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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

’25 DE ABRIL DE 1974, QUINTA-FEIRA' | Exposição de 50 outdoors com fotografias de Alfredo Cunha, para visitar nas ruas da cidade da Amadora, a partir desta quinta-feira 14 de março

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‘Amadora, Cidade de Abril’

Da música à arte urbana, do cinema à poesia, a Câmara Municipal da Amadora preparou uma intensa programação para celebrar os 50 anos de democracia em Portugal e enaltecer a ‘Cidade que Nasceu de abril’.

Entre as várias iniciativas agendadas destaque para a Exposição 25 de abril de 1974, Quinta-feira de Alfredo Cunha (patente na Galeria Municipal Artur Bual até ao dia 23 de junho),  o descerramento de painel de azulejo de baixo-relevo da autoria de Alexandre Farto/ VHILS ‘Honrar quem trabalha’ (a partir de fotografias de Alfredo de Cunha) na fachada do edifício dos Paços do Concelho, a partir de meados de abril), a 35ª edição do prémio José Afonso; ‘A Poesia Sai à Rua’ (evento dedicado à poesia centrado na arte poética durante o período do Estado Novo), o espetáculo de dança “VOZ.”, do Quorum Ballet, com coreografia de Daniel Cardoso e música de Rodrigo Leão, o espetáculo ‘Os Portugueses’ de Rodrigo Leão e ainda a edição 2024 da Amadora BD (este ano dedicada aos personagens e autores cujos ideais e temáticas se cruzam com os da Revolução dos Cravos).

 

Amadora, a Cidade que nasceu de Abril

Construída pela classe trabalhadora, a Amadora foi a primeira cidade erguida Pós 25 de Abril.  Com um forte papel ativo na expressão e divulgação artística o Município desenvolve regularmente inúmeras atividades que promovem a inclusão e afirmam a sua diversidade no panorama artístico-cultural.

 

Festival Amadora Jazz traz David Murray Quartet a Portugal

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Festival Amadora Jazz traz David Murray Quartet a Portugal
Nesta edição será possível ainda assistir a programação especial sobre o 25 de Abril 

A 12ª edição do Festival Amadora Jazz regressa entre os dias 9 e 12 de Maio, entre o Recreios da Amadora, o Cineteatro D. João V e o Auditório de Alfornelos e tem lugar no contexto das celebrações dos 50 anos do 25 de abril "Amadora, Cidade de Abril”.

Em 2024, o Amadora Jazz reafirma o seu papel vital na vida cultural do Município da Amadora, consolidando a sua posição como um dos principais eventos jazzísticos do país. Com um cartaz cuidadosamente selecionado e em linha com as comemorações dos 100 anos de Luis Villas-Boas e as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o festival procura continuar a atrair a atenção nacional e a posicionar a cidade como um destino imperdível para os amantes do jazz. 
O Festival é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, tendo como parceiro de programação a associação Jazz ao Centro Clube. Toda a programação paralela tem a parceria da Égide – Associação Portuguesa das Artes. 

Segundo a Câmara Municipal da Amadora, "o Amadora Jazz é um evento que tem contado com “figuras cimeiras do jazz nacional e internacional”. Nesta edição estarão presentes projetos significantes do meio jazzístico, dirigidos aos mais diversos públicos, apostando mais uma vez na diversificação da oferta e na qualidade das propostas apresentadas, procurando em simultâneo fidelizar públicos reforçando a aposta no universo jazzístico. Especial destaque para os projectos de Isabel Rato e Júlio Resende que celebram os 50 anos do 25 de Abril."
 
Para José Miguel, director da JACC, "a programação reflete o legado de Abril, fazendo incluir, na sua programação, dois concertos de artistas portugueses - Isabel Rato e Júlio Resende - que lidam diretamente com a herança sócio-cultural daquele que foi um momento determinante da sociedade portuguesa
contemporânea.
Por outro lado, o Amadora Jazz procura manter e consolidar a sua trajetória enquanto momento relevante na oferta cultural do concelho e da Área Metropolitana de Lisboa, interpelando públicos que, sendo conhecedores ou simplesmente curiosos, poderão identificar no festival a marca de uma programação cuidada e distintiva, que junta artistas de diferentes proveniências e percursos, permitindo o acesso à realidade viva do Jazz.
Se é certo que a presença de David Murray merece destaque, dado o seu papel central nesta música, ao longo das últimas cinco décadas, a 12ª edição do Amadora Jazz apresenta muitos e bons motivos para celebrar Abril (em Maio), ao som da melhor música!"

:::: DESTAQUES

Entre os espectáculos desta 12ª edição do Amadora Jazz, surgem os nomes de alguns dos artistas mais importantes do panorama musical nacional e internacional, como David Murray Quartet, Isabel Rato Quinteto, Júlio Resende com a apresentação do projecto Fado Jazz, Lokomotiv de Carlos Barretto, Mário Delgado, José Salgueiro e Ricardo Toscano. Ainda será tempo de ouvir o projecto GeraJazz. 

 

 

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Isabel Rato Quinteto por Anabela Carreira

Isabel Rato Quinteto | 9 de Maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6 

Isabel Rato piano e arranjos

João David Almeida voz

João Capinha saxofones

João Custódio contrabaixo

Alexandre Ferreira Alves bateria

Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, é um dos nomes mais destacados do panorama do Jazz Português.

No contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Isabel Rato apresenta o seu novo disco “Vale das Flores” que terá uma das suas primeiras apresentações no Amadora Jazz.

Aquele que será o quarto disco da pianista em nome próprio é uma homenagem à Liberdade, e propondo relentaras de autores incontornáveis da música portuguesa e vitais na luta pela liberdade, como José Afonso e Sérgio Godinho. Ouviremos, também, algumas das canções tradicionais portuguesas do nosso património universal das melodias intemporais.

 

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Júlio Resende por Maria Cardoso Lourenço

Júlio Resende Fado Jazz “Filhos da Revolução”  | 10 de Maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6

Júlio Resende piano

Bruno Chaveiro guitarra portuguesa

André Rosinha contrabaixo

Alexandre Frazão bateria

“Júlio Resende tem a capacidade profunda de reinventar a música tradicional portuguesa, intensa e emocional, através do piano", escreve a renomada revista de música mundial “Songlines” sobre o pianista e compositor português. 

O seu conceito de “Fado Jazz” é um exemplo perfeito do Jazz como uma linguagem global de expressão musical livre. A liberdade do povo português está intimamente associada à Revolução dos Cravos de 1974, à qual Júlio Resende dedica a música "Filhos da Revolução". 

O derrube pacífico do ditador Salazar não só abriu caminho para a democracia, mas também marcou o fim das guerras coloniais portuguesas em Moçambique e Angola. "Sem a revolução, eu nem sequer existiria", diz Júlio Resende. "Meu pai é de Angola, e depois da revolução, emigrou para Portugal, onde conheceu a minha mãe”.

 

 

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Lokomotiv por Claudia Alves

LOKOMOTIV | 10 de Maio, 23h00 | Auditório de Alfornelos | M/6 

Carlos Barretto contrabaixo

Mário Delgado guitarra

José Salgueiro bateria

Ricardo Toscano saxofone alto

Os Lokomotiv têm-se destacado pela sua enorme flexibilidade estética, interessados apenas em praticar um jazz que tenha tudo a ver com o nosso tempo. Barretto, Delgado e Salgueiro há muito que vêm revelando um grande leque de interesses musicais que cobrem tendências como o rock, o jazz, as músicas do mundo e a clássica, situando-se entre os expoentes portugueses de um ecletismo que é bem a marca deste início de século.
A fim de celebrar os 25 anos de atividade lançaram convite ao saxofonista Ricardo Toscano para fazer parte da banda e gravam o álbum 25 em quarteto com temas originais.

 

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David Murray Quartet por Francesca Cinelli Murray 

David Murray Quartet | 11 de maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6

David Murray sax tenor

Marta Sanchez piano

Luke Stewart contrabaixo

Russel Carter bateria

David Murray é um prolífico e multifacetado músico e compositor, cuja obra, composta por cerca de duzentos álbuns, entre os quais mais de cento e trinta em seu nome próprio, demonstra uma abordagem eclética do jazz, exprimida não apenas em termos das linguagens musicais que nela confluem, mas também pelo facto de se aventurar por outros territórios artísticos como o cinema, a dança, o teatro e a ópera.

Murray nasceu em Oakland, cresceu em Berkeley, onde estudou com Bobby Bradford, Arthur Blythe, Stanley Crouch. Em 1975 mudou-se para Nova Iorque, onde encontrou Cecil Taylor que, juntamente com Dewey Redman, se encarregaram de encorajar o jovem Murray. Em Nova Iorque, tocou com Sunny Murray, Oliver Lake e Don Cherry, conhecendo Hamiet Bluiett, Lester Bowie e Frank Lowe na Energy Band de Ted Daniel.

Em 1976, depois de uma digressão europeia, juntamente com Oliver Lake, Hamiet Bluiett e Julius Hemphil, criou o World Saxophone Quartet, formação absolutamente fundamental na historiografia do Jazz. Até 1978 ocupou-se de trabalhar em contextos muito diversos (de Jerry Garcia a Max Roach, de Randy Weston a Elvin Jones).

À entrada da década de 80, David Murray estava numa fase particularmente criativa da sua carreira, assumindo trabalhos em nome próprio, com múltiplas gravações em variados contextos. Manteve-se extremamente produtivo ao longo das décadas de 80 e 90, construindo uma sólida reputação e acumulando reconhecimento.

Chegados ao novo milénio e apesar de relativamente novo, Murray parecia já ter feito tudo, mergulhando na cultura das Índias Ocidentais e das América Central, na cultura africana (com estadias na África do Sul e do Senegal).

Não admira que Murray, cidadão de Mundo, tenha também passado por Portugal, mantendo uma casa em Sines.

O seu novo quarteto, estreado em 2023, junta Murray a três jovens músicos escolhidos a dedo pelo próprio.

 

Fotografia de Fiuza

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GeraJazz | 12 de Maio, 17h00 | Cineteatro D. João V | M/6 
.Entrada gratuita, mediante levantamento de ingresso e limitada à lotação da sala 

O Gerajazz é, como o nome indica, um projeto dedicado ao jazz que nasceu no ano de 2010/2011 no seio da Orquestra Geração, que se inspira no Sistema de “Orquestras Infantiles e Juveniles” da Venezuela. Com direção artística do maestro e professor Eduardo Lála, o Gerajazz tem vindo a desenvolver um intenso trabalho de formação de jovens com vista à constituição de uma orquestra de jazz. Passando pela tradição popular afro-americana e pelo jazz modal de Herbie Hancock, bem como pelo swing e o funk soul de Jaco Pastorius e Nina Simone, ou pela bateria enraizada na tradição de Art Blakey, entre outras influências, o GeraJazz trabalha importantes temas do jazz internacional. Vários músicos de jazz têm colaborado com o Gerajazz ao longo destes anos, como Mário Laginha, Salvador Sobral, Ricardo Toscano, Mário Delgado, Filipe Melo, Carlos Martins, Pedro Segundo e Tomás Marques, entre outros, em diversos festivais, concertos e ações de formação

:::: PROGRAMAÇÃO PARALELA

Em 2024 assinala-se um duplo centenário com muito significado no panorama do jazz nacional: o nascimento de Luís Villas-Boas (1924-1999) – considerado o “pai” do jazz em Portugal – e o primeiro concerto de jazz efetuado no país por um grupo estrangeiro, a Pan-American Ragtime Band, ocorrido em 1924 no Teatro da Trindade, em Lisboa. Para celebrar essa dupla efeméride, a 12.ª edição do Amadora Jazz recebe no dia 11 de Maio um programa completo criado pela Égide – Associação Portuguesa das Artes –, evento que integra uma exposição de pintura pelo artista plástico Xico Fran, a apresentação do livro "Luís Villas-Boas, o pai do Jazz em Portugal", de João Moreira dos Santos, e ainda a actuação do sexteto Syncopators, que recria a música do primeiro grupo de jazz norte-americano a tocar em Portugal, em 1927. Todo o programa acontece no Cineteatro D. João V, tendo entrada gratuita e limitada à lotação da sala. 

PROGRAMA
16h00 – Inauguração da exposição 100 anos de Jazz em Portugal, de Xico Fran.
16h30 – Apresentação do livro Luís Villas-Boas, o pai do Jazz em Portugal, de João Moreira dos Santos.
17h00 – Actuação do sexteto Syncopators: Moisés Fernandes (cornetim), Alexandre Castaldo (saxofone-soprano), Ricardo Sousa (trombone), Cláudio Campos (guitarra e banjo), José Amoreira (contrabaixo) e Martim Correia (bateria).

BILHETEIRA
(carregar no link)

Bilhetes do Amadora Jazz à venda em www.ticktline.sapo.pt e no local duas horas antes do início dos concertos, sendo que os seus preços variam entre os 10 e os 20 euros.

SOBRE O AMADORA JAZZ

Organizado pela Câmara Municipal da Amadora em parceria com o Jazz ao Centro Clube (JACC). 

As primeiras edições do Festival foram feitas sob a designação Ciclo de Jazz da Amadora (2011-2017). Durante esse período, a orientação artística esteve ancorada na vontade de criar um momento privilegiado para o contacto com as propostas mais relevantes do Jazz feito em Portugal, tendo como protagonistas tanto artistas consolidados quanto nomes valores cujo trabalho merecia visibilidade e palco.
O sucesso desta fórmula permitiu que, a partir da 9ª edição, em 2019, o Amadora Jazz pudesse devotar um lugar no seu cartaz para artistas internacionais sem, no entanto, abandonar as suas premissas fundamentais.

Livro e Exposição de Alfredo Cunha abrem programação ‘Amadora, Cidade de Abril’

Celebração dos 50 anos do 25 de abril pelo Município da Amadora

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Alfredo Cunha - o fotógrafo que acompanhou, na primeira pessoa, os acontecimentos do 25 de abril de 1974 e registou, através da sua lente, os momentos mais emblemáticos da Revolução dos Cravos – inaugura o programa do Município da Amadora para comemoração dos 50 anos do 25 de abril.

A apresentação do livro ‘25 de abril de 1974, Quinta-feira’ e a exposição homónima, patente na Galeria Municipal Artur Bual até ao próximo dia 23 de junho, são as primeiras iniciativas do programa de celebração do Município, que se orgulha de ser o primeiro criado pós 25 de abril.

 

25 de abril de 1974, Quinta-feira

 

A obra, lançada no passado dia 25 de janeiro, conta com prefácio de Luis Pedro Nunes, gravuras de Alexandre Farto / Vhils (criadas a partir de algumas das mais icónicas imagens do ‘fotógrafo de abril’) etextos originais de Carlos de Matos Gomes (Militar de Abril e da Guerra Colonial) no primeiro capitulo ‘‘Da Guerra à Liberdade’, Adelino Gomes (repórter que acompanhou os acontecimentos em Lisboa) no capitulo que dá nome à obra ‘25 de Abril de 1974, Quinta-feira’ e do historiador Fernando Rosas no último e terceiro capitulo ‘Depois de Abril’.

A Exposição, homónima, patente na Galeria Municipal Artur Bual até ao dia 23 de junho, destaca-se pela projeção multimédia que reúne uma composição cronologia de originais fotográficos de Alfredo Cunha, com banda sonora do músico e compositor Rodrigo Leão.

 

‘Amadora, Cidade de Abril’

Da música à arte urbana, do cinema à poesia, a Câmara Municipal da Amadora preparou uma intensa programação para celebrar os 50 anos de democracia em Portugal e enaltecer a ‘Cidade que Nasceu de abril’.

Entre as várias iniciativas agendadas destaque para o descerramento de painel de azulejo de baixo-relevo da autoria de Alexandre Farto/ VHILS ‘Honrar quem trabalha’

 (a partir de fotografias de Alfredo de Cunha) na fachada do edifício dos Paços do Concelho, a partir de meados de abril), o Cine Amadora (Mostra Internacional de Cinema da Amadora dedicada ao tema ‘Cinema e Revolução’, a 35ª edição do prémio José Afonso; ‘A Poesia Sai à Rua’ (evento dedicado à poesia centrado na arte poética durante o período do Estado Novo), o espetáculo de dança “VOZ”, do Quorum Ballet, com coreografia de Daniel Cardoso, cenografia de Joana Vasconcelos e música de Rodrigo Leão, o espetáculo ‘Os Portugueses’ de Rodrigo Leão e ainda a edição 2024 da Amadora BD (este ano dedicada aos personagens e autores cujos ideais e temáticas se cruzam com os da Revolução dos Cravos).

Amadora, a Cidade que nasceu de Abril

Construída pela classe trabalhadora, a Amadora foi a primeira cidade erguida Pós 25 de Abril.  Com um forte papel ativo na expressão e divulgação artística o Município desenvolve regularmente inúmeras atividades que promovem a inclusão e afirmam a sua diversidade no panorama artístico-cultural.

O programa integral das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril será apresentado oportunamente.

 

DIA 23 DE MARÇO: ALEGRO ALFRAGIDE RECEBE ESPETÁCULO GRATUITO DOS SUPER WINGS

Dia 23 de março, às 11h e às 16h

 

 

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Esta Páscoa, todas as pistas vão dar ao Alegro Alfragide. O Jett, o Dizzy, o Donnie, o Jerome, o Astra, a Sky e o Jimbo vão aterrar no palco do Alegro Alfragide, centro comercial gerido pela Nhood Portugal para um espetáculo gratuito e contagiante.

 

No dia 23 de março, com duas sessões, às 11h e às 16h, respetivamente, a Praça Principal vai-se transformar numa verdadeira pista de aterragem para receber os mini aviões mais divertidos do universo infantil, para um mini show Super Wings, cheio de ritmo e animação. Pequenos e graúdos estão convidados a assistir a este espetáculo gratuito que promete arrancar as gargalhadas mais genuínas da pequenada. Vai ser difícil escapar ao espírito animado das figuras mais divertidas de uma das séries de televisão preferidas dos mais novos.

 

E o melhor de tudo, no final de cada espetáculo, haverá ainda um Meet & Greet exclusivo e muito especial com as personagens para que todos possam levar para casa uma recordação.

 

25€ em compras = bilhetes duplos de cinema

 

Mas as surpresas da Páscoa para os mais novos não acabam por aqui. De 25 a 29 de março, 25€ em compras valem 1 bilhete duplo de cinema para assistir ao filme Kung Fu Panda 4 no CinemaCity Alfragide. Uma oportunidade imperdível para juntar compras a lazer e fazer as delícias dos mais novos na companhia de um balde de pipocas*.

 

Mercadinho da Páscoa

 

Para quem não resiste aos sabores tradicionais da época, entre os dias 25 e 30 de março, a Praça Principal recebe um Mercadinho da Páscoa, em parceria com o Mercado da Linha, onde os visitantes podem encontrar os melhores sabores da Páscoa para compor a mesa ou quiçá, oferecer.

 

Este ano, o melhor da Páscoa está no Alegro Alfragide!

 

*limitado ao stock existente. Consulta obrigatória do regulamento em alegro.pt

 FOLIA DO CARNAVAL REGRESSA AO ALEGRO ALFRAGIDE E SETÚBAL COM DESFILE INFANTIL

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A folia carnavalesca está de regresso aos centros comerciais Alegro Alfragide e Alegro Setúbal, geridos pela Nhood Portugal, com a promessa de muita animação para os mais pequenos. Sejam super-heróis, piratas, princesas ou fadas, os mais pequenos são desafiados a dar largas à imaginação no Desfile de Carnaval do Alegro Alfragide e Alegro Setúbal, com direito a música, prémios e muita diversão. 

 

Os pequenos foliões estão convidados a mostrar o seu melhor disfarce e animar a plateia cheia de miúdos e graúdos. Os desfiles de Carnaval do Alegro Alfragide e Alegro Setúbal terão lugar na Praça Principal e Praça Bombordo, respetivamente, no dia 13 de fevereiro, pelas 16h00.

 

Para fazer parte desta festa e desfilar em grande estilo perante um júri divertido, só precisam de ter menos de 12 anos* e fazer a inscrição gratuita no próprio dia, a partir das 14h30, junto ao Balcão da campanha de cada Centro.

 

Entre serpentinas e confettis, os júris do Alegro vão ser responsáveis por eleger os foliões mais originais e entregar os prémios.

 

Diga sim à diversão e faça parte do Carnaval Alegro!

 

Não dispensa a leitura do regulamento e consulta dos prémios em https://alegro.pt/

 

“O PETER PAN NO GELO” CONTINUA A ESPALHAR MAGIA NO ALEGRO ALFRAGIDE COM MIGUEL CRISTOVINHO, IRMA E MAFALDA CREATIVE

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Para quem ainda não teve tempo de visitar a “Terra do Nunca”, o espetáculo musical “O Peter Pan no Gelo” com Miguel Cristovinho, IRMA e Mafalda Creative, continua a espalhar emoção e magia até dia 14 de janeiro. Um excelente programa de inicio de ano para fazer com os mais novos.

 

Peter Pan é uma eterna criança que, juntamente com a sua fada Sininho, vive aventuras incríveis na fantástica Terra do Nunca. Um dia, descobre que o temível Capitão Gancho está a obrigar todas as crianças a trabalhar como piratas, roubando-lhes a infância e, temendo pela sua amiga Sininho, vai à procura de ajuda e encontra a destemida Wendy e os seus irmãos aventureiros, Jota e Mike e juntos, viajam até à Terra do Nunca para encontrar uma solução.

 

Miguel Cristovinho, vocalista dos D.A.M.A, a atriz e cantora IRMA e a youtuber Mafalda Creative, dão vida a esta história que promete trazer a magia da infância a miúdos e graúdos. Entre encanto e mistério, lutas de piratas, descobertas incríveis e um cenário recheado de luz e cor, as emoções transformam-se num musical mágico cantado ao vivo e repleto de dança e patinagem.

 

“O Peter Pan no Gelo” está em exibição no Alegro Alfragide até ao dia 14 de janeiro, centro gerido pela Nhood Portugal, com sessões às 11h00, 15h00 e 18h00, retratando a história do Peter Pan como nunca a viu e dando voz a um propósito maior: os direitos das crianças.

 

Produzido pela AM Live, o texto é assinado por Ana Queirós e conta com a encenação de João A. Guimarães, com coreografia de Joana Quelhas e música e orquestração de Artur Guimarães.

 

Os bilhetes encontram-se à venda em www.opeterpannogelo.pt, na See Tickets, na bilheteira do Alegro Alfragide e na AM Arena (parque de estacionamento exterior do Alegro Alfragide), assim como nos locais habituais. 

 

VITALSPORT: A FESTA DO DESPORTO ESTÁ DE VOLTA

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Dias 16 e 17 de setembro nas lojas Decathlon: Aveiro, Braga, Cascais, Coimbra, Sintra e Viseu

Dias 23 e 24 setembro nas lojas Decathlon: Amadora, Guimarães, Leiria, Matosinhos e Torres Vedras

Dias 30 de setembro e 1 de outubro na loja Decathlon Faro

O VITALSPORT está de regresso e com ele a festa do desporto e da atividade física.

 

Durante dois dias, e em conjunto com mais de 300 parceiros por todo o país, será possível experimentar, de forma gratuita, no exterior das lojas Decathlon, mais de 45 atividades de desportos diferentes.

 

Mergulho, equitação, escalada são apenas alguns exemplos de modalidades presentes nesta edição do VITALSPORT e que poderá usufruir com a ajuda de quem melhor conhece cada desporto, os atletas dos clubes e associações de cada região. 

 

Esta é a oportunidade para aprender ou praticar aquela modalidade com que sempre sonhou, de forma individual ou em família, mas por onde nunca se aventurou, no VITALSPORT poderá ainda conhecer novas opções desportivas e com elas eleger o seu desporto para a nova época que se avizinha.

Agendado para os fins-de-semana de setembro, entre as 10H00 e as 19H00, o VITALSPORT, que é promovido pela Decathlon em parceria com inúmeros parceiros desportivos e instituições, está pensado para que cada pessoa passe um momento de convívio e partilha, diversão e atividade física.

Descubra aqui o que a sua loja Decathlon preparou para si. 

11º Amadora Jazz nos dias 11 a 14 de Maio com John Scofield, Luke Stewart “Silt Trio”, Maria João & Carlos Bica Quarteto e Ricardo Toscano Trio

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GeraJazz | 14 de Maio, 17h00 | Cineteatro D. João V | M/6 
.Entrada gratuita, mediante levantamento de ingresso e limitada à lotação da sala 

O Gerajazz é, como o nome indica, um projeto dedicado ao jazz que nasceu no ano de 2010/2011 no seio da Orquestra Geração, que se inspira no Sistema de “Orquestras Infantiles e Juveniles” da Venezuela. Com direção artística do maestro e professor Eduardo Lála, o Gerajazz tem vindo a desenvolver um intenso trabalho de formação de jovens com vista à constituição de uma orquestra de jazz. Passando pela tradição popular afro-americana e pelo jazz modal de Herbie Hancock, bem como pelo swing e o funk soul de Jaco Pastorius e Nina Simone, ou pela bateria enraizada na tradição de Art Blakey, entre outras influências, o GeraJazz trabalha importantes temas do jazz internacional. Vários músicos de jazz têm colaborado com o Gerajazz ao longo destes anos, como Mário Laginha, Salvador Sobral, Ricardo Toscano, Mário Delgado, Filipe Melo, Carlos Martins, Pedro Segundo e Tomás Marques, entre outros, em diversos festivais, concertos e ações de formação

ESTREIA hoje dia 23 de Março "LIMITES" - Uma peça de teatro que acompanha as atuais reivindicações e lutas dos professores - Interpretada por ELSA VALENTIM

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Um monólogo acerca da escola e da educação. Para a documentação artística desta peça foram entrevistados, na Roménia, dezenas de professoras e professores do ensino secundário, bem como inspetores e inspetoras escolares e representantes das instituições que desempenham um papel decisivo no sistema educativo romeno. Em Portugal, estão também a ser realizadas entrevistas e a ser feito um acompanhamento às atuais reivindicações e lutas dos professores. Assim, procurou-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais.

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LIMITES
A criação Limites nasceu de um convite da Companhia romena Centrul de Teatru Educational Replika ao Teatro dos Aloés, para ser seu parceiro juntamente com a Companhia grega Modernoi Kairoi no programa CREA – Cultura 2021
O projeto consiste na criação de três diferentes encenações da peça romena Limites em cada uma das línguas dos parceiros. Trata-se de um monólogo acerca da escola e da educação. A criação apresenta elementos distintivos, por se tratar de uma criação original, com base num trabalho de pesquisa sobre o tema da educação. Para a documentação artística desta peça, foram entrevistados na Roménia, dezenas de professoras e professores do ensino secundário, bem como inspetores e inspetoras escolares e representantes das instituições que desempenham um papel decisivo no sistema educativo romeno. 
Assim, procurou-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais. Deparamo-nos com um incidente que se tornou emblemático pelo desamparo e vícios com os quais nós, os que gravitam em torno da escola, muitas vezes lutamos. 
Uma professora teve a pior experiência profissional e humana de sua vida, uma história que não foi notícia, nem foi divulgada pelos tabloides. O incidente foi suportado em silêncio, deixando várias cicatrizes. Limites é baseado num caso real, mas estende a sua análise aos sistemas educativos da sociedade atual, como um todo, com suas muitas diferenças, inconsistências, discrepâncias e tentativas de reforma e escalada de erros herdados. Limites é um espetáculo sobre a escola onde ninguém parece encontrar o seu lugar ou direção. O tema da Educação assume particular pertinência atendendo à relevância das questões da Educação e das alterações de paradigma do papel dos intervenientes no ambiente escolar e do próprio ensino e da forma de transmissão de conhecimentos.
Ficha Artística e Técnica:
Texto: Mihaela Michailov e Radu Apostol | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido | Encenação: Radu Apostol | Interpretação: Elsa Valentim | Cenografia: José Manuel Castanheira | Figurinos: Dino Alves | Música: Rui Rebelo | Desenho de Luz: Aurélio Vasques | Fotografia: José Frade | Vídeo: José Ricardo Lopes | Design Gráfico: João Rodrigues | Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia Peralta | Assistência de Cena e Contra-Regra: Nérika Amaral | Montagem e Operação: Mafalda Oliveira | Direção de Produção: Daniela Sampaio | Produção Executiva: Gabriela Frade |Produção: Teatro dos Aloés 2023 | M/14
LIMITES
Recreios da Amadora
23, 24, 25, 27, 31 de Março e 1 de Abril às 21h00
28 de Março às 10h30  (sessão para público escolar) 
26 de Março* e 2 de Abril às 16h00**
*sessão com Língua Gestual Portuguesa
**sessão com Audiodescrição

Galeria Beltrão Coelho expõe obras da Cooperativa de Educação e Reabilitação dos Cidadãos Inadaptados da Amadora

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A Galeria Beltrão Coelho recebe a exposição de artes visuais dos utentes e monitor da CERCIAMA - Cooperativa de Educação e Reabilitação dos Cidadãos Inadaptados da Amadora, a decorrer do dia 10 de novembro até 9 de dezembro. A entrada é livre.

Sob os motes “O sonho comanda a vida”, do poeta António Gedeão, e “Eu sonho com a minha pintura e pinto o meu sonho”, do pintor Vincent Van Gogh, a iniciativa expõe as pinturas de sete membros e um monitor do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI).

Muitos daqueles que frequentam o CACI têm a pintura como grande paixão, sendo que a arte surge como uma forma de expressar o que, por vezes, não é dito por palavras, neste caso, os sentimentos, emoções, o seu imaginário, bem como aquilo que observam no mundo.

“A manifestação individual de cada pessoa no desenvolvimento da sua expressão artística apresenta-se-nos como uma ferramenta de inclusão semelhante a um livro aberto ao mundo, onde quem lê sente e quem ouve vive”, declara o monitor da oficina de artes plásticas do CACI, Jorge Moreira. 

“Queremos abraçar esta partilha de sentimentos, refletidos nos seus trabalhos artísticos e assim inauguramos a exposição no dia 10 de novembro. O objetivo da Beltrão Coelho é continuar a ser uma referência na sua área de atuação, mas sempre mantendo, como norma, uma conduta socialmente responsável”, destaca Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho.

Em maio deste ano, os membros do CACI tiveram a oportunidade de expor as suas obras em Sintra, na Biblioteca Municipal da Casa Mantero. Agora, chegou a vez de mostrarem as obras em Lisboa, na Galeria Beltrão Coelho, a partir do dia 10 de novembro.

A empresa portuguesa abriu portas para o seu projeto cultural em 2015 e, desde então, já recebeu mais de 30 exposições na galeria. A CERCIAMA, por sua vez, candidatou-se para expor com a Beltrão Coelho em 2021, evento que teve de ser adiado por conta das restrições impostas pela pandemia.