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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

First Breath After Coma regressam com "NU"

 

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 Foto por FBAC + Hugo Domingues

 

"NU" é o nome do terceiro disco, sucessor do aclamado "Drifter", dos First Breath After Coma. O primeiro single é desvendado a 31 de Agosto.

 

2 de Novembro marcará o dia da edição de "NU" e também o início da digressão europeia, com mais de vinte datas e por sete países. No início de Dezembro seguem-se três apresentações em Portugal: Lisboa, Porto e Leiria.

A par do intenso e premiado trabalho audiovisual da Casota Collective (em que produziram discos e vídeos para nomes como Surma ou Whales), este "NU" acaba por reflectir mais uma evolução introspectiva e desafiante, resultante de uma actividade muito intensa de viagens, concertos ao vivo e experiências colaborativas. 

Os últimos dois anos contaram com quatro digressões internacionais e duas residências artísticas (em Ílhavo e Sintra). Nos últimos meses estiveram ainda envolvidos em processos criativos conjuntos com a Banda de Música de Mateus (para o festival Nordeste) e com o Coro Juvenil de Alitém e a Companhia de Dança Clara Leão (para o festival A Porta).

Depois de um período recheado de novas experiências, com muitas ideias e estruturas a aguardar tempo para a gravação, os cinco membros passaram a viver juntos vinte e quatro horas por dia naquele que entretanto se tornou no quartel general da Casota Collective, nos arredores de Leiria.

É por lá que estão a ultimar este "NU", que apura a linguagem musical dos First Breath After Coma e incorpora no seu laboratório sonoridades e ritmos de raízes bem distantes do habitual rótulo de indie ou post com que tantas vezes os rotulam.

Se por um lado (e como o nome indica) este vai ser o disco mais despido, cru e visceral, não podemos ignorar que é fortemente inspirado pela multiplicidade e polivalência artística que tem transformado o universo cada vez mais singular dos First Breath After Coma ao longo dos últimos tempos.

Pode-se esperar, portanto, uma exploração constante e transversal de novos formatos que se baseia no cruzamento do contemporâneo com o étnico e que se inspira na melodia, ora num formato tradicional como o gospel, ora assumidamente disruptiva. 
 

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