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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

FRÁGIL de David Greig | ARTISTAS UNIDOS em Alverca no Teatro-Estúdio Ildefonso Valério | 6ª 12 de Maio, 21h30

FRÁGIL de David Greig_Fotografias Jorge Gonçalve

 

Na próxima 6ª feira 12 de Maio, pelas 21h30, estaremos com o espectáculo FRÁGIL de David Greig no Teatro-Estúdio Ildefonso Valério, em Alverca.

O espectáculo com texto de David Greig é encenado por Jorge Silva Melo e interpretado por Pedro Carraca.

 

 

FRÁGIL de  David Greig Tradução Pedro Marques Com Pedro Carraca Encenação Jorge Silva Melo M12

 

 

Adoro ir ao centro. – Se alguma coisa me aborrece no sábado, no domingo ou na segunda – penso – não te preocupes – na terça vais ao centro.

 

David Creig, Frágil

 

 

 

Frágil foi escrito para o “Theatre Uncut Project”, onde alguns dramaturgos escreveram peças em resposta aos cortes nos serviços públicos. As seis peças daí resultantes estrearam na Playhouse em Southwark, na véspera da sua apresentação simultânea por mais de 80 companhias em todo o Reino Unido.

 

 

DAVID GREIG nasceu em Edimburgo em 1969. Cresceu na Nigéria. Estudou Inglês e Drama na Universidade de Bristol. Além de trabalhar em projectos para rádio, televisão e cinema, tem tido encomendas do Royal Court Theatre, do Royal National Theatre (Studio), da Royal Shakespeare Company ou do National Theatre of Scotland. Das suas peças destacam-se Europa (1994), One Way Street (1995), The Architect (1996), A Última Mensagem do Cosmonauta para a mulher que um dia amou na antiga União Soviética (1999), Victoria (2000), Outlying Islands (2002), San Diego (2003), The American Pilot (2005), Pyrenees (2005), Herges Adventures of Tintin (2006) ou Damascus (2007). A sua estreia em Portugal deve-se à Teatroesfera que apresentou, em 2009, Ilhas Distantes, em tradução de Hugo Bettencourt e encenação de João Craveiro. Os Artistas Unidos estrearam, em 2010, a sua peça Cantigas de Uma Noite de Verão e em 2015, Os Acontecimentos.

 

PEDRO CARRACA tem o curso do Instituto Franco-Português (1994), tendo trabalhado com António Feio, Fernando Gomes, Aldona Skiba-Lickel, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Raul Atalaia, Fernanda Lapa, Almeno Gonçalves, Adriano Luz, Castro Guedes, Diogo Dória, Jorge Listopad, José Mora Ramos, Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996, tendo participado recentemente em  O Novo Dancing Eléctrico de Enda Walsh (2016), A Noite da Iguana de Tennessee Williams (2017) e O Cinema de Annie Baker (2017).

 

JORGE SILVA MELO fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é director artístico.

 

 

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