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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Escola de Jazz do Barreiro assinalou 18º Aniversário com homenagem aos impulsionadores do projeto

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A Escola de Jazz do Barreiro (EJB) assinalou o seu 18º Aniversário no domingo, 30 de abril, Dia Internacional do Jazz. Na cerimónia, realizada no Auditório Municipal Augusto Cabrita, que assinalou a maioridade desta instituição emblemática marcou presença muito público e inúmeras personalidades que testemunharam a homenagem a vários nomes ligados à EJB e, no final, um espetáculo com atuações de um Combo de Professores, Coro, Combo “Festa do Jazz” e Classes de Conjunto de Iniciação.

 

A Escola de Jazz, na atualidade, com mais de uma centena de alunos, acompanhados por 18 professores, um Diretor Pedagógico, um Comissário da Escola e um Comissão de Gestão, é, conforme referiu a Vereadora da Cultura, “fruto de vontades e resiliência”. Regina Janeiro recordou as várias dezenas de artistas formados na EJB, sublinhando a intensidade com que se vive a música no Concelho: A EJB “tem permitido dar a conhecer nomes de relevante mérito musical que transcende a fronteira da cidade e até do País, nomeadamente da Beatriz Nunes, do Jorge Moniz, do Francisco Andrade, mais recentemente da Ana Mendes que teve o seu reconhecimento através da atribuição de uma menção honrosa na Festa do Jazz no Teatro São Luiz em Lisboa, entre outros”.

 

A EJB surgiu, de acordo com o seu Comissário, para “suprir uma lacuna capaz de proporcionar novas perspetivas”. “Orgulho-me que muitos dos ex-alunos já estejam integrados no mercado de trabalho”, disse Cardoso Ferreira.

 

“Hoje são homenageados professores, alguns que também foram alunos da EJB”, referiu a Presidente da União das Freguesias de Barreiro e Lavradio, em representação da Comissão de Gestão da Escola - formada, também, pela Câmara Municipal do Barreiro (CMB) e Cooperativa Operária Cultural Barreirense. “Com certeza que estamos a construir um projeto comum”, rematou Ana Porfírio.

 

A EJB “fez um caminho de grande importância, de grande valor”, salientou o Presidente da CMB, sublinhando, tal como Regina Janeiro já o havia feito, a importância do Movimento Associativo no Concelho e na promoção da cultura. “É preciso sublinhar permanentemente”, o papel da música/cultura, disse Carlos Humberto de Carvalho. “O desenvolvimento do Barreiro” é “marcado pela multiplicidade das atividades culturais”, concluiu.

 

O Diretor Pedagógico, Francisco Andrade, lembrou os vários professores que integram o corpo docente da EJB, entre os quais os que não puderam, por motivos vários, estar presentes mas com igual mérito.

 

Foram homenageados todos os professores e trabalhadores da EJB, Diretor Pedagógico, e os “três impulsionadores” do projeto, Jorge Moniz, José António Batata e Luís de Carvalho (a título póstumo).

 

“O projeto da criação da escola de jazz surgiu da vontade de diferentes intervenientes, mas teve como impulsionadores deste grande desafio três pessoas que nas suas diferentes formas de atuação tiveram a coragem, a determinação e a ousadia de tornar real este projeto. (…)

O Jorge Moniz e o José António Batata tiveram a vontade. O Luís de Carvalho teve a clarividência. ‘Há gente que fica na história da história da gente’”, referiu Regina Janeiro.

As lembranças foram entregues, respetivamente, pela Vereadora da Cultura, pela Vice-Presidente da CMB, Sofia Martins, e, aos familiares de Luís de Carvalho, pelo Presidente da Autarquia.

 

As peças oferecidas aos homenageados são da autoria, igualmente, de artistas barreirenses: Ana Encarnação e Lenine Rodrigues.

 CMB

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