografias selecionadas no concurso de fotografia da 10ª edição do FIMI.

No âmbito do XI Festival Internacional da Mascara Ibérica

[5 a 22 de Maio de 2016 | 15h00 – 23h30 | Teatro Taborda]

Inauguração 5 de Maio, às 18h30

 

ENTRADA LIVRE

 

 

 

 

 

 

 

 

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