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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

RITA CABAÇO em O CINEMA de Annie Baker | Estreia a 19 de Abril no Pequeno Auditório da Culturgest

RITA CABAÇO em PUNK ROCK de Simon Stephens FOTOGR

 

RITA CABAÇO, distinguida em Fevereiro com o Prémio da Crítica 2016, é diplomada em Teatro - Ramo Actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema e frequentou o curso de Interpretação da Escola Profissional de Cascais com a direcção de Carlos Avillez e João Vasco entre 2007 e 2010.

 

A 19 de Abril estreará na Culturgest O CINEMA de Annie Baker com Rita Cabaço, António Simão, Bruno Huca e Pedro Grabriel Marques, estando em cena até 23 de Abril. O espectáculo, com encenação de Pedro Carraca, segue depois para o Teatro da Politécnica onde estará de 3 de Maio a 3 de Junho.

 

 

RITA CABAÇO nos ARTISTAS UNIDOS

2013 - O CAMPEÃO DO MUNDO OCIDENTAL de J. M. Synge

2014 - PUNK ROCK de Simon Stephens

2017 - A ESTUPIDEZ de Rafael Spregelburd; O CINEMA de Annie Baker

 

 

O CINEMA de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Pedro Gabriel Marques Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Co-produção Artistas Unidos e Culturgest

 

 

No Pequeno Auditório da Culturgest de 19 a 23 de Abril

4ª a Sáb. 21h30 | Dom. 17h00

RESERVAS | 21 790 51 55 | culturgest.bilheteira@cgd.pt

 

No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

RESERVAS | 96 196 02 81 | 21 391 67 50

 

 

SAM    Às vezes há pessoas que ficam sentadas até ao fim do genérico. Mas depois vão-se embora.

 

Annie Baker, O Cinema



Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nas coxias vazias e cuidam de um dos últimos projetores de 35mm. Um tributo ao cinema e um comovente retrato de três pessoas sem futuro. O cinema acabou? E o trabalho? O que ficou de um mundo que pensámos ia durar muito mais tempo? Lixo, vassouras, bilhetes rasgados, bobines por devolver? E no entanto, o desejo, talvez o amor.

Insistindo num realismo a que chamamos americano, rarefeito e dilatado até parecer outra coisa, Annie Baker escreve aqui uma elegia. Um teatro singular, este que agora apresentamos: melancólico, finamente observado, duro e generoso, cómico quase sempre. 

Cinema e teatro dançam ao som de Jeanne Moreau em Jules et Jim: "No turbilhão da vida / Continuámos a rodar / Os dois enlaçados".

 

Com esta peça Annie Baker recebeu um Obie Award e o Prémio Pulitzer em 2014. Escreveu também, entre outras, The Aliens, Body AwarenessCircle Mirror Transformation (que o Teatro Oficina apresentou em 2014), John e uma adaptação do Tio Vânia de Tchékhov.

 

 

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