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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | CONCERTOS DE NATAL

A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DA MÚSICA APRESENTA
 
CONCERTO DE ADVENTO
 
15 de Dezembro, pelas 19h
bilhetes: €5

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Concerto de Advento
Altus Continuus


- Sopranos I: Mariana Moldão MartinsInês Pimentel
- Sopranos II: Mariana CardosoMargarida Simões
- Mezzo-sopranos: Fátima Nunes, Mariana Monteiro

Órgão: Daniel Oliveira

Direção: João Andrade Nunes


PROGRAMA

François Couperin*

Messe pour les couvents

Plein jeu 

Marc-Antoine Charpentier

Sub tuum praesidium à 3 voix, H. 28

Messe pour le Port-Royal, voix & bass continue, H. 5
- Kyrie
- Gloria
- Gradual pour Saint François
- Recit de cornet*
- Sanctus 
- Agnus Dei

O sacrum convivium à 3 voix & bass continue H. 235

Domine Salvum fac regem à 3 voix, H. 290

Plein jeu*

Flores o Gallia à 3 voix & bass continue, H. 342

Ave regina à 2 voix & bass continue, H. 22

Domine quinque talenta à 3 voix & bass continue, H. 33


Notas de Programa

Com a materialização da Reforma Católica a música sacra acabou por resistir, durante um largo período de tempo, à evolução barroca da música profana. Em rigor, a essência das obras sacras da primeira metade do século XVII ainda reside no canto gregoriano herdado dos tempos medievos e na polifonia renascentista a capella. Se por um lado, em França, Henri Dumont (1610-1684), Mestre da Capela Real de Versalhes, inovara verdadeiramente o acompanhamento dos coros com recurso a uma orquestra, por outro, a prática vocal – monódica ou polifónica – acompanhada ao órgão assumira principal preponderância na liturgia. Esta nova prática musical fizera escola e influenciara, de forma significativa, a música de Marc-Antoine Charpentier (1634-1704). Discípulo do italiano Giacomo Carssimi (1605-1674), Charpentier impôs-se, indubitavelmente, como um mestre da música religiosa francesa, nomeadamente ao nível do motete religioso. Exemplo desta nova prática musical são as obras Messe pour le Port Royal – em que diálogo presente entre as vozes e o órgão é bem demonstrativo da importância que instrumento assumia na liturgia – e os motetes a duas ou três vozes, com ou sem acompanhamento, Flores o Gallia, O Sacrum convivium, Sub tuum praesidium, Domine Salvum fac Regem, entre outros a apresentar neste concerto.

Altus Continuus

Altus Continuus é um grupo musical que surgiu em 2014, criado por quatro jovens, com desejo de fazer música em conjunto. Tendo efetuado a sua primeira apresentação ao público, no ano de 2014, na Igreja de São Tomás de Aquino, em Lisboa, o Altus Continuus, desde então, tem-se apresentado em várias salas de concerto, destacando-se a sua participação no Ciclo de Concertos da Semana Santa de Óbidos, no ano de 2015. Apresentando-se na sua formação base com duas vozes femininas, órgão/cravo e violoncelo, não raras vezes alarga a sua constituição em função do repertório a executar. Vocacionado essencialmente para a prática de música antiga, o Altus Continuus pode abordar, no entanto, um repertório mais alargado dentro do âmbito da música erudita.

 
O ORFEÃO DO SPORT LISBOA E BENFICA foi fundado em 1957 no âmbito da Cultura e do Desporto. Fez o seu Concerto de Apresentação, então com 120 elementos, em 26 de Junho desse ano no Coliseu dos Recreios e tem desenvolvido a sua actividade ininterruptamente. 
O seu principal ojectivo tem sido a divulgação da Música Coral como arte, cultura e recreio, num clima de festa, convívio e amizade, não só entre os seus associados mas também em todos os meios sociais.

Ao longo da sua história marcou presença ferquente na Rádio e na Televisão desde os antigos “Serões para Trabalhadores” a outros programas mais recentes, e em espectáculos de Norte a Sul do País.

Participou em 1995 no XI Festival Internacional de Coros do Algarve, em 2002 no XVIII Festival de Coros de Faro, e actuou em muitos dos Encontros de Coros Amadores da Cidade de Lisboa organizados pela ACAL, tendo gravado alguns discos, cassetes e CDs.
Apresentou-se em Concertos no Palácio da Independência, no Coliseu dos Recreios, em muitas Igrejas do País, Centros de Cultura e Recreio, Casas Regionais do Benfica, Hospitais, em muitas instituições de solidariedade, etc.
Composto por 45 elementos de variadas profissões e graus académicos, tem proporcionado a expansão e o gosto pela Música polifónica através dum vasto e criterioso reportório recheado de música popular portuguesa, polifonia religiosa e profana, música palaciana e espirituais negros. 
O seu trabalho de continuidade deve-se em grande parte ao apoio da Direcção do Sport Lisboa e Benfica e dos seus Órgãos Sociais que o têm acarinhado ao longo dos anos.
Foi dirigido pelo maestro Casimiro Silva, maestro Fernando Cardoso, maestro José Rocha e é dirigido desde Outubro de 1983 pelo maestro José Eugénio Vieira.

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O MUSEU NACIONAL DA MÚSICA E 
A JUNTA DE FREGUESIA DE S. DOMINGOS DE BENFICA
 
apresentam
 
CONCERTO DE NATAL 
17 de Dezembro, 18h
 
Orfeão do Sport Lisboa e Benfica 
Entrada livre 

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CONCERTO DE NATAL
MUSEU NACIONAL DA MÚSICA


ORFEÃO DO 
S. L. BENFICA

Direcção
Maestro José Eugénio Vieira 

Apoios: 
Junta de Freguesia de S. Domingos de Benfica
Museu Nacional da Música


PROGRAMA


1ª Parte

Vilancicos de Natal - Séc. XVI

NO LA DEBEMOS DORMIR Cancioneiro de Upsala

DADME ALBRICIAS Cancioneiro de Upsala

YO ME SOY LA MORENICA Cancioneiro de Upsala

Música da América – Solo e piano

A MERRY LITTLE CHRISTMAS Hugh Martin

Excertos de Ópera – Com Piano

HYMNE À LA NUIT Jean-Philippe Rameau

VA PENSIERO Giuseppe Verdi

CORO DI CROCIATI E PELEGRINI Giuseppe Verdi

LA VERGINE DEGLI ANGELI Giuseppe Verdi

Música Napolitana

SANTA LUCIA Teodoro Cottrau
O SOLE MIO Eduardo di Capua
FUNICULI, FUNICULÁ Luigi Denza


2ª Parte
Música Sacra – Com Órgão

VENI, JESU Luigi Cherubini

GLORIA IN EXCELSIS (Missa in C) Charles Gounod


Música Tradicional de Natal 

IL EST NÉ, LE DIVIN ENFANT Melodia Francesa

CANCIÓN DE CUNA Johannes Brahms

Ó PASTORES, PASTORINHOS Alferrarede

Ó MEU MENINO JESUS Elvas

MENINO JESUS Minho e Trás-os-Montes

O MENINO ESTÁ DORMINDO Évora


Piano : Nataliya Kusnyetsova

Solistas: Maria Cabral - Soprano
Natália Sampaio - Contralto
João Azevedo - Tenor Valentim Casimiro - Tenor

 
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A ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO MUSEU DA MÚSICA APRESENTA
 
UMA HISTÓRIA MUSICAL DE NATAL
 
22 de Dezembro, pelas 19h
bilhetes: €4
 
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DIOGO GONÇALVES FLAUTA

 

BRUNO GOMES VIOLINO

 

ANA SANCHES VIOLA D’ARCO

 

FILIPA GONÇALVES VIOLONCELO

 

MARIA JOÃO SOUSA SOPRANO

 

TEXTOS DE ARMANDA MENEZES

 

PROGRAMA

 

DADME ALBRICIAS

RIU, RIU, CHIU

EN BELEN TOCAN A FUEGO

COVENTRY CAROL

ADESTE FIDELES

ANGLES FROM THE REALMS OF GLORY

THE FIRST NOEL

JOY TO THE WORLD

NATAL DE ELVAS

O MENINO NAS PALHAS

O PRESÉPIO

IL EST NÉ LE DIVIN ENFANT

A NEW YEAR CAROL

HOLY NIGHT

WHITE CHRISTMAS

JINGLE BELLS

RUDOLPH THE RED NOSE REINDEER

LET IT SNOW

JINGLE-BELL ROCK

WINTERWONDERLAND

 

 

Criado em 2003 por jovens músicos de Lisboa, o Quarteto Opus 28 apresenta-se com o intuito de tornar a música clássica mais acessível ao público, desafiando a cumplicidade desenvolvida ao longo de diversos anos de convívio e trabalho conjunto em música de câmara, orquestra e outros projetos.

Desde a sua formação, o Quarteto Opus 28 tem realizado inúmeros concertos públicos e privados, tais como apresentações em cerimónias formais, eventos de empresas e gravações para televisão e cinema.

 

O projeto "Uma História Musical de Natal", iniciado em 2013, convida os ouvintes a embarcarem numa viagem musical com os sons natalícios do século XII ao século XX, onde não vão faltar os clássicos que compõem esta quadra natalícia.

Em palco estará ainda a soprano Maria João Sousa e o pianista Rafael Roque.

Para a narrativa, são apresentados os textos elaborados pela autora de livros de História para todas as idades, Armanda Menezes.

 

 

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OUTROS EVENTOS

 

Os alunos do Agrupamento de Escolas Eduardo Gageiro em articulação com o Museu Nacional da Música

apresentam

3ª edição dos Direitos Humanos em Concerto

15 de Dezembro, pelas 11h15

 

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Exposição Temporária 

Patente até 27 de Fevereiro de 2017

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...O Contralto castrato Girolamo Crescentini e a Soprano  Angelica Catalani eram rivais no S. Carlos, o  que provocou acesas trocas de acusações e alguns distúrbios... e Elisabetta Gafforini, a Mezzo-soprano buffa,  fez moda em Lisboa com o seu vasto cabelo louro, dando origem à expressão "Gaforina", que abrangia todas as raparigas que queriam imitar a diva.

 

Venha saber mais sobre  o drama, a comédia, a intriga e o repertório que rodeava algumas das figuras centrais da ópera de Portugal e da Europa no séc. XIX, através da Exposição CANTORES DE ÓPERA - Colecção de Gravuras do Museu Nacional da Música.

Patente no Museu Nacional da Música. 

 

Comissários: José Manuel Russo e Ana Paula Russo

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