Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Os Artistas Unidos em Março



Os Artistas Unidos continuam a apresentar FOI ASSIM de Jon Fosse, um
monólogo interpretado por José Raposo, de 3ª a Sábado no Teatro da
Politécnica, com uma sessão especial de entrada livre na 2ª 27 de Março às
21h30 - Dia Mundial do Teatro -, mediante reserva e sujeito à lotação da
sala.

 

FOI ASSIM de Jon Fosse_fotografia de Jorge Gonçal



No Sábado 25 estarão no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Moita, às
21h30 a apresentar A CORAGEM DA MINHA MÃE de George Tabori.

A CORAGEM DA MINHA MÃE de George Tabori_fotografi


 

Na 2ª 27, Dia Mundial do Teatro, também poderá ainda ouvir PROXIMIDADE de
Arne Lygre na Antena 2 - Teatro Sem Fios às 19h00.

 

523bf7f0051286e7428869e81bd6eb58


 

  _____ 

 



 

No Teatro da Politécnica de 14 de Março a 15 de Abril
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

 

RESERVAS | 961960281 ou bilheteira@artistasunidos.pt
<mailto:bilheteira@artistasunidos.pt>

BILHETES | https://artistasunidos.bol.pt/

 

... se é que tenho alguma esperança / sim / em mim é que não tenho /
esperança nenhuma / isso é certo
Jon Fosse, Foi Assim

 

Foi Assim é um solo. Um homem no fim da sua vida, um artista, um pintor, faz
um balanço da sua existência, dos seus afectos, da sua condição. Um
exercício individualista ao estilo Fosse, de escrita rarefeita e com muitas
repetições, um ruminar de sentidos e de emoções.

 

Jon Fosse foi o autor do primeiro espectáculo que apresentámos no espaço A
Capital, em 2000: Vai Vir Alguém. Com a vinda do autor a Lisboa, através da
realização de conversas e leituras e de uma continuada apresentação do seu
trabalho, estabelecemos uma relação próxima com a sua obra.
Uma das frases que mais me marcou, das primeiras vezes que falou da sua
escrita, foi ter referido que tinha sido cantor de uma banda de punk-rock e
que escrevia como um baixista, "como se as palavras fossem as notas graves e
quentes de um baixo." Esta confissão veio a comprovar-se na musicalidade da
sua escrita; das repetições, dos parágrafos, das pausas e da meticulosa
estrutura. Como se tornasse o trabalho de repetição do texto por parte do
actor em escrita dramática, sabendo que cada vez que um actor repete a mesma
frase, vai revelando a multiplicidade de sentidos, tonalidades, nuances e um
mais profundo sentido poético. Jon Fosse cria as suas personagens, leves e
violentas, com uma escrita rarefeita, despojada, musical, que vai revelando
ecos e resquícios - porque é predominante o passado -, onde o silêncio
domina.

António Simão

 

Fotografia © Jorge Gonçalves

 

 

Fotografia © Jorge Gonçalves

 

  _____ 

 

A CORAGEM DA MINHA MÃE de George Tabori Tradução Antonio Conde Com
<https://artistasunidos.pt/pedro-carraca/> Pedro Carraca,
<https://artistasunidos.pt/antonia-terrinha/> Antónia Terrinha,
<https://artistasunidos.pt/helder-braz/> Hélder Braz e vozes de
<https://artistasunidos.pt/carla-bolito/> Carla Bolito,
<https://artistasunidos.pt/americo-silva/> Américo Silva,
<https://artistasunidos.pt/antonio-simao/> António Simão,
<https://artistasunidos.pt/joao-meireles/> João Meireles,
<https://artistasunidos.pt/jorge-silva-melo/> Jorge Silva Melo,
<https://artistasunidos.pt/nuno-rodrigues/> Nuno Gonçalo Rodrigues,
<https://artistasunidos.pt/pedro-caeiro/> Pedro Caeiro e
<https://artistasunidos.pt/tiago-matias/> Tiago Matias Cenografia e
Figurinos  <https://artistasunidos.pt/rita-lopes-alves/> Rita Lopes Alves
Luz  <https://artistasunidos.pt/pedro-domingos/> Pedro Domingos Som
<https://artistasunidos.pt/andre-pires/> André Pires Encenação
<https://artistasunidos.pt/jorge-silva-melo/> Jorge Silva Melo M12

 

Na Moita, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo a 25 de Março
Sáb. às 21h30

 

Oficial Alemão Eu, pessoalmente, sou vegetariano. É extraordinário, mas só
de imaginar comer carne morta, repugna-me.
George Tabori, A Coragem da Minha Mãe

 

A improvável salvação da mãe de Tabori, por ele contada, aquando da
deportação de 4.000 judeus de Budapeste para Auschwitz em Julho de 1944.

 

Fotografia © Jorge Gonçalves

 

  _____ 

 

PROXIMIDADE de  <https://artistasunidos.pt/arne-lygre/> Arne Lygre
Tradução Pedro Porto Fernandes
Com  <https://artistasunidos.pt/isabel-munoz-cardoso/> Isabel Muñoz Cardoso,
<https://artistasunidos.pt/rita-durao/> Rita Durão,
<https://artistasunidos.pt/pedro-carraca/> Pedro Carraca e
<https://artistasunidos.pt/simon-frankel/> Simon Frankel
Direcção de  <https://artistasunidos.pt/antonio-simao/> António Simão

 

Na Antena 2, na 2ª 27 de Março de 2023 às 19h00

 

Proximidade é o falhanço. A crise de Ela. Ela coloca em causa relações,
questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a
ser... Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão
passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos
ou estaremos sempre sozinhos?

 

UMA ESTRANHA (...) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro,
afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.
Arne Lygre, Proximidade

 

Fotografia © Jorge Gonçalves

 

  _____ 

 

 



A R T I S T A S   U N I D O S

Teatro da Politécnica

Rua da Escola Politécnica, nº54

1250-096 Lisboa | Portugal

Tel. +351 917682292

 

 <mailto:jpajuelo@artistasunidos.pt> jpajuelo@artistasunidos.pt

 <http://www.artistasunidos.pt/> http://www.artistasunidos.pt

 <http://www.youtube.com/user/ARTISTASUNIDOS1>
http://www.youtube.com/user/ARTISTASUNIDOS1