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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Artistas Unidos em Almada com Hrabal

António Simão em Uma solidão demasiado ruidosa, a partir do romance de Bohumil Hrabal, pelos Artistas Unidos

UMA SOLIDÃO DEMASIADO RUIDOSA_fotografia Jorge Go

 

Uma solidão demasiado ruidosa, a partir do romance de Hrabal e interpretado por António Simão, vai estar em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite, nos dias 25, 26 e 27 de Setembro, sexta e sábado, às 21h30, domingo, às 16h.

 

Os Artistas Unidos retomam um espectáculo criado por António Simão em 1997: um monólogo pujante que nos transporta para o ambiente amarelecido e cru da Checoslováquia de Kafka, símbolo universal do absurdo existencial que povoa as nossas vidas. Uma história simples: um funcionário que vive algures numa casa escura e velha cheia de livros, cuja tarefa é prensar papel velho numa cave – todos os dias, toneladas de livros. Um homem solitário, que vive das memórias do passado, das frases livrescas e das canecas de cerveja; como um vagabundo que lê todos os livros que passam por essa cave, o homem torna-se culto por inadvertência.

 

Bohumil Hrabal (1914-1997), nome maior da literatura checa do século XX, deixou uma obra marcada pela irreverência e pelo sentido do grotesco. Viveu a ocupação nazi e o estalinismo do pós-guerra, tendo exercido vários e distintos ofícios, entre os quais os de ferroviário, contra-regra, telegrafista, empregado de notário, marçano, angariador de seguros, caixeiro-viajante, operário siderúrgico, figurante de teatro, e também o de prensador de papel, no qual se inspiraria para escrever Uma Solidão Demasiado Ruidosa, publicado em 1976. António Simão encena esta «lição de História com muito mais de trinta e cinco anos, que é o tempo de que fala a personagem do romance (desde a II Guerra até ao Maio de 1968), mergulhando nas pulsões do intemporal inconsciente do Mundo. Aquilo de que sofreu Hanta, a personagem desta história, chega nestes nossos dias ao pico do seu horrendo desenvolvimento – a industrialização, a tecnologia, o consumo e a desumanização.»

 

Uma solidão demasiado ruidosa (Sala Experimental, dia 25 e 26, às 21h30, dia 27, às 16h) 1h | M/12

 

A partir do romance de Bohumil Hrabal

Criação e interpretação António Simão
Cenografia e figurinos Rita lopes Alves
Luz Pedro Domingos

 

(Artistas Unidos)

 

 

Instruções para abolir o Natal no TMJB

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Sara Mendes Vicente e Luís Vicente em Instruções para abolir o Natal, pela Acta - A Companhia de Teatro do Algarve

 

Instruções para abolir o Natal no TMJB

 

A ACTA - A Companhia de Teatro do Algarve, vai estar em Almada, na Sala Experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite, dia 12 de Setembro, às 21h30, para apresentar o texto de Michael Mackenzie, Instruções para abolir o Natal. A interpretação é de Luís Vicente e de Sara Mendes Vicente, com encenação de Isabel dos Santos

 

O encenador, cineasta e dramaturgo canadiano Michael Mackenzie estreou este texto em 2011, revisitando os processos e ondas de choque da chamada crise do subprime, originada nos Estados Unidos em 2007. Assim retratou um sistema económico global feito refém do sector financeiro – um universo impenetrável e desumanizado, dirigido a partir de reuniões à porta fechada nas quais se joga a vida de países com fundos de investimento de risco. O texto viria a conhecer uma nova versão, numa narrativa agora contextualizada pela incerteza das consequências do Brexit. «Espero que esta peça vos proporcione um vislumbre, por mais pequeno que seja, do mecanismo obscuro e frágil da máquina do sistema económico mundial, através destas duas personagens apanhadas no turbilhão do seu colapso e na implosão das suas próprias vidas», escreveu o autor. Nesta nova versão, são expostas enquanto emanações de uma humanidade deformada, marcadas pela sociopatia e pela disfuncionalidade (de contornos trágicos) dos laços de sangue, numa evocação dos grandes mitos clássicos da Antiguidade.

 

Com encenação de Isabel Pereira dos Santos, encenadora e actriz portuguesa que vive e trabalha há vários anos no Canadá, onde foi vereadora da Câmara de Montreal com o pelouro da Acção Social, e contando com a interpretação de Luís Vicente, eis um espectáculo sobre duas personagens em crise. Crise eminentemente ontológica – por inevitável contaminação, nas relações entre os seres humanos, dos princípios operativos da finança mundial

 

Instruções para abolir o Natal (Sala Experimental do TMJB, dia 12, às 21h30) 1h20 M/14

 

Texto de Michael Mackenzie 

Encenação de Isabel dos Santos

 

Tradução Isabel Pereira dos SantosSara Mendes Vicente
Interpretação Luís VicenteSara Mendes Vicente
Cenografia Jean-Guy lecat
Música Zé Eduardo
Desenho e operação de luz Octávio Oliveira
Desenho e operação de som Diogo Aleixo
Designer Rita Merlin
Produção executiva Márcia Martinho
Comunicação Sofia Rodrigues
Secretariado Ana Anastácio

 

(ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve)

 

A 37ª edição do Festival de Almada fecha o pano no domingo

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Festival de Almada, Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite
 
Dia 26
 
A 37ª edição do Festival de Almada fecha o pano no domingo
 
 
No último dia do Festival de Almada, domingo, dia 26, vai ser escolhido pelo público, o que será o Espectáculo de Honra, da 38ª edição do Festival de Almada, que para o ano volta a ser apresentado. 
 
Vamos também ficar a saber quem são os grandes vencedores do Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto 2019, atribuído pela Câmara Municipal de Almada, que premeia os melhores textos jornalísticos publicados sobre o Festival de Almada do ano passado.
 
O público poderá votar o espectáculo que deseja voltar a ver para o ano, à entrada para quaisquer dos espectáculos de domingo:
 
Às 15h, A criada Zerlina, com encenação de João Botelho, no Fórum Romeu Correia.
 
Com três sessões, às 15h, às 18h, e às 21h30, O criado, com adaptação e encenação de André Murraças, na Incrível Almadense.
 
Às 16h, Rebota rebota y en tu cara explota, uma criação de Agnès Mateus e Quim Tarrida, na Academia Almadense.
 
Às 19h, Mártir, na Sala Experimental do TMJB.
 
Às 21h, Turismo, na Sala Principal do TMJB.
 
Os vencedores do Prémio Internacional de Jornalismo Carlos Porto 2019, serão conhecidos exactamente antes do espectáculo Turismo, às 21h, na Sala Principal do TMJB.
No final deste espectáculo, depois de contados os votos do público, será anunciado o espectáculo que será o grande vencedor, o Espectáculo de Honra da 38ª edição do Festival de Almada 2020.
 
Todas as informações em ctalmada.pt 

No penúltimo dia do Festival de Almada, entra em cena a companhia Um Marido Ideal

 

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Dia 25

 

No penúltimo dia do Festival de Almada, entra em cena a companhia Um Marido Ideal

 

Dois dias para terminar o Festival mas ainda há muito para ver. 

O criado, entra em cena e pode ser visto a três horas distintas: às 15h, às 18h, e às 21h30, no Salão de Festas da Incrível Almadense. 

 

Às 16h, o Mártir, vai estar na Sala Experimental do TMJB.

 

 Às 18h, no Fórum Romeu correia, pode ver A criada Zerlina.

 

Às 21h, Turismo, na Sala Principal do TMJB.

 

Por último, às 21h30, na Academia Almadense, a Compañia Agnés Mateus e Quim Tarrida, de Barcelona, apresenta Rebota rebota y en tu cara explota.

 

 

O criado (Salão de Festas da Incrível Almadense, dias 25 e 26, às 15h, às 18h, e às 21h30) M/12 1h

Baseado na novela The Servant, do escritor inglês Robin Maugham(1916-1981, sobrinho do bastante mais conhecido Somerset Maugham), que Harold Pinter e Joseph Losey adaptaram ao cinema em 1963, o espectáculo explora a artificialidade dos papéis sociais e as razões e os modos dessas construções. Cinematográfico, transpõe para uma linguagem contemporânea do teatro (designada por vezes por intermédia) uma curiosa paisagem humana, na qual se apresentam os actores como servidores dos encenadores e o público como um corpo de voyeurs. Contendo duas partes, o espectáculo começa por evocar Dirk Bogarde (1921-1999), que protagonizou no filme interpretando o papel de Barrett, um criado maldoso que subverte a mais comum relação predatória, e cuja existência foi marcada pela recusa da normatividade então vigente.

 

DE Robin Maugham ADAPTAÇÃO E ENCENAÇÃO André Murraças CENOGRAFIA André Muraças VÍDEO Miguel Leitão INTERPRETAÇÃO André Murraças (em palco) Anabela BrígidaAndré PatrícioHenrique de CarvalhoIsabel Milhanas MachadoNuno Gonçalo Rodrigues (em vídeo)

 

A gentrificação pelos olhos de Tiago Correia

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Turismo
, com texto e encenação de Tiago Correia, pela companhia A Turma, do Porto

 

Dia 24

 

A gentrificação pelos olhos de Tiago Correia

 

Entramos nos últimos três dias do Festival do Almada, mas ainda com muitos espectáculos para ver.

 

No dia 24, sexta-feira, às 21h, na Sala Principal do TMJB, entra em cena a peça, Turismo, uma criação de Tiago Correia para a companhia do Porto, A turma. 

Antes, às 18h, temos o último Colóquio na Esplanada do TMJB, deste ano, com o autor e encenador desta peça, Tiago Correia. A moderação será de Catarina Firmo.

 

Às 21h30, pode ver três espectáculos: na Sala Experimental do TMJB, Mártir, de Marius von Mayenburg, com encenação de Rodrigo Francisco, pela CTA; A criada Zerlina, a partir de Hermann Broch, com encenação de João Botelho, pela Culturproject; e Rebota rebota y en tu cara explota, uma criação de Agnés Mateus e Quim Tarrida, no Cine-Teatro da Academia Almadense.   

 

 

TURISMO (Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite, dias 24, 25 e 26, às 21h) M/14 2h20

É utilizada luz estroboscópica

 

Estreado em Janeiro de 2020 no Teatro do Campo Alegre (Teatro Municipal do Porto), é um espectáculo de forte feição política sobre a gentrificação, o processo de especulação imobiliária levado a cabo numa zona urbana e do qual resulta a substituição do tecido socio-económico pré-existente (geralmente constituído por populações envelhecidas e com pouco poder de compra, comércio tradicional, etc.) por outro com mais liquidez para o consumo e sem laços identitários e emotivos de pertença ao lugar. «O espectáculo pega pelos dois cornos este enorme boi que marra contra o granito e a carne dos autóctones.» (Regina Guimarães) Durante três dias e três noites vertiginosas, seis personagens debatem-se com o fechamento de horizontes que a nova ordem neoliberal lhes impõe. À urbe cartografável sobrepõem-se geografias sentimentais, retrospecções e projecções que constroem um lugar compósito e multifacetado.

 

TEXTO E ENCENAÇÃO DE Tiago Correia CONSULTORIA ARTÍSTICA E TRADUÇÃO
Regina Guimarães CENOGRAFIA Ana Gormicho FIGURINOS Sara Miro DESENHO DE LUZ Rui Monteiro e Teresa Antunes DESENHO DE SOM E MÚSICA ORIGINAL
Rui Lima e Sérgio Martins VÍDEO E FOTOGRAFIA Francisco Lobo INTERPRETAÇÃO
André Júlio TeixeiraClaudia LázaroInês CuradoJosé Eduardo SilvaPaulo Lages e
Romi Soares PRODUÇÃO EXECUTIVA Ludovica Daddi

 

(A Turma, Porto)

Showcase de Carlos Esperança na FNAC Almada

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Carlos Esperança vai apresentar os seus dois álbuns de originais no próximo sábado, 25 de janeiro, às 21h30, na loja FNAC, no Fórum Almada. Vai ser uma ótima oportunidade de assistir de perto à energia e à criatividade que o jovem multi-instrumentista Carlos Esperança mostra em palco.
Os concertos da FNAC são conhecidos por darem a conhecer ao público em geral novos talentos musicais, com showcases informais e onde a audiência convive de perto com os artistas. Após a atuação de Carlos Esperança em Almada, ele estará disponível para autografar os dois CDs editados por si: The Sky Is Blues e The Wellington's Eagle Nest.
O Blues é a base da sua música e onde explora as influências que o género tem deixado noutros estilos musicais, caso do Rock e do Soul. Todos as músicas e letras são originais seus e todos os instrumentos, incluindo a voz, foram gravados por si naquilo que é uma verdadeira edição de autor. Ao vivo, é acompanhado por outros excelentes músicos: David Carvalheiro, no saxofone, clarinete, teclas e guitarra, Daniel Guerreio, na bateria, e Filipe Almeida, no baixo elétrico.

 

NATAL COM ESPECTÁCULOS INÉDITOS: António Zambujo e Aldina Duarte, Gospel Collective com Diogo Piçarra e Murta, e Carolina Deslandes e Pedro Abrunhosa juntam-se em Almada (Entrada gratuita)

Os eventos acontecem no âmbito do Feliz Almada 2019 e são de entrada livre

Natal com espetáculos inéditos: António Zambujo e Aldina Duarte, Gospel Collective com Diogo Piçarra e Murta, e Carolina Deslandes e Pedro Abrunhosa juntam-se em Almada

Nas próximas quatro noites (19, 20, 21 e 22 de dezembro), o Feliz Almada 2019 apresenta quatro espetáculos inéditos e gratuitos, com diferentes com convidados de excelência, das áreas da música e do humor.

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Hoje, dia 19 de dezembroAldina Duarte e António Zambujo apresentam um concerto único, em que as suas bandas serão uma só, assim como o alinhamento, composto pelos grandes êxitos das suas carreiras, sem esquecer os fados tradicionais, prediletos dos dois artistas. Amigos de longa data, Aldina Duarte e António Zambujo já partilharam os camarins, o estúdio e as canções, mas nunca o palco. Hoje, será a primeira vez!

 

Amanhã, sexta-feira, dia 20 de dezembro, Almada vai celebrar o Natal ao som do Gospel. O músico Diogo Piçarra e Murta, uma das revelações do programa The Voice, juntam-se ao Gospel Collective para um espetáculo onde, além dos êxitos pop, vão ouvir-se clássicos da quadra natalícia.

 

No dia 21 de dezembrosábado, há Comédia no Sapatinho. Desde a comédia musical, com interpretações geniais de Eduardo Madeira, às reflexões hilariantes de António Raminhos sobre a sua vida familiar, sem esquecer o apurado stand-up comedy de observação de Guilherme Fonseca, Almada vai ser ainda mais feliz numa noite apresentada por Ana Bola, uma verdadeira lenda viva da comédia em Portugal. Os espetáculos de 19, 20 e 21 de dezembro têm início às 21h30 e são de entrada gratuita.

 

Por último, no dia 22 de dezembro, domingo, às 19h, Carolina Deslandes convida Pedro Abrunhosa a partilharem canções que fazem parte do imaginário de todos os portugueses. Na sua estreia partilhada em palco, percorrem a discografia da jovem cantora portuguesa, em interpretações de temas de ambos, feitas especialmente para este evento do Feliz Almada.

 

Os espetáculos do Feliz Almada realizam-se numa origina tenda de circo, com capacidade para 1000 pessoas, no Parque Urbano Comandante Júlio Ferraz, em Almada. De assinalar que a entrada é gratuita, mas condicionada pela lotação do espaço. 

 

Feliz Almada 2019 – Imagem e Fotos

  

19 dezembro, quinta-feira – 21h30

Aldina Duarte e António Zambujo

 

20 dezembro, sexta-feira – 21h30

Gospel Collective convida Diogo Piçarra e Murta

 

21 dezembro, sábado – 21h30

Miguel Araújo e Coro da Companhia de Música de Almada

 

22 dezembro, domingo – 19h

Carolina Deslandes convida Pedro Abrunhosa

 

Parque Urbano Comandante Júlio Ferraz, Almada

Entrada gratuita, limitada à lotação do espaço

 

- Como chegar -

Metro Sul do Tejo (linhas 1 e 3 – paragem São João Baptista)

Parque de estacionamento coberto e tarifado, na Praça da Liberdade

 

Ana Pérez-Quiroga expõe na Galeria do TMJB

Exposição de Ana Pérez-Quiroga: ¿De que casa eres? ARCHIVO ANGELITA АРХИВ 1937-1956

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O TMJB inaugura a última exposição deste ano, dia 9 de Novembro, às 18h, na Galeria: ¿De que casa eres? ARCHIVO ANGELITA АРХИВ 1937-1956, de Ana Pérez-Quiroga.

 Este é um projecto de investigação e materialização artística sobre um fenómeno sociopolítico da História de Espanha: o exílio de 2895 crianças republicanas na União Soviética devido à Guerra Civil Espanhola; o impacto que a invasão alemã da URSS durante a II Guerra Mundial teve nestas crianças; e os 19 anos passados na URSS até ao regresso a Espanha (1937-1956). Sendo um fenómeno da História de Espanha, tem ligações à História da Europa e do Ocidente, incluindo ainda um cariz autobiográfico, uma vez que a mãe e tia da autora integravam este grupo de crianças exiladas.

 

Ana Pérez-Quiroga (Coimbra, 1960) é uma artista visual e performer. As suas temáticas centram--se em torno do quotidiano e do seu mapeamento, da importância dos objectos comuns e das problemáticas de género, materializadas em diversos suportes: instalação, objectos, fotografia e performance. É doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, licenciada em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e tem o Curso Avançado de Artes Plásticas pelo Ar.Co. É investigadora no Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Expondo regularmente desde 1999, as suas últimas exposições individuais tiveram lugar no MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia e na Galeria de Arte Contemporânea Abrantes – Colecção Figueiredo Ribeiro. Foi distinguida com o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para a melhor exposição de Artes Plásticas de 2014.

 

 

 

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | GALERIA |

 

(De 9 de Novembro a 29 de Dezembro)

 

| QUI a SÁB | 19H às 21H30

| DOM | 13H às 17H

 

PREÇO: Entrada livre

Inauguração das Exposições: Exposição "Entre Mundos" de Fernanda Guerreiro I Sexta-feira, 4 out, 21h e Exposição de Gravura de Jorge Pé-Curto I Sexta-feira, 25 out, 21h - GALERIA DE ARTE IMARGEM

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Captação fotográfica do momento de diálogo entre o objecto, a sombra própria, o ecran que os filtra e a sombra projectada no ecran que a recebe. Obra da luz do instante irrepetível, no entanto, o acto de fotografar repete-se, uma e outra vez, dando origem a sequências. Propõe-se ao público que crie estórias a partir destas que serão expostas junto das imagens e serão usadas para a produção de novas imagens, usando a fotografia ou outras técnicas, dando corpo a nova exposição.

 

 

Exposição de Gravura de Jorge Pé-Curto

Inauguração sexta-feira, 25 out I 21h I Galeria de Arte Imargem  

Patente até 12 nov 2019

 

A presente exposição de gravura é o resultado de uma prática  que recentemente veio a ganhar relevo significativo no meu percurso artístico mas que sempre cultivei paralelamente ao  meu trabalho de escultor .A ligação desta técnica com a escultura faz todo o sentido , a construção da matriz exige do artista desafios semelhantes aos que encontra no domínio dos materiais ,sobretudo quando se trata de chapa de ferro como é o caso destas gravuras .

 

 
 
APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

Inauguração da Exposição "era talvez um sonho... ( ser futuro )" de José António Silva I Sexta-feira, 13 set, às 21h I Galeria de Arte Imargem

Exposição "era talvez um sonho... ( ser futuro )" 
de José António Silva
Inauguração sexta-feira, 13 set, às 21h
Galeria de Arte Imargem
Patente até 1 de out 2019
 

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Olhar o distante tempo em que tudo começou e recordar os amigos e os mestres que nos ensinam e incentivam a crescer e a caminhar equilibradamente pelas coordenadas da arte.

Visualizar o futuro onde habitam os projectos consubstanciados nos sonhos que me formam e que vão sendo arquitetados ao ritmo da vida.

Brunilde Sena Ferreira, Edgar Sardinha, Maria Helena Vieira da Silva, Querubim Lapa,

Alberto Cidrães, Rogério Ribeiro, Aline Favre. Amigos, Mestres e Mentores, âncoras sempre presentes no meu trabalho.

(José António Silva)

 

 

 

 

APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

 

 

 

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GALERIA DE ARTE IMARGEM
Rua Torcato José Clavine, nº19 Piso 03 2800-710 ALMADA
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