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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição “Terra e Mar” no Espaço Cultura Ageas | Uma mostra conjunta de Sara Antunes e Graça Antunes

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A Ageas Seguros alia-se mais uma vez à cultura e às artes para a exposição “Terra e Mar”, uma mostra conjunta de Sara Antunes e Graça Antunes  no Espaço Cultura Ageas, no Parque das Nações, em Lisboa, e aí ficará patente até dia 25 de novembro.

“Terra e Mar” é uma exposição de desenho e pintura que junta a representação da “Terra” de Sara Antunes e a interpretação do “Mar” de Graça Antunes.

Sara Antunes é artista e arquiteta, trabalha em Lisboa e onde calhar. Como artista desenvolve vários trabalhos sobre papel, normalmente desenhos, por vezes pinturas ou fotografias. A artista representa a “Terra” com desenhos desenhos-pinturas de ervas daninhas, indiferenciadas, sem nome apenas existência. Desenhos que observam o tempo, na sua manifestação na Terra através de seres que enchem discretamente o solo. Observações etéreas do terreno, que vêm as coisas pelas coisas e não pelo que representam em termos de classificação científica ou de qualquer outro interesse meramente objetivo. Plantas de mudança, que mudam indiferentemente da nossa não atenção. Desenhos que observam o poder da vida, da renovação, a cada primavera, onde as plantas ultrapassam por vezes a escala humana para depois decaírem e voltarem no próximo Inverno, tímidos rebentos verdes no chão. Observações de tempo e mudança, que ficam sem tempo flutuando num imenso azul ciano/púrpura, como um mar de nuvens frescas de uma manhã de vida.

Graça Antunes é pintora desde sempre, mas apenas no final dos anos 60 obteve o seu canudo. Participou em várias exposições bienais e individuais. Obteve prémios e louvores. Ajuda crianças a construírem o sentido artístico. O seu melhor quadro será o próximo. Na sua descrição o “Mar” está na soleira da porta da casa do País. O Mar cantado por poetas, pescadores, marinheiros, banhistas, turistas, gaivotas, mexilhões, algas, estrelas-do-mar, sardas, sardinhas, cadelinhas e um sem fim de olhares. Olhares que passam por vigias e se abrem na dimensão infinita do Mar.

A Ageas continua a investir ao nível da cultura, particularmente através do apoio a artistas nacionais, abrindo-lhes um espaço privilegiado, de entrada livre, que facilita a sua aproximação ao público.

 

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