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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo NÃO KAHLO - Casa do Coreto

 

O blog Cultura de Borla em parceria com as produções D. Mona oferecem convites duplos para a sessão do espectáculo Não Kahlo de dia 27 de Junho às 21h30 na Casa do Coreto, em Carnide (inserida nas Festas de Lisboa'18) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:
 
 
- Enviem um email para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ao Coreto" com nome completo e nº de telefone.
 
- Façam like na página do Facebook da D. Mona (https://www.facebook.com/ d.monaii/)
 
- Partilhem o link do passatempo Não Kahlo no seu perfil pessoal de forma pública e nomeando três amigos na partilha;

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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Não Kahlo é o novo espectáculo das produções D. Mona. Partindo da noção de «conto-sonho», do universo non-sense e do mundo onírico criado por Lewis Carrol em Alice no País das MaravilhasNão Kahlo recria Alice não como uma sucessão de eventos, mas como uma história que mergulha no universo surrealista, do realismo mágico latino-americano, biográfico e artístico da pintora mexicana Frida Kahlo.
NÃO KAHLO
M/12
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​​​​​Sinopse: 
Não Kahlo é canibalista. Comeu a orelha direita de Van Gogh.
Não Kahlo é cleptomaníaca. Roubou as rosas de Santa Isabel para adornar os cabelos de Frida.
Não Kahlo é contra-hegemónica. Arrancou o bigode de Dali para fazer a peruca de Barloff.
Não Kahlo é inconformada. Abriu a vala de Shakespeare para desenterrar a caveira de Yorick.
Não Kahlo é amante. As suas criações são exercícios espirituais.
Não Kahlo é iconoclasta. Subtraiu um prego à cruz e pregou-o na lista telefónica.
Não Kahlo é a acção de se desdobrar em infinitas mulheres.
Não Kahlo está de esperanças e quer parir um tigre que devore Shakespeare, Brecht, Van Gogh, Artaud, Cicciolina, Rivera, Abu-lughod, Heiner Müller, Monet, Foucault, Fassbinder, Ed Wood, Gauguin, Stanislavski, Beckett, Frida, Cesariny, Beethoven, Fernando Pessoa e mais os planetas desertos, que também mandam coisas, para os digerir e cuspir na caixa preta.
Ficha artística
Produção: D. Mona
Encenação, texto e cenografia: Mónica Kahlo e Sílvia Raposo
Elenco: Mónica Kahlo, Sílvia Raposo, Margarida Camacho e Anabela Pires.
Figurinos: Helena Raposo
Apoio técnico: Pedro Milo

 

 

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