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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Sid Ferreira faz viagem nostálgica pela noite carioca em nova música

 

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O Rio de Janeiro é uma das cidades mais reverenciadas em canções mundo afora - ao lado de Paris e Nova York, capitais igualmente romantizadas no cancioneiro popular - por vezes com desolação, paixão e nostalgia. Reunindo esses três elementos, Sid Ferreira canta a Cidade Maravilhosa em “Silent Rio (Carioca)”, canção que irá integrar seu novo álbum, “Outros 500”. Para divulgar a novidade, Sid disponibiliza um vídeo da faixa, que tem participação especial da cantora sul coreana Yumi Park.

 

 

 

 

 

No novo trabalho, como já demonstrou na primeira canção divulgada, “F.D.P. (Filosofia dos Políticos)”, Sid Ferreira vai além dos relacionamentos amorosos. Em “Silent Rio”, o amor pelo Rio de Janeiro recebe destaque, ganhando forma em cenas das belezas naturais e paisagens urbanas da cidade, que dividem espaço com momentos da gravação do clipe em estúdio. Piano, baixo acústico, flauta, violão e bateria compõem um arranjo sutil e elegante na fronteira entre jazz e bossa nova, que casa perfeitamente com a atmosfera carioca, dos pontos turísticos aos lugares mais cotidianos.

 

 


A inspiração para “Silent Rio” veio ouvindo outro artista também muito influenciado pela bossa nova: Ivan Lins, que assim como o gênero musical carioca, é reverenciado pelo mundo todo.

 

"Faz quase dez anos, durante o show de lançamento do CD ‘Nossas Canções’, no SESC de Madureira, Ivan Lins conversava com seu parceiro de palco, Celso Viáfora, sobre o orgulho de ser carioca e que apesar de estar sempre rodando o mundo fazendo shows, o Rio de Janeiro era o seu lar. Eu estava na plateia ouvindo as conversas que eles tinham entre uma música e outra, e em dado momento Ivan comentou de uma frase que havia lido em algum lugar (não lembro se em um livro ou poema) que dizia algo como: o Rio tem algo especial que amanhece e aqui parece que tudo se amou. Ao ouvir essa fala, os versos do que viria a se tornar a letra de ‘Silent Rio’ vieram à minha mente”, relembra Sid.

 

O cantor, violonista, compositor, arranjador e produtor consegue criar pontes com sua arte, unindo histórias e banindo preconceitos. Músico desde os 15 anos, sua carreira começou oficialmente em 2016, quando produziu e lançou o disco de estreia “Sem Fantasia”, com um repertório autoral que reuniu as composições criadas durante o período de sua formação musical. Em 2011, ao iniciar curso básico de música na Escola de Música Villa Lobos, passou a fazer parte do coro de câmara da Escola, onde criou seu primeiro arranjo vocal para a música “Ciranda da Bailarina”, de Chico Buarque e Edu Lobo. Sua formação também inclui o bacharelado em Música e Tecnologia, no Conservatório Brasileiro de Música. Agora, com o disco “Outros 500”, Sid Ferreira desabafa sobre o Brasil atual e temas polêmicos como política, intolerância religiosa e racismo. O álbum será lançado em breve.

 

Assista “Silent Rio (Carioca)”: https://youtu.be/w2zRPK8mbRo

 

Curta a página do artista: https://www.facebook.com/sidferreiraoficial


FICHA TÉCNICA:

Baixo acústico: Rômulo Duarte
Bateria: Vitor Vieira
Flauta: Fernanda Vaz
Piano elétrico: Sérgio Pinheiro
Voz e violão: Sid Ferreira
Participação Especial: Yumi Park

Arranjo e Produção Musical:  Sid Ferreira
Mixagem e masterização: Carlos Fuchs
Imagens: Sérgio Carvalho, Sid Ferreira, Renato Oliveira e Max Weber
Foto da capa: Lucas Santos
Projeto Gráfico: Rodrigo Pinheiro
Álbum gravado entre fevereiro e julho de 2017 no estúdio Camelo Azul.

SILENT RIO (CARIOCA)
Sid Ferreira

Rio, de janeiRo a dezembro
Ciclo de eterna inspiração
Rio, não Escondo o sentimento
Crio para ti uMa canção

Da LEopoldina até Saens Peña
Tá Tudo azul, tá tudo em paz
Na janela, o meio-fio
E o reflexo do olhar vazio
Amanhece, mal o tempo passou
AmAnhece e o sono acabou
Uma pRece, e o sono acabou

Rio, apesar dO desalento
Brilho da sua luz é um clarão
Rio, passa o dia Fica o tempo
Amigo, pra guardar recordação

Da zona sul até a Penha
No céu azul o sol se vai
Ele senta no meio-fio
Ele sente o peito vazio
Anoitece, o cansaço passou
E carece só de samba e amor
E carece só de samba e amor

Rio, samba, levanta poeira
Filhos de São Sebastião
Rio, um exagero de beleza
Digo de todo coração

Barra, Copa, Ipanema
Ama tanto esse mar
Nem faz tanto frio
A noite aquece o Rio
Amanhece, mas o tempo parou
E parece que aqui tudo se amou
E parece que aqui tudo se amou

 

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