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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

III MOSTRA DE CINEMA DOMINICANO (25 a 28 de Fevereiro) EM LISBOA. ENTRADA GRÁTIS!

III MOSTRA DE CINEMA DOMINICANO EM LISBOA

 

A Embaixada da República Dominicana em Portugal, e a Direção Geral de Cine da República Dominicana (DGCINE RD) apresentam a III Mostra de Cinema Dominicano em Lisboa no Cinema City Alvalade de 25 a 28 de Fevereiro as 19h30. Esta Mostra é apresentada no âmbito da comemoração do 171º aniversário da Independência  Dominicana, e como parte da sua missão de trazer cultura deste país caribenho a Portugal. Os filmes estão todos legendados em português e as entradas são grátis, sujeitas obviamente ao número de lugares da sala de cinema.

 

O cinema dominicano, se caracteriza por ser  independente e pela presença de temas sociais nas suas histórias. Nesta exibição apresentam-se 4 filmes, três recentes e um clássico da cinematografia dominicana, ou seja duas comédias, um drama social e um filme de acção:

 

“De Pez en Cuando” de Francisco Valdez (2014), “Código Paz” de Pedro Urrutia, (2014), “Un Pasaje de Ida” de Agliberto Meléndez (1988), “No Hay Más Remedio” de José Pintor, (2014).

 

O realizador do filme “De Pez en Cuando”, Francisco Valdez, um ‘mestre’ do cinema dominicano, estará presente na abertura da Mostra para debate posterior a apresentação do filme.

 

Esta III Mostra de Cine Dominicano de Lisboa tem o apoio do Ministério de Turismo da República Dominicana, e do Festival de Cine Global Dominicano.

 

Assessor: Juan Basanta (DGCINE RD); Consultor: José Vieira Mendes (Jornalista e crítico de cinema); Tradução: Sandra Ramirez; Grafismo: Carlota Flieg

 

 

 

(cinemadominicano.com)

 

Na República Dominicana, o cinema teve a sua primeira aparição no ano 1900 no Teatro Curiel da cidade de Puerto Plata onde o público foi testemunha do cinematógrafo dos irmãos  Lumière, e o ano de 1922 foi o da realização do primeiro filme, La leyenda de La virgen de la Altagracia,  pelo fotógrafo e editor Francisco Palau.  

 

Durante os 31 anos da ditadura de Trujillo, só foi permitida a realização de documentários para enaltecer o tirano e a sua família.

 

Em 1963 o dramaturgo Franklin Domínguez  apresentou o seu filme La silla  onde denuncia os horrores da ditadura de Trujillo.  Passaram 25 anos até à realização de outro filme dominicano Um pasaje de ida, de Agliberto Meléndez, em 1988. A partir desta peça,  nas últimas duas décadas, o cinema dominicano teve  uma mudança significativa com realizações de filmes locais independentes, alguns merecedores de prémios e reconhecimentos em festivais de cinema internacionais. Podemos citar o filme Nueva yol: por fin llegó Balbuena (1995) do cineasta  Angel Muñiz, peça importante na história do cinema da República Dominicana, sendo a sua personagem Balbuena, a mais bem sucedida do cinema dominicano.

 

Actualmente, a partir da Lei de cinema da República Dominicana, “Lei para o fomento da actividade cinematográfica  na República Dominicana” No. 108-10, teve lugar uma grande revolução na área das artes visuais. Esta lei, além de promover uma indústria de cinema forte, coloca a República Dominicana em posição  de coproduzir, distribuir e fazer parte da competição junto a outros mercados da região. Estimula o investimento nacional e estrangeiro nesta área.