Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Expo temporárias trazem ao Museu conversas em torno da gestão cultural e arquivo fotográfico

Exposições temporárias trazem ao Museu conversas
em torno da gestão cultural e arquivo fotográfico

 

As exposições temporárias «Teresa Gonçalves Lobo e Domingos Sequeira: um diálogo no tempo» e «Paisagem» estarão patentes ao público, no Museu Nacional Soares dos Reis, até 28 abril. No âmbito dos programas paralelos das exposições, estão agendadas as seguintes iniciativas (entrada livre, sujeita a inscrição prévia através do email comunicacao@mnsr.dgpc.pt):

 

«Teresa Gonçalves Lobo e Domingos Sequeira – um diálogo no tempo»

A mostra coloca em diálogo os desenhos de Teresa Gonçalves Lobo com obras de Domingos Sequeira, o grande artista português da transição do século XVIII para XIX.

No diálogo que sustenta esta exposição, percebe-se como uma semelhante aproximação ao desenho e ao modo do riscar acontece nas obras destes dois artistas apesar da longa distância no tempo que os separa, mas cujo propósito de fazer nascer a forma desse uso do risco os aproxima.

 

2 março, 16h00

Conversa com António Filipe Pimentel, Diretor do Museu Calouste Gulbenkian, António Ponte, Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, Bernardo Pinto de Almeida, curador, e Teresa Gonçalves Lobo, artista.

 

6 abril, 16h00

Conversa com José Manuel dos Santos, programador e gestor cultural, António Ponte, Diretor do Museu Nacional Soares dos Reis, Bernardo Pinto de Almeida, curador, e Teresa Gonçalves Lobo, artista.

image001 (1).jpg

 

«Paisagem – Fotografia de José Zagalo Ilharco»
A exposição apresenta uma seleção de fotografias do arquivo familiar de José Zagalo Ilharco, fotógrafo amador que deixou relevante obra, por poucos conhecida, num valioso testemunho de paisagens de Portugal do final do século XIX e início do século XX.

A seleção apresentada no Museu Nacional Soares dos Reis inclui, entre originais e reproduções, sobretudo paisagens de Matosinhos, Leça da Palmeira, Porto e Douro. Das imagens apresentadas destaca-se, igualmente, um núcleo de fotografias realizadas em 1893 do velódromo Maria Amélia, produzidas antes da sua inauguração nos terrenos do Paço Real do Porto, onde se encontra instalado, atualmente, o Museu Nacional Soares dos Reis.

 

16 março, 16h00

A proposta é pensar o arquivo, não apenas pela evidência da memória, mas também pela interpolação e reinterpretação que as artes visuais abordam, ao longo dos tempos, através do contacto “repetido” com este conceito, sublinhando sempre o método fotográfico como principal proposta. Esta conversa parte do projeto RE.VER da associação AO NORTE, que tem como intuito tornar público um conjunto de atividades e discussões em torno da imagem fotográfica. Com os oradores João Gigante e Daniel Maciel.