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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Je Suis Werther | Adaptação de Fernando Pinto do Amaral | Companhia Casa Cheia

 
 
 

 

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JE SUIS WERTHER

a partir de um texto de Fernando Pinto do Amaral

Este espectáculo propõe uma leitura do Werther [de Goethe] à luz da realidade do século XXI. Nesse sentido, Werther é para nós uma estrela rock com a qual deliramos. Apaixonamo-nos por ele, tal como ele se apaixonou por Carlota e simultaneamente por aquela que viria a ser a sua amante mais fiel – a morte. Na sua espiral auto-destrutiva, Werther é a nossa inspiração e faz-nos compreender o impacto de sentimentos que nos poderiam parecer absurdos, incompreensíveis. Porém, coexiste também um outro Werther, mais tranquilo, mais observador, mais analítico – menos emotivo do que o primeiro mas afinal tão importante como ele.

Fernando Pinto do Amaral
 
1 de Fevereiro nos Recreios da Amadora

8, 9, 10 e 11 de Fevereiro no Teatro da Comuna

23, 24 e 25 de Fevereiro na Rua das Gaivotas 6
 
 
FICHA ARTÍSTICA
DIRECÇÃO E CONCEPÇÃO Miguel Mateus
ADAPTAÇÃO E DRAMATURGIA Fernando Pinto do Amaral
INTERPRETAÇÃO Francisco Pereira de Almeida, Margarida Bakker, João Gaspar e Miguel Mateus/Gonçalo Botelho
MÚSICA Ângela Flores Baltazar
DESENHO DE LUZ Tasso Adamopoulos
CENOGRAFIA  Catarina Rodrigues
DESIGN Inês N. Sousa
PRODUTORA EXECUTIVA Diana Almeida

 
SOBRE O ESPECTÁCULO E A ADAPTAÇÃO
Desafiámos o poeta e professor Fernando Pinto do Amaral a olhar para Werther como uma rock star. Esta analogia advém da leitura de Roland Barthes (Fragmentos de um Discurso Amoroso) onde é possível perceber o fenómeno Werther no século XVIII, através da onda de suicídios na Europa após a leitura da obra, ou pela propagação da imagem de Werther pelos jovens desse século, imitando o seu modo de vestir. 
E assim nasceu este Je Suis Werther pela mão de Fernando Pinto do Amaral, que nos propõe uma leitura da obra de Goethe à imagem dos dias actuais onde esse fenómeno permanece, mudando apenas o sujeito.


 
BREVE DESCRIÇÃO DA COMPANHIA
A Companhia Casa Cheia nasceu no verão de 2015 em Odivelas. O seu local de nascimento surgiu de uma tentativa de descentralização artística para as periferias de Lisboa. Desde o seu inicio que a Casa Cheia tem trabalhado com a Câmara Munincipal de Odivelas e com a Junta da Pontinha e Famões, de modo a permitir uma culturalização da população do concelho. Em paralelo com este trabalho para a comunidade, a companhia tem criado os seus espectáculos para o público geral contando já com 5 espectáculos sob a direcção de Miguel Mateus, trabalhando autores como Sófocles, Heiner Muller, John Kolvenbach, entre outros, procurando o paralelismo contemporâneo com textos clássicos. 

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