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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EXPOSIÇÃO "MEMORABILIA" PARA VISITAR ATÉ DIA 31 DE OUTUBRO

 

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Considerada como uma das exposições com mais visitantes entre as que se realizaram no Convento dos Capuchos nos últimos anos, na Caparica, MEMORABILIA é uma exposição/instalação do artista Rui Macedo com curadoria de Caroline Menezes, patente até dia 31 de Outubro.

«MEMORABILIA» é um projecto de instalação de pintura in-situ de Rui Macedo com curadoria de Caroline Menezes, concebido propositadamente para o Convento dos Capuchos na Caparica. Com esta instalação propõe-se transformar, por meio de pinturas, a percepção do observador/visitante sobre a arquitetura do espaço expositivo. O seu carácter in-situ está determinado conceptualmente pela cultura imaterial do lugar e pelas características arquitectónicas da sala de exposições, do Claustro e da Igreja deste Convento. O caráter in-situ é, ainda, acentuado pela particularidade desta instalação pictórica pretender jogar com as convenções da representação e colocação da pintura gerados pelo conceito, pela materialização e pelo jogo perceptivo. Em Memorabilia, composta por 25 pinturas de diversos tamanhos, inesperados formatos e enquadramentos, Rui Macedo usa a técnica da pintura a óleo para simular o real pois a sua obra tende a questionar a veracidade do que se vê na representação pictórica e, com isto, cria uma armadilha visual na qual o observador/visitante é surpreendido.    
 
RUI MACEDO, Évora, 1975. Artista plástico. Doutorando em Pintura na FBA-UL e bolseiro FCT.
Bolsas de mérito: Projecto Artístico – Artes Visuais atribuída por Fundação Calouste Gulbenkian para a instalação Caleidoscópio no Museu de Grão Vasco, Viseu (Portugal) em 2011 e Mnemosyne no Palácio do Catete e Galeria do Lago do Museu da República, Rio de Janeiro (Brasil) em 2013; Bolsa de apoio pontual atribuída por Promoción del Arte – Ministerio de Educación, Cultura y Deporte del Governo de España para a instalação Un cuerpo extraño no Museo Nacional de Artes Decorativas (Madrid); Bolsa de investigação em Pintura atribuída por CIEBA (Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes) e FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) em 2011/2012. Das exposições e instalações individuais mais recentes, encontram-se, em 2010, Nimium ne credere colori no Museu de Évora (Portugal) e Puzzle this – To enfold, to enlace na Fundação D. Luís I (Portugal); Em 2011, La totalidad imposible no IVAM (Espanha); Em 2012, De Pictura no Centrum SSSL (Itália) e Caleidoscópio no Museu de Grão Vasco (Portugal). Em 2013, Un cuerpo extraño no Museu Nacional de Artes Decorativas (Espanha), Artimanhas do escondimento na Galeria AmareloNegro (Brasil), Mnemosyne no Palácio do Catete e Galeria do Lago do Museu da República (Brasil), Replay no Museu Nacional do Complexo Cultural da República (Brasil) e Playtime na Capilla de La Trinidad do Museu Barjola (Espanha).
 
 
CAROLINE MENEZES é curadora e crítica de arte nascida no Rio de Janeiro, Brasil. Actualmente vive em Berlim e está finalizando o doutorado em Teoria da Arte na University of the Arts London.
Como curadora, trabalhou com Rui Macedo em duas exposições no Brasil em 2013.  Em 2011 fez a curadoria da exposição Through the Mask, individual da artista mexicana  Marcela Montoya na galeria Miguel Angel em Mojacar, Espanha. Em 2010, foi consultora de curadoria do festival o Night of Festivals - Celebrating the Bicentenary of Latin American independence sendo responsável pela seleção de artistas brasileiros convidados para participar no evento em Nottingham, Inglaterra. Foi curadora assistente da exposição Neoconcrete Experience, realizada na Gallery 32, Embaixada Brasileira em Londres em 2009 e em 2008, foi curadora da exposição Landscapes in Perspective, com artistas britânicos e brasileiros também na Gallery 32. No mesmo ano, exerceu a função de diretora assistente da Essex Collection of Art from Latin America (ESCALA). Na posição foi responsável pela conservação e gestão da coleção, da curadoria de eventos relacionados à ESCALA e a coordenação de residências artísticas.
É fundadora do grupo de estudos Latin American Art & Theory, no Centro de Pesquisa Transnational Art Identity and Nation do Chelsea College of Arts.
Desde de 2006 integra o corpo permanente de críticos da revista britânica Studio International. Foi repórter de cultura do Jornal do Brasil(2004-2005) e atua como jornalista e crítica de arte freelance para publicações jornalísticas e artísticas do Brasil, Reino Unido e América Latina. Incluindo, por exemplo, a revista colombiana Errata (2014), o blog do Instituto Moreira Salles (2013) e o programa de residência Artist Links do British Council (2010 – 2011). Seus artigos também já figuraram em livros como o recente catálogo ‘30 X Bienal –Transformações na arte brasileira da 1ª à 30ª edição’ (2013, ed. Bienal de São Paulo) Ainda este ano vai lançar como co-editora o livro ‘The Permanence of the Transient: Precariousness in Art’ pela Cambridge Scholars Publishing.
 

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