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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Portucalis" o novo álbum de Ana Laíns à venda hoje dia 3 de Novembro

 

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Portucalis é o país dos sonhos de Ana Laíns!
E é também o 3º álbum da uma cantora, que dedica integralmente o seu trabalho à Portugalidade que lhe define a identidade há mais de 18 anos.
Depois de “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010), Portucalis surge no tempo certo, sem atrasos, e com a certeza de uma Missão por cumprir – Passar a Mensagem:
“Este disco é dedicado a todos que gostam de Pessoas, que gostam de ser Pessoas do seu País, e compreendem que a Vida é uma Missão. É dedicado a todos que compreendem que desta Missão faz parte o Lugar onde nascemos!”
Alheio a rótulos, regras e conotações, Portucalis é um disco transversal, que viaja por todo o vasto Universo de cores da Música, Etnografia e Língua Portuguesa.

Do galaico-português ao Mirandês, passando pelo português actual, do Fado à Música de cariz Tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a escola no seu início de carreira (Jazz, Bossa Nova, Músicas do Mundo Ocidental e Oriental), este disco é uma viagem entre o Passado e o Futuro, que tem ao leme Ana Laíns, a “Cantora Colorida”.
O álbum conta com palavras de Ana Laíns, Mafalda Arnauth, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso, Sebastião Antunes, Carlos Leitão, D. Dinis, D. António de Bragança, e alguns temas populares de recolha.
Nas melodias a cantora contou com Ivan Lins, Fernando Alvim (a título póstumo), Paulo Loureiro, Filipe Raposo, Luís Caracol, Helena Del Alfonso e José Lara Gruñeiro.
Este álbum conta ainda com as participações especiais de Ivan Lins, Mafalda Arnauth, Luis Represas e Filipe Raposo.
 
“Portucalis é o país dos meus sonhos.
É o país que existe entre margens.
Existe entre as margens das minhas dualidades.
Ninguém “É” totalmente.
Todos “SOMOS” parcialmente.
Numa Era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “Missão”.
Porque “Alguém” me atribuiu a “Condição” de nascer aqui!
Porque me sinto em constante contra-ciclo.
Porque esta “Missão” me mata e renova todos os dias.
E é aqui que reside toda a minha dualidade!
Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!”

 

 


 

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