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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição “Peças Soltas em Puzzle com Padrão” em Odivelas

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No dia 07 de fevereiro, pelas 21:00 horas, inaugura a minha exposição “Peças Soltas em Puzzle com Padrão” no Centro de Exposições de Odivelas, para a qual estão convidados.

A exposição estará patente de terça a domingo, das 10:00h às 23:00h, de 07 fevereiro a 03 de março 2019,

Sobre o tema:

 

Sou a soma de várias experiências e cruzamentos sociais, também uma coletânea de várias camadas temporais de personalidade e uma compilação de diversos acontecimentos cronológicos, definitivamente uma manta de retalhos em que cada pedaço de mim corresponde a diferentes influências culturais, políticas, espirituais. A minha arte reflete estas mutações, movimentos, evoluções e retrocessos.  Sou um puzzle de peças soltas aparentemente sem sentido e padrão, desigual entre cada peça.

 

Sobre o espaço:

 

Centro de Exposições de Odivelas

 

O espaço de exposições, cujo edifício se funde com a cidade, é um lugar de cultura, de convívio, de lazer, rodeado, num dos lados, por um espaço verde, o que permite que respire e se torne uma célula urbana autónoma.  O seu design moderno e bem estruturado está preparado para receber vários eventos culturais, em particular projetos artísticos como a pintura, escultura, fotografia.  O local, além de ser um espaço expositivo e de exibição de arte, serve de palco a outros eventos de caráter lúdico e educativo. Geograficamente perto de Lisboa, munido de todos os equipamentos necessários à realização de exposições artísticas, recetor de uma luz natural excecional, o seu espaço, tem sido muito solicitado pelos artistas. 

 

Rua Fernão Lopes (junto ao Jardim da Música)

Odivelas

cultura@cm-odivelas.pt <cultura@cm-odivelas.pt

http://www.cm-odivelas.pt

 

Biografia

A Ildebranda Martins nasceu  em Angola em 1965. Em 1990, já com espaço suficiente  para criar  um atelier,  começou a dedicar-se mais à pintura.  Em 1995,  fez as  suas primeiras exposições individuais, que depois alargou para coletivas.

As últimas criações, muitas delas instalações, assentam em manequins sobre os quais foram aplicadas peças diversas do dia-a-dia.  Provavelmente, devido à pratica da reciclagem na construção dessas obras, podemos identifica-las, pelo menos parcialmente, como criações típicas do movimento artístico da” Arte Povera”.

Desde da abertura da Galeria de Arte Beltrão Coelho em 2015 que profissionalmente e artisticamente está totalmente ligada à arte, tendo-se tornado a face mais visível deste espaço de responsabilidade social. De momento, fora do projeto da Galeria Beltrão Coelho, onde é curadora,  participa como artista em exposições individuais e  em projetos coletivos de grupos  como os das “Mulheres com Arte” e do  “Universo Africano” e sempre que possível em Bienais de Arte a nível nacional.

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