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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Faltam 5 dias para O Gesto Orelhudo, a festa da música com humor!

Festival “O Gesto Orelhudo”
ÁGUEDA, 1 a 4 Outubro 2014
http://www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo

P  R  O  G  R  A  M  A     C  O  M  P  L  E  T  O


Q U A R T A   1   O U T U B R O

19h00 | bard'O
“Hamlet em Pessoa”, André Gago e Carlos Barretto

 

Concerto poético que junta o contrabaixista e improvisador Carlos Barretto ao actor André Gago, numa viagem pelas palavras de poetas maiores. Ou como a poesia dita por um grande diseur se alia ao magnífico instrumento que é o contrabaixo. E logo nas melhores mãos.

21h30 | Cine-Teatro São Pedro


“Deixem o Pimba em Paz”, de Bruno Nogueira

 

Fascinado pelo universo pimba, Bruno Nogueira propôs-se dar uma oportunidade a essas canções, convidando grandes músicos a vesti-las com arranjos muito pouco prováveis, num registo jazz e pop de extremo bom gosto. No final, chega a pairar a ideia de que, afinal, a credibilização é possível. É que os novos arranjos fazem mesmo muita diferença.


Q U I N T A   2   O U T U B R O

19h00 | Johnny 101
“20Dizer”, Trigo Limpo teatro ACERT

 

A mestiçagem da declamação de José Rui Martins com a música da flautista e cantora Luísa Vieira celebram as palavras da lusofonia. Do calor sensual do Brasil à ainda mais quente África, passando pelo Portugal dos costumes, 20Dizer é pura ironia na ponta da língua.

21h30 | Cine-Teatro São Pedro
“The Best Of” Leo Bassi (Itália)

 Eis que regressa Leo Bassi, o provocador, num especial que recompila os melhores números da sua carreira. Por Águeda apenas passaram duas das suas obras, mas as marcas do vendaval cómico deste italiano ficaram. Um espectáculo antológico do génio maior de uma estirpe de palhaços que fez do humor uma arma pacífica para a mudança de mentalidades.

23h15 | Tenda Espaço d'Orfeu
“Cita a Ciegas”, Murmuyo (Chile)

 

Em transgressão com o mimo clássico, o chileno Murmuyo não actua a solo: o público entra no espectáculo, quer queira quer não. A empatia é imediata, pela ternura da sua aparência de super-herói de banda desenhada, mas ele provoca e quer ser provocado. No meio da assistência, encontra sempre a sua vítima, que se torna protagonista. Um mimo.


S E X T A   3   O U T U B R O

19h00 | Fundação Dionísio Pinheiro
“Circo Mediático”, Américo Rodrigues, César Prata e Victor Afonso

 

 

Literatura tóxica por Américo Rodrigues, música em tempo real por César Prata e Victor Afonso. O circo mediático em que vivemos dinamita as regras de bom comportamento, também na criação artística. A espiral de palavras encontra conforto (e confronto) nos sons.

21h45 | Cine-Teatro São Pedro
“Liberdade”, Sérgio Godinho

 

Um dos mais importantes criadores do burgo revisita as últimas quatro décadas da sua obra, desde a música empenhada, bandeira de consciência colectiva, ao diário íntimo e plural. A visão incontornável de um artista maior. Muitos anos depois, tão inventivo quanto interventivo, regressa ao festival o músico Sérgio Godinho, um senhor actor em palco.

23h30 | Tenda Espaço d'Orfeu
“Que Raro, Verdad?”, Hermanos Infoncundibles (Espanha)

 

 

 Os inconfundíveis Hermanos Infoncundibles – não confundir com Inconfundibles - são uma dupla clássica do novo circo andaluz. São músicos, malabaristas e comediantes e, neste seu espectáculo para todos os públicos, batem-se em acrobáticos duelos musicais. Estranho por todo o mundo, menos no Festival “O Gesto Orelhudo”, a casa da musicomédia.


S Á B A D O   4   O U T U B R O

21h45 | Cine-Teatro São Pedro
The Vocal Orchestra (Inglaterra)

 

The Vocal Orchestra apresenta, pela primeira vez em Portugal, a sua incrível performance musical. Uma celebração universal usando apenas sete vozes e sete microfones. Beatbox humano, harmonias vocais e gloriosas batidas. Nada de instrumentos. Espectáculo original criado pelo internacionalmente aclamado beatboxer britânico Shlomo. De tirar o fôlego.

23h30 | Tenda Espaço d'Orfeu
“Peter Punk e o Neno Imperdible” (Galiza, Espanha)

 

 

Descoberta recente do público d’Orfeu (no último Festival i), Peter Punk regressa com o seu mais orelhudo espectáculo, no qual compartilha o palco com o polivalente músico Brais das Hortas. Um artista de circo e um músico. Ambos palhaços, cada um à sua maneira, em constante reconciliação consigo próprios, para consciência da dimensão solidária do clown.



[ I N F O R M A Ç Ã O   S O B R E   B I L H E T E S ]
http://www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo

[ L I B R E T O   D I G I T A L ]
http://issuu.com/dorfeu/docs/programa_fogo2014/1?e=1027118/9157281