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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Imprensa Nacional – Casa da Moeda distingue obras literárias em Moçambique

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As obras distinguidas na 1.ª edição do Prémio Literário INCM/Eugénio Lisboa–Mundo Grave, de Pedro Pereira Lopes (obra vencedora), e Bebi do Zambeze, de António Manna (menção honrosa) – vão ser apresentadas em Maputo, Moçambique, no dia 17 de abril, às 18 h (hora local).

 

O galardão, destinado a trabalhos em prosa inéditos de autores moçambicanos, foi instituído em 2017 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), com o apoio do Camões, I. P., dando corpo à sua missão de promoção e preservação da língua portuguesa.

Além de procurar incentivar a criação literária moçambicana, através da edição das obras distinguidas e da atribuição de 5 mil euros ao vencedor, o Prémio presta ainda homenagem à figura de Eugénio Lisboa, enquanto cidadão e homem de cultura nascido em Moçambique.

A promoção da criação literária em língua portuguesa, acolhendo novos títulos e autores do mundo, faz parte das atribuições da INCM, que, além do Prémio INCM/Eugénio Lisboa, instituiuem 2010 o Prémio INCM/RuyCinatti, para Timor-Leste, e criou, em parceria com a Imprensa Nacional de Cabo Verde, o Prémio Literário Arnaldo França, que irá distinguir anualmente autores cabo-verdianos.

Prémio INCM/Eugénio Lisboa 2017 – apresentação das obras premiadas

17 de abril | 18h00 | Camões – Centro Cultural Português, Maputo

Embaixada de Portugal, Av.JuliusNyerere, 720 - 1º, Maputo, Moçambique

 

Sobre a INCM

Inovação, segurança, internacionalização e dedicação à causa pública, sem esquecer a prestação de serviços de qualidade e fiabilidade a empresas privadas, bem como a promoção da língua e cultura portuguesas, são os principais eixos estratégicos da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). Com cerca de 600 trabalhadores, a INCM é uma sociedade anónima de capitais públicos e resulta da fusão, em 1972, da Imprensa Nacional e da Casa da Moeda. Herdeira de oito séculos de atividade das entidades que lhe deram origem, a empresa tem sido pioneira no desenvolvimento e produção de bens e serviços fundamentais para o funcionamento do Estado. O cartão de cidadão e o passaporte eletrónico são apenas dois exemplos desse pioneirismo.