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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

exposição "Matéria Luminal" com curadoria de Sérgio Mah > 14 de setembro (3ªfeira), 11h00 no Museu Coleção Berardo.

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Obras de Alexandre Estrela I Ana Jotta I Ângelo de Sousa I António Palolo I CABRITA I Diogo Evangelista I Eduardo Nery I Fernando Brito I Fernando Calhau I Francisco Tropa I Gilberto Reis I Helena Almeida I João Maria Gusmão I João Paulo Feliciano I Jorge Martins I Jorge Molder I Jorge Pinheiro I José Barrias I José Luís Neto I Júlia Ventura I Julião Sarmento I Leonor Antunes I Lourdes Castro I Luís Noronha da Costa I Luísa Correia Pereira I Manuel Rosa I Miguel Palma I Miguel Soares I Paulo Nozolino I Pedro Morais I Pedro Paiva I Renato Ferrão I René Bértholo I Rui Chafes I Rui Toscano I Sérgio Taborda I Silvestre Pestana I Vasco Lucena

 

Matéria Luminal explora abordagens em torno da luz através de um percurso pelas práticas artísticas em Portugal, desde meados dos anos 1960 até à actualidade. Com a participação de trinta e oito artistas, a exposição reúne um conjunto muito diversificado de tipologias artísticas, mas também de tendências e atitudes criativas. Sendo um tema essencial e persistente a toda a história da arte e, correlativamente, a toda a história da imagem, a luz é indagada nos seus múltiplos sentidos, enquanto matéria e meio de expressão visual, como motivo estético, poético e metafórico, e como parte integrante de uma cultura crescentemente imbricada com sistemas tecnológicos.

A exposição inclui um número significativo de obras que recorrem a um largo espectro de materiais e dispositivos de iluminação. São peças que requerem a sua activação, são condutoras de energia, carecem de electricidade para se tornarem emissoras e irradiantes, no sentido em que a sua força plástica extravasa os limites da sua fisicalidade.

Ao incorporar diversas obras recentes e inéditas, Matéria Luminal põe em evidência como os artistas prosseguem motivados em exprimir e reconverter a multiplicidade de formas e imaginários que rondam os nossos diferentes modos de sentir e entender a luz. O sol e o fogo, o dia e a claridade, mas também a noite, a escuridão, o negro e a sombra, continuam a ser abundantemente representados e evocados como realidades concretas ou mediante as suas diversas declinações. Da religião à mitologia, da história de arte à cultura popular, da filosofia à literatura, são inestimáveis as indexações sociais e culturais que a luz transporta e anima.

 

Sérgio Mah

Por opção do autor, este texto rege-se pelo AO45.

 

Inauguração: 15 de setembro, das 17h às 21h. Exposição patente até 9 de janeiro de 2022

https://pt.museuberardo.pt/noticias/convite-abertura-gratuita-da-exposicao-materia-luminal-15092021-17h00-21h00

 

©Imagem: Imagem: Júlia Ventura, Sem título, 1977.

Apoio à exposição: Corticeira Amorim.