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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

RODRIGO GOMES - Entre as pedras há verde

 

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© Rodrigo Gomes, "White Noise", 2019
 

 

Inauguração:  quinta-feira, 12 setembro, 19h
Exposição:  13 setembro a 11 outubro 2019 | Seg. a sex. 11h-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
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No próximo dia 12 de setembro, às 19 horas, inaugura a exposição “Entre as pedras há verde”, de Rodrigo Gomes, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

"Entre as pedras que edificam uma obra, existe o silêncio do verde que espera voltar ao mundo."


Nesta exposição Rodrigo Gomes apresenta uma série de esculturas fotoluminescentes criadas a partir de desperdícios que originam uma performance em torno da exploração do som, da matéria e da luz. 

Integrada na programação da 10ª edição do Bairro das Artes - A Rentrée Cultural da Sétima Colina, que decorre no dia 19 de setembro, o artista apresentará uma performance sonora e visual às 21 horas.

No dia 26 setembro, pelas 19 horas, decorrerá o lançamento do livro de artista “Hallo Excêntrico”.
 
A exposição poderá ser visitada até 11 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 11 às 19 horas, ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.
 
Rodrigo Gomes (Faro, 1991), vive e trabalha em Lisboa.
Mestrado em Arte Multimédia na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2015-2016), Licenciatura em Arte Multimédia com especificação em Escultura na Universidade de Évora (2012-2015).
Em 2019 participou na 18ª Bienal de Media Art WRO 2019, em Wroclaw, Polónia. Realçam-se as suas exposições individuais “Mamografias por Satélite”, no The Room, Lisboa (2019) e “Como depositar imagens no banco”, na Appleton [BOX] (2018). Participou nas seguintes exposições coletivas: “Maker Art – The New Art Fest’18”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (2018); FUSO - Anual de vídeo arte, Lisboa (2018); no prémio SONAE Media Art, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (2017); “Viga Goiva Maço”, na Galeria Quadrum (2017); Mostra (2017) e “Festival Múltiplo”, na Zaratan (2016). 
Co-fundou o Núcleo de Artes Visuais de Évora, na Escola de Artes da Universidade de Évora (2013) e co-criou a Galeria T10 (2014), na mesma instituição. Produziu concertos multimédia, tais como no Festival da Pedreira dos Sons, com a Orquestra Sinfónica da Universidade de Évora (2014) e no projeto coletivo de vjing videomapping de música eletrónica “Dejavú”, com Fábio de Carvalho (2014-2015). Participou na residência artística RésVés na aldeia de Alte (2016), “Utopia” nas Oficinas do Convento de Montemor-o-Novo (2015) e LUZ3 na Aldeia da Luz (2013). 
Em 2017 ganhou o “Prémio Sonae Media Art” e em 2018 o “Prémios Novos – Categoria Artes Plásticas”. Em 2019 é bolseiro à internacionalização artística pela Fundação Calouste Gulbenkian.
 
O seu trabalho encontra-se representado na coleção do MNAC-Museu do Chiado, na coleção Figueiredo Ribeiro e noutras coleções particulares.