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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Politécnico promove “Museus como espaços de aprendizagem no Ensino Superior”

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Temática será abordada na próxima edição do ciclo “Ciência à Conversa”, no Museu do Trabalho

O ciclo mensal “Ciência à Conversa”, promovido pelo Politécnico de Setúbal (IPS), vai pela primeira vez sair do campus de Setúbal, rumando até ao Museu do Trabalho Michel Giacometti já esta quinta-feira, dia 16, para debater a temática dos “Museus como espaços de aprendizagem no Ensino Superior”.

O IPS associa-se assim a este espaço municipal de Setúbal nas comemorações do Dia Internacional dos Museus, que se assinala no próximo dia 18 de maio, sob o tema “Museus para a Educação e Investigação”.

A sessão, aberta à comunidade académica e a todos os interessados, terá início pelas 14h30, contando com os contributos de Maria Amélia Marques, docente da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE/IPS), e Ana Taborda, diplomada em Gestão de Recursos Humanos. Ambas vão dar a conhecer o desafio “Bring Sexyness to the Museum”, desenvolvido em 2021 por docentes e estudantes do IPS no âmbito de um projeto de inovação pedagógica, segundo a metodologia da plataforma de inovação de origem finlandesa Demola.

O projeto, cofinanciado pelo POCH – Programa Operacional Capital Humano, procurou atrair novos públicos para o Espaço Memória, no Barreiro, envolvendoao longo de nove semanas uma equipa multinacional, constituída por cinco estudantes de diferentes instituições de Ensino Superior, duas docentes facilitadoras, e um representante do museu.

 

“Seguindo os princípios da cocriação, nomeadamente a aceitação da diversidade, curiosidade, abertura a novas opiniões e à imperfeição, a equipa recorreu às metodologias ágeis para analisar os contextos, tendências e soluções para resolver o problema, sempre tendo como ponto de contacto as docentes facilitadoras e, como interlocutor, o parceiro do museu”, desvenda Maria Amélia Marques.

 

O resultado final, adianta a docente, “apresentou-se, não só como uma proposta útil e criativa para o Espaço Memória, mas também como um processo de aprendizagem para todos os envolvidos no processo”, que desenvolveram competências sobretudo nas áreas comportamental, linguística e digital, bem como conhecimentos técnico-científicos sobre a problemática, nomeadamente nos domínios da museologia e do conhecimento do território.