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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Março mês do Teatro | Farsa chamada "Auto da Índia" e "Ah Minha Dinamene"

Março, Marçagão… Tanto tem Estreia, como Circulação

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Cruzamos mares e dobramos cabos, reviramo-nos e palmilhamos terra.
Quase a tocar terra, e ainda inteiros, apresentamo-nos à mui ilustre corte de Setúbal e arredores, com a Farsa chamada o “Auto da Índia”, que se revelará a 21 de Março, pelas 21h30 no Fórum Municipal Luísa Todi.

Estará em cena também a22 de Março (21h30), 22 de Março (21h30), 23 de Março (21h30), 24 de Março (17h00), 30 de Março (21h30), 31 de Março (17h00). E, para Escolas: 22 de Março (15h00), 1 de Abril (11h00 e 15h00), e 2 de Abril (11h00)

 



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Texto: Gil Vicente | Encenação: Filipe Crawford | Assistência de Encenação e Desenho de Luz: José Maria Dias | Interpretação: Carina Sobrinho, Carlos Pereira, Eduardo Dias, Graça Ochoa e Henrique Gomes | Cenografia e Imagem: José M. Castanheira | Figurinos e Adereços: Maria Luís | Sonoplastia: Emídio Buchinho | Música: Eduardo Dias | Fotografia e Vídeo: Leonardo Silva | Design de Comunicação: Flávia Rodrigues Piątkiewicz | Execução de Figurinos: Gertrudes Félix | Produção: Graziela Dias e Patrícia Pereira Paixão | Patrocínio: PFML - Fabrico de Peças em Plástico Reforçado e Metálicas, Lda. Agradecimentos: Albano Almeida, Levi Martins e Stephen Posadas 
67ª Produção do Teatro Estúdio Fontenova

Duração: '50 min. 

Classificação: m/ 12

 

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Continuando a celebração das Comemorações do Dia Mundial do Teatro, e assinalando o próprio dia, rumamos para sul. Mais propriamente para Albufeira, no Festival T, a 27 de Março (21h30), onde apresentaremos “Ah! Minha Dinamene!”, desta vez com texto de Sérgio Brito, encenação de Luísa Monteiro, e interpretação de Inês Colaço no Acto II.
Sobre mulheres, aquelas que não podiam fugir às inevitabilidades da sobrevivência, abandonadas e obrigadas a escolher entre a fé e a prostituição. Com texto original de LUÍSA MONTEIRO a partir de investigação histórica de JOSÉ LUÍS NETO e das Cartas de Perdão do séc. XV apresentadas a D. João II pelas centenas de mulheres condenadas ao exílio.

O texto (e espectáculo) é dividido em três actos. O segundo acto, tem a singularidade da narrativa ser deixada em aberto. Em Albufeira, conta-se a história de Clara.
No primeiro bilhete de namoro, José enviou a Clara sete pétalas brancas de rosa: “Vamos casar e ter sete filhos”, dizia. E assim foi. Nascida em Paderne, filha de um Tenente, sempre acompanhou José nas obras em prol da Vila de Messines, terra para onde foram morar: a escola, o forno, as freiras. Ele fazia poemas desde o Seminário e por ter desistido da Igreja por causa de Clara, ganhou o epíteto de Remechido. Mas D. Miguel manda-o combater nomeando-o Capitão, porém os homens traem-no e é fuzilado em Faro pelos Liberais, apesar do indulto da Rainha. Clara é levada a um troco e chicoteada até ficar exangue e deixada na rua com os filhos à sua volta… Há muito que a procuravam pela serra, onde na companhia dos lobos e da fome, Clara buscava por José. A luta de Clara nunca é contada no episódio das guerrilhas que marcaram a época Liberal, tido como o mais sanguinário de todo o sempre em terras do Algarve.

Mais sobre o evento aqui. |Evento

 

 

Texto: Luísa Monteiro | Texto (Acto II—Albufeira): Sérgio Brito | Encenação: José Maria Dias | Encenação (Acto II—Albufeira): Luísa Monteiro | Composição Musical: Jorge Salgueiro | Interpretação: Graziela Dias, Carina Sobrinho, Inês Colaço (Acto II—Albufeira), Patrícia Paixão  | Violoncelista: Marco Madeira | Coro: Carina Sobrinho, Patrícia Paixão, Alexandra Procópio | Espaço Cénico e Desenho de Luz: José Maria Dias | Figurinos: Zé Nova | Fotografia: Leonardo Silva | Design Gráfico: Fernando Carvalho | Vídeo: Leonardo Silva e Hugo Andrade | Operação Técnica: Leonardo Silva e Eduardo Dias | Execução de Figurinos: Gertrudes Félix | Produção executiva: Patrícia Paixão

Apoio Financeiro: Fundação Buehler- Brockhaus
Agradecimentos: Setpão Lda., MCS, ABC do Estudo/Moita e Livraria Universo
Duração: '60 min. 

Classificação: m/ 12

 

Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Cultura / DGARTES – Direcção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Setúbal