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Cultura de Borla

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RUÍNAS ROMANAS DE TROIA PROMOVEM NOITE ASSOMBRADA

 

 

13 de julho, em noite de Lua Nova

RUÍNAS ROMANAS DE TROIA PROMOVEM NOITE ASSOMBRADA

  • Performances teatrais recriam as histórias mais assustadoras da Troia Romana

 

No próximo dia 13 de julho, sexta-feira 13, as Ruínas Romanas de Troia vão ser palco de uma Noite Assombrada na qual vão ser recriadas as histórias mais assustadoras da Troia Romana, que prometem deixar os visitantes, mesmo os mais corajosos, com os níveis de ansiedade elevados.

Além de ser 6ªf feira 13, é também noite de lua nova, e na Noite Assombrada das Ruínas Romanas de Troia tudo pode acontecer. Ouvir o último suspiro de um dos romanos ali sepultados, desencontros e encontros inesperados, assombrações e desgostos de amor dão o mote para uma experiência assustadoramente inesquecível.

Sejam céticos ou supersticiosos, a pulsação vai acelerar e o nervoso miudinho vai apoderar-se quando os escravos regressarem ao trabalho nas fábricas do maior centro industrial de salgas de peixe do Império romano.

Estão previstas quatro sessões para este evento, com a duração de 50 minutos cada. Os horários de início são: 21:00h, 21:20h, 21h40 e 22:00h. O público deve comparecer 10 minutos antes de cada sessão. Os bilhetes têm um custo de 10€ para adultos (>12) e 5€ para crianças dos 5 aos 12 anos.

Para mais informações e compra de bilhetes, por favor, contacte o Departamento de Arqueologia através do e-mail: arqueologia@troiaresort.pt.

 

E haverá histórias de amores verdadeiros para contar…

Na praia de Troia foi descoberta uma grande lápide com uma inscrição que diz «Galla, de 35 anos, está aqui sepultada. A terra te seja leve! Hypnus, o marido, mandou fazer à óptima esposa.».

Diz-se que é o único vestígio de um amor proibido entre uma escrava doméstica da magnífica domus e um escravo maltrapilho das oficinas. Conta a lenda que Hypnus trabalhou noite e dia para conseguir enriquecer e comprar a sua liberdade e a da sua amada.

Mas pouco tempo depois de serem livres, Galla adoeceu e morreu. Diz-se que Hypnus ficou assombrado com a perda. Vivia na esperança de a voltar a ver e todos os dias rezava aos deuses Manes, os antepassados que guardam os defuntos.

Mas infelizmente, quando Hypnus finalmente morreu e desceu ao submundo, não encontrou a sua amada. Há quem diga que nas noites de lua cheia, este escravo regressa à domus à procura de Galla.

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