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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Desdobra-te”, o novo Festival da PédeXumbo em Évora, apresenta programação!

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 “Desdobra-te” – Festival de Dança e Outras Artes decorrerá de 22 a 24 de novembro, em diversos pontos da cidade de Évora, e promete quebrar estereótipos e atravessar fronteiras no contexto da dança tradicional (e não só!).

Contando com o envolvimento de vários agentes culturais locais e com o essencial apoio da Câmara Municipal de Évora, o Desdobra-te passará a ser o evento PédeXumbo de maior dimensão na cidade que nos acolhe há 24 anos. Surgindo após o sucesso em 2018 do “Festival 20 Anos PX – 20 Espaços, 20 Atividades, Mais que 20 Pessoas”, o Desdobra-te é também o evento que celebra o mês de aniversário da PédeXumbo e que convida todos os que se identificam com a associação a percorrerem a cidade, que é a sua casa.

Com a programação organizada em dois grupos distintos de acordo com o seu âmbito e público-alvo, serão satisfeitos tanto os impulsos dos habitués de festivais folk como os devaneios dos curiosos, que pelo seu contexto familiar ou gosto pessoal preferem uma experiência mais relaxada e abrangente. Dois públicos com características bastante diferentes encontrarão no Desdobra-te o “seu festival”, mas a ideia é exatamente que se cruzem e encontrem em dobragens e desdobragens consecutivas.

 

Serão pois, cerca de 40 atividades em mais de 10 espaços, que de sexta-feira a domingo se desdobrarão entre oficinas de dança para iniciados e para avançados, bailes, passeios temáticos, concertos, oficinas de artes manuais, gastronomia, espetáculos para a infância, cinema e muitas outras surpresas.

 

Assim, do programa do evento destacam-se entre muitas outras actividades, o concerto de Sebastião Antunes, os bailes com os franceses Laüsa e Duo Absynthe,  as inúmeras atividades específicas para famílias e ainda as iniciativas relacionadas com o tema do festival; partindo do conceito "desdobrar", fazem ainda parte da programação uma série de oficinas relacionadas com o papel, onde se poderá aprender a fazer origami, encadernação ou flores de papel à moda do Festival de Mastros de São Teotónio.  A organização propõe também que os participantes descubram a cidade através do passeio “Desdobrar Évora”, onde, em vários espaços-surpresa, esta se revelará através da "dobragem e desdobragem" de variados materiais junto das gentes locais.

Como tal e com o objetivo de envolver o mais possível a comunidade local neste evento, entre este mês de Outubro e o de Novembro, será dinamizado um grupo constituído por quem a ele se quiser juntar!... Uma vez por semana, no Espaço Celeiros, em Évora, produzir-se-ão peças em origami que serão utilizadas na decoração do “Desdobra-te”.

Assim, a partir de 7 de Outubro e durante todas as segundas-feiras seguintes, das 15h00 às 19h00, estão todos convidados a colaborar na construção deste festival!

 

Fica a pergunta: Que lado teu vais querer desenvolver em novembro?

 

 

Mais informações em www.pedexumbo.com

Évora lança «candidatura ganhadora» para se tornar Capital Europeia da Cultura em 2027

 

O Workshop Internacional “Culture Capital Cities”, que se realiza até amanhã, lança o processo de candidatura da cidade alentejana a Capital Europeia da Cultura, em 2027. Após a primeira fase de estudo do processo, com início há dois anos, a cidade começa agora a fase de elaboração da candidatura oficial, que deverá ser apresentada à União Europeia no próximo ano.

 

Carlos Pinto Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora e António Ceia da Silva, Presidente da Entidade Regional de Turismo, reforçaram o objetivo de que Évora seja a cidade portuguesa escolhida para Capital Europeia da Cultura na sessão de abertura do evento, que contou também com a presença de Ana Paula Amendoeira, Diretora Regional da Cultura do Alentejo. A importância regional da candidatura e a abertura do processo à sociedade civil foram os aspetos destacados.

 

«O objetivo é apresentar uma candidatura ganhadora e afirmar Évora como Capital Europeia da Cultura», referiu Carlos Pinto Sá, acrescentando, no entanto, que é importante que «seja também um processo que deixe marca na cidade e na região e que possa contribuir para o desenvolvimento local, independentemente do resultado para 2027». «Existe uma estratégia cultural que inclui a candidatura. O objetivo é transformar a cidade de Évora e dar-lhe peso nacional e internacional».

 

Apresentando os vários elementos ao nível do património, ambiente e cultura que distinguem Évora como candidata a Capital Europeia da Cultura, o Presidente da Câmara sublinha como «num mundo globalizado é essencial a capacidade de reforçar a diferença e a identidade», sendo importante «manter as raízes com o passado» mas também «olhar o futuro e ter capacidade de evoluir como sociedade, algo para o qual a cultura é essencial».

 

António Ceia da Silva, Presidente da Entidade Regional de Turismo, afirma que este é um momento histórico, equiparável à classificação do centro histórico de Évora como Património da Humanidade pela UNESCO, sublinhando o potencial de «uma revolução ao nível cultural, da requalificação urbana, dos eventos e da vivência cultural, decisiva para Évora e para o Alentejo». Salientando como o turismo pode também contribuir para a candidatura, reforça ainda a importância do Património Imaterial, como o cante alentejano, que representa a identidade da região.

 

«Esta não é uma candidatura só de Évora. É uma candidatura que está associada a todo o Alentejo e isso tem um peso completamente distinto. Não se está a trabalhar numa cidade em si mesma, mas numa forma em que a elevação dessa cidade a Capital Europeia da Cultura seja importante para toda a região», refere António Ceia da Silva, acrescentando que o processo de candidatura, para a qual todas as entidades regionais são essenciais, pretende ser inclusivo e aberto a toda a sociedade civil.

 

Referindo-se à candidatura de Évora como uma «utopia realizável», a Diretora Regional da Cultura, Ana Paula Amendoeira, afirma que «a região é fundamental para este projeto» e que existe nesta cidade uma «indispensável centralidade crítica nos tempos globais, em que a cultura é cada vez mais uma periferia».

 

Ana Paula Amendoeira finaliza a sessão de abertura com uma reflexão sobre os desafios da cultura europeia e o papel das Capitais Europeias da Cultura, que devem ter a «sabedoria de convocar todas as artes e conhecimento para se construir» e destacar as diferenças, mas também criar um sentimento de pertença europeu, que coloque a cultura como base do desenvolvimento

Évora organiza evento internacional sobre Capitais Europeias da Cultura | Lançamento de Candidatura

 

Cidade candidata-se a anfitriã do evento europeu em 2027

 

  • Workshop Internacional “Culture Capital Cities” decorre em Évora de 14 a 16 de Fevereiro. Consultar programa completo aqui.

 

  • Evento marca início do processo de candidatura de Évora a Capital Europeia da Cultura e tem lugar no auditório da Fundação Eugénio de Almeida.

 

  • Desafios e objetivos das Capitais Europeias da Cultura vão ser abordados em múltiplas sessões por dezenas de especialistas, investigadores e decisores políticos nacionais e europeus.

 

 

05 Fevereiro de 2019 - O Workshop Internacional “Culture Capital Cities”, que decorre em Évora de 14 a 16 de Fevereiro, marca o início do processo de candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, em 2027. Esta primeira iniciativa, no âmbito da candidatura, pretende criar um fórum aberto de reflexão sobre o papel cultural e criativo dos agentes locais e regionais, o potencial das suas infraestruturas culturais e a relação com outras Capitais Europeias da Cultura.

 

Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, Ana Paula Amendoeira, Diretora Regional da Cultura e António Ceia da Silva, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, vão realizar conjuntamente a sessão de abertura do Workshop “Culture Capital Cities”, no dia 14 de fevereiro.

 

O evento conta com a participação de oradores das principais entidades europeias na área da cultura. Katherine Heid, membro do gabinete para a Cultura e Juventude no Comité Económico e Social Europeu e Tera Badia, secretária-geral da Culture Action Europe, são alguns dos nomes confirmados. Aos especialistas internacionais juntam-se oradores nacionais, incluindo Cristina Farinha, consultora e investigadora especializada em Industrias Criativas, Miguel Abreu, produtor cultural e António Cerveira Pinto, artista, escritor e analista de políticas culturais.

 

«A organização deste evento promove a partilha de conhecimentos sobre o tema das Capitais Europeias da Culturas e representa uma oportunidade para ponderarmos regionalmente quais as melhores propostas que podemos oferecer, de forma a evidenciar o património material e imaterial da cidade de Évora e de todo o Alentejo, mas também de forma a potenciar novas formas de expressão cultural e criativa na região», sublinha Carlos Pinto de Sá.

 

O papel da cultura nas sociedades contemporâneas, a relação entre cultura e economia ou a cultura enquanto forma de participação cívica são alguns dos principais temas do evento, que pretende sobretudo demonstrar os atuais desafios da cultura, a importância das entidades regionais e o papel das cidades anfitriãs desta iniciativa europeia.

 

Bruno Nogueira apresenta DEPOIS DO MEDO | Anúncio de datas de Digressão

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10 anos depois, Bruno Nogueira está de volta ao Stand Up. 

Depois do Medo é o nome do espectáculo original que assinala o seu regresso aos palcos neste formato. A estreia tem lugar no próximo dia 29 de Novembro, no Teatro das Figuras em Faro.

 


SINOPSE
Depois do Medo marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espectáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre. Entre os temas interessantíssimos poderão encontrar a intrigante problemática das pessoas que, sem terem nada na boca, mastigam quando estão a olhar para alguém a comer. Um encantador processo mental.
Como podem ver, o mundo, tal como o conhecem, vai ficar exactamente igual. Mas o Bruno, tal como o conhecem, vai ficar muito mais aliviado de ter semeado os problemas dele na vossa cabeça.

 


DEPOIS DO MEDO | DIGRESSÃO | DATAS
(Mais datas a anunciar brevemente.)

 

29 Novembro 
Teatro das Figuras, Faro

1 ESGOTADO e 2 Dezembro 
Teatro Aveirense, Aveiro

7 Dezembro 
CAE São Mamede, Guimarães

5 Janeiro 
Teatro Ribeiro Conceição, Lamego

11 Janeiro 
Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória, Ilha Terceira

12 Janeiro 
Teatro Micaelense, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel

18 Janeiro 
TAGV, Coimbra

19 Janeiro 
Cine Teatro Torres Vedras

24 Janeiro 
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

25 Janeiro 
Cine Teatro Garret, Póvoa Varzim

26 Janeiro 
CAE Portalegre

1 Fevereiro 
Auditório do Complexo Paroquial, Mangualde

2 Fevereiro 
Casa da Cultura, Seia

21 Fevereiro 
Teatro Garcia de Resende, Évora

23 Fevereiro 
Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

1 Março 
Centro Cultural, Lagos

2 Março 
Teatro Sá da Bandeira, Santarém

8 Março
Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro

9 Março 
Cine Teatro António Lamoso, Stª Maria da Feira

15 Março 
Teatro Municipal, Vila Real

16 Março 
CAE Figueira da Foz

22 e 23 Março 
Porto, local a anunciar em breve

28 Março 
Theatro Circo, Braga

30 Março 
Teatro Viriato, Viseu
1 Abril
Lisboa, local a anunciar em breve.

 

FESTIVAL EVORA AFRICA | Dj Ibaaku pela primeira vez em Portugal

 

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Dj Ibaaku pela primeira vez em Portugal 

O artista afrofuturista atua no festival Evora Africa, dia 24 de agosto, no Palácio Cadaval em Évora

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Nascido em Dakar, Ibaaku é um artista multifacetado, não apenas produtor mas também multi-instrumentista, autor, compositor e apresentador de rádio.

Ibaaku colabora regularmente com outros campos artísticos como moda, artes visuais e vídeo, o que faz do DJ um artista único.

Dia 24 de agosto o Festival Evora Africa conta com um cartaz dedicado ao afrofuturismo, com a conferência  “O Afrofuturismo à conquista de um outro espaço-tempo” de Sandrine Le Coz às 21h  e posteriormente às 23h30  a performance imperdível do Dj Ibaaku.

 

Um artista futurista num espaço histórico, reforçando a essência do Evora Africa, viver a arte contemporânea africana num espaço carregado de história.

 

Programação Evora Africa - Xindiro Companhia

Xindiro Companhia pela primeira vez em Portugal

 

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O festival Evora Africa recebe este fim de semana a Xindiro Companhia.

Um projeto de muitos anos e de muito amor que se apresenta este fim de semana em Évora, pela primeira vez em Portugal.

 

A Xindiro Companhia de Canto e Dança é uma associação cultural sem fins lucrativos fundada a 1 de Junho de 1994 por um grupo de alunos pertencentes à Escola Primária Maguiguana.

É uma companhia profissional que conta neste momento com 48 elementos, 24 jovens e 24 crianças e tem a sua sede e local de ensaios na escola primária Maguiguana situada no periférico Bairro de Maxaquene, em Maputo. A companhia é conhecida por apresentar o melhor dos ritmos moçambicanos, pela coordenação das vozes em canções que marcaram uma parte da história de Moçambique e na conceção dos figurinos. A Xindiro Companhia de Canto e Dança conta com atuações em diversos eventos nacionais e internacionais (como nas Ilhas Mauriciais, Noruega, Zimbabwe, África do Sul,França e Holanda) e sempre a representar o melhor dos símbolos moçambicanos.


Este fim de semana o Festival Evora Africa tem o prazer de receber este projeto de muitos anos e de muito amor que se apresenta pela primeira vez em Portugal.

 

 

www.evorafrica.pt

FESTIVAL 20.21 – #ÉVORA #MÚSICA #CONTEMPORÂNEA no Teatro Garcia de Resende de 6 a 10 de Junho

 

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A Primeira edição do festival Évora Música Contemporânea decorre de 6 a 10 de junho no Teatro Garcia de Resende


Encontros invulgares, diálogos inesperados, fusão, encontros e reencontros é o que está prometido para a primeira edição do festival Évora Música Contemporânea que tem lugar entre 6 e 10 de junho no Teatro Garcia de Resende. Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão, o Quarteto Lopes Graça, Nuno Aroso, Ana Telles, Arnaldo Trindade e Laurent Rossi, são alguns dos nomes que trazem novos desafios a este festival com um conceito muito particular e  conta com a direção artística do pianista e compositor Amílcar Vasques-Dias.
 
O cartaz da primeira edição do festival Évora Música Contemporânea expressa toda a diversidade que está na origem do seu conceito: da música de câmara de Joly Braga Santos pelo Quarteto Lopes-Graça ao invulgar formato instrumental TGB - tuba, guitarra e bateria de Sérgio Carolino, Mário Delgado e Alexandre Frazão, às músicas eletroacústicas em concertos a solo do percussionista Nuno Aroso ou do guitarrista Francisco Berény e da pianista Ana Telles, até ao multifacetado saxofone de Carlos Canhoto.
 
Embora pareça ‘estranha’ a palestra-concerto ‘José Afonso: de ouvido e coração’ justifica-se pelo facto de a música erudita ter sido também fonte de inspiração para a criatividade músical de José Afonso e para a abordagem que dela fazem os intérpretes deste concerto. Sugerida por Arnaldo Trindade, amigo e editor de José Afonso – é um ‘lugar de encontro’ do público com individualidades que acompanharam a sua criação musical ou que se têm dedicado ao estudo da sua obra e personalidade.
"Uma História da Trompa" é um espetáculo multimédia com performance ao vivo que conta a história deste instrumento, desde a sua origem até aos nossos dias e terá como cenário um filme musicado com uma banda sonora sinfónica pré-gravada e ilustrado com vídeo, animação e efeitos especiais, com o trompista Laurent Rossi em palco.
 
A programação deste festival, organizado pela Câmara Municipal de Évora, reflete o carácter abrangente da música erudita contemporânea cujas raízes mais próximas se encontram na música do século XX e apresenta obras de autores e intérpretes maioritariamente portugueses.

Beja regressa ao período romano de 17 a 20 de maio

 

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A grandeza e imponência de Pax Julia revive-se, de 17 a 20 de maio, no centro histórico da cidade de Beja. Música, animação, cortejos, mercado, acepipes, museu ao vivo, espetáculos de fogo, visitas pedagógicas e outras experiências são algumas das propostas para a 5ª edição do Festival Beja Romana.

Sob o tema da Fundação de PAX JULIA , a organização lançou o desafio para um maior envolvimento das escolas do concelho, de forma a integrar atividades mais significativas para a comunidade escolar.  Exemplo disso são as inúmeras oficinas que vão decorrer durante estes 3 dias. Escrita romana, destilaria de perfumes, cerâmica, mosaicos romanos, tecelagem, marcenaria, ferraria, jogos de mesa do período romano, dança, peddy paper, treino de armas e jogos de destreza são algumas das propostas dirigidas aos mais novos.

Pela importância dos conteúdos que promove, pela dinâmica que desenvolve no âmbito educativo e pela experiência de excelência que proporciona aos seus participantes o Festival Beja Romana é um evento de e para a comunidade escolar que se abre à população e a quem nos visita.

Destaque para o cortejo de abertura, o Forum virtual que permite a visualização do fórum romano de Pax Julia,  a recriação da casa romana (DOMUS) na igreja da Misericórdia, a prova comentada de vinho da talha (método de produção do período romano), a noite dos museus (de 17 a 19) que convida a visitas guiadas fora de horas, visitas gratuitas à villa romana de Pisões, e as diversas exposições que decorrem em permanência em vários espaços.

A Praça da República, local onde se situava o forum e onde estão identificados dois templos romanos, um dos quais, o maior e mais monumental descoberto até hoje em território português, é o epicentro desta recriação.

Durante 3 meses Évora recebe mais de 30 artistas de todo o continente africano

Évora recebe mais de 30 artistas de todo o continente africano

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Durante 3 meses Évora é o palco para uma celebração da cultura e arte africanas, com um programa que inclui concertos, exposições, performances e conferências.

   
De 25 de maio a 25 de agosto de 2018, o Palácio de Cadaval, em Évora, acolherá o festival Evora Africa, uma celebração da cultura e arte africanas
com um diversificado programa de exposições, concertos, performances, conferências e DJs. O principal objetivo do festival é, ao longo dos 3 meses de duração, fortalecer os laços culturais e históricos, promover o intercâmbio entre África e a Europa, celebrar novas expressões artísticas
urbanas e as suas influências sobre a cultura portuguesa. A escolha da data de inauguração, 25 de maio, que coincide com o Dia de África pretende ser mais um momento simbólico para comemorar as ligações históricas entre Portugal e o continente africano.

 
O programa musical, com curadoria de Alain Weber e Alcides Nascimento, conta com nomes como a Orquestra Ballaké Sissoko, Irmãos Makossa, Celeste Mariposa e Sara Tavares, entre outros.

 
A exposição "African Passions", com curadoria de André Magnin (um dos maiores impulsionadores da arte africana dos nossos dias) e Philippe Boutté, trará até nós obras do icónico artista Malick Sidibé, de Chéri Samba, JP Mika e muitos outros. Esther Mahlangu, a artista sul africana de 82 anos, criará em Évora um mural, especificamente para o festival.

 
 

Encontre toda a informação em  <http://evorafrica.pt/> http://evorafrica.pt/

Cendrev | Dia Mundial do Teatro | Março

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TEATRO GARCIA DE RESENDE

_ “ÑAQUE, ou sobre piolhos e actores”, de José Sanchis Sinisterra

Arrastando uma velha arca que guarda todo o aparato teatral, Rios e Solano chegam ao “aqui” e “agora” da representação, procedentes de um longo vagabundear através do espaço e do tempo. Hão-de apresentar perante o público um tosco espectáculo, mas o cansaço, as dúvidas e os temores atrasam, interrompem uma e outra vez a atuação, num diálogo deliberado que os aparenta a Vladimiro e Estragón, os ambíguos clowns de Samuel Beckett.

 Dia 27 de Março, às 21h30 
 Teatro Garcia de Resende 

ENTRADA GRATUITA,
mediante levantamento de bilhete no Teatro Garcia de Resende.


FICHA TÉCNICA

autor José Sanchis Sinisterra | tradução José Carlos González | interpretação e encenação José Russo e Jorge Baião | cenografia e guarda-roupa Helena Calvet | desenho musical Domingos Galésio | iluminação António Rebocho | construção Tomé Baixinho e Paulo Carocho | secretariado Ana Duarte | produção Cláudia Silvano | fotografia Paulo Nuno Silva | comunicação Alexandra Mariano e José Neto | design gráfico Milideias | duração 65 min. | classificação etária M/12