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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Histórias de amor nas vésperas do Dia dos Namorados

Terça-feira, 12 de fevereiro // 21h30 // Igreja do Mosteiro de Leça do Balio

 

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A coincidência da semana em que se festejam os favores românticos de São Valentim com a fase crescente da lua torna o apelo praticamente irresistível. O primeiro Moontosinhos de 2019 vai ter por palco a Igreja do Mosteiro de Leça do Balio, famosa por, entre outras coisas, ter acolhido aquele que é considerado o primeiro casamento romântico da corte portuguesa – aquele que, em 1372, uniu o rei D. Fernando a D. Leonor Teles, a despeito da vontade dos nobres e das conveniências políticas do reino.

 

As visitas guiadas pelo historiador Joel Cleto às histórias, às lendas e ao património de Matosinhos em noites de lua cheia regressam, assim, para um novo ciclo, com um percurso dedicado a Leça do Balio e às “Histórias de amor nas vésperas do Dia dos Namorados”. A sessão servirá ainda para anunciar o programa do Moontosinhos para 2019 e para antecipar o segundo ciclo de conferências “Conversas sob as estrelas”, para o qual Joel Cleto volta a convidar investigadores para ajudar a desvendar alguns dos monumentos de Matosinhos que não são habitualmente acessíveis ao grande público.

 

A participação nas visitas do Moontosinhos e nas conferências é gratuita, carecendo, todavia, de inscrição prévia, que poderá ser feita através do endereço eletrónico gmah@cm-matosinhos.pt.

 

Após a viagem pelos conturbados amores de D. Fernando e D. Leonor Teles, imortalizado diante do Mosteiro de Leça do Balio por uma notável escultura de Irene Vilar, o Moontosinhos vai este ano revisitar a memória da pesca e dos pescadores (18 de abril), os vestígios arqueológicos da Torre de Linhares e do Monte Castêlo (19 de maio), a lenda do Senhor de Matosinhos (12 de junho), os “montantes” de Guifões (14 de setembro) e as capelas de Leça da Palmeira (13 de outubro).

 

Quanto às “Conversa sob as estrelas”, serão este ano dedicadas às histórias do Cemitério Paroquial de Leça do Balio, da Casa do Ribeirinho (a propósito dos 190 anos da execução de Bernardo Brito e Cunha e dos “Mártires da Liberdade”), do céu sobre a estátua do Homem da Maça no Monte de S. Brás e dos primórdios da obra de Álvaro Siza Vieira.