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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Fábrica das Gravatas" na LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 27 set. | Benagouro, Vila Real

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia”, desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de 27 de setembro, às 21h30, na Associação Cultural e Recreativa Camilo Castelo Branco, na aldeia de Benagouro.

Será apresentado o espetáculo “Fábrica das Gravatas", da companhia Nuvem Voadora.

“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro, localizado na Aldeia de Coêdo.
 
Teatro na casa da Peripécia Teatro.
O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia” desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de setembro à aldeia de Benagouro com o Espetáculo “Fábrica das gravatas”.
 
“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.
 
A 27 de setembro a companhia Nuvem Voadora apresentará o seu espetáculo “Fábrica das Gravatas” pelas 21:30h na Associação Cultural e Recreativa Camilo Castelo Branco na Aldeia de Benagouro.
 
O público é convidado a levar o seu próprio banco ou cadeira, a sua mantinha para assistir ao espetáculo e o seu copo. Depois do espetáculo o público é convidado a uma conversa com o ator e convívio com petiscos e bebidas.
 
 

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"Fábrica das Gravatas" é um solo de palhaço que aborda de uma forma absurda, filosófica e poética a condição do homem em relação às máquinas, à tecnologia e ao trabalho.
O dia-a-dia de um palhaço que trabalha numa fábrica de gravatas que é constantemente interrompido pelos pequenos prazeres da vida.
A batalha entre o tempo, as máquinas e os palhaços começou! Este espetáculo inspira-se no cinema de Jacques Tati (Playtime), Buster Keaton (the electric house), Charlie Chaplin (Modern Times) e nos pensamentos do filósofo português Agostinho da Silva sobre a obrigatoriedade de trabalhar.
 
Este espetáculo está num processo de criação e experimentação. Neste processo tem sido desenvolvido o cruzamento entre a arte do palhaço e a multimédia (vídeo e a música).
 
Criação e interpretação Pedro Correia ; Música Zuki; Rachmaninoff – Prelude in G Minor, Op.23, No.5; mignon un-tin lu; Six Drummers – Electric Love - Resort ;Som Martinho Cardoso; Luz Paulo Brites | HalO Luz Cenografia Hugo Ribeiro e Pedro Correia; Ilustração Francisco Cunha; Design Mário Rui Martins;Fotografia Margarida Ribeiro ; Captação vídeo espectáculo João Rei Lima; Edição vídeo e vídeo espectáculo Miguel Rodrigues; Produção executiva Joana Rabumba; Produção Nuvem Voadora
 
O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos. Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.