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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SERRALVES // 17 DEZ 18H00 // MACNA – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEO NADIR AFONSO, CHAVES // LINHAS DE VENTO. PERCURSOS ARTÍSTICOS NA NATUREZA

SERRALVES EXPÕE OBRAS DA SUA COLEÇÃO NO MACNA

 

LINHAS DE VENTO. PERCURSOS ARTÍSTICOS NA NATUREZA

MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves.

 

17 DEZ 18H00

 

A exposição LINHAS DE VENTO. PERCURSOS ARTÍSTICOS NA NATUREZA é apresentada ao público no  MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, dia 17 de dezembro, no âmbito da parceria entre o Município de Chaves e a Fundação de Serralves.

 

A inauguração, que terá lugar às 18h00, contará com a presença da presidente da Fundação de Serralves, Ana Pinho, sendo a cerimónia presidida pelo Presidente do Município, Nuno Vaz Ribeiro.

 

Esta iniciativa integra-se no Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves, com o objetivo de tornar este acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país. Este programa percorre o país, apresentando diferentes exposições e obras em mais de 30 municípios, cumprindo assim a missão da Fundação de Serralves de apoio efetivo à descentralização da oferta cultural.

 

LINHAS DE VENTO. PERCURSOS ARTÍSTICOS NA NATUREZA

De 18 DEZ 2021 a 17 ABR 2022

MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves.

 

A exposição LINHAS DE VENTO. PERCURSOS ARTÍSTICOS NA NATUREZA, com curadoria de Joana Valsassina, integra o Programa de Exposições Itinerantes da Coleção de Serralves e inclui obras de:

 

Alberto Carneiro, Ana Jotta, Ana Mendieta, Fernando José Pereira, Fernando Lanhas, Hamish Fulton, Jan Dibbets, Lothar Baumgarten, Lourdes Castro, Luisa Cunha, Maria Nordman, Nancy Holt, Richard Long, Robert Smithson e Roni Horn.

 

 Linhas de vento apresenta um conjunto de obras de artistas portugueses e internacionais que reequacionam o nosso vínculo com a natureza, desenvolvendo as suas práticas artísticas em estreita relação com o meio natural, com a geologia, a antropologia e a ecologia. A exposição parte de um importante núcleo de obras de artistas associados ao movimento Land Art ou earthworks que, a partir de finais da década de 1960, procuram no território natural o lugar e a matéria para o desenvolvimento de projetos artísticos intencionalmente deslocados dos espaços tradicionais de criação e exposição.


Longe de apresentar exaustivamente as investigações artísticas desenvolvidas neste enquadramento durante as décadas de 1960 e 1970 ou de definir uma genealogia rigorosa daí em diante, Linhas de vento estabelece pontos de contacto entre obras paradigmáticas deste período e trabalhos posteriores de artistas com percursos muito distintos, traçando caminhos de aproximação de índole temática, processual e material.