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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CINEMA ! AGORA || Cinema Contemporâneo na Mouraria

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CINEMA ! AGORA - Cinema Contemporâneo na Mouraria

Todas as terceiras quartas-feiras do mês, com a presença dos autores.

Programação de Gonçalo Tocha
 

Cinema Agora porque os filmes estão a desaparecer dos lugares comunitários.
Cinema Agora porque a experiência colectiva da exibição de um filme é insubstituível. 
Cinema Agora porque a programação está mais atenta ao cinema contemporâneo.
Cinema Agora porque sejam realizadores novos, velhos, iniciados ou calejados queremos filmes que o sejam enquanto experiências iniciáticas.
Cinema Agora porque o espaço de exibição é dado aos autores para apresentarem os seus filmes, condição cine qua non.
Cinema Agora porque o cinema é vida multiplicada e vivida vezes sem fim - no ecrã. 

Dezembro
Dia 16, às 21h30 | Entrada Livre


Realizador MANUEL MOZOS

Manuel Mozos nasce em 1959 em Lisboa. Estuda História e Filosofia antes de ingressar na Escola de Teatro e Cinema, onde se especializa na área de montagem. Em 1989, realiza o seu primeiro filme Um Passo, Outro Passo e Depois… Depois de Xavier (1991), a sua primeira longa-metragem, divide o tempo entre ficção e documentário, onde cria um capital trabalho de reflexão sobre a história do cinema português e a cidade de Lisboa. É um dos mais importantes realizadores portugueses da sua geração.

-A Glória de Fazer Cinema em Portugal, 16 min, 2015
A 18 de Setembro de 1929, José Régio escreveu uma carta a Alberto Serpa onde manifestou a vontade de fundar uma produtora para começar a fazer cinema. Para isso, pediu-lhe que contactasse um amigo seu, que teria uma câmara de filmar. Durante quase noventa anos, nada se soube sobre o desfecho deste pedido: nunca se encontrou qualquer resposta de Serpa à carta e Régio não terá voltado a mencionar o assunto. Porém, a descoberta de velhas bobines no espólio de um coleccionador, parece conter o desfecho desta história.

-Cinzas e Brasas, 20 min, 2015

A escritora Dulce Maria Cardoso declarou que “A beleza pode ser um pretexto para ser louco. A beleza e a solida?o”. Nesta curta-metragem todos estes “elementos” sera?o expostos: a solida?o, a beleza, a loucura e Dulce Maria Cardoso.
O pretexto para que isso acontec?a e? um outro reencontro: o reencontro, num futuro ainda distante, de uma paixa?o desvairada e insustenta?vel: aquela que existiu entre Dulce Maria Cardoso e o Rui, sobre quem ela escreveu naquele seu primeiro romance.