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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Lançamento 11 de Maio, MAAT: Revista Contemporânea Deriva Urbana

 

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Nova edição impressa da Revista Contemporânea:

 

Deriva Urbana: percorrer Lisboa a partir da arte contemporânea

 

Lançamento: sexta-feira, 11 de Maio, 17h30

Sala dos Geradores, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

Av. Brasília, Central Tejo, Lisboa

 

www.contemporanea.pt

 

 

A Revista Contemporânea propõe uma análise crítica ao processo de transformação da cidade de Lisboa através do conceito de Dérive. A nova edição especial, com o tema Deriva Urbana, apresenta-se como um projecto alargado, com 232 páginas, que mapeia e analisa a forma como as várias dinâmicas associadas às artes visuais influem na cidade de Lisboa, na sua vivência e no seu desenvolvimento. 

 

Deriva Urbana reúne textos, entrevistas, ensaios visuais e mapas inéditos, assinados por mais de três dezenas de artistas, curadores, críticos e outros profissionais do sector das artes visuais. O editor deste segundo número impresso da revista especializada em arte contemporânea é o arquitecto e curador Sérgio Fazenda Rodrigues

 

lançamento da revista Contemporânea Deriva Urbana no dia 11 de Maio, pelas 17h30, na Sala dos Geradores do MAAT, antecipa a semana da arte de Lisboa que é assinalada pelo regresso da ARCOlisboa 2018, nos dias 17 a 20 de Maio. O lançamento conta com a realização de uma performance do artista Pedro Barateiro e integra um painel de discussão, aberto ao público, com o contributo de Fernanda Fragateiro, João Mourão, Jorge Viegas e Pedro Gadanho, entre outros artistas, curadores e galeristas que participaram na edição.

 

A Revista Contemporânea Deriva Urbana foca-se na cidade de Lisboa e tem como referência a ideia de Dérive, que é “entendida na lógica de Guy Debord, enquanto processo de apropriação espacial”, como explica o curador Sérgio Fazenda Rodrigues. Este número da Contemporânea “surge como uma deambulação onde se opera o (re)conhecimento de um dado território. Baseada nos afetos e nas empatias que se estabelecem com diferentes locais, o que emerge é uma cartografia complexa de importâncias e afinidades”. 

 

Esta edição temática surge como instrumento de análise do processo transformação da cidade de Lisboa, caracterizado pela abertura de novos espaços culturais, fixação de novos actores artísticos, desenvolvimento de públicos e estabelecimento de fluxos plurais, onde a dinâmica cultural se cruza com esferas como a política, a economia e o turismo. Para Sérgio Fazenda Rodrigues, tornou-se importante “perceber o que alimenta, caracteriza e constitui, todo este processo”, porque “embora existam inúmeras leituras em torno do que pode ser específico a esta cidade, revela-se útil e aliciante, perceber, antes de mais, os elementos que constituem essa mudança”.

 

Deriva Urbana é formada por três núcleos principais que incluem estruturas culturais de perfil institucional, como museus, fundações e centros culturais, estruturas de natureza comercial, como galerias, e formatos híbridos ou de carácter independente, como associações e espaços geridos por artistas. Esta edição reúne textos, entrevistas, ensaios visuais e outros contributos inéditos, de vários profissionais, nacionais e estrangeiros que, como destaca o editor convidado, “viabilizam uma outra leitura, feita em vários sentidos”. A revista termina com um conjunto de mapas que estudam graficamente a relação directa que a arte contemporânea tem com o território, “promovendo outras formas de entendimento da cidade”.

 

A revista Contemporânea é publicada desde 2015 com periodicidade mensal, em formato digital. Em Fevereiro de 2018 estreou-se em papel com Crónicas de Arte, um número dedicado à actividade artística da cidade do Porto e editado pela curadora Antonia Gaeta. O segundo número impresso é de edição bilingue, em Português e Inglês, tem 232 páginas, uma tiragem de 750 exemplares e um preço de venda ao público de vinte euros. Chega às bancas no dia 14 de Maio e, a par com a revista Crónicas de Arte, que se mantém à venda, terá uma distribuição nacional concentrada em redes da especialidade, como livrarias e lojas de museus.

 

A actual edição assinala “o regresso da Contemporânea às bancas com um novo número temático, de carácter atemporal e coleccionável”, como destaca Celina Brás, Directora da Contemporânea. “Deriva Urbana analisa um momento de transformação da cidade, trata-se de um importante registo de memória que documenta um processo crítico de desenvolvimento, com informação relevante sobre os vários vectores que impulsionam a produção artística contemporânea, criando valor para os profissionais, bem como para outros públicos que se interessam pelo meio, e igualmente para os muitos visitantes que Lisboa se prepara para acolher durante a ARCOlisboa e outros eventos paralelos”.

 

A Contemporânea estará representada no sector Revistas da ARCOlisboa, que em 2018 volta a ocupar o primeiro andar do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, na área de acesso livre ao público, onde também serão apresentados os programas Fórum Museus e Fórum Coleccionismo, a secção temática As Tables are Shelves, para editoras e publicações de autor seleccionadas pela curadora Luiza Teixeira de Freitas, e na galeria do piso térreo a exposição Aquisições 2016-17, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa. 

 

Download da CAPA e EDITORIAL da Revista Contemporânea Deriva Urbana.

 

 

Sobre a revista Contemporânea:

A Revista Contemporânea foi fundada por Celina Brás em Abril de 2015. É dedicada à divulgação da arte contemporânea e é um espaço aberto ao pensamento, à reflexão crítica e ao entendimento da criação contemporânea e da inscrição das suas práticas num contexto global. Promove e divulga a arte contemporânea que é produzida em Portugal, não descurando outras perspectivas no âmbito das várias práticas artísticas contemporâneas que privilegiem o debate e a reflexão crítica. Publica formatos como crítica, ensaio, entrevista e reflexões várias sobre arte, integra projectos de artistas e uma agenda de exposições. 

A versão impressa da Contemporânea surge em 2018, numa vertente temática, com o objectivo de criar edições de cariz curatorial. Para tal, é endereçado um convite a um diferente curador, com o objectivo de criar conteúdos diferenciados, privilegiando formatos e visões singulares, em função da especificidade de cada tema.

 

www.contemporanea.pt