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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Festa do Património chega a Miranda do Douro | 1 e 2 junho | Entrada livre

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Depois de Arouca e Tarouca, o evento Dias do Património a Norte chega a Miranda do Douro, já nos próximos dias 1 e 2 de junho, com atividades para toda a família a decorrer na Concatedral de Miranda.

 

Esta é a terceira iniciativa do Ciclo Dias do Património a Norte (cuja inauguração ocorreu em abril, no Mosteiro de Arouca), um evento em rede promovido pela Direção Regional de Cultura do Norte e que, ao longo de seis meses (de abril a setembro), vai transformar oito lugares patrimoniais da região Norte, em palcos de uma programação artística, cultural e gastronómica, desenhada com o traço da identidade singular de cada território.

 

A iniciativa é promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN), em parceria com os municípios locais, representando um investimento total de 400 mil Euros, cofinanciado pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.

 

Elemento imponente e proeminente na paisagem de Miranda do Douro, a Concatedral recebe-nos para, em dois dias, nos dar a conhecer a sua história, os seus recantos, mistérios, e estórias.

 

Os mais novos desvendam, em jeito de Visita-Jogo, segredos nunca antes desvendados; os mais graúdos são conduzidos por membros da comunidade numa visita guiada com pormenores únicos, na qual se evoca o passado, através de tradições e memórias.

 

No cadeiral reunimo-nos para uma conversa acerca do acesso ao conhecimento e dos desafios que o excesso de informação contemporâneo nos coloca. No exterior, espera-nos uma festividade antiga: a confeção, e posterior degustação, das tradicionais Rosquilhas ou Pão Leve.

 

O final da tarde é da responsabilidade da Companhia Erva Daninha que, tendo por pano de fundo a Concatedral, apresenta-nos um espetáculo de circo contemporâneo, no qual a enxada, utensílio tão caro à ruralidade, é tema de inspiração.

 

Ao cair da noite as comunidades locais presenteiam-nos com uma criação original conjunta, que nos guiará da Concatedral ao Lhargo D. João III. Aqui, juntam-se aos Galandum Galundaina, que em concerto e festa fecham estes dias de celebração.


Viajando entre o passado e o presente, celebramos o nosso Património!

 

PROGRAMA

1 junho | sexta-feira


14:00 - Visita-Jogo à Concatedral de Miranda do Douro* 

conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho
dinamização: Juliana Sá
ponto de encontro: entrada da Concatedral 
*reservada às escolas

A Concatedral guarda segredos que nunca foram desvendados. Visitá-la, conhecer a sua história e resolver os seus enigmas; revelam-se pistas cada vez mais interessantes e misteriosas, que nos levam a um surpreendente desfecho final. 

2 junho | sábado

14:30 - Visita-Jogo à Concatedral de Miranda do Douro*
conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho
dinamização: Juliana Sá
ponto de encontro: entrada da Concatedral 
* reservada aos grupos da catequese


14:30 - Visita Guiada por membros da comunidade 
guias: Paulo Meirinhos e António Rodrigues Mourinho
ponto de encontro: entrada da Concatedral 

A história de um local não é apenas um conjunto de factos escritos ou estudados. Nesta visita cruzamos o conhecimento científico acerca da Concatedral com um conjunto de outras dimensões, como as vivências da população que com ela privou ou os modos de vida de quem por aqui passou. Venha conhecer a Concatedral e as suas estórias, numa visita guiada com pormenores únicos.


16:00 - Conversas | O Património e o Conhecimento
convidados: Professor Doutor José Luís Fernandes e Professor Doutor Pedro Morgado
Cadeiral da Concatedral

De um tempo ainda próximo em que o acesso ao conhecimento era escasso e constituía um privilégio, vive-se, hoje, uma certa desorientação perante a abundância de informações. A possibilidade de acesso imediato a informações abundantes, mas caóticas, duvidosas, desordenadas, contraditórias, sem critério ou hierarquia favorecem a desorientação e a insegurança e são “terreno fértil” para o surgimento de crenças, de ideologias duvidosas e fundamentalistas. Ao mesmo tempo que o cidadão se vê confrontado com um mundo cada vez mais complexo, onde o exercício de uma cidadania responsável exige a apropriação de conhecimento claro e rigoroso, transparente e racional. Como gerir a inquietação que as contradições do mundo atual coloca?


17:30 - Degustação | Rosquilhas e Sabores de Miranda
com o Chef Tiago Emanuel Santos
Exterior da Concatedral

O Pão Leve e os versos de boa ventura são o mote para um momento de celebração e degustação. 
Ao sair da igreja, o padrinho esperava os noivos com uma mesa repleta de doces e vinho para oferecer dinheiro para o séquito passar e os abençoar com versos de felicidades e boas venturas. A boda seguia-se e as mais simples das iguarias viravam banquetes de fartura para os convidados. O que não podia faltar era o Pão Leve, o doce de massa cremosa cozinhado sobre as brasas na panela de cobre tradicional, que só alguns mirandeses ainda se lembram de provar. O Chef Tiago Emanuel Santos convida os participantes a uma celebração à moda antiga, com iguarias e sabores de terras de Miranda, acompanhados de versos de fortuna e alegria.

Esta atividade tem o apoio da ProChef.


18:30 - Circo para famílias| “E-nxada”, Companhia Erva Daninha
cocriação Erva Daninha e Binaural/Nodar coprodução Teatro Nacional São João 
Exterior da Concatedral

Partindo da ideia do trabalho original e primário e do seu lugar no espaço urbano atual, a Companhia Erva Daninha escolheu como tema um objeto que cava os tempos até hoje – a enxada. Símbolo de trabalho, de ligação entre o passado e o presente, de repetição e equilíbrio comuns ao circo contemporâneo. Este é um espetáculo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário sob um ponto de vista urbano e contemporâneo, e que resultou da investigação artística através da relação do corpo e do objeto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação. Uma alusão poética ao trabalho da terra através de um objeto/alfaia ancestral que relaciona o homem com a paisagem. 
Cavar, semear, germinar, regar e colher. Através da desconstrução da enxada aludimos ao espírito da materialidade rural para o contexto urbano, crescentemente imaterial/evanescente. Recordar as origens, a importância da agricultura na fixação dos povos e do seu desenvolvimento e a relação do homem com a natureza.

direção artística e conceção plástica Vasco Gomes, Julieta Guimarães criação e interpretação Jorge Lix, Rodrigo Matos, Vasco Gomes luz Romeu Guimarães composição sonora do espetáculo Luís Costa ilustração Rui Vitorino Santos registo vídeo e fotografia Liliana Sílvia


21:00 - Concerto itinerante| Galandum Galundaina com grupos da comunidade
com a participação de diversas comunidades musicais locais coordenadas por Paulo Meirinhos (músico) e Helena Oliveira (bailarina/coreógrafa)
ponto de encontro: Interior da Concatedral
palco: Largo D. João III


Esta é uma nova criação, desenhada com as comunidades de Miranda do Douro, com a coordenação de Paulo Meirinhos (músico) e Helena Oliveira (bailarina/coreógrafa), e que integrará o concerto dos Galandum Galundaina. Uma obra musical que reflete a identidade dos participantes, da sua música e da sua cultura.


Para Galandum Galundaina a música não se inventa, reencontra-se. O maior grupo musical Mirandês apresenta um repertório vocal e instrumental baseado na herança do cancioneiro tradicional das Terras de Miranda, onde as harmonias vocais e o ritmo das percussões nos transportam para um universo atemporal. Das memórias da Sanfona, da Gaita-de-foles Mirandesa, da Flauta pastoril, do Rabel, do Saltério, do Cântaro, do Pandeiro mirandês, do Bombo e da Caixa de Guerra do avô Ventura, nasce uma música que acumula referências, lugares, intensidades, tempos.

 

Depois de Arouca e Tarouca, o evento Dias do Património a Norte chega a Miranda do Douro, já nos próximos dias 1 e 2 de junho, com atividades para toda a família a decorrer na Concatedral de Miranda.

 

Esta é a terceira iniciativa do Ciclo Dias do Património a Norte (cuja inauguração ocorreu em abril, no Mosteiro de Arouca), um evento em rede promovido pela Direção Regional de Cultura do Norte e que, ao longo de seis meses (de abril a setembro), vai transformar oito lugares patrimoniais da região Norte, em palcos de uma programação artística, cultural e gastronómica, desenhada com o traço da identidade singular de cada território.

 

A iniciativa é promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN), em parceria com os municípios locais, representando um investimento total de 400 mil Euros, cofinanciado pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.

 

Elemento imponente e proeminente na paisagem de Miranda do Douro, a Concatedral recebe-nos para, em dois dias, nos dar a conhecer a sua história, os seus recantos, mistérios, e estórias.

 

Os mais novos desvendam, em jeito de Visita-Jogo, segredos nunca antes desvendados; os mais graúdos são conduzidos por membros da comunidade numa visita guiada com pormenores únicos, na qual se evoca o passado, através de tradições e memórias.

 

No cadeiral reunimo-nos para uma conversa acerca do acesso ao conhecimento e dos desafios que o excesso de informação contemporâneo nos coloca. No exterior, espera-nos uma festividade antiga: a confeção, e posterior degustação, das tradicionais Rosquilhas ou Pão Leve.

 

O final da tarde é da responsabilidade da Companhia Erva Daninha que, tendo por pano de fundo a Concatedral, apresenta-nos um espetáculo de circo contemporâneo, no qual a enxada, utensílio tão caro à ruralidade, é tema de inspiração.

 

Ao cair da noite as comunidades locais presenteiam-nos com uma criação original conjunta, que nos guiará da Concatedral ao Lhargo D. João III. Aqui, juntam-se aos Galandum Galundaina, que em concerto e festa fecham estes dias de celebração.


Viajando entre o passado e o presente, celebramos o nosso Património!

 

PROGRAMA

1 junho | sexta-feira


14:00 - Visita-Jogo à Concatedral de Miranda do Douro* 

conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho
dinamização: Juliana Sá
ponto de encontro: entrada da Concatedral 
*reservada às escolas

A Concatedral guarda segredos que nunca foram desvendados. Visitá-la, conhecer a sua história e resolver os seus enigmas; revelam-se pistas cada vez mais interessantes e misteriosas, que nos levam a um surpreendente desfecho final. 

2 junho | sábado

14:30 - Visita-Jogo à Concatedral de Miranda do Douro*
conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho
dinamização: Juliana Sá
ponto de encontro: entrada da Concatedral 
* reservada aos grupos da catequese


14:30 - Visita Guiada por membros da comunidade 
guias: Paulo Meirinhos e António Rodrigues Mourinho
ponto de encontro: entrada da Concatedral 

A história de um local não é apenas um conjunto de factos escritos ou estudados. Nesta visita cruzamos o conhecimento científico acerca da Concatedral com um conjunto de outras dimensões, como as vivências da população que com ela privou ou os modos de vida de quem por aqui passou. Venha conhecer a Concatedral e as suas estórias, numa visita guiada com pormenores únicos.


16:00 - Conversas | O Património e o Conhecimento
convidados: Professor Doutor José Luís Fernandes e Professor Doutor Pedro Morgado
Cadeiral da Concatedral

De um tempo ainda próximo em que o acesso ao conhecimento era escasso e constituía um privilégio, vive-se, hoje, uma certa desorientação perante a abundância de informações. A possibilidade de acesso imediato a informações abundantes, mas caóticas, duvidosas, desordenadas, contraditórias, sem critério ou hierarquia favorecem a desorientação e a insegurança e são “terreno fértil” para o surgimento de crenças, de ideologias duvidosas e fundamentalistas. Ao mesmo tempo que o cidadão se vê confrontado com um mundo cada vez mais complexo, onde o exercício de uma cidadania responsável exige a apropriação de conhecimento claro e rigoroso, transparente e racional. Como gerir a inquietação que as contradições do mundo atual coloca?


17:30 - Degustação | Rosquilhas e Sabores de Miranda
com o Chef Tiago Emanuel Santos
Exterior da Concatedral

O Pão Leve e os versos de boa ventura são o mote para um momento de celebração e degustação. 
Ao sair da igreja, o padrinho esperava os noivos com uma mesa repleta de doces e vinho para oferecer dinheiro para o séquito passar e os abençoar com versos de felicidades e boas venturas. A boda seguia-se e as mais simples das iguarias viravam banquetes de fartura para os convidados. O que não podia faltar era o Pão Leve, o doce de massa cremosa cozinhado sobre as brasas na panela de cobre tradicional, que só alguns mirandeses ainda se lembram de provar. O Chef Tiago Emanuel Santos convida os participantes a uma celebração à moda antiga, com iguarias e sabores de terras de Miranda, acompanhados de versos de fortuna e alegria.

Esta atividade tem o apoio da ProChef.


18:30 - Circo para famílias| “E-nxada”, Companhia Erva Daninha
cocriação Erva Daninha e Binaural/Nodar coprodução Teatro Nacional São João 
Exterior da Concatedral

Partindo da ideia do trabalho original e primário e do seu lugar no espaço urbano atual, a Companhia Erva Daninha escolheu como tema um objeto que cava os tempos até hoje – a enxada. Símbolo de trabalho, de ligação entre o passado e o presente, de repetição e equilíbrio comuns ao circo contemporâneo. Este é um espetáculo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário sob um ponto de vista urbano e contemporâneo, e que resultou da investigação artística através da relação do corpo e do objeto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação. Uma alusão poética ao trabalho da terra através de um objeto/alfaia ancestral que relaciona o homem com a paisagem. 
Cavar, semear, germinar, regar e colher. Através da desconstrução da enxada aludimos ao espírito da materialidade rural para o contexto urbano, crescentemente imaterial/evanescente. Recordar as origens, a importância da agricultura na fixação dos povos e do seu desenvolvimento e a relação do homem com a natureza.

direção artística e conceção plástica Vasco Gomes, Julieta Guimarães criação e interpretação Jorge Lix, Rodrigo Matos, Vasco Gomes luz Romeu Guimarães composição sonora do espetáculo Luís Costa ilustração Rui Vitorino Santos registo vídeo e fotografia Liliana Sílvia


21:00 - Concerto itinerante| Galandum Galundaina com grupos da comunidade
com a participação de diversas comunidades musicais locais coordenadas por Paulo Meirinhos (músico) e Helena Oliveira (bailarina/coreógrafa)
ponto de encontro: Interior da Concatedral
palco: Largo D. João III


Esta é uma nova criação, desenhada com as comunidades de Miranda do Douro, com a coordenação de Paulo Meirinhos (músico) e Helena Oliveira (bailarina/coreógrafa), e que integrará o concerto dos Galandum Galundaina. Uma obra musical que reflete a identidade dos participantes, da sua música e da sua cultura.


Para Galandum Galundaina a música não se inventa, reencontra-se. O maior grupo musical Mirandês apresenta um repertório vocal e instrumental baseado na herança do cancioneiro tradicional das Terras de Miranda, onde as harmonias vocais e o ritmo das percussões nos transportam para um universo atemporal. Das memórias da Sanfona, da Gaita-de-foles Mirandesa, da Flauta pastoril, do Rabel, do Saltério, do Cântaro, do Pandeiro mirandês, do Bombo e da Caixa de Guerra do avô Ventura, nasce uma música que acumula referências, lugares, intensidades, tempos.

 

 

 

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