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CTE | Programação Cultural em Rede da Região de Aveiro | Das “Raízes” ao jazz, até à “Mão Verde” da rapper Capicua

Programação Cultural em Rede da Região de Aveiro

Das “Raízes” ao jazz, até à “Mão Verde” da rapper Capicua

 

Muito há por descobrir, sentir e viver este fim-de-semana, no âmbito da Programação Cultural em Rede da Região de Aveiro, Estarreja apresenta quatro propostas que contemplam dança, concertos, jazz e uma conversa, transversais a vários públicos e envolvendo a comunidade local.

 

A conversa “A Transformar a Cidade… O Potencial da Arte Urbana” traz a Estarreja Sérgio Beltran, um dos fundadores do ASALTO – Festival Internacional de Arte Urbana de Zaragoza. Agora que a Cidade já usufrui do seu próprio “museu ao ar-livre” criado no ESTAU – Estarreja Arte Urbana, o espanhol vem partilhar a sua experiência, refletindo sobre esta dimensão artística e o seu potencial na reabilitação e transformação urbana e na vivência dos espaços públicos, como espaço de partilha social e de memórias. Esta noite, quinta-feira, 4 de maio, às 22h, na Casa Municipal da Cultura.

 

“Raízes” põe o folclore a dialogar com a dança contemporânea

 

Ao longo do fim de semana, a arte passa a concentrar-se no Cine-Teatro de Estarreja. No palco da principal sala de espetáculos estarrejense, na sexta-feira, dia 5, às 21h30, abre-se a cortina para o “encontro dos concelhos de Ílhavo e Estarreja, através da ligação da água”. “Raízes” é uma produção da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, a convite do Município de Estarreja em parceria com o 23 Milhas.

 

A mentora e coreógrafa, Nélia Pinheiro, quis dar especial relevo à musicologia tradicional, ao folclore e ao seu diálogo com outras expressões, “utilizando por um lado a Banda Filarmónica Gafanhense, com a música, e por outro o rancho estarrejense As Tricaninhas do Antuã, que representam a sociedade, através da dança e encenação, a que se associam os bailarinos de dança contemporânea.”

 

Para a peça foi criada uma dramaturgia com um carácter muito teatral”, acrescenta a coreógrafa que realça a qualidade do Rancho Folclórico “As Tricaninhas do Antuã”, permitindo que os ensaios evoluam “de forma muito positiva.” Em palco estarão cerca de 60 executantes num espetáculo multidisciplinar que agrega o contraste do rural e do urbano cheio de pontos de referência a descobrir.

 

Luís Represas ao serviço do jazz com a BB Estarrejazz

 

Na programação em rede, os artistas locais assumem o protagonismo. A Big Band Estarrejazz sobe ao palco mas trazendo consigo um convidado especial. Luís Represas é o senhor que se segue no curriculum da formação estarrejense no concerto que terá lugar no sábado, dia 6, pelas 21h30. Cantor, compositor e fundador dos Trovante, Luís Represas aceitou o desafio e vai colocar a voz ao serviço do jazz acompanhando os jovens músicos, muitos deles oriundos das bandas concelhias.

 

“Iremos fazer uma pequena viagem pelo mundo do cancioneiro americano, o popular american songbook. Nesse sentido, iremos apresentar algumas peças associadas ao universo musical de Frank Sinatra, Cole Porter, Count Basie ou Duke Ellington”, adianta Pedro Moreira, maestro da Big Band, levantando a ponta do véu do que vai ser o concerto de sábado à noite.

 

Capicua em versão infantil

 

Capicua e Pedro Geraldes encerram o fim de semana cultural em rede com “Mão Verde”, no domingo, dia 7, às 17h. No Dia da Mãe, esta é a melhor proposta para passar a tarde em família, com música de Pedro Geraldes e lengalengas originais escritas e cantaroladas pela conhecida rapper portuguesa Capicua. O concerto temático, com motivação ecologista, transmite mensagens importantes através de canções alegres. Para verdes, para maduros!

 

 

A Programação Cultural em Rede da Região de Aveiro resulta num projeto que trabalha a relação entre o território e a memória, conjugando pessoas, saberes, tradições em domínios comuns, unindo artistas, personalidades locais e convidadas, com as pessoas e os contextos locais, proporcionando, assim, novas formas de experimentação cultural e turística.  Pretende-se fomentar uma dinâmica regional de socialização criativa e uma (re)construção de memórias novas sob perspetivas artísticas contemporâneas.

 

 

À exceção do evento de quinta-feira, cuja entrada é livre (sujeita à lotação da sala), para os restantes poderá optar por adquirir, presencialmente na bilheteira do CTE nos horários de funcionamento, o ingresso diário 6€/4€ (descontos habituais para portadores de Cartão Amigo, Sénior e Jovem Municipal) ou o Passe Geral 12€, ou ainda na bilheteira onlineBOL.

 

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