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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Concerto de Ano Novo com Tenor João Mendonza

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O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 14 de janeiro, pelas 21:30h, o Concerto de Ano Novo com Tenor João Mendonza.

Acompanhado ao piano, à guitarra e um por um duo de cordas (violino e violoncelo), João Mendonza apresenta melodias clássicas alusivas à quadra, bem conhecidas do público, atravessando várias épocas e compositores. Do reportório constam temas como “Ave Maria”, “Hallellujah”, “Con te Partirò”, “Nessun Dorma” ou “Oh Holy Night”, entre muitos outros.  João Mendonza combina o melhor de diferentes géneros musicais. Dono de um registo vocal único e uma interpretação irrepreensível, o tenor cruza, por um lado, música sacra, ópera e música clássica e, por outro, a pop. Vai ainda ao fado, passando pelos boleros, legitimando um estilo internacionalmente designado por Lyric Pop ou Pop-Ópera, dentro do género de crossover clássico.

A qualidade do cantor e dos músicos que o acompanham proporcionará uma experiência inolvidável ao público presente. Um espetáculo imperdível!

 

Voz: João Mendonza | Piano e Guitarra: Pedro Zagalo | Violoncelo: Raquel Pernas | Violino: Rita Nunes          

 

Destinatários: Geral | M/6 anos

Duração: 60 min.

Bilhete: 8,85 euros

 

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.
Rua José Vicente, 2835-134 Baixa da Banheira

Horário da Bilheteira
De terça-feira a sábado, das 14:30h às 19:30h
Dias de espetáculo: Uma hora antes do início do espetáculo ou sessão; encerra aquando do início do espetáculo ou sessão.
Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm que ser levantadas, no máximo, à véspera do espetáculo/sessão, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

 

Compra de bilhetes online:

https://ticketline.sapo.pt/

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda

 

A iniciativa realiza-se de acordo com as regras da Direção Geral de Saúde no que respeita à prevenção da doença COVID-19.

 

Orquestra Gulbenkian com Asmik Grigorian, dia 8, no TMJB

Cópia de Coro e Orquestra Gulbenkian Jorge Carmon

 

 

Orquestra Gulbenkian, com direcção musical de Clelia Cafiero, e com a soprano Asmik Grigorian, dia 8 de Janeiro, no TMJB.

Dia 8 de Janeiro, sábado, às 21h, no Teatro Municipal Joaquim Benite, a Orquestra Gulbenkian, com a soprano Asmik Grigorian, vão apresentar um concerto com obras de Strauss Jr., Puccini, Tchaikovsky, Mascani e Dvorák.

 

A soprano lituana Asmik Grigorian foi uma das fundadoras da Vilnius City Opera e foi premiada duas vezes com a Golden Stage Cross, o maior prémio da Lituânia para cantores. Em 2016, recebeu o prémio de Cantora Revelação nos International Opera Awards e em 2019 ganhou o galardão de Melhor Cantora do Ano. Actuou pela primeira vez no Festival de Salzburgo em 2017 onde recebeu elogios da crítica pela sua interpretação de Marie na ópera Wozzeck, de Alban Berg. Em 2019 estreou-se no Festival de Edimburgo com Eugene Onegin, de Tchaikovsky, numa produção da Komische Oper Berlin. O jornal The New York Times qualificou-a como “um dos mais indómitos talentos dramáticos da actualidade”. Neste arranque de 2022, a cantora será dirigida por Clelia Cafiero, maestrina napolitana em fulgurante afirmação que é actualmente Maestrina Associada da Ópera de Marselha. Uma selecção de aberturas e árias de ópera favoritas, em conjugação com empolgantes polcas, valsas e marchas vienenses da famosa família Strauss, combinam-se no programa do primeiro concerto do ano da Orquestra Gulbenkian.

 

O Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian foi criado em 1958 para fazer face às carências do meio musical português e inserir o país nos circuitos musicais internacionais. Fundada em 1962, a Orquestra Gulbenkian tem um efectivo de cerca de 60 instrumentistas e interpreta um amplo repertório que se estende do Barroco até à música contemporânea. A Orquestra e o Coro Gulbenkian são uma presença em digressões internacionais.

 

Orquestra Gulbenkian (Sala Principal do TMJB, dia 8 de Janeiro de 2022, sábado, às 21h.) M/6 | 85 m. | Preço: entre 11,90€ e 17€ (Clube de Amigos: 8,50€)

  

Direcção musical de Clelia Cafiero

Soprano Asmik Grigorian

 

Programa


Fledermaus – Abertura Johann Strauss Jr.
Madama Butterfly – Un bel dì vedremo / Manon Lescaut – Intermezzo Ato 3 / Manon Lescaut – In quele trine morbide Giacomo Puccini
Eugene Onegin – Tatyana’s Letter Scene Pyotr Tchaikovsky
Cavalleria Rusticana – Intermezzo Sinfónico Pietro Mascagni
Rusalka – Canção à Lua Antonin Dvorák
Pizzicato Polka / Tritsch Tratsch Polka / Eljen a Magyar! / An der schönen blauen Donau Johann Strauss Jr.

 

Mais informações em ctalmada.pt

Desalmadamente Lena d'Água

Desalmadamente Lena d'Água

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Lena d'Água vai estar em Almada, no Teatro Municipal Joaquim Benite, dia 10 de Dezembro, sexta-feira, às 21h.

 

O regresso de Lena d’Água tem sido um dos mais festejados da música nacional. Icónica artista, eternamente inquieta, conhecida pela sua espontaneidade e dotada de uma voz poderosa e inconfundível que os anos mantiveram límpida, a primeira filha do mítico goleador do Benfica José Águas integrou grandes bandas que fazem parte da História da pop e do rock portugueses: Beatnicks, Salada de Frutas, Banda Atlântida. Mais tarde, com Rita Guerra e Helena Vieira, protagonizou Canções do Século, um espectáculo de Pedro Osório que deu que falar até perto do final dos anos noventa. Em 2008 gravou ao vivo no Hot Clube de Portugal um disco de jazz ainda hoje celebrado: Sempre, um conjunto de grandes temas assinados por grandes nomes que a acompanharam ao longo da sua vida de cantora: José Mário Branco, Sérgio Godinho, Jorge Palma, António Variações e Luís Pedro Fonseca.

 

O seu novo disco, Desalmadamente, aplaudido unanimemente pela crítica, mostra agora que está a ser igualmente bem recebido pelos fãs, tendo sido considerado Álbum do Ano 2019 pela revista Blitz e pela Antena 3 do Serviço Público de Rádio. Nos seus concertos, Lena d’Água recupera alguns dos principais títulos do seu repertório, da década de 1980 até ao presente. Sempre que o amor me quiserDemagogiaGrande Festa e Hipocampo são alguns dos temas obrigatórios em palco. Com Desalmadamente, Lena d’Água venceu dois dos Prémios Play da Música Portuguesa 2020 nas categorias de Melhor Artista Feminina e Prémio da Crítica, tendo contado com a colaboração de Pedro da Silva Martins (letras e músicas), João Correia, António Vasconcelos Dias, Sérgio Nascimento, Mariana Ricardo, Francisca Cortesão e Benjamim (arranjos).

 

Lena d’Água (Sala Principal, dia 10 de Dezembro de 2021, sexta, às 21h) M/6 | 1h20 | Preço: entre 11,90€ e 17€ (Clube de Amigos: 8,50€)

 

Teclados e Coros Luís Nunes
Teclados, Guitarra e Coros António Vasconcelos Dias
Guitarras e Coros Francisca Cortesão
Guitarras e Coros João Correia
Baixo e Coros Mariana Ricardo
Bateria e percussão Sérgio Nascimento

Mais informações em ctalmada.pt

Concerto de Natal pela Camerata Atlântica, no TMJB

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Concerto de Natal, pela Camer

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ata Atlântica, dias 18 e 19 de Dezembro, no TMJB

 

Concerto de Natal pela Camerata Atlântica, no TMJB

 

O Teatro Municipal Joaquim Benite apresenta o tradicional Concerto de Natal, nos dias 18 e 19 de Dezembro, sábado, às 21h, e domingo, às 16h.

 

A Camerata Atlântica é um projecto musical iniciado em 2013 e idealizado pela violinista venezuelana Ana Beatriz Manzanilla, sua directora artística. Desde então, a formação tem-se apresentado em todas as grandes salas de concertos, festivais, grandes eventos e temporadas de música do País. Criou o Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa, que contou com a sua primeira edição em 2015 e é já considerado um dos principais concursos de música a nível nacional. Em 2016 protagonizou no encerramento da série especial da União Europeia de Rádios intitulada A influência da América Latina, com posterior transmissão na Alemanha, Bulgária, Croácia, Espanha, Grécia, Hungria, República Checa e Roménia. Em 2017 actuou na programação oficial de Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura, realizou concertos em Espanha e editou o seu primeiro CD, Fuga para a América Latina. Numerosos solistas de méritos reconhecidos têm actuado com a Camerata Atlântica.

Sobre Magnificat em talha Dourada, o compositor Eurico Carrapatoso escreveu: «Esta obra foi concebida e escrita na minha aldeia em Trás-os-Montes, na companhia da canícula e da maré vazia do tempo. É uma obra iluminada por sol maior, a tonalidade que sinto nas talhas douradas e nos espaços reverberantes de Deus. É uma homenagem ao Barroco, o estilo onde triunfa o movimento, a espiral inebriante, o concerto dos sentidos. Como é natural, o espírito de Bach ecoa, pairando sobre a obra tal como, no princípio, o espírito pairava sobre as águas. Foi acrescentado ao texto canónico em latim um conjunto de trechos em português provindos do culto mariano popular sob a forma de cantos de romaria e de cantos populares natalícios.»

Concerto de Natal (Sala Principal, dias 18 e 19 de 2021, sábado, às 21h, e domingo, às 16h) M/6 | 45 m | Preço: entre 10,50€ e 15€ (Clube de Amigos: 7,50€)

 

Direcção musical de Ana Beatriz Manzanilla

Coro Juvenil Camerata Atlântica

 

Soprano Bárbara Barradas
Maestro do coro Nuno Margarido Lopes

 

CAMERATA ATLÂNTICA

 

Programa

 

Magnificat em talha Dourada Eurico Carrapatoso

 

Mais informações em ctalmada.pt

LA PROCESSION de NACERA BELAZA | CASA DA DANÇA em Almada

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Estamos nos últimos dias de inscrições para a oficina-performance La Procession de Nacera Belaza (Argélia/França).
Inscrições abertas até 8 de Outubro: www.casadadanca.pt/oficinas/

A coreógrafa Nacera Belaza (FR) coordenará na CASA DA DANÇA em ALMADA a Oficina-Performance LA PROCESSION entre 15 e 23 de Outubro, com apresentação no dia 23 em um itinerário através da cidade de Almada.  Em LA PROCESSION os performers circulam por um caminho sensorial que nos convida a questionar a essência de um lugar: o espaço interior e exterior, privado e público, escuridão e luz. Cada “procissão” é uma ocasião para criar uma peça única com um novo grupo. As obras de Nacera são apresentadas regularmente na Europa, África, Ásia e América do Norte, em festivais como Montpellier Danse, Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis, Festival d’Avignon, Bienal de la Danse de Lyon e Kunstenfestivaldesarts.

LA PROCESSION com NACERA BELAZA
15 a 23 OUT, 17h00 às 21h00
Apresentação: 23 OUT às 17h00

La Procession - “Um grupo (um corpo único) irá circular dentro de um itinerário sensorial conectando-se ao seu espaço interior. A coreografia surge como consequência natural desse estado.Por meio dessa condição, a ideia é criar um vínculo mais intenso entre os performers e o público. A perceção será, portanto, transformada, exacerbada para permitir que o imaginário ocorra.” Nacera Belaza. Nos últimos anos, Belaza vem desenvolvendo “as procissões” como uma nova forma de se relacionar com o público. Em La Procession os performers circulam por um caminho sensorial que nos convida a questionar a essência de um lugar: oespaço interior e exterior, privado e público, escuridão e luz. Cada “procissão”é uma ocasião para criar uma peça única com um novo grupo. 

BoCA Bienal com estreias de Alice Ripoll, Pan Daijing, Carlos Azeredo Mesquita

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BoCA 2021- Prove You Are Human

3 de setembro a 17 de outubro

Lisboa, Almada e Faro


Criticar e questionar a história para projectar um futuro bem mais justo é o mote para as arrebatadoras criações da coreógrafa brasileira Alice Ripoll e do artista visual e performer português Carlos Azeredo Mesquita, os grandes destaques na penúltima semana da programação artística da BoCA.

Estreia em Portugal da artista sonora Pan Daijing com performance imperdível no Panteão.


A BoCA Bienal continua a apresentar o seu extenso e desafiante corpo de programação desta 3.ª edição.

Em Almada, nos próximos sábado e domingo (9 e 10 de outubro), nos imponentes antigos estaleiros da Lisnave, a aclamada coreógrafa brasileira Alice Ripoll, juntamente com a Cia. REC, revela em Portugal a sua mais recente obra, "Lavagem". Neste espectáculo, pela primeira vez em Portugal, a realidade e a fantasia misturam-se em delírio, como num sonho apocalíptico. Com a ajuda de baldes, água e sabão, a performance investiga imagens ambivalentes a partir do acto de lavar, com desdobramentos cénicos e históricos observados criticamente. Os objectos utilizados desenvolvem-se em múltiplas imagens poéticas de êxodos, travessias, rituais, renascimento e resistência. Através dos vários significados que a palavra “lavagem” sugere no português do Brasil, como a “sujidade” nas expressões “lavagem de dinheiro” e “lavagem cerebral”, o espectáculo é um banho de espuma que nos abre o olhos para a dureza do mundo real.

Nos mesmos dias, também em Almada, mas na Casa da Dança/Ponto de Encontro, Alice Ripoll e os bailarinos, intérpretes e criadores da Cia. REC conduzem o workshop teórico-prático de dança “Experiências de Criação”, destinado a estudantes e profissionais de dança, teatro, performance, e curiosos em práticas do movimento. A coreógrafa propõe uma parte teórica onde revela o seu modo de dirigir e coreografar, com a partilha de experiências e de metodologias. Já os intérpretes da companhia de dança, apresentam exercícios práticos de criação e improvisação utilizadas pelo grupo, e falam sobre as suas experiências enquanto bailarinos e criadores.
Os interessados podem fazer a sua inscrição através do preenchimento deste formulário.

Na outra margem do Tejo, em Lisboa, esta sexta e sábado (8 e 9 de outubro), Carlos Azeredo Mesquita apresenta no maat - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia a sua nova criação - a performance duracional “Über Alles”. O artista visual e performer português questiona a identidade nacional a partir dos símbolos, palavras e mitologias que participam na sua construção. Quais desses atributos e discursos devem continuar a dar significado à nossa nacionalidade? Durante três horas, os performers exploram um conjunto de pequenos hábitos e gestos infiltrados no quotidiano que desvendam a natureza banal e universal do nacionalismo moderno. Azeredo Mesquita coloca assim em causa os elementos associados ao hino nacional, na busca por uma reavaliação das dinâmicas de submissão, inclusão e exclusão que trazem consigo.

Sábado, dia 9 de outubro, em estreia absoluta em Portugal, a artista chinesa Pan Daijing toma de assalto o Panteão Nacional com a performance musical site-specific "Half a Name". As suas performances de grande escala desenvolvidas nos últimos anos, e que já tiveram honras nos mais consagrados museus da Europa, são envolventes experiências sensoriais que redefinem a noção de som, levando-o para lá de uma categoria puramente sonora.

Na capital continuam a performance duracional “Water in a Heatwave”, do artista canadiano Miles Greenberg, nas Carpintarias de São Lázaro, e a instalação de som e luz “Atavic Machine/Máquina Atávica”, do músico e artista visual, construtor sonoro e cénico Jonathan Uliel Saldanha, na Estufa Fria. Ambas mantêm-se até 10 de outubro.

Já em Faro, a programação artística da BoCA em Faro revela, esta semana, propostas exclusivas no feminino, entre a música, a performance e o teatro:

Os luso-franceses Papillons d’Éternité, que juntam a artista multidisciplinar Tânia Carvalho ao performer e músico Matthieu Ehrlacher, transportam os espectadores numa viagem sonora, com a colaboração do Grupo Folclórico de Faro (Teatro Lethes, dia 7). As coreógrafas e intérpretes Joana Castro e Maurícia | Neves apresentam “and STILL we MOVE”, uma peça autobiográfica e política que dialoga entre o concerto, a dança e a performance, e cujo ponto de partida é a fragilidade, enquanto potência e lugar poético (Teatro das Figuras, dia 8). “A Tralha” é o primeiro texto para teatro da rapper e escritora Capicua, na companhia de Tiago Barbosa, que dá voz e corpo a este monólogo sobre acumulação (anfiteatro do Parque Ribeirinho, dia 9). Dayana Lucas mostra a penúltima criação do projecto “Quero ver as minhas montanhas”: a performance “Cair Para o Alto”, onde desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho, como algo vivido com o corpo (Fábrica da Cerveja, dia 10).


Os bilhetes estão à venda na Ticketline.


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OPEN CALL

A BoCA chama à atenção para o workshop com o colectivo activista e feminista chileno LASTESIS, para mulheres e dissidentes de género, de 10 a 13 de outubro, no Museu da Cidade e na Praça da Liberdade, em Almada. Na convergência entre performance, design, moda, história, música e, claro, activismo político e social, as LASTESIS, pela primeira vez em solo nacional, vão coordenar um laboratório criativo gratuito, com a participação de cerca de 80 mulheres e dissidências, de idades e formações diversas. A ocasião culminará na estreia em Portugal da performance “Resistencia o la Reivindicación de un Derecho Colectivo”, no dia 13, na Praça da Liberdade. As inscrições estão abertas aqui.


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PROGRAMAÇÃO BoCA BIENAL - 04.10 a 10.10

04 a 10.10 - Jonathan Uliel Saldanha "Atavic Machine/Máquina Atávica" - Estufa Fria (Lisboa) - 20h - 22h
07 a 10.10 - Miles Greenberg "Water in a Heatwave" - Carpintarias de São Lázaro (Lisboa) - 19h - 23h
07.10 - Papillons d’Éternité (Matthieu Ehrlacher e Tânia Carvalho) “ANAIVODOLETSAC” - Teatro Lethes (Faro) - 21h
08.10 - Joana Castro e Maurícia | Neves “and STILL we MOVE” - Teatro das Figuras (Faro) - 21h30
08 e 09.10 - Carlos Azeredo Mesquita “Über Alles” - maat - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa) - 18h - 21h
09.10 - Capicua “A Tralha” - Anfiteatro do Parque Ribeirinho (Faro) - 17h
09.10 - Terceira sessão Plantação de 7.000 Árvores - Alto de Monsanto (Lisboa) - 10h - 12h
09.10 - Pan Daijing “Half a Name” - Panteão Nacional (Lisboa) - 22h
09 e 10.10 - Workshop de dança Alice Ripoll e Cia. REC - Casa da Dança/Ponto de Encontro (Almada) - 10h - 13h
09 e 10.10 - Alice Ripoll “Lavagem” - Lisnave (Almada) - 20h
10.10 - Dayana Lucas “Cair para o Alto” - Fábrica da Cerveja (Faro) - 17h
10 a 13.10 - Workshop LASTESIS - Museu da Cidade e Praça da Liberdade (Almada)


De 3 de setembro a 17 de outubroProve You Are Human é o desafio da 3ª BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas.


Programação completa em www.bocabienal.org



SOBRE A BoCA 2021

Começou no passado dia 3 de setembro, e prolonga-se até 17 de outubro, a 3.ª edição da BoCA Bienal de Artes Contemporâneas, em Lisboa, Almada e Faro. Sob o desafio Prove You Are Human, o arranque deu-se com a performance que integra a primeira instalação de grande escola de Grada Kilomba, “O Barco/The Boat”, no maat - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Praça do Carvão). Até agora, já houve oportunidade de se assistir à estreia da rapper Capicua na escrita para teatro, às vídeo instalações das artistas visuais Anne Imhof, Agnieszka Polska e Anastasia Sosunova e à instalação de Luís Lázaro Matos, “Une vague joyeuse/Uma onda feliz”. A actriz e encenadora Mónica Calle conduziu os espectadores por percursos intimistas, no espaço natural, entre a praia e as dunas da Costa da Caparica, Andreia Santana revelou um conjunto vivo de esculturas, vozes, corpos e músicas, no CCB, e Odete apresentou a performance “On Revelations and Muddy Becomings”, em Almada. Romeo Castellucci, um dos maiores nomes do teatro europeu, não deixou ninguém indiferente com a sua vídeo-instalação performativa “O Terceiro Reich”. Seguiram-se os concertos de António Poppe e La Família Gitana, entre a poesia e a música cigana, o orgão do Santuário do Cristo Rei tocado por Sarah Davachi, os espectáculos do coreógrafo, bailarino e filósofo Noé Soulier, a partilha do palco entre os Papillons d’Éternité (Matthieu Ehrlacher e Tânia Carvalho) e o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa, e a primeira experiência de Gabriel Ferrandini com o Coro Gulbenkian. Os espectadores renderam-se ainda a “Trouble”, o musical que é também a estreia do realizador norte-americano Gus Van Sant no teatro. Também nas artes de palco, assistiram-se às peças do criador Tiago Cadete e do realizador Felipe Bragança em colaboração com a companhia Teatro GRIOT e a actriz Catarina Wallenstein. Na performance, a nova criação de André Uerba. E, nas telas do Cinema São Jorge, o encenador Rodrigo García e o realizador e fotógrafo Khalik Allah exibiram as suas últimas criações audiovisuais.
“Denominação de Origem Controlada”, de Gustavo Sumpta, “Carrossel”, de Gustavo Ciríaco, “Monumento para Amadores - Solar Boat”, dos Musa paradisiaca, “Passeios Verdes”, de Diana Policarpo, e “Sobre um futuro de coexistência”, do colectivo Berru, são os trabalhos do projecto “Quero ver as minhas montanhas”, com a curadoria de Delfim Sardo e Sílvia Gomes, já conhecidos pelo público.

The Legendary Tigerman, dia 10 de Outubro no TMJB

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Paulo Furtado, The Legendary Tigerman, dia 10 de Outubro, às 17h, no TMJB.

 

The Legendary Tigerman, dia 10 de Outubro no TMJB

 

Paulo Furtado, The Legendary Tigerman, vai estar na Sala Principal do Teatro Municipal Joaquim Benite, para um concerto, no domingo, dia 10 de Outubro, às 17h.

 

The Legendary Tigerman é o alter ego do músico e performer Paulo Furtado (Moçambique, 1970), músico de blues e personagem ao estilo Homem-orquestra (guitarra, harmónica e bateria, utilizando vários microfones para efeitos, pedais de percussão, instrumentação electrónica e Kazoo). Absolutamente singular e lendário à nascença, inspira-se no velho formato de one-man band originário das margens do Delta do Mississipi, adaptando o conceito ao século XXI e com recurso a uma estética muito particular. Ao formato analógico tradicional (bombo, prato de choque, guitarra) junta, sem pudor, soluções electrónicas. Mas, The Legendary Tigerman não é só um projecto musical – a imagem, através (sobretudo) do cinema e da fotografia são tão importantes como a música.

Editou, entre outros, os discos Naked Blues (2001); Fuck ChristmasI Got the Blues (2003); o livro/CD In Cold Blood (2004), Masquerade (2006), Femina (2009, Disco do Ano em Portugal – Platina 2009, foi também editado no estrangeiro e considerado um dos discos de 2010 para o El Pais, Espanha, e um dos melhores discos de 2010 pelas revistas Les InrockuptiblesRock&Folk e Télérama), True (2014) ou ainda MISFIT (2018, numa edição mundial pela Sony Music em formato CD duplo e DVD, ponto de viragem, contando com a participação de Paulo Segadães na bateria, João Cabrita no saxofone barítono e Filipe Rocha no baixo). As aparições como one-man band tornaram-se doravante raras e muito especiais, marcando, muito pontualmente, um regresso a um formato muito querido de Paulo Furtado, que fará sempre parte da história de The Legendary Tigerman.

 

The Legendary Tigerman (Sala Principal do TMJB, domingo, dia 10 de Outubro, às 17h) M/6 | 1h20 | Preço: entre 10,50€ e 15€ (Clube de Amigos: 7,50€).

 

Ficha Técnica

 

Paulo Furtado - Artista / Voz, Guitarras, Bateria

João Paulo Dias - Técnico de Som

Rui Rodrigues - Técnico de Luz

Tiago André - Técnico de backline e Vídeo

Vasco Silva - Road Manager

 

(Lado Oposto)

 

Mais informações em ctalmada.pt

Flamenco dia 9 de Outubro no TMJB

Memória Viva, com coreografia de María del Mar Moreno. Espectáculo integrado na Mostra Espanha 2021

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Memória Viva, de María del Mar Moreno, espectáculo integrado na Mostra de Espanha 2021, vai ser apresentado dia 9 de Outubro, às 21h, na Sala Principal do TMJB. Flamenco dançado, cantado, tocado, evocador dos seus ícones e história e estórias, é o que nos promete, e tudo pelos pés e pelo corpo da bailaora María del Mar Moreno muito bem acompanhada por intérpretes de bandeira do flamenco. 

 

Memória viva é um espectáculo profundo, no qual a bailarina e coreógrafa exterioriza a percepção de si mesma num diálogo de proximidade com quem a rodeia. Desta forma, o outro constitui-se como um elemento-chave no processo de alteridade da artista e da pessoa.

O elenco, de primeira água, é já uma memória viva do flamenco, e apresentará uma série de elementos materiais e imateriais, plasmando-os através de um acervo incomensurável de música e de poesia.

A arte transformar-se-á num elemento revelador de identidade — num espelho que reflicta não só os intérpretes, mas também os próprios espectadores.

Mais do que um espectáculo, estamos perante uma autêntica experiência em que as interacções entre homens e mulheres, gente de distintas gerações, descodificam paradigmas em torno da História do flamenco — a sua evolução e as suas personagens icónicas.

Uma oportunidade de re-significação social, em tempos de uma crise que nunca imagináramos. Uma reflexão colectiva sobre a diferença básica entre aquilo que julgamos ser e o que realmente somos.

«Vivemos mais presenças do que ideias. É assim que entramos nas vidas de outras pessoas. Ao penetrar na vida de outrem, descobrimos a nossa própria vida. E se não dermos um sentido à nossa vida, nunca poderemos alcançar o sentido da vida dos outros», afirma La Moreno.

 

 

Memória Viva(Sala Principal do TMJB, sábado, dia 9 de Outubro, às 21h.) M/6 | 1h20 | Preço: entre 11,90€ e 17€ (Clube de Amigos: 8,50€)

 

De María del Mar Moreno

 

Direcção, guião e dramaturgia María del Mar Moreno
Assistência de direcção Fernanda Martínez Puccini
Canto Antonio MalenaDolores AgujetasJosé de los camaronêsElu de Jerez, El ToloSaira Malena e José el Berenjeno
Guitarra Santiago Moreno e Malena filho
Percussão Ale de la Gitanería
Palmas Javi Peña

Baile María del Mar Moreno e Miguel Ángel Heredia
Adaptação das letras María del Mar Moreno e Antonio Malena
Adaptação musical María del Mar Moreno e Santiago Moreno
Coreografia María del Mar Moreno
Desenho de luzes Marcos Serna
Desenho de som José Amosa
Figurinos Marina para Fina Estampa
Imprensa e comunicação Vacas & Ratones
Fotografia Paco Barroso
Distribuição O. Territorio Flamenco
Fotos do dossier Claudia Ruiz

 

Compañía María del Mar Moreno (Jerez de la Frontera)

 

O espectáculo está integrado na Mostra Espanha 2021

Junho | Festival TRANSBORDA - 1ª Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada

 
 
O festival TRANSBORDA - 1ª Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada realizar-se-á de 18 a 27 de Junho. 
 
Para a 1ª edição foram convidados oito criadores para apresentar cinco obras: João Fiadeiro e Carolina Campos (Portugal/Brasil), Sofia Dias e Vítor Roriz (Portugal), Eduardo Fukushima (Brasil), Michelle Moura (Brasil/Alemanha) e Jonas & Lander (Portugal).

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CALENDÁRIO | APRESENTAÇÕES:
 
18 JUN | SEXTA | 19H00 | M/6 | 70 MIN
Fórum Municipal Romeu Correia / Auditório Fernando Lopes-Graça
O QUE NÃO ACONTECE | SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ (PT) 
 
18 JUN | SEXTA | 21H00 | M/6 |50 MIN
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro
ÇAVA EXPLOSER | CAROLINA CAMPOS E JOÃO FIADEIRO (BR/PT) 
 
25 JUN | SEXTA | 21H00 | M/6 | 45 MIN 
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro
OVERTONGUE | MICHELLE MOURA (BR/DE) 
 
26 JUN | SÁBADO | 16H00/18H00 | M/6 | 35MIN 
Fórum Municipal Romeu Correia / Sala Pablo Neruda
COIN OPERATED | JONAS & LANDER (PT) 
 
PROGRAMAÇÃO DIGITAL:
 
19 A 22 JUN | SÁBADO 21H00 A TERÇA 24H00 | M/6 | 35 MIN
HOMEM TORTO | EDUARDO FUKUSHIMA (BR)
Online/streaming: www.transborda.org  
 
18 A 27 JUN | CONVERSAS COM O CRÍTICO RUY FILHO
Online/streaming: www.transborda.org  
 
24 A 25 JUN | QUINTA 21H00 A SEXTA 24H00 – BRASIL SEQUESTRADO - Curadoria Isabel Ferreira (ES) e Eduardo Bonito (BR) - Sessão 1
Online/streaming: www.transborda.org
 
26 a 27 JUN | SÁBADO 21H00 A DOMINGO 24H00 – BRASIL SEQUESTRADO - Curadoria Isabel Ferreira (ES) e Eduardo Bonito (BR) - Sessão 2
Online/streaming: www.transborda.org
 
OFICINA:
 
19 JUN | SÁBADO | DAS 10H00 ÀS 17H00 – OFICINA COM JOÃO FIADEIRO
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas / Ponto de Encontro