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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

João Só apresenta os melhores êxitos no Casino Lisboa no próximo sábado

João Só (c) Pedro Gomes.jpg

Cantor, compositor e produtor, João Só apresenta-se, no próximo sábado, 2 de Julho, pelas 23 horas, no Casino Lisboa. Em noite dedicada à música portuguesa, João Só sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar os melhores êxitos da sua carreira. A entrada é livre.

 

João Só nasceu em Coimbra, em 1988, e mudou-se, aos nove anos, para Lisboa. Ouve de tudo, mas faz questão de cantar e de compor em português. As suas influências vão dos Beatles aos GNR, passando pelos Oasis, Clã, U2, Sérgio Godinho, Tom Petty, Rui Veloso, Elliot Smith, Quarteto 1111, Los Hermanos, Elvis Costello e Jorge Palma. Começou a compor aos 15 anos e, desde então, nunca mais parou.

 

Em Janeiro de 2008, juntou-se aos Abandonados e gravou o seu álbum de estreia. Em 2011, publicou “Ela Só”, o disco que deu a conhecer “Sorte Grande”, canção mais tarde interpretada em parceria com Lúcia Moniz. Um ano antes, formou com Miguel Araújo a dupla “Mendes e João Só”, e editaram o EP “Não Entres Nesse Comboio Amor”.

 

Em “Coração no Chão”, lançado em 2013, aprofundou mais do que nunca a veia beatliana e o fascínio pelas grandes cantigas dos anos 60, das quais se sente herdeiro. Apesar da sua juventude, João Só é um dos cantautores nacionais de maior reconhecimento e êxito – “Sorte Grande”, “Até Ao Fim” ou “É P’ra Ficar” são apenas alguns dos exemplos.

 

Em 2016, João Só dedica-se a dois projetos, aparentemente, distantes um do outro, mas que têm em comum a destreza criativa - a parceria com Nuno Markl no projeto “Dr. Paixão & Dr. Só”, de alguma forma a sequela de Telebaladas, que esteve presente na antena da Rádio Comercial, para delícia de todos quantos vibram com as cartas a que João Só dá vida sob a forma de canção; o outro, com o título “Deixem o Bullying Só!”, de carácter socio-pedagógico, que visa alertar o público em idade escolar para o fenómeno do bullying nas suas mais variadas perspetivas - a vítima, o agressor, o cyber-bullying e a neutralidade.

 

E em 2018 este “bom rebelde” voltou, ainda que desta vez não exatamente com um trabalho de originais, mas com um disco que trouxe novas e menos novas canções - uma compilação que reúne os melhores temas de João Só, alguns novos e ainda novas reinterpretações de alguns dos antigos.

 

Por sua vez, 2019 ficou marcado pela reedição de um dos temas incluídos em “Coração no Chão” – “Mais Ninguém” – e a tour “Só 10 Anos”, que celebrou os seus 10 anos de carreira, e passou por vários palcos do país, como o Capitólio (Lisboa), o TAGV (Coimbra), a Casa da Música (Porto) e o Theatro Circo (Braga), entre outros. Nesse ano, apresentou, ainda, um novo single, intitulado “Não Sou Eu”.

 

Já 2020 trouxe três novos temas de João Só. Em abril, foi apresentado “Ficamos Cá Dentro”, um tema que remete para a necessidade de aproveitarmos a vida mesmo durante a tempestade, e que ganhou um novo significado pela altura em que foi lançado, acompanhado de um vídeo feito em colaboração virtual com família e amigos. Em junho, foi a vez de “Maldita a Hora”, um tema bem-humorado em dueto com Tiago Nogueira, d’Os Quatro e Meia, cujo vídeo conta com ilustrações de Nuno Markl. Em setembro, surge o resultado de uma parceria de João Só com o daddy blog “Duas Para Um”, com o tema “Mil Vezes”, que expressa os sentimentos de um pai pelo crescimento de um filho.

 

“Quem Diria” foi o primeiro single de João Só apresentado em 2021, em Fevereiro. Posteriormente, em Junho, no dia do seu aniversário, lançou “Primeira Pedra”, e em Outubro “Olha Para Mim”. Os três temas estão incluídos no álbum “Nada É Pequeno No Amor”, lançado em outubro. O ano terminou com dois concertos de apresentação de “Nada É Pequeno No Amor”, no Teatro Maria Matos e na Casa da Música, que contaram com Miguel Araújo, Tiago Nogueira, Nena e Miguel e João como convidados.