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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Museu Nacional da Música: Próximos eventos no Museu Nacional da Música

lotação da sala será restringida às primeiras 20 pessoas que fizerem uma reserva pelo email extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11h às 17h, pelo telefone 217710990. APENAS as reservas efectuadas através destes dois contactos serão consideradas válidas.
O uso de máscara é obrigatório e garantiremos todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.
Excertos dos recitais serão gravados e apresentados online, no instagram e facebook do museu.   
 
Estas regras seguirão sempre as recomendações da DGS à data dos concertos estando, por isso, sujeitas a alterações de última hora.
PRÓXIMOS CONCERTOS:
 

QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO ÀS 16:00 – 17:00

Entre 1 Sopro -  O bilhete do museu dá acesso ao concerto

 

QUINTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 18:00 – 19:00

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:Recital de guitarra clássica | Yuri Marchese - Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ 

 

SEXTA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Pianista Fernanda Canaud - Música no Museu - Entrada Livre

SEXTA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

 

 

Trio de Harpas - Música no Museu / XV RioHarpFestival - Entrada Livre

QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 16:00 – 17:00

 

 

Recital de piano | Anne Kaasa - O bilhete do museu dá acesso ao concerto

 
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QUINTA-FEIRA ÀS 16:00 – 17:00

Entre 1 Sopro

Entre 1 Sopro.jpg
 
Entre 1 Sopro é um grupo constituído por três músicos instrumentistas – clarinete, guitarra e percussão – que procura recriar, dentro da sua própria visão musical, um ambiente dirigido principalmente à música lusófona, nomeadamente música popular e tradicional portuguesa, brasileira e luso-africana.
Oriundos de diferentes pontos do país – Figueira da Foz, Cadaval e Alcobaça – os músicos interagem a partir de diferentes experiências culturais adquiridas durante o seu percurso musical e artístico.
https://www.facebook.com/Entre-um-Sopro-164549480911286/
O bilhete do museu dá acesso ao concerto.
 
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QUINTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 18:00 – 19:00

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:Recital de guitarra clássica | Yuri Marchese

yuri russo.jpg

 

https://www.yurimarchese.com/
https://www.youtube.com/user/Yuriclassicalguitar
https://www.instagram.com/yurimarchese/

 

Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

 

Yuri Marchese nasceu em Vitória, capital do estado brasileiro do Espirito Santo. Realizou o Mestrado em Música pela Universidade de Aveiro e é Licenciado em Música pela Universidade Estadual de Londrina Paraná, Brasil. Estudou com Paulo Vaz de Carvalho (UA), Fabio Zanon (SP), Inácio Rabaioli (UEL) e Natanael Fonseca. Realizou sua primeira turnê no exterior aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Tcheca.
Conquistou diversos prémios, com destaque para o 1º Lugar no IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu (Rio de Janeiro, 2017), 1º Lugar e melhor intérprete de música portuguesa no Concurso Internacional de Guitarra de Leiria (Portugal, 2017), 1º lugar no VII concurso FITO (SP, 2012), 2º lugar no X Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória, 2013), 2º lugar no I Concurso Terras de Santo Estevão (Portugal, 2015), entre outros. Entre 2010 e 2014 foi bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, São Paulo.
Participou de vários festivais e séries internacionais de concerto como o Música no Museu (Rio de Janeiro), Violão no Brincante (São Paulo), Toriba Musical (Campos do Jordão), Festival de Música de Londrina, Série Palcos Musicais, Young Prag Festival (CZ), Festival Ponto de Guitarra (Vila Real), Irmão Violão (Aveiro, Porto e Vila Real) e Zêzere Arts Festival (Tomar).
Atua como professor há mais de dez anos priorizando o ensino em regime particular, mas em Portugal colaborou com o Conservatório Regional de Coimbra, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório David de Souza em Figueira da Foz e com a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo.
Reside atualmente em Lisboa e iniciará em outubro o doutoramento em Música pela Universidade de Évora.

 

PROGRAMA:


Fernando Sor (1778 - 1839) - Introdução e Variações sobre um tema de Mozart, Op. 9

Mauro Giuliani (1781 - 1829) - Sonata Op. 15
I. Allegro Spiritoso
II. Adagio
III. Finale

Francisco Tárrega (1852 - 1909) - Capricho Árabe

Joaquin Turina (1882 - 1949) - Fandanguillo

Manuel Ponce (1852 - 1909) - Sonatina Meridional
I. Campo
II. Copla
III. Fiesta

 

Fotografia: José Manuel Russo

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SEXTA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Pianista Fernanda Canaud - Música no Museu

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Entrada livre

Projecto MÚSICA NO MUSEU
Organização e direcção: Sérgio da Costa e Silva

 

Programa

Beethoven, Bach e compositores brasileiros



FERNANDA CANAUD, pianista brasileira, é Doutora em Música pela UNIRIO. Trabalhou na organização e fundação da Escola Superior de Música da Universidade Cândido Mendes (Nova Friburgo) e foi sua primeira diretora de 2001 até 2004. Leccionou piano nas Universidades: UNIRIO (RJ) e UNINCOR em Leopoldina (MG) UCAM (NF). Desde 2000, é professora de piano e música de câmara nos cursos Técnico e Básico da Escola de Música Villa-Lobos (RJ).
Paralelamente às suas actividades académicas, actua intensamente como solista, camerista e concertista, sempre interessada na divulgação da música brasileira clássica e popular. Realizou concertos com diversas orquestra brasileiras. No exterior, através do projeto brasileiro Música no Museu, apresentou recitais de piano em Paris, Amsterdão, Todi, Londres, Leeds, Lisboa, Alcobaça, Coimbra, Madrid, Bilbao, Bogotá e diversas cidades dos EUA. Tem 8 CD lançados, por diversas editoras, entre os quais três pela editora Biscoito Fino, além da Obra completa para violoncelo e piano de Radamés Gnattali, pela editora Rádio MEC/ IMS. Em 2016 lançou um DVD nos Estados Unidos pela editora Majestic Mews (EUA): gravação de um recital ao vivo em Las Vegas, com repertório de Música clássica brasileira.
Tem extenso material publicado em vídeo na sua página Fernanda Canaud do YouTube.
Em 2012, recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes (SP, 2012).
Além de suas atividades como mestre e intérprete, desde Abril de 2017 que actua como directora artística do Projecto de concertos “Domingos Clássicos Internacionais” da Sala Municipal Baden Powell – Rio de Janeiro.
Em 2018 fez a sua estreia no cinema, tocando na banda sonora da longa metragem ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, de Tiago Arakilian (filme premiado em diversos Festivais Internacionais, com música original de Caio Márcio Santos).
Em 2019, após uma bem sucedida digressão pela Europa e Líbano, com o projecto MÚSICA NO MUSEU, estabelece-se em Portugal, como pianista acompanhadora e professora da Escola Profissional de Artes da Covilhã - EPABI. Em Julho de 2020, realizou quatro apresentações de concertos clássicos pedagógicos para as famílias nos JARDINS DA COVILHÃ, com o apoio da Câmara Municipal.  



SEXTA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Trio de Harpas - Música no Museu / XV RioHarpFestival

 

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Entrada Livre

 

Projecto MÚSICA NO MUSEU
Organização e direcção: Sergio da Costa e Silva e colaboração do XV RioHarpFestival

 

Trio de Harpas de CLAIRE LE FUR, FLORENCE VIGNER e ALESSANDRA MAGRINI 

PROGRAMA


Haendel, Vivaldi, Bach, Gretry, Tchaikovky

 

CLAIRE LE FUR: harpa
Trabalhou na École Normale de Musique de Paris com Micheline KAHN, Marie-Claire JAMET e Catherine MICHEL: em 1983, para obter o diploma de melhor desempenho (por unanimidade com parabéns do júri) e, em 1984, o diploma de Música de Câmara, o mais alto de Concertist. Trabalhou simultaneamente com Lily LASKINE e Elisabeth FONTAN-BINOCHE em Nice. Desde 1993 que organiza o "Harp Days no Caribe e na Guiana", a cada ano reunindo diferentes artistas em torno deste instrumento.
Participou como harpista clássica em muitos recitais e concertos de música de câmara, por todo o mundo. Gosta de misturar a harpa com disciplinas artísticas de origens muito diferentes (cinema, teatro, poesia, etc.).

FLORENCE VIGNER: harpa
Tem tido profícua convivência com outras culturas musicais, tocando com intérpretes tradicionais de origens diversas: bretões, irlandeses, sul-americanos, africanos, etc.
Em 2007, ingressou no grupo Riituya Shamani, cujas composições são povoadas por sons inspirados nas culturas actuais e ancestrais, onde harpas, percussão e vozes abrem as portas para um universo onírico.
Toca em ensembles de música de câmara, harpa, música antiga ou tradicional e trabalha compositores contemporâneos.

ALESSANDRA MAGRINI: harpa
Nascida em Génova, Itália, Alessandra iniciou oss estudos musicais no Conservatório de Música "Nicolo Paganini" de Génova, onde recebeu um Diploma em Harpa. Continuou os estudos musicais em França com as harpistas Catherine Michel (solista de harpa na Ópera de Paris) e Elisabeth Fontan-Binoche, obtendo, com honras, um diploma em Harp Performance no Conservatório de Música de Antibes
Paralelamente, formou-se com distinção em Literatura Moderna pela Universidade de Génova.
Obteve o primeiro prémio em música de câmara no Conservatório de Paris-Boulogne.
Alessandra é especialista no método Suzuki no Instituto Internacional Suzuki de Turim (Itália) e obteve, recentemente, o primeiro prémio no concurso internacional de harpas da Ufam em Paris.
Actualmente é chefe de estudos de harpa no Conservatório de Música Grasse, em França.
Alessandra colabora regularmente com a Orquestra Filarmónica de MonteCarlo, a Orquestra Filarmónica da Ópera de Nice e com a região de Orchester de Cannes. Gravou dois CDs de música contemporânea (selos Dynamic & Arts) com diferentes conjuntos e participou da gravação das obras-primas de Debussy com a Orchester Philharmonique de Monte Carlo.
Actua regularmente como músico de câmara e faz parte do Artemisia Trio com a flautista colombiana Tânia Castro e a violista espanhola Inès Lopez,
Toca também num ensemble de harpa e quinteto. Como artista convidada em importantes festivais e temporadas, apresenta-se regularmente na Europa, EUA, Canadá, Líbano, Martinica, Guadalupe, Dominique, China, com destaque para o Festival Mundial de Harpa em Hong Kong em 2017 e o XVII Festival do Rio de Janeiro com o Trio Artemisia.
É a directora artística do Festival Internacional de Harpa da Riviera Francesa e membro de um júri regularmente convidado para concursos e conservatórios de música em todo o país. Lecciona aulas de Mestrado em França e na Itália

 

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QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 16:00 – 17:00

 

 

 

Recital de piano | Anne Kaasa

Anne Kaasa Foto cores 8 © Duarte Amaral Netto.jpg
 
O bilhete do museu dá acesso ao concerto.
BEETHOVEN E CHOPIN
Anne Kaasa, piano
 
PROGRAMA
LUDWIG VAN BEETHOVEN
(1770-1827)

Sonata em Ré Maior, op. 10, nº 3
Presto
Largo e mesto
Menuetto, Allegro
Rondo, Allegro
 
FRÉDÉRIC CHOPIN
(1810-1849)
Improviso em Sol bemol Maior, op 51
Fantasia-Improviso em Dó sustenido menor, op. 66
Estudo em Mi Maior, op. 10, nº 3
Estudo em Dó sustenido menor, op. 10 nº 4
Polaca-Fantasia em Lá bemol Maior, op. 61
 
Anne Kaasa, pianista
Pianista norueguesa, radicada em Portugal, Anne Kaasa é caracterizada pela revista musical francesa Le Monde de la Musique como “uma pianista que se destaca no abundante mundo de solistas pela profundidade das suas interpretações, pela fluidez do seu discurso musical e pela delicadeza do seu toucher”.
A sua actividade de solista levou-a a tocar em salas como Wigmore Hall (Londres), Grande Auditório da Fundação Gulbenkian e de CCB (Lisboa), Auditorio Nacional (Madrid), Ateneu Romano (Bucareste), Palácio Sheremetev (S. Petersburgo), Bartók Memorial, Museu Liszt (Budapest) Troldhaugen Grieg Museum (Bergen) e em festivais internacionais como Ljubliana Festival, Nuits pianistiques de Aix-en-Provence, Festival de Maputo, Vestfold Festspillene, Festival da Costa do Estoril, Festival da Madeira, Festival de Coimbra e Dias de Música no CCB.
Apresentou-se como solista com orquestras entre as quais a Orquestra Gulbenkian, Orquestra de la Comunidad de Madrid, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra de Craiowa, Orquestra de Granada, Orquestra de Timisoara, e Orquestra de Câmara de Florença.
Anne Kaasa colaborou com muitos compositores actuais e estreou várias obras dos mesmos, entre os quais: António Pinho Vargas, Philippe Fénelon, Clotilde Rosa, Sérgio Azevedo, Amilcar Vasques Dias, Pedro Faria Gomes, e Kjell Mørk Karlsen. Com a Orquestra Gulbenkian e o Maestro José Ramon Encinar fez a estreia absoluta do Concerto nº 2 para piano e orquestra do compositor francês Philippe Fénelon, que lhe foi dedicado. Estreou também “...von fremden ländler...” para piano solo e orquestra de António Pinho Vargas, com a Orquestra Gulbenkian e o Maestro Yu Feng.
Mantém uma grande actividade de música de câmara, tendo colaborado com imensos músicos, entre os quais os violoncelistas Truls Mørk e Maria José Falcão e os violinistas Arve Tellefsen e Ragnhild Hemsing. É professora de piano na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa.
As suas gravações de obras de Grieg e Ravel para as editoras EMI Classics, Grave e Saphir foram muito elogiadas pela crítica musical internacional. Na área da música contemporânea gravou obras de Clotilde Rosa para La má de Guido e MISO Records. O seu CD Debussy (Saphir 2011) recebeu também excelentes críticas na imprensa musical francesa e na Radio France, inclusive a distinção de 5 Diapasons na prestigiada revista Diapason.
 

 

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