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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | Visitas guiadas, Concertos - programação até 26 de Novembro

Visitas guiadas ao Museu Nacional da Música às quartas e sextas-feiras, às 11h

Gostaria de participar numa visita guiada ao museu com os seus amigos e familiares? O museu disponibiliza este serviço mediante marcação prévia. 
Um guia falará sobre a história do museu, os exemplares expostos e poderá também ouvir o som dos instrumentos musicais
Inscreva-se já!
 
Duração aproximada: 40 minutos
Lotação máxima: 10 pessoas | mínimo de 5 pessoas
Os interessados serão admitidos mediante reserva prévia  efectuada pelo email  extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11h às 17h, de segunda a sábado, pelo telefone 217710990. 
O uso de máscara é obrigatório e garantiremos todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.

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Concertos até 26 de Novembro
Indicações para todos os concertos:
Bilhetes para os espectáculos apenas mediante reserva prévia. Contactosextensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11:00 às 17:00, pelo telefone 21 771 09 90.
O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.
Lotação: 20 pessoas.  
 
- Recital |  Quarteto de Flautas Glitter   | 20 de Novembro, 18h  (esgotado)
 
- Ciclo Um Músico, Um Mecenas | Recital de Tiago Matias na tiorba de Matheus Buchenberg do Museu Nacional da Música 
21 de Novembro, 11h (esgotado) 
 
- Recital de viola | Sándor Mester | 26 de Novembro, 18h
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A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:
Quarteto de Flautas Glitter | 20 de Novembro, 18h 
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Sophie Perrier (França) Primeira flauta solista da Orquestra Gulbenkian
Vera Morais (Portugal) Primeira flauta solista da Orquestra de Cascais e Oeiras
Sofia Cosme (Portugal) Professora do Conservatório de Música da Metropolitana
Filipa Lima (Portugal) Artista convidada da Orquestra Gulbenkian
 
Fundado em Maio de 2018, este grupo de flautistas profissionalmente realizadas,traz-nos um diversificado e excitante repertório com alto nível de virtuosismo e exigência. Com arranjos criativos de obras clássicas conhecidas e de música pop moderna, apresentam programas que vão de encontro a qualquer tipo de gosto e sensibilidade.
Com base em Lisboa, estas quatro amigas juntaram-se para partilhar e desfrutar de bons momentos musicais com alta qualidade. Pondo em prática a sua larga experência com o público, transmitem sempre um grande caráter e energia contagiante que nos faz compreender a escolha do nome Glitter!
 
PROGRAMA
- W.A. Mozart: Abertura das Bodas de Fígaro
- J.S. Bach: Toccata
- L. van Beethoven: solos de orquestra
- N.A. Rimsky-Korsakov: O voo do moscardo
- G. Fauré: Pavane
- P.I. Tschaikowsky: Danse des Mirlitons (O Quebra-nozes)
- A. Piazzola: Libertango
- C. Velazquez: Bésame mucho
- S. Joplin: The Strenuous Life (Ragtime)
 
CURRÍCULOS

Natural de Viana do Castelo, FILIPA LIMA iniciou os seus estudos com o seu pai. Aos 12 anos passou a integrar a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo. Em 2010, concluiu o Curso daquela escola com a classificação máxima e consequentemente, foi premiada pelo Governo Português.
Em 2014, concluiu a sua Licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto com nota máxima. No mesmo ano foi aceite para Mestrado na Hochschule für Musik und Theater em Leipzig (Alemanha) e que concluiu com nota máxima em 2016.
De 2014 até 2016, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.
Em 2016, foi aceite para Meisterklassenexamen na Hochschule für Musik und Theater em Leipzig.
Tendo jà concluído um ano deste curso, este encontrou-se congelado devido ao seu contrato de reforço Solista B que desempenhou desde Setembro de 2017 a Julho de 2019 na Orquestra Gulbenkian.
Desde Setembro de 2019 desempenha funções de Solista A convidada na Orquestra Gulbenkian e retomou o seu Meisterklassenexamen em Leipzig.
 
SOFIA COSME é flautista, e professora de flauta transversal desde 1999. Nascida em Lisboa, formou-se nesta cidade, primeiro na Escola de Música do Conservatório Nacional, depois na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou no programa Erasmus, realizando parte dos seus estudos no Conservatório Real de Bruxelas em 1998 e participou também em numerosos cursos e Masterclasses de flauta com pedagogos de renome. Depois de terminar os seus estudos, viveu entre 1999 e 2001 na Malásia, trabalhando na Orquestra Sinfónica Nacional desse país, onde foi músico convidado na Malaysian Philharmonic Orchestra, Penang State Symphony Orchestra (com a qual tocou como solista numa tourné à Austrália) e Kuala Lumpur Symphony Orchestra.
De volta a Portugal e paralelo com o seu trabalho no ensino da flauta, tem colaborado com a Orquestra Gulbenkian e com a Orquestra do Algarve (Orquestra Clássica do Sul) como músico convidado, assim como com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra do Norte e a Orquestra Metropolitana, e com diversos grupos de música de câmara. Para além de Licenciatura e Mestrado (este último em Ensino) de Flauta, tem também uma Licenciatura e um Mestrado (em Interpretação) em Música Antiga – especialização em Traverso (flauta barroca). Nesta última área, tem colaborado com as orquestras barrocas Músicos do Tejo e Concerto Ibérico e pertence ao grupo de música antiga Ars Eloquentia.
SOPHIE PERRIER fez a sua estreia como instrumentalista na Orquestra National de Lyon quando contava apenas 18 anos de idade. Em 1982 entrou no Conservatório Nacional Superior de Paris, tendo obtido um primeiro prémio por unanimidade em 1985.
Em 1987 foi seleccionada pela Fundação Karajan, em Berlim, onde efectuou estudo de aperfeiçoamento artístico no seio da Orquestra Filarmónica de Berlim dirigida pelo Maestro Herbert von Karajan. Participou em várias gravações, digressões e concertos com aquela orquestra prestigiosa.
Sophie Perrier desempanhou o lugar de 1º flauta na Orquestra da Fundação Gulbenkian de 1989 até 2018.
 
VERA MORAIS é uma das mais entusiasmastes flautistas portuguesas.
A par dos lugares de solista que ocupou nas orquestras Fundaçao Orquestra Estúdio, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra Filarmonia das Beiras, Vera Morais desenvolve um trabalho pedagógico tendo lecionando em diversos conservatórios. É convidada a realizar concertos a solo à frente da orquestra bem como concertos de música de câmara em diversas formações por todo o país. Têm sido regularmente convidada por praticamente todas as orquestras profissionais portuguesas a colaborar em programas pontuais. Formada pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa, completou o grau de mestre na Escola Superior de Música. Foi ainda bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e laureada em diversos concursos em Portugal e no estrangeiro.
É atualmente professora do projeto Orquestra Geração do Conservatório Nacional de Lisboa e flautista solista da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

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Um Músico, Um Mecenas  
Recital de Tiago Matias na tior
ba de Matheus Buchenberg | 21 de Novembro, 11h
Entrada livre

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O ciclo “Um Músico, Um Mecenas” está de regresso com um recital de Tiago Matias na tiorba de Matheus Buchenberg (1608) pertencente à colecção do Museu Nacional da Música. A entrada é livre, mediante reserva prévia.
 
MÚSICA PARA TIORBA E VIOLA De 5 ORDENS NO SÉCULO XVII
Notas ao programa:
A música do século XVII teve na tiorba e viola de 5 ordens (guitarra barroca) uma expressão singular. Estes dois instrumentos, dos mais comuns no período barroco - na música a solo e na música de conjunto – estavam presentes em toda a Europa e também nas “américas”. Com particular destaque em Itália, França, Espanha e Portugal, foram vários os grandes compositores destes países que compuseram música a solo para estes instrumentos.
O repertório deste recital é uma pequena amostra da muita e boa música existia no século XVII para tiorba e viola de 5 ordens (guitarra barroca). Destacam-se no programa a Capona e Sarambeque, presentes no Cifras de Viola por Joseph Carneyro Tavares Lamecense (MM97, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra), que terão aqui a sua primeira audição moderna. Salienta-se ainda, naturalmente, o facto de se poderem ouvir as obras para tiorba num instrumento original, a famosa tiorba Buchenberg, do início do século XVII, pertencente ao Museu Nacional da Música. Muito provavelmente, esta será a segunda tiorba mais antiga conhecida nos nossos dias.
Programa:
• Tarantella
tradicional italiana, arr. Tiago Matias (1978-)
• Clarines y Trompetas, Folias e Canarios
Gaspar Sanz (1640-1710)
• Toccata Arpeggiata e Canario
Giovanni Girolamo Kapsberger (1580-1651)
• Capona no 5º Tom de Sylva e Sarambeque no 4º Tom de Abreu
(MM97, Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra)
• Toccata IV, Corrente 3 e Toccata XIII
Alessandro Piccinini (1566-1638)
• Suite em Ré menor (Prelude, Allemande, Courante, Sarabande e Gigue)
Robert de Visée (1655-1733)
• Prelúdio em Sol Maior e Muzette en Rondeau
Robert de Visée (1655-1733)
• Ciaccona in partite variate
Alessandro Piccinini (1566-1638)
 
SOBRE A TIORBA BUCHENBERG DO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA (MNM 0252)
A tiorba foi construída em Roma, em 1608, pelo alemão Matheus Buchenberg, famoso construtor de alaúdes e tiorbas (ou chitarrones, como também eram conhecidos naquela região). Trezentos anos depois, em 1903, Alfredo Keil adquiriu este e outros instrumentos musicais (que atualmente também fazem parte do acervo deste museu) a Louis Pierrard, construtor e restaurador belga. Fê-lo através do seu filho, Luís Keil, que visitava os instrumentos, os descrevia ao pai através de cartas e fotografias, e tratava de agilizar a sua expedição para Lisboa.
Esta tiorba sofreu várias intervenções ao longo dos tempos. Há um restauro de 1810, a que se seguiram outros dois, já no século XX: um em 1903, e o de Gilberto Grácio, em 1978. Neste último, o instrumento não ficou tocável, mas o braço, que se encontrava descaracterizado, foi modificado segundo o plano de um instrumento de Buchenberg pertencente à coleção do Victoria & Albert Museum. Em 2014, no âmbito do ciclo “Um Músico, Um Mecenas”, e através do patrocínio de um particular (Agostinho da Silva, administrador do Grupo CEI-Zipor), foi finalmente possível recuperar-se o som desta tiorba. O restauro esteve a cargo do construtor e restaurador de cordofones Orlando Trindade. Foram corrigidas, com êxito, as deficiências que o instrumento apresentava ao nível da caixa e do braço.
Além da tiorba exposta no Museu Nacional da Música, existem alguns exemplares semelhantes de Matheus Buchenberg em museus europeus, nomeadamente no MIM (Museu Instrumental de Bruxelas), no Musée de la Musique em Paris, em Itália (Florença) no Museu Bardini e, em Londres, no Victoria and Albert Museum.
 
SOBRE O CICLO “UM MÚSICO, UM MECENAS”
“Um Músico, Um Mecenas” é um ciclo de concertos com instrumentos históricos organizado pelo Museu Nacional da Música.
Este ciclo procura divulgar um dos mais importantes acervos instrumentais da Europa, com a ajuda de músicos de exceção que atuam pro bono e dão voz a tesouros nacionais e peças de valor histórico único.
Os concertos, de entrada livre, são autênticas viagens à coleção do Museu Nacional da Música, conduzidas por grandes intérpretes nacionais e internacionais, dando a conhecer os instrumentos através de concertos comentados e de uma contextualização histórica estendida, muitas vezes, ao repertório escolhido.
A interpretação, a necessária manutenção dos instrumentos musicais e a comunicação da história de cada um deles são fatores intimamente ligados e que resultam numa ação concertada entre o Museu e os mecenas do ciclo (músicos, construtores/restauradores e outros parceiros). 
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A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta 
Recital de viola de Sándor Mester | 26 de Novembro, 18h
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

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Programa
Luis Milan (1500 - 1561): 2 Fantasias e 6 Pavanas
Manuel Ponce (1882 - 1948): Sonata Clássica
Bela Bartok (1881 - 1945): 18 Movimentos de "Crianças" /orig. para piano/
Francisco Tárrega (1852 - 1909): Adelita, Pavana, Maria, Marietta, Gran
Vals, Rosita e Capriccio Arabé
 
BIOGRAFIA
Além de guitarrista clássico, Sándor Mester é compositor e produtor húngaro tem tocado nos mais diversos locais, desde grandes salas a pequenos auditórios. Sándor Mester já realizou mais de 900 concertos em 25 países: Brasil, Estados Unidos, Marrocos, Israel, Itália, Portugal, Sérvia, Ucrânia, Polónia, Holanda, Bélgica, Finlândia, República Checa, Áustria, França, Noruega, Hungria, Roménia, Bulgária, Eslováquia, República do Kosovo, Croácia, Eslovénia, Albânia e Macedónia. Realizou inúmeras digressões mundiais como solista e músico de música de câmara e também workshops, masterclasses ensinando crianças e jovens músicos profissionais.
Sandor Mester é um guitarrista muito dinâmico. Decidiu muito cedo que teria uma missão cultural: a de levar a música clássica aos lugares mais improváveis e a sítios onde a cultura e música raramente chegam. Por isso, tem tocado nos mais diversos espaços (desde grandes salas a pequenas igrejas de aldeia, escolas e centros culturais) promovendo o conceito de que a música clássica é e deve ser para todos.
http://www.facebook.com/sandormesterms3

http://www.sandormester.com/

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