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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição colectiva "NÃO É O SOL, É A TOCHA"

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INAUGURAÇÃO >  12 Outubro, 18h30 
EXPOSIÇÃO >  12 Outubro - 01 Novembro
Segunda - Sábado  I  14h30 - 19h30 

No próximo dia 12 de Outubro, pelas 18h30, inaugura na Galeria da Livraria Sá da Costa uma exposição colectiva de Desenho, na qual participam os artistas Catarina Lopes Vicente, Daniel Fernandes, Francisco Venâncio e Samuel Rama. 
A mostra, intitulada “Não é o Sol, é a Tocha”, alude ao Desenho enquanto instrumento privilegiado para construir visualidades, disciplina fundamental para educar o olhar e instaurar uma visão mais focada.
A exposição estará patente até ao dia 1 de Novembro, de Segunda a Sábado, das 14h30 às 19h30. na Livraria Sá da Costa – Galeria,. Rua Garrett 100-102, 1º andar, Lisboa.
 
CATARINA LOPES VICENTE
Vive e trabalha em Lisboa. Em 2015 concluiu o Mestrado em Artes Plásticas, Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.
Expõe individualmente desde 2013, onde se incluem as exposições individuais: “À superfície” (2017), MU.SA – Museu das Artes de Sintra; “O que vem primeiro que tudo” (2015), Sede do Coletivo a9)))), Leiria;  “Fim bolorento, portanto óbvio” (2014), Hotel Madrid, Caldas da Rainha. Das exposições coletivas em que participou destacam-se: “IIIxIII” (2016),  Galeria 111, Lisboa;  “CLOSE-UP 25 anos de Artes Plásticas nas Caldas da Rainha” (2015), Pavilhão 31, Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos, Lisboa; “Nº91” (2014), Museu José Malhoa, Caldas da Rainha; “Sobre o Desenho” (2014), Casa das Artes de Tavira; “21 Artistas” (2014), Sala de Exposições do Teatro da Politécnica, Lisboa;  “Ficar de Pé” (2013), Sala de Exposições do Teatro da Politécnica, Lisboa.
Vencedora do Prémio Revelação D. Fernando II, MU.SA – Museu das Artes de Sintra, em 2016.

DANIEL FERNANDES
Vive e trabalha em Lisboa. Em 2015 concluiu o mestrado em artes plásticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.
Expõe coletiva e individualmente desde 2010, onde se incluem as exposições individuais: “A possibilidade de um cinzento luminoso” (2017), Museu das Artes de Sintra; “Pele” (2015), Coletivo a9)))), Leiria; “Papel Carvão Sanguínea” (2014), Centro de Artes das Caldas da Rainha. Das exposições coletivas em que participou destacam-se: “Is a Bone a Stone?” (2017), Museu Geológico, Lisboa; “Galeria do Sol” (2017), Porto; “III x III” (2016), Galeria 111, Lisboa; “Drawing Utopias” (2016), IKLECTIK Art Lab, Londres; “CLOSE-UP 25 Anos de Artes Plásticas nas Caldas da Rainha” (2015), Pavilhão 31 do Hospital Júlio de Matos, Lisboa; “21 Artistas” (2014), Teatro da Politécnica, Lisboa; “Sobre o Desenho” (2014), Casa das Artes de Tavira; “Ficar de Pé” (2013), Teatro da Politécnica, Lisboa; “IKAS-ART 2011” (2012), Bilbao Exhibition Center; “90-10 Exposição 20 anos Artes Plásticas ESAD” (2011), Edifício XXI, Pólo Tecnológico de Lisboa.
Vencedor do Prémio de Pintura D. Fernando II, Sintra 2016.
 
FRANCISCO VENÂNCIO
Licenciado e mestrado em Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, vive e trabalha entre Lisboa e Porto.
Tem exposto regularmente desde 2011, destacando-se as seguintes exposições individuais, realizadas em 2016: “NADD II - Electricidade Estética”, Caldas da Rainha; “Artista do Mês”, no Teatro da Politécnica, Lisboa e “Uma Viagem ao Sol”, Porto. Das exposições colectivas destacam-se “LUMEN” (2017), Casa das Artes de Tavira e as exposições realizadas na galeria do Sol e na galeria SALA 117, ambas no Porto em 2017; “Dia Zero - Gilherme Cossoul” (2016), Lisboa; “CLOSE-UP 25 Anos de Artes Plásticas nas Caldas da Rainha” (2015), Pavilhão 31; “This paradox may have something” (2014), Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e “III Actos em Desenho” - Plano Lisboa.
Vencedor do 1º prémio Metrópoles Artes Plásticas, em 2016.

SAMUEL RAMA
Licenciado em Artes Plásticas, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, onde é docente desde 2003. Doutorado em Artes Visuais e Intermédia pela Universidade Politécnica de Valência.
De entre as suas exposições individuais destacam-se: “Habitar a Penumbra” (2005), Módulo - Centro Difusor de Arte, Porto; “MAGMA” (2008), Galeria 111, Lisboa e Porto; “SCANNING” (2010), Arquivo Fotográfico de Lisboa; “MEGAPARSECS” (2012), Teatro da Politécnica, Lisboa. Das suas exposições coletivas merecem destaque: “49ème Salon Européen des Jeunes Créateures” (2004), Montrouge, Mosteiro de Sant Cugat del Vallès, Barcelona; Museu Amadeu  Souza-Cardoso, Amarante; “7 Artistas ao 10º mês” (2005), Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; “London Pilot 2” (2005), Londres e “Da Outra Margem do Atlântico” (2010), Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro; Drawing Now - le Salon du Dessin Contemporain, Carreau du Temple, Paris (2017).
Finalista nos prémios: IV International Expanded Painting Prize (2007), Museo de Bellas Artes de Castellón, Espanha e na X Mostra Internacional UNION FENOSA (2008), Museo de Arte Contemporâneo União Fenosa, Coruña, Espanha. Está representado nas coleções do MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Bartolomeu Cid dos Santos, Novo Banco, Fundação Bienal Cerveira, MAR (Museu de Arte do RIO, Rio de Janeiro, Brasil), Américo Marques dos Santos, Manuel de Brito, PLMJ, etc.