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Cultura de Borla

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PROGRAMAÇÃO DO 1º TRIMESTRE | CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

A programação do primeiro trimestre de 2021 da Casa das Artes de Famalicão - ano dos 20 anos de atividade deste teatro municipal - conta com seis coproduções, três das quais em estreia.

 

Janeiro

Teatro, cinema, dança e música fazem parte da oferta deste teatro municipal, que inicia, nos dias 14 e 15 de janeiro, com À Espera de Godot, numa encenação de António Parra, coprodução Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão.

Depois, nos dias 13, 15 e 16 de janeiro, apresenta-se a primeira réplica do o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram.

Para o público geral, encontraremos Luis Buñuel e Nanni Moretti: OS ESQUECIDOS, a 15 de janeiro; e QUERIDO DIÁRIO, no dia 16 de janeiro.

Para o público escolar do Agrupamento de Escolas de Ribeirão, no dia 13 de janeiro, é exibido o filme OS RESPIGADORES E A RESPIGADORA de Agnès Varda.

No dia 17 de janeiro, atuam no Grande Auditório da Casa das Artes, Álvaro Cortez (percussão) e Isabel Romero (piano), com um reportório de musica contemporânea onde pontuam John Cage, Avner Dorman, entre outros.

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Com a autoria e encenação de Elmano Sancho, interpretação de Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar e Lucília Raimundo, nos dias 22 e 23 de janeiro, sobe a palco mais uma coprodução do Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire, em MARIA, A MÃE.

MARIA, A MÃE, segundo texto da trilogia sobre a família, é um texto sobre a perda, a dor, a solidão, a velhice, o esquecimento e a morte.

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A 29 de janeiro, NOITE DE PRIMAVERA de Luís Mestre é a escolha programática da Casa das Artes de Famalicão para mais uma noite de teatro. NOITE DE PRIMAVERA, a segunda noite da Tetralogia das Estações do dramaturgo Luís Mestre, mergulha-nos num arquivo de memórias, ambições e visões da juventude que assombram quatro vidas numa noite intensa deflagrada pela insónia.

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No dia 30 de janeiro, o Cinema Digital na Casa das Artes propõe o filme As Bruxas de Roald Dahl, de Robert Zemeckis.

MANUEL JOÃO VIEIRA, com a Anatomia do Fado, encerra com música, no dia 30 de janeiro, a programação deste mês. Manuel João Vieira - o mentor de projetos como Ena Pá 2000 ou Os Irmãos Catita - apresenta-se agora a solo e em nome próprio com o duplo álbum Anatomia do Fado, um trabalho, como o nome indica, dedicado ao fado, mais em concreto ao fado humorístico, muito em voga no século passado, mas, entretanto, caído em desuso.

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Fevereiro

A programação de fevereiro abre, no dia 5, com o concerto de TIAGO BETTENCOURT, com 2019 Rumo ao Eclipse, o seu mais recente disco de originais. A música continua na programação da Casa das Artes, no dia 12 de fevereiro, com TRÊS TRISTES TIGRES e a sua Mínima Luz, um disco de rock mais rugido e delirante, contaminado com circuitos eletrónicos, e outros temas mais ambientais e lentos.

A 19 de fevereiro, sobe a palco a primeira produção da Companhia Intrazyt, em coprodução: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes de Famalicão, Câmara Municipal de Loulé / Cineteatro Louletano. INTRAZYT 0.0 é a primeira estreia de 2021 na Casa das Artes de Famalicão. Intrazyt - estreia o seu primeiro programa – Intrazyt 0.0 - composto por três peças coreográficas que abrem caminho à linha artística e estética da companhia, sendo duas delas estreias nacionais e uma estreia absoluta.

Aliás, fevereiro é um mês de estreias e no dia 26 é a vez de estrear Como Perder um País, o segundo espetáculo do ciclo “Democracia e os filhos dos anos 90”, numa coprodução: Momento - Artistas Independentes, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal do Porto e Teatro Municipal Baltazar Dias.

 

Março

O mês de março arranca com a presença da Companhia Nacional de Bailado na Casa das Artes de Famalicão, no dia 5, com o espetáculo Dançar em Tempo de Guerra, que inclui CHRONICLE, da coreografia americana Martha Graham e A MESA VERDE do coreografo alemão Kurt Jooss.

No dia 12 é a vez de estrear TRIPLO, a nova criação da KALE Companhia de Dança para 2021, numa coprodução com a Casa das Artes de Famalicão. Desde 2018 que a KALE colabora com o projeto de cooperação transfronteiriço REGARDS CROISÉS (Malandain Ballet Biarritz), convidando 3 coreógrafos de cada país representado - França, Espanha, Portugal - a desenvolver uma criação original para os intérpretes da companhia.

No dia 13, surge a segunda réplica do quinto episódio (5.1) do Close-Up, que arrancou em outubro passado, com a proposta entre o caloroso retrato de uma família brasileira e do seu quotidiano de dificuldades, em BENZINHO, e com Marcello Mastroianni a orientar-nos num mundo e num cinema em mudança, na Roma de Fellini, em LA DOLCE VITA. Esta réplica tem ainda projetado reiterar, para o público escolar, em data e estabelecimento escolar a anunciar, a memória da passagem dos 75 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial, com a projeção de #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS, com condução de Helen Mirren, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

No dia 19, é a vez dos CLÃ atuarem na Casa das Artes, trazendo a Famalicão o seu mais recente trabalho “Véspera”, lançado em pleno confinamento, naquele que é o nono disco da banda.

Clã #1 _ créditos João Octávio Peixoto.jpg

 

EU NUNCA VI UM HELICÓPTERO EXPLODIR, é a proposta da Casa das Artes de Famalicão para os dias, 25, 26 e 27 de março. Trata-se de uma peça teatral de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto, que cruza as linguagens do  teatro, do cinema, da rádio, da televisão, da internet, numa coprodução da Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de Famalicão e o Teatro Municipal de Angra do Heroísmo. EU NUNCA VI UM HELICÓPTERO EXPLODIR dá oportunidade para ver de novo em palco atores como António Durães e Filipa Guedes, devidamente “assessorados” pela voz do jornalista Fernando Alves.

Na programação de cinema da casa das Artes de Famalicão, ao longo de todo o ano, destaque para a escolha do Cineclube de Joane, com sessões regulares para o público de cinéfilos.

 

 

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