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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | SEXTA: Músicas do acervo - Recital de JOÃO PAULO SANTOS | AMANHÃ: Lançamento do livro CONTOS MUSICAIS | Eventos de Entrada Livre

 
CICLO MÚSICAS DO ACERVO
RECITAL DE JOÃO PAULO SANTOS 12 de Maio | 19h | #EntradaLivre
dedicado a compositores do acervo do Museu Nacional da Música

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PROGRAMA
 
FEUILLES D’ALBUM 
Hommage à son Altesse Royale la Princesse Amélie d’Orléans :
1. Grâce (mélodie) Freitas Gazul
2. Gentillesse (allegretto à la gavotte) Alberto Lami
3. Beauté (romance) Alfredo Keil
4. Charme (petite mazurka de salon) Júlio Neuparth
5. Bonté (barcarolle) Francisco Bahia
6. Jeunesse (tarentelle) Guilherme Ribeiro
 
ARTHUR NAPOLEÃO
Romance e Habanera op. 71
 
ALFREDO KEIL
De Scènes descriptives :
Seule (Souvenir de l’ancien Queluz)
Devant une croix
Le cavalier et la jeune fille
 
AUGUSTO MANCHADO
Menuet, Gavotte et Gigue Portugaise
 
ALEXANDRE REY-COLAÇO
Fado nº 4
 
ALFREDO KEIL
Fado op. 75 nº 12
Fandango (in Scènes descriptives)

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Lançamento do livro 

 

CONTOS MUSICAIS
WACKENRODER | KLEIST | HOFFMANN
10 de Maio, pelas 18h, no Museu Nacional da Música

 

Apresentação de Adriana Crespo, Mário Vieira de Carvalho e Claudia Fischer.

 

SELECÇÃO, PREFÁCIO, TRADUÇÃO E NOTAS de Claudia J. Fischer
POSFÁCIO de Mário Vieira de Carvalho, EDITORA Antígona
 

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APRESENTAÇÃO

Contos Musicais reúne cinco textos literários de figuras cimeiras do romantismo alemão, unidos pelo poder – redentor e demoníaco – da música, arte suprema do inefável e do metafísico.
Nesta colectânea de temática musical, Wackenroder, Kleist e Hoffmann cruzam universos, estilos e afinidades: do esboço biográfico e ficcional de um músico atormentado («A estranha vida musical do compositor Joseph Berglinger», 1796) à alegoria em torno da magia atribuída à música desde a aurora dos tempos (no poético «Um maravilhoso conto oriental de um santo nu», 1799) e à metáfora do poder da arte sobre a barbárie em «A Santa Cecília ou a força da Música» (1810). Hoffmann encerra esta colectânea com «Cavaleiro Gluck» (1809), a história fantástica de um excêntrico e carismático compositor na Berlim de 1800, e o «O Barão de B.» (1819), uma sátira mordaz a intemporais e pretensiosos musicófilos.
Páginas que nos relembram que a música sempre fascinou a literatura e continuará a intrigar a posteridade, quer como via para o onírico e o impalpável, quer, à margem das leis da racionalidade, como périplo pela alienação e pela loucura.

 

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