Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Museu Nacional da Música | Dia Internacional dos Museus, Noite Europeia dos Museus | 18 de Maio, das 10h às 24h

ainda antes do Dia Internacional dos Museus:
 
14 Maio – 18h   #EntradaLivre |

Ciclo do Conservatório Nacional no MNM 

Recital Flauta Romântica

Th. BÖHM, Souvenir des Alpes

C. SAINT-SÄENS, Romance
F. SCHUBERT, Introdução e Variações sobre "Trockne Blumen"
 
Mariana Robert Preto, flauta
Profª Tatiana Balyuk, piano
 
 
E. BOZZA, Jour d'été à la Montagne, para quarteto de flautas
I. Pastorale / II. Aux bords du torrent / III. Le chant des forêts / IV. Ronde
 
Beatriz Marques, David Silva, Inês Suarez e João Rodrigues, flautas 
 

flauta romantica web.jpg

 

 
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS  E  NOITE EUROPEIA DOS MUSEUS 
MUSEU NACIONAL DA MÚSICA
18 MAIO 2019
das 10h às 24h#EntradaLivre   
Os Museus como Plataformas Culturais – Museus e Cidadania” é o tema escolhido pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) 
para celebrar o Dia Internacional dos Museus em 2019, efeméride que coincide este ano com a Noite dos Museus. O Museu Nacional da Música 
associa-se naturalmente às celebrações, com uma programação diversificada e que inclui cinema mudo, visitas guiadas, o concerto inaugural da temporada 2019 
do ciclo “Um Músico, Um Mecenas” com Artur Pizarro, um concerto do músico Éme, além do já tradicional Quiz Musical. A entrada é livre.    
 
 
programa:
 
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS
 10:30  CINEMA MUDO musicado ao vivo COM CHARLIE MANCINI  
11:00 ARRUADA COM ORQUESTRA TRADICIONAL DOS ALUNOS DA CASA PIA DE LISBOA
14:00 PAIS E FILHOS COM MÚSICA  (oficina)
15:00  SONS DO MUSEU (visita guiada)  
17:00 LISZT - UMA VISITA A LISBOA (visita guiada) 
18:00  UM MÚSICO, UM MECENAS 2019 | ARTUR PIZARRO interpreta LISZT no piano Bechstein de Luís de Freitas Branco
 
NOITE EUROPEIA DOS MUSEUS
21:30  ÉME    
22:30 QUIZ MUSICAL  
 
 
+ INFO:
 
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS 

 10:30  CINEMA MUDO COM CHARLIE MANCINI
 
O cinema mudo ganha voz com Charlie Mancini, que acompanha ao piano desenhos animados de Felix the Cat e excertos do filme "Seven Chances" de Buster Keaton. 
Para maiores de 5 anos.

felix.jpg

11:00 ARRUADA COM ORQUESTRA TRADICIONAL DOS ALUNOS DA CASA PIA DE LISBOA
30 alunos da Escola de Música da Casa Pia recebem e encaminham o público que vem visitar o museu neste dia de festa!
 
 
14:00 PAIS E FILHOS COM MÚSICA  (oficina)
Encontro entre gerações onde crianças e adultos são convidados a ouvir, dançar, cantar, tocar e experimentar a música, 
compartilhando as suas descobertas musicais. Inscrições através dos seguintes contactos: Tel. 217710990 / e-mail: geral@mnmusica.dgpc.pt  

pais filhos.jpg

15:00  SONS DO MUSEU (visita guiada à exposição permanente do MNM por Victor Palma)  
 Inscrições através dos seguintes contactos: Tel. 217710990 / e-mail: geral@mnmusica.dgpc.pt  
 
 
 
17:00 LISZT - UMA VISITA A LISBOA  
"Liszt - Uma Visita a Lisboa" é uma visita guiada onde são contadas as aventuras e desventuras de Franz Liszt no nosso país pelo historiador João Mendes Pinto. 
O piano que Liszt trouxe para Lisboa num navio e que passou depois a ser propriedade da Rainha D. Maria II integra hoje esta colecção.
Público Alvo: Maiores de 14 anos
 Inscrições através dos seguintes contactos: Tel. 217710990 / e-mail: geral@mnmusica.dgpc.pt    

Franz Liszt (1811‐1886) foi compositor e pianista e a sua fama estendeu‐se por todo o continente Europeu. Entre 1839 e 1847, época que ficou conhecida como o seu «Período Brilhante», realizou bastantes digressões, sempre com muito sucesso. Em Janeiro e Fevereiro de 1845 esteve em Lisboa, tendo tocado no Teatro S. Carlos e em recitais privados para a Família Real e a corte portuguesa. No decurso da sua passagem pelo nosso país veio acompanhado de um piano fabricado em Marselha pela oficina Boisselot et Fils. Este instrumento ficou na posse da Rainha D. Maria II que, por sua vez, o viria a oferecer ao professor de música dos Infantes, Manuel Inocêncio Liberato dos Santos. Anos mais tarde seria adquirido aos herdeiros deste último pelo Conservatório Nacional e associado ao então Museu Instrumental do Conservatório.
 
 
Na exposição do museu é possível ver um conjunto de retratos associados à passagem de Liszt por Lisboa, em particular de Manuel Inocêncio dos Santos (professor de música dos Infantes), João Guilherme Daddi (compositor e pianista, que tocou com Liszt no Teatro S. Carlos) e Francisco António Norberto dos Santos Pinto (que segura na mão direita a partitura da sua 8.ª Abertura, dedicada a Liszt).

Escreveu‐se no Diário da República, no dia 25 de Janeiro de 1845: “...Pode‐se dizer que não se conhecia entre nós o que era o
pianno. Mr. Liszt inventou esse instrumento quinta‐ feira à noite, diante de um público que o applaudiu freneticamente...”  
  1. liszt.jpg

    No Dia Internacional dos Museus inicia-se a temporada de concertos com instrumentos históricos
    18:00  UM MÚSICO, UM MECENAS 2019 | ARTUR PIZARRO no Bechstein de 1920 que pertenceu a Luís de Freitas Branco
    Pelas 18h, num concerto de #entradalivre, o prestigiado pianista Artur Pizarro interpretará Liszt no piano Bechstein de 1920 que pertenceu a Luís de Freitas Branco (inv. nº MNM 769). Durante o concerto , o músico fará ainda referência ao piano Boisselot et Fils (datado c. 1844) que acompanhou o compositor e pianista Franz Liszt na sua viagem a Portugal e que se encontra exposto. (inv. nº MNM 434).
     
    Público Alvo: Público em geral
    #EntradaLivre sujeita à lotação da sala
     
    “...Pode‐se dizer que não se conhecia entre nós o que era o
    pianno. Mr. Liszt inventou esse instrumento quinta‐ feira à noite, diante de um público que o applaudiu freneticamente...”
     
    in Diário da República, 25 de Janeiro de 1845
     
    -------

    Nascido em Lisboa em 1968, ARTUR PIZARRO apresentou-se em público pela primeira vez aos três anos de idade e no ano seguinte apresentou-se na RTP ao lado do Professor Campos Coelho (aluno de Vianna da Motta, Isidor Phillip e Ricardo Viñes) no programa Histórias da Música de Victorino d'Almeida.
    Os seus primeiros passos ao piano foram acompanhados pela sua avó materna, a pianista Berta da Nóbrega e pelo Professor Campos Coelho. Mais tarde, entre 1974 e 1990 Artur Pizarro estudou em Portugal e nos EUA com Sequeira Costa (também aluno de Vianna da Motta e também de Mark Hambourg, Marguerite Long, Jacques Février e Edwin Fischer). Durante um ano frequentou também a classe de Aldo Ciccolini no Conservatório Nacional Superior de Paris e recebeu aulas de Bruno Rigutto. Esta linhagem deu a Artur Pizarro um raro conhecimento da escola francesa e da alemã directamente da Idade d'Ouro do pianismo do século XX.
    Artur Pizarro detém três primeiros prémios de concursos internacionais, nomeadamente o Concurso Vianna da Motta em 1987, o Greater Palm Beach Invitational Piano Competition de 1989 (onde seis primeiros prémios de concursos internacionais foram convidados a competir) e o Leeds International Piano Competition de 1990 que verdadeiramente lançou a sua grande carreira internacional.
    Actua regularmente em recitais a solo, em duo de piano com Rinaldo Zhok e em concertos de musica de câmara. Apresenta-se também com as mais prestigiadas orquestras por todo o mundo dirigido por maestros tais como Sir Simon Rattle, Philippe Entremont, Yan Pascal Tortelier, Sir Andrew Davis, Esa-Pekka Salonen, Yuri Temirkanov, Vladimir Fedoseev, Martyn Brabbins, Tadaaki Otaka, Tugan Sokhiev, Yakov Kreizberg, Yannick Nezet-Seguin, Libor Pesek, Vladimir Jurowski, Ion Marin and Sir Charles Mackerras.
    Artur Pizarro tem uma extensa discografia (perto de 50 cd's) e as suas gravações constam nos catálogos da Collins Classics, Hyperion Records, Linn Records, Brilliant Classics, Klara, Naxos, Danacord, Phoenix Edition, Capriccio, CAvi, e Odradek Records onde recentemente completou a integral da obra para piano de Sergei Rachmaninoff e com Rinaldo Zhok gravou obras de Dvořák para piano a quatro mãos.
    Em reconhecimento da relevância da sua arte, foi galardoado na sua terra natal com o Premio Bordalo, o Premio SPA, a Medalha de Mérito Cultural da Cidade de Funchal e a Medalha de Mérito Cultural de Portugal. Em 2014 foi-lhe atribuído o Prémio Albéniz pelo Festival Albéniz em Camprodon, Espanha, reconhecendo o seu trabalho pela divulgação da Suite Iberia através da sua gravação e inúmerasactuações em palco. Actualmente leciona na Academia Nacional Superior de Orquestra na Metropolitana de Lisboa e mantém o seu estúdio em Oeiras onde dá aulas particulares. Frequentemente, Artur Pizarro oferece masterclasses em vários locais internacionais.

    www.arturpizarro.pt  
     
     
     
    NOITE DOS MUSEUS 
     
    21:30  ÉME  
     
    O que dizem sobre o Éme :

    https://www.publico.pt/…/que-a-voz-nao-te-esmoreca-eme-1772…

    https://observador.pt/…/liberdade-e-do-coracao-no-novo-alb…/
     
    Domingo à Tarde não é “roque popular” nem “blues lusitano” é um album airoso de uma voz queremos por perto. **** Expresso
     
    Em Domingo à Tarde, Éme dá o máximo e sai-se gloriosamente bem. Nas melodias, nas letras, concretiza-se e dá o salto. 4,5/5 Ípsilon
     

    n3zitiu01xnshi1ba4adl.jpg

    Éme é o nome artístico de João Marcelo, cantor, letrista e compositor oriundo da cidade de Lisboa, com obra sedimentada na editora-coletivo Cafetra e que tem vindo a caminhar com aparante calma pelo panorama independente português.
    Destacou-se primeiramente em 2014 com o disco “Último Siso” que, contando com a produção de B Fachada - uma das suas referências - e com o baixo, teclado e bateria de Miguel Abras, Lourenço Crespo e Júlia Reis (seus colegas de editora), pôs singles como “Lisa” ou “Um Lugar” no ouvido dos melómanos mais atentos e na playlist de algumas rádios como a Radar ou Antena 3.
    Em “Domingo à Tarde”, o álbum seguinte, escavou as raízes da música portuguesa e roubou o título a um conhecido tema do cancioneiro português para fazer um álbum em que manteve B Fachada como produtor e Lourenço, Miguel e Júlia como músicos e inaugurou também uma colaboração com a artista e música bracarense Moxila que assinou a capa e tocou também cavaquinho e flauta. Tem feito concertos por todo o país e, mantendo uma independência militante, tem trocado os holofotes por um percurso artístico de constante liberdade e imprevisibilidade.

    Filho Único
     
    #EntradaLivre sujeita à lotação da sala
     
     
    22:30 QUIZ MUSICAL
    Tal como acontece desde 2012, o Quiz Musical do Museu Nacional da Música encerra a programação da Noite dos Museus. Pelo oitavo ano consecutivo vamos abster-nos de fazer milionários. Garantimos, contudo, boa disposição e, esperamos nós, também algum enriquecimento cultural. Se quer saber a resposta a perguntas como: "Quem prometeu o universo em troca de duas velhinhas?", "Qual é a canção mais curta da história do rock?" ou "O que é uma chamarrita?" então junte os seus amigos (máximo de 5 participantes por equipa) e venha divertir-se connosco enquanto testa os seus conhecimentos musicais.
    *Público em geral