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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

OUTUBRO 2018 // Ballet Contemporâneo do Norte

30 SETEMBRO
Danças Antigas
com Catarina Costa e Silva
10h00 - 12h30
Sala de ensaio do Cineteatro António Lamoso
Santa Maria da Feira

Público alvo: 12 aos 65 anos
Entrada livre mediante inscrição
Inscrição através do email: bcnproducao@gmail.com
Limitado a 30 participantes

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“Uma Dança por Mês” é um ciclo de encontros de experimentação de uma determinada técnica de movimento ou prática da dança. Este ciclo visa promover a construção de um lugar comunitário para a experimentação e entendimento do movimento. A próxima sessão será com Catarina Costa e Silva (Ensemble Portingaloise).

Numa viagem à cultura cortesã emergente do século XIII serão abordados elementos da poesia, da música e da iconografia da dança da época medieval, no contexto galaico-português, propondo uma vivência dos seus elementos em espaço e tempo actuais.

Esta sessão está inserida na programação EM.COM.TRADIÇÕES.

 

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Fotografia da Sessão de “O Círculo da Voz”, no Omega, Nova Iorque


20 OUTUBRO
O Circulo da Voz
com Manuel Linhares
10h00 - 12h30
Sala de ensaio do Cineteatro António Lamoso
Santa Maria da Feira

Público alvo: 12 aos 65 anos
Entrada livre mediante inscrição
Inscrição através do email: bcnproducao@gmail.com
Limitado a 30 participantes


 

Nesta sessão o cantor Manuel Linhares pretende aprofundar técnicas de improvisação e criatividade vocal, procurando entender a voz enquanto possibilidade de expressão artística e individual, mas também enquanto manifestação e construção de um espaço comum, através de circlesingings e outros exercícios de improvisação em grupo. 

O que se propõe é a procura de uma forma de expressão vocal espontânea que promova o desenvolvimento musical e a improvisação, ao mesmo tempo que se cria um forte sentido comunitário e de partilha. Pretende-se que a individualidade possa ser superada pelo grupo que utiliza a sua voz de uma forma exploratória e livre, criando os mais improváveis cenários musicais. Explorando-se ritmo, timbre, movimento, harmonia, melodia, palavra, corpo, expressividade e, sobretudo, criatividade.

Para além da abordagem vocal pretende-se igualmente incluir a relação da voz com o corpo através do movimento ou (e) também através da inclusão da percussão corporal. Aproximando assim este trabalho às artes performativas e cruzando os universos da música com a dança, o teatro e a performance.

 

Manuel Linhares 
Manuel Linhares é um cantor de Jazz sediado no Porto que se tem dedicado à performance, à composição, à improvisação e também ao ensino. 
Para além da licenciatura em jazz pela ESMAE estudou na “Tallers de Muzics”- Barcelona e no Jazz Institute of Berlin. Trabalhou e estudou com grandes músicos internacionais dos quais se salientam: Bobby Mcferrin, Theo Bleckmann, Judy Niemack, John Hollenbeck, David Linx, Rhiannon, Rebecca Martin, Becca Stevens, Gretchen Parlato e ainda a extraordinária Meredith Monk. Teve ainda a oportunidade de trabalhar com José Mário Branco, Rui Veloso, Sofia Ribeiro, Pedro Moreira e Claus Nymark. 

 

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Still Video, “TSUNAMISMO” de Elisabete Francisca

27 OUTUBRO
Workshop para profissionais
com Elisabete Francisca
14h30 - 17h30
ICC- Imaginarius Centro de Criação
Santa Maria da Feira

Público alvo: M/18 anos
Entrada livre mediante inscrição
Inscrição através do email: bcnproducao@gmail.com
Limitado a 30 participantes

 

Este ano, e numa lógica de extensão do programa curatorial do Ballet Contemporâneo do Norte  da Mariana Tengner Barros para 2018, voltaremos a investir na formação direcionada a bailarinos, performers e profissionais da área das artes performativas. Este é o primeiro de dois workshops onde o foco será a partilha de práticas de dança dos criadores envolvidos.


Elizabete Francisca nasce em Joanesburgo, África do Sul. Inicia os seus estudos em artes visuais e em 2007 completa a licenciatura em Design Industrial (ESAD­CR) com estágio profissional no atelier de design Caldesign. No seus trabalhos ligados à concepção de objetos encontra o corpo ­ a sua inscrição relacional (formal e afectiva) ­ como o principal motor de reflexão, o que a leva a aprofundar os seus estudos na área da dança contemporânea e na performance. Frequenta o Bacharelato em Dança na Escola Superior de Dança de Lisboa e em 2010 termina o Programa de Pesquisa e Criação Coreográfica (PEPCC) do Fórum Dança, onde estuda com Meg Stuart, Deborah Hay, Loïc Touzé, Vera Mantero, Mark Tompkins, Miguel Pereira, Francisco Camacho, Julyen Hamilton, Lisa Nelson, João Fiadeiro, João Tabarra, João Queiróz e Patrícia Portela entre outros. Do seu trabalho na área do design e das artes plásticas destaca os projetos “3º ANDAR Bruce Willis”, com os designers Nicolaas Leach, Paula Frazão, Bruno Carvalho e o coreógrafo Miguel Pereira; o projecto “Experimenta o Campo”,  desenvolvido em parceria com o CENTA, ESAD­ CR e CEARTE; e “Castaside the Law” com Patrícia Silva. Em 2005 é distinguida com Menção Honrosa no concurso OutOfLine promovido pela Associação Portuguesa de Design (APD) e a Staples Office Center. Desde 2009 o seu trabalho tem­-se centrado na interpretação e criação na área das artes performativas, tendo participado em diversos projetos como colaboradora artística, bailarina, performer e atriz. Como intérprete e/ou como colaboradora artística destaca o trabalho com Ana Borralho & João Galante (em “Sexy MF”, “I Put a Spell on You”, “Untitled Still Life”, “Amigos Coloridos”, “Purgatório” e “Aqui Estamos Nós”); com Vera Mantero (em “Bons Sentimentos, Maus Sentimentos”, “Corpo Clandestino­ Sub Reptício”, “ Oferecem-­se Sombras”, “Mais Pra Menos Que Pra Mais”); Rita Natálio ( “Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta­me com os seus planetas e baratas”); Loïc Touzé (“Ô Môntagne”); Tânia Carvalho (“Icosahedron”); Mariana T. Barros ( “Peça do Coração”) e Mark Tompkins (“Improvisações e Colaborações: Improvisação a partir de IN C de Terry Riley” ). Trabalhou ainda como assistente de ensaio para Francisco Camacho na peça “R.I.P.” e como colaboradora artística e assistente de ensaio de Mariana T. Barros em “Après le Bain” e “And So?...The End”. Faz parte da rede de artistas que concebe o projecto “Around The Table”, de Loïc Touzé e Anne Kerzerho,iniciado no âmbito do Artists' Exchange Programme ­ plataforma Istanbul­Europe Express. Colaborou com vários artistas em diferentes projectos salientando Antonio Mv, André Guedes, Antonia Buresi, Rafael Alvarez, Rui Dâmaso, Vânia Rovisco, Antonio Tagliarini, Miguel Pereira, Gérard Kurdian, Caroline Massine, Jen Bonn, João Bento, Lígia Soares, Andresa Soares e Joclécio Azevedo. Do seu próprio trabalho destaca os duetos criados em colaboração com Teresa Silva "Leva a mão que eu levo o braço" e "Um Espanto Não Se Espera", ambos vencedores do concurso Jovens Criadores. Em 2013 cria o solo "TSUNAMISMO, recital para duas cordas em M" com estreia na Culturgest, Lisboa. O seu trabalho como criadora e intérprete tem sido apresentado em diversos festivais internacionais entre França, Portugal, Espanha, Bélgica e Áustria. Foi artista associada da estrutura Materiais Diversos dirigida por Tiago Guedes entre 2011­- 2013. É apoiada pela estrutura de produção O Rumo do Fumo, de Vera Mantero.

 

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[Reposição]


EURODANCE, de Rogério Nuno Costa

 

25 Outubro pelas 21h30
Festival ContraDança 
Covilhã | PT
26 Outubro pelas 21h30
Teatro Chão de Oliva, Sintra

 

“Europe was created by History (then Art). America was created by Philosophy (then Art). Economy (now Art) is creating the Rest of the World.”

in No Limit [21st Century], a song by Too Limited™

 

EURODANCE é uma hecatombe geopolítica e tecno-emocional, um counting down a 190 beats-per-minute em direção ao Fim do Mundo, uma bad trip a bordo de um rave’ião Hamburgo/Ibiza com escala elíptica no Pará e aterragem de emergência para combustível em Luanda, uma droga psicotrópica também conhecida por Azeitegeist™. EURODANCE é um documentário pós-apocalíptico produzido pelo Departamento de Escatologia Vintage do Centro de Estudos Pré-Humanos do Novo Mundo e estuda a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma banda cósmica universal. EURODANCE dança em Europeu™, mas traz legendas em Novilíngua™. Rouba lyrics às profecias xamânicas de Slavoj Žižek e à filosofia alter-dogmática de Dr. Phil, os primeiros cyborgs da História; rouba beats à ética pré-apocalíptica do movimento mashup e à moral anti-social do tecnobrega; e rouba artworks à estética proto-post-pop dos Jogos sem Fronteiras e à ética re-re-realista da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. EURODANCE é tecnotrónico, é clubístico, é pastilhado, é megalo-colonialista, é etno-musical, é bubblegum pop, é happy hardcore, é chipmunk, é autotune, é playback, é rave’ioli em lata, é vengaboys, é bota gel, é pisang ambon, é electropimba, é technochunga, é carrinhos de choque-em-cadeia, é aeróbica trance-génica, é fitness progressivo, é body pump-up the jam, é macarena, é di-rirá-rá-rá, é contemporary rococó. EURODANCE regressa a todos os pesadelos fin-de-siècle, porque ambiciona uma correção retroativa da Realidade: o Mundo acabou MESMO na noite de 31 de Dezembro de 1999, quando os computadores deixaram de reconhecer a linguagem binária e o mundo (em letra pequena) colapsou. EURODANCE é por isso uma festa meteórica, em homenagem a todos os que (ainda) não morreram. Uma viagem de volta aos anos 90; uma viagem de volta ao Presente™.

Rogério Nuno Costa © 2014

EURODANCE é um estudo coreográfico para o espetáculo de teatro musical €TRASH, de Rogério Nuno Costa, com estreia prevista para 2018. Cinco bailarinos são o grupo de “backup dancers” de uma banda techno invisível, trazendo para a linha da frente aquilo que por norma é apenas decorativo, paisagístico, subsidiário. O corpo de baile é agora o protagonista. Ou sobre a tensão/confusão dialética entre Arte e Desporto.

 

Direção, Coreografia, Texto, Vídeo: Rogério Nuno Costa | Bailarinos: André Santos, Luís André Sá, Mariana Tengner Barros, Rogério Nuno Costa, Susana Otero | Assistência de Direção: Joclécio Azevedo | Light Design | Daniel Oliveira | Artwork: Diogo Mendes | Figurinos: Jordann Santos | Remix & Cover: Belamix feat. Too Limited™ (Mariana Tengner Barros & Rogério Nuno Costa) | Fotografia Promocional & de Cena: Miguel Refresco | Assistência de Figurinos: Cristiana Fonseca | Produção Executiva: BCN.

Agradecimentos: A Bela Associação, Luiz Antunes, Xana Novais, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Sonoscopia, Álvaro Campo, Miguel Loff Barreto, ESMAE, TeCA, Ana Carvalho, Pedro Barreiro.

Acolhimentos: mala voadora (Porto), Armazém 22 (Vila Nova de Gaia), Teatro Sá da Bandeira (Santarém).

Um espetáculo Ballet Contemporâneo do Norte originalmente criado para o programa “Outros Formatos” (2014).

 

 

 

 CONVOCATÓRIA! 

 CONVITE A 
PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO LOCAL RESIDENTE EM SANTA MARIA DA FEIRA - ROMARIZ 


[Criação Nova]
 

DESLACE, de Mariana Tengner Barros
com Jonny Kadaver, João Robalo, Susana Otero, Bdjoy, Rogério Nuno Costa, Pedro Antunes, Nuno Miguel, Daniel Oliveira, Ricardo Cavaco


ESTREIA 22, 23 e 24 novembro
Oficina de Percussão com Bdjoy
30 de outubro a 2 novembro - 19h30 às 21h30
3 e 4 novembro - 14h00 às 18h00
Oficina de Música com Pan.demi.CK
(Jonny Kadaver)
6 a 9 de novembro - 19h30 às 21h30
10 e 11 novembro - 14h00 às 18h00
Oficina de Expressão Corporal/ Teatro e Dança Contemporânea com Mariana Tengner Barros
13 a 16 novembro - 19h30 às 21h30
17 e 18 novembro - 14h00 às 18h00
20, 21 novembro - 19h30 às 21h30

Centro Paroquial de Romariz, Santa Maria da Feira
Participação livre em qualquer oficina mediante inscrição para bcnproducao@gmail.com
Público Geral

DESLACE
Em busca da magia recalcada pelo contemporâneo™

Este projeto visa conciliar a minha pesquisa artística pessoal, com uma atividade que pretende a integração de ideias e práticas performativas em contextos sociais e culturais de cariz folclórico. 

Interessa-me levar a performance ao lugar onde esta pertence verdadeiramente: aos espaços, às pessoas fora do “campo” institucional das artes e onde estas possam realmente participar, ativamente. Interessa-me criar um objeto artístico que seja construído através de um processo relacional entre todos os agentes,  em que o lugar/conceito de “espetador” seja anulado.

Interessa-me aprofundar conhecimentos e práticas ligadas a  manifestações religiosas e culturais de matriz pagã. Muitas foram hibridizadas e incluídas dentro de repertórios e práticas, rituais, e manifestações culturais da zona norte de Portugal. O projeto será ancorado numa pesquisa etnográfica de histórias de vida, mitos/estereótipos e/ou no domínio do folclore regional. Procurar-se-á co-produzir uma re-criação artística partindo de uma reflexão conjunta sobre os materiais pesquisados. O objectivo é a criação de uma performance relacional que problematize questões socioculturais encriptadas nessas formas rituais (ex: género; parentesco; des/crença) que simultaneamente potencie as formas de sentir e/ou emoções coletivas e individuais da performance ritual. O trabalho final terá a forma de romaria-performativa  em conjunto com as comunidades locais.

 

Direção Artística Mariana Tengner Barros
Co-criação e Interpretação Susana Otero, Jonny Kadaver, Mariana Tengner Barros, João Robalo, Bdjoy + participantes da comunidade local
Assistência à Criação e Gastronomia Conceptual Rogério Nuno Costa
Direção Musical Pan.Demi.CK
Apoio Dramatúrgico Pedro Antunes
Consultoria e textos Nuno Miguel
Direção Técnica Daniel Oliveira
Documentário e Registo Fotográfico/Vídeo Ricardo Cavaco
Produção Ballet Contemporâneo do Norte
Coprodução Cineteatro António Lamoso, A Bela Associação
Colaboração Associação Voltado a Poente
 

ESTREIA 22, 23 e 24 novembro - Centro de Romariz, Santa Maria da Feira
 

“O QUE O NOME REALMENTE DIZ”: OFICINAS DE CRIAÇÃO

Todos os criadores convidados para este projeto trabalharão em cima de uma base de investigação comum que servirá para estruturar de uma forma interdisciplinar as ações particulares de cada um, partilhando uns com os outros materiais e sinergias diversas.

Este trabalho será apresentado sob a forma de ritual, onde o público se reúne num local ao ar livre, num centro comunitário, ou até dentro de um teatro com a liberdade de circulação, como nas romarias. 

Será acompanhado por um trabalho de pesquisa e workhops em residência nos locais de apresentação, onde os participantes serão integrados na peça, nos diferentes papéis das personagens integrantes da romaria.

Os participantes que, integrando as nossas oficinas de criação, irão desenvolver ações para a romaria, irão tornar os papéis adequados à sua faixa etária e condição física.

Os participantes das oficinas, ajudarão também a equipa artística a definir o percurso da romaria. Sendo habitantes de cada local, saberão quais os “trilhos” mais importantes e atribui-se a importância associada à vivência quotidiana dos locais, pelas pessoas que os vivem, de verdade.

 

Oficina de Percussão com Bdjoy
30 de outubro a 2 novembro  - 19h30 às 21h30
3 e 4 novembro - 14h00 às 18h00

Esta oficina visa a construção de instrumentos de percussão feitos a partir de materiais reciclados, e introdução às técnicas de percussão africana. Ir-se-ão explorar também ritmos e possibilidades de utilização de voz e corpo.


Bdjoy
Jorge Gomes mais conhecido por Bdjoy nasceu a 15 de Agosto de 1982 em Miraflores.
Desde muito cedo começou a ter contacto com uma grande diversidade musical. As suas influências vão de Cabo Verde à Jamaica, do Hip-Hop ao Reggae, e foram essenciais para as suas bases e trajecto enquanto músico. Em 1996 mudou-se para Almada (Margem Sul) e foi aqui que começou o seu percurso musical. Primeiro através do improviso “Freestyle” e da sua paixão pela sonoridade das batidas de hip-hop, e depois através do grupo Batoto Yetu. No grupo Batoto Yetu iniciou-se como bailarino e mais tarde como percussionista, desenvolveu técnicas no djambé e nas congas, ao lado de grandes cantores e mestres de percursão tais como Gueladjo Sane. Actuou em vários palcos, nomeadamente o Apollo Theatre (NYC) e o Bravo Bravíssimo (Itália). Em 1998 inicia-se na arte da representação e integra o elenco do filme ''Zona J'' uma longa-metragem de ficção realizada por Leonel Vieira. O filme foi premiado em 1999 com dois Globos de Ouro, prémio da SIC, que o exibiu como telefilme.
Ainda em 1998 forma o grupo "Seringuetti Drummers", o primeiro a representar o afrobeat live percussion na noite lisboeta.
A sua energia aliada ao seu talento, fez com que Bdjoy fosse convidado para ser o host em vários festivais e eventos de hip-hop, juntamente com alguns dos melhores Djs de Portugal (Nel Assassin, Cruzfader, Ride, Kwan e Enigma).
Em 2007 foi convidado a integrar o projeto Makongo (SP&Wilson e Petty) o que o levou a percorrer inúmeros palcos nacionais (Queima das Fitas, festivais de Verão) e internacionais (World music Festival em Cabo Verde, Mass Babalou em Londres, Festival de Kuduro e Discoteca Miami em Angola). Para além de ter participado nos albúns de Sanryse, Sagaz e Makongo, trabalhou ainda com os músicos Agir e Daniel Nascimento.
Em 2014 lançou o seu álbum a solo "Rec.onhecimento” com uma sonoridade que vai do hip hop  ao reggae, do português ao crioulo e que revela sem dúvida o crescimento e versatilidade do artista Bdjoy. No inicio de 2015 forma um novo projecto “Bdjoy & The Zimbora Band” que promete dar que falar no panorama nacional e internacional. A banda conta com cinco elementos e pretende criar um espetáculo de world music com percussionistas e bailarinos onde os estilos africanos e latinos têm lugar de destaque. A sua indumentária é uma fusão entre o urbano português e o tradicional cabo verdiano e a mensagem transmitida é sem dúvida de positividade e energia.


Oficina de Música com Pan.Demi.CK (Jonny Kadaver)
6 a 9 de novembro - 19h30 às 21h30
10 e 11 novembro - 14h00 às 18h00

Esta oficina visa explorar a musicalidade inerente ao ser humano, nas suas múltiplas vertentes, através de exercícios de composição e improvisação. Utilizar-se-ão objectos do quotidiano para construir e inventar instrumentos, assim como instrumentos tradicionais do folclore e instrumentos electrónicos, com o intuito de criar uma fusão de estilos e formas de interpretação. Não é necessário ter experiência em música, qualquer pessoa pode participar.


Jonny Kadaver
Nascido a 1 de Abril de 1979. Músico e Compositor. Frequentou aulas de orgão clássico dos 6 aos 9 anos na Gepur Miratejo. Aos 11 começou a tocar guitarra e frequentou as aulas do Clube Recreativo Miratejo Rouxinol, dos 12 aos 14 anos. Prestou provas para o Conservatório e Academia de Amadores de Música de Lisboa. Aos 15 entrou para a Escola Profissional de Música de Almada, não concluindo o curso. A sua aprendizagem foi baseada nos Blues e no Flamenco. Compôs o seu primeiro original e tocou ao vivo pela primeira vez aos 12 anos, tendo desde então construído uma carreira na música alternativa, abrangendo desde o metal ao hip-hop, do techno ao rockabilly. Integrou as bandas Utupia, Devil, Act of Anger, Hattemachin*, The Living Dead Act, Crab Slackers, Droga, Techno Widow, The Last Ravers on Earth, Them Strange Sick Blues e JESUS K & the sicksicksicks. Entre 1997 e 2000 trabalhou como assistente e, posteriormente, como produtor, no estúdio de som Margem Sul, em Almada. Entre 2002 e 2008 viveu em Londres, onde desenvolveu alguns dos seus projetos e colaborou com músicos e produtores da cena internacional. Produziu e compôs música para outros projetos de outros artistas e, a partir de 2013, ano em que se cria  A BELA ASSOCIAÇÃO, com a coreógrafa Mariana Tengner Barros, começou a fazer a sonoplastia e as bandas sonoras originais para dança e performance. Recentemente iniciou o projecto a solo PandemiCK e as bandas Mojo Power e Kundalini Xs.

 

Oficina de Expressão Corporal/ Teatro e Dança Contemporânea com Mariana Tengner Barros
13 a 16 novembro - 19h30 às 21h30
17 e 18 novembro - 14h00 às 18h00

Esta oficina será um laboratório de experimentação criativa, que indaga as possibilidades da dança, do movimento e da performance como prática política de activação do corpo. Serão investigados modos de atenção e estados de consciência que permitam a reconfiguração dos filtros que usamos para entender a “realidade”. Através da pesquisa de movimento com base na percepção e sensação, conexão corpo-mente e expansão dos sentidos, preparar-se-á outro corpo, articulado, que exprime a linguagem não linear e complexa oriunda da tópica emocional, sensorial e imaginativa, permitindo que a forma apareça através da sensação e da atenção. A prática de liberdade, sem as diversas “programações” a que estamos sujeitos enquanto seres humanos, ao desconstruir e reconstruir as múltiplas imagens que temos de nós próprios, e do mundo, enquanto dançamos. A noção de dança será constantemente posta em causa através da reconfiguração dos padrões de comportamento e identidade. Abarcar-se-á o jogo, o jogar a sério, que é brincar, porque brincar é essencial para a percepção lúcida da realidade, desligada da auto-censura e em sintonia com a curiosidade.

 

Mariana Tegner Barros
É coreógrafa e performer e tem a sua base em Almada/Cacilhas. O seu trabalho tem sido apresentado em diversos países na Europa e América do Sul.
Criou e apresentou  And So?…The End ( 2010), Après Le Bain (2011) The Trap (2011 vencedor do Prémio do Público Jardin D’Europe- Austria),  Peça do Coração: For Him (2012), A Power Ballad (2013), dueto com o coreógrafo Mark Tompkins, e THE WEATHER™ (2016). Em 2013 inicia uma colaboração com o músico Jonny Kadaver criando performances de diferentes formatos com música ao vivo. A sua colaboração mais recente: Instructions for the gods- i4gods estreou no âmbito da BoCA- Bienal de Artes Performativas no Museu do Chiado, uma performance de 5 horas sem intervalo. Colaboram regularmente com o Ballet Contemporâneo do Norte tendo criado a peça de grupo End of Transmission (2014), o solo MACHA (2015) e a peça infantil O NOME DA HISTÓRIA (2014). Também criaram Dance Against The Machine e Riders on the stage (2014/15) para a companhia Londrina Edge-The Place, trabalhos com base na improvisação e criados num curto espaço de tempo sendo apresentados no Parque da Devesa, Casa das Artes, Famalicão.
Integrou ainda o projeto Solo Performance Commissioning Project (SPCP) em 2009, dirigida pela coreógrafa Deborah Hay (Findhorn, Escócia), tendo estreado a sua adaptação da coreografia no âmbito de Nome Eira#3, em Lisboa (2011).
Colaborou com vários artistas em diferentes projectos, salientando: Agnieszka Dmochowska/ Fat Sun, Said Dakash & The Resistance Movement, Pedro Bandeira, António Mv, Nuno Miguel, Rogério Nuno Costa, Vânia Rovisco, Nuno Ferreira, Filipe Lopes, João Costa Espinho, João Ferro Martins, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, Abraham Hurtado, Acerina Amador, Mark Tompkins, Davis Freeman e Meg Stuart.
Como intérprete destaca o trabalho com os criadores Filip van Huffell, Rui Horta, Né Barros, Francisco Camacho, Jerôme Bel, Carlota Lagido, Tiago Cadete, Rafael Alvarez, John Romão, Rogério Nuno Costa, Dinis Machado e Meg Stuart.
Licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance-NSCD (Inglaterra 2003). Estagiou no Ballet Theatre Munich, sob a direção artística de Philip Taylor (Alemanha 2004). Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica-PEPCC (Portugal 2009).
Entre 2004 e 2005 foi artista associada da Northern School of Contemporary Dance-NSCD, onde coreografou Best Imitation of Myself para a companhia VERVE05 e cofundou o coletivo artístico The Resistance Movement com Said Dakash, em Leeds/Inglaterra.
Desde 2013 é artista associada à EIRA, tendo sido artista residente desde entre 2010 e 2012. É diretora artística da associação cultural A BELA.

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[Acolhimento]

As Mil e Uma Noites
Pela Comp. Fio de Azeite - Chão de Oliva


  
30 outubro - 2 sessões
11h00 - 15h00
Auditório da Junta de Freguesia do Souto
Santa Maria da Feira
M/3 Entrada Livre
Reservas para bcnproducao@gmail.com

 

Espectáculo de marionetas de sombras em ambiente de uma tribo nómada árabe, que queremos proporcionar a um público que tem esta cultura tão próxima, mas ao mesmo tempo tão distante do seu dia-a-dia.

Contam-se as aventuras de dois heróis - o Aladino e o Sindbad – vindas desse contexto dramático das mil e uma noites. O nosso herói Aladino é um rapaz que será recompensado por ter um bom coração. O nosso outro herói – Sindbad -, é um aventureiro por natureza, que pelos mares vai aprendendo e crescendo e onde a sua astúcia, e alguma sorte, o faz desenvencilhar-se de males maiores. Ambas as aventuras, como quase todas as estórias de todos os tempos, acabam bem para os nossos heróis.

Adaptação e Encenação: Nuno Correia Pinto | Marionetas: Claúdia Frois | Manipulação: Inês Carvalho e Nuno Correia Pinto | Grafismos e Desenho de Luz: Marco Lopes| Montagem: Luiz Quaresma e Filipe Palhais | Operação de Luz e Som: Marco Lopes | Secretária de Direcção e Produção: Cristina Costa | Produção Executiva: Regina Gaspar | Bilheteira: Paula Malhado | Frente de Sala: Filipe Palhais | Direcção Artística: Nuno Correia Pinto

 O Fio d’Azeite – grupo de marionetas Chão de Oliva, caracteriza-se por partir de técnicas ancestrais, estudá-las, aprender com elas e apresentá-las com novas opções. Neste caso, queremos apresentar um espectáculo intimista recorrendo às técnicas de sombras, continuando o caminho da nossa procura do saber e experimentar.

BALLET CONTEMPORÂNEO DO NORTE
Direção Artística Artistic Director: Susana Otero
Documentação e Artista Associado Documentation and Associated Artist: Rogério Nuno Costa

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