Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Dia Mundial do Teatro: Chapitô leva “Júlio César” ao Cine-Teatro S. João

Júlio César (1).jpg

 

No Dia Mundial do Teatro (27 de março), a Companhia do Chapitô apresenta o espetáculo “Júlio César” no Cine-Teatro S. João, em Palmela, às 21h30, com entrada gratuita (mediante levantamento de bilhete).

Com encenação de José C. Garcia e Cláudia Nóvoa, esta é a 39.ª criação coletiva do reportório do Chapitô, que continua a explorar a comédia como linguagem para reinventar a história. A criação teatral parte de eventos da vida da figura histórica de Júlio César, eternizada pelos grandes contadores de histórias, desde Plutarco a Shakespeare.

O espetáculo, destinado a maiores de 12 anos e organizado pela Câmara Municipal de Palmela, é o último do programa comemorativo do Dia Mundial do Teatro em Palmela, que está a decorrer ao longo do mês de março, com peças de companhias locais e nacionais e formação, em todas as freguesias.

A programação, promovida pelo Município com os Grupos de Teatro do concelho, encerra no dia 30 de março, às 21h00, com a tradição da Queima do Judas no Centro Histórico de Palmela. As comemorações enquadram-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10 - Reduzir as Desigualdades e 17 - Parcerias para a Implementação dos Objetivos.

Mais informações: 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt.

 

Sinopse

 

«Júlio César foi um general Romano e um homem de estado. Membro do primeiro Triunvirato, liderou os exércitos Romanos na conquista da Gália, antes de derrotar o seu rival político Pompeu em contexto de guerra civil. Autoproclama-se depois Ditador Perpétuo de Roma, cargo que não ocupou por muito tempo, assassinado por um grupo de senadores que o consideram uma ameaça à República.

Inspirados no imaginário popular das representações de Roma e da figura notável que foi Júlio César, explorando inconsistências históricas e tomando liberdades no tratamento de factos documentados - com o des-rigor que já caracteriza a Companhia do Chapitô - eis a desconsagração de outro monstro histórico, Júlio César. Se era ele um tirano que merecia morrer ou um herói brutalmente assassinado por conspiradores, venha o Diabo e escolha. Aqui não há heróis nem vilões, há circunstâncias e gente ardilosa que faz pela vida. Também há gente menos ardilosa que faz o que lhes mandam. E gente virtuosa que faz o que tem de ser feito. Arrasamos todos por igual».