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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

No dia 20 janeiro inauguração da exposição coletiva CALA-TE MULHER! constítuida por sete mulheres

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No dia 20 de janeiro inaugura no Centro Cultural da Malaposta em Olival Basto, às 17 horas, a exposição coletiva “CALA-TE MULHER” constituído por sete mulheres:

Alice Dinis (cerâmica), Armanda Alves (pintura), Clara Ribeiro (escultura), Elena Valsecchi (pintura), Geny Pitta (pintura), Ildebranda Martins (instalação) e Margarida Marcelino (pintura)

TEMA:

Somos doçura, maternidade, emoção.

Mas também somos luta e campo de batalha.

Para alguns, ainda, pertences.

Para outros, ameaça.

Nascimos mulheres.

Falamos de nós

 

 

GRUPO:

  

A exposição “Cala-te Mulher” surgiu de uma conversa informal entre a Ildebranda Martins e a Elena Valsecchi, em que ambas comentaram o quanto era complicado, mediante vidas profissionais intensas, fazer e organizar exposições de arte individuais e o quanto facilitava participar em coletivas, nas quais os diversos membros do grupo colaborassem dentro dos seus conhecimentos e disponibilidades e tivessem em comum o amor à arte e possuíssem uma consciência social. Concluíram ambas que a empatia entre as artistas era essencial para que o coletivo funcionasse e assim se iniciou o convites, com base no género também.  Todas têm em comum a Galeria Beltrão Coelho. A Ildebranda é a curadora da Galeria e a Clara Ribeiro, que é a única artista do grupo, que não expos nesse espaço está selecionada para 2018. Todas se cruzaram nesse espaço de arte e de responsabilidade social.

ESPAÇO EXPOSITIVO:

O edifício onde funciona o Centro Cultural da Malaposta foi mandado construir pela Câmara Municipal dos Olivais no ano de 1873, entre as estradas de Loures e a que segue para Odivelas. Consta-se que o edifício nasceu para ser estação mala-posta, mas os registos existentes são respeitantes a matadouro municipal. Na década de sessenta do século vinte, foi desativado. No verão de 1987, o edifício votado ao abandono, tornou-se a sede de um Centro Dramático cujo objetivo era o de prestar serviços culturais (teatro e animação cultural) aos concelhos da Amadora, Loures, Sobral de Monte Agraço e Vila Franca de Xira. A animação cultural incluía, para além do teatro, as artes plásticas, o cinema, a dança, a literatura, a poesia, a música. Em 1989 depois de muitas obras de restauro e de adaptação foi inaugurado. Desde então é uma casa com arte.