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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

The Hood vai celebrar o 25 de abril num fim de semana dedicado à Liberdade

 

O hub cultural da Amadora sempre se posicionou como sendo um bairro sem muros, onde a comunidade se junta para conhecer novas expressões de talento, e é precisamente isso que irá acontecer já este fim de semana.

 

O The Hood preparou um programa para os dias 22, 23, 24 e 25 de abril que pretende celebrar o Dia da Liberdade e que contará com DJ sets, inspirational talks e exposições sobre o tema. 

 

Este evento, de entrada gratuita, pretende dar visibilidade aos artistas emergentes que se insurgem sobre tópicos que, 48 anos após a revolução de Abril, continuam a ser atuais e a merecer destaque diariamente. 

 

DJessy Tchica, Kelly Boraschi e Deise Nunes são algumas das artistas musicais que já marcaram presença para este evento. No que toca a exposições, “D’Craves - Liberdade e Diversidade” e “D’Rua - Revolução Ñ’Cravada” contarão com tours guiadas pela curadora Moami. Já no sábado e domingo, os visitantes contarão ainda com Inspirational Talks que irão permitir trazer para cima da mesa diversos temas da atualidade.

 

A realização do evento “Liberdade Para Ser” ficará por conta do UBBO e dos vizinhos Essere, um espaço de comida saudável e equilibrada, e Magnolia Method, uma associação sem fins lucrativos que atua na integração social de crianças, famílias e cidadãos com necessidades educativas especiais ou risco de exclusão.

 

O bairro cultural, situado no piso 0 do UBBO, cria as condições perfeitas para uma visita durante este fim de semana prolongado. Entre as várias opções gastronómicas que já são conhecidas dos seus visitantes, as lojas que se encontram a cada esquina e as várias atividades em que se pode participar, o evento “Liberdade Para Ser” é a desculpa ideal para aproveitar os dias de descanso rodeados de cultura e talento.

 

 

Teatro dos Aloés apresenta: "Em Casa, no Zoo" - Recreios da Amadora - A 60ª Produção da Associação Cultural Teatro dos Aloés...20 anos a pensar o Teatro como o lugar indicado para a reflexão colectiva

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AtHomeatthe Zoo é uma peça de Edward Albee que adiciona um primeiro ato à peça de 1959 - The Zoo Story. Este primeiro ato, também chamado Homelife, gira em torno do casamento de Peter e Ann e termina com a saída de Peter para ler um livro no Central Park.

 

Jerry e Peter encontram-se no Central Parque num banco de jardim e vão iniciar um diálogo que revelará a verdade mais profunda das suas vidas. Peter é um homem casado, vimo-lo em Homelife, com a sua mulher Ann, as suas duas filhas, duas televisões, dois gatos, dois periquitos, o seu zoológico privado. Trabalha numa editora e tem uma vida estável. É o burguês de classe média, feliz com a prosperidade da sua vida sem preocupações existenciais, vive dentro dos padrões pré-estabelecidos pela sociedade. Peter é a própria personificação do self-made man enjaulado nos ideais e nos valores burgueses da vida.

 

Jerry é solteiro, vive sozinho, não tem família e tem uma vida totalmente desestruturada. Não se insere nos padrões socialmente determinados talvez por isso possua uma capacidade reflexiva extremamente aguçada, crítico dos valores da sociedade e da moral burguesa.

 

O microcosmos familiar de Peter e a fauna humana de Jerry representam o macrocosmos que é a própria sociedade. Uma sociedade inibidora, coerciva do pensamento crítico e reflexivo que reduz as pessoas a meros autómatos presos em jaulas, como num jardim zoológico onde as suas forças vitais instintivas devem ser aprisionadas para a manutenção de uma sociedade dita organizada.

 

AtHomeatthe Zoo, de Edward Albee, foi originalmente produzida sob o título Peter and Jerry pelo Second Stage Theatre, Nova Iorque, em 2007, sendo Carole Rothman a diretora artística.

Originalmente, HomeLife foi encomendado e Peter e Jerry produzido pela companhia Hartford Stage.

 

 

Ficha Técnica e Artística

Texto: Edward Albee | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido | Encenação: Jorge Silva | Interpretação: Duarte Grilo, Patrícia André, Simon Frankel | Cenografia: Rui Francisco | Figurinos: Maria Luiz | Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos | Design Gráfico: João Rodrigues | Fotografia de Cena: José Frade |Fotografia Ensaio: Duarte Grilo | Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia Peralta | Direção de Produção: Daniela Sampaio | Assistência à Encenação: Lune Nunes | Assistência de Cenografia: Dora Salles | Construção Cenográfica: JSVC Decor | Operação Técnica: Mafalda Oliveira e Tasso Adamopoulos | Produção: Teatro dos Aloés 2022 | M/16

Duração: aprox. 100 min + intervalo

60ª Produção Teatro dos Aloés

Recreios da Amadora

23 a 29 de Março de 2022

2 a 5 de Abril de 2022

Segunda a Sábado às 21h/domingo às 16h

 

BIOGRAFIAS

 

Edward Albee - Numa entrevista dada em 1981, perguntou-se ao autor qual seria a importância da sua biografia para o entendimento da sua obra, ao que respondeu: "Penso ser completamente irrelevante. Preferiria que as pessoas julgassem a minha obra por si só, não por dados biográficos".

BIBLIOGRAFIA

The Zoo Story (1959)

The Death of Bessie Smith (1959)

The Sandbox (1959)

Fam and Yam (1959)

The American Dream (1960)

Who's Afraid of Virginia Woolf? (1962)

The Ballad of the Sad Cafe (1963) (adaptação do romance de Carson McCullers)

Tiny Alice (1964)

Malcolm (1965) (adaptado da novela de James Purdy)

A Delicate Balance (1966)

Breakfast at Tiffany's (1966)

Everything in the Garden (1967) (adaptação da peça do dramaturgo inglês Giles Cooper)

Box and Quotations From Chairman Mao Tse-Tung (1968)

All Over (1971)

Seascape (1974)

Listening (1975)

Counting the Ways (1976)

The Lady From Dubuque (1977-8)

Lolita (adaptação do romance de Vladimir Nabokov)

Another Part of the Zoo (1981)

The Man Who Had Three Arms (1981)

Finding the Sun (1982)

Marriage Play (1987)

Three Tall Women (1991)

The Lorca Play (1993)

Fragments (1993)

The Play About the Baby (1997)

The Goat, or Who Is Sylvia? (2000)

Occupant (2001)

At Home At the Zoo (Acto Um: Homelife. Acto Dois: The Zoo Story) (2004)

Me, Myself & I (2007)

 

Graça Margarido e Mick Greer - Traduzem há mais de vinte anos. Especializados em tradução de arte, partilham a paixão pelo teatro e pela tradução do texto dramático. Juntos traduziram, entre outros, dramaturgos como Athol Fugard, Conor McPherson, Marina Carr e Marie Jones. Graça Margarido é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português e Inglês) pela FLUP e fez o mestrado em Literatura e Tradução. Após alguns anos no mundo editorial, é agora tradutora profissional. Mick Greer fez a licenciatura e o mestrado na Universidade de Cambridge, onde fez parte da companhia Cambridge Mummers com quem alcançou um Fringe First no Festival de Edimburgo. É doutorado em Estudos de Teatro, professor da FLUL e investigador do Centro de Estudos de Teatro dessa faculdade. Também participa como ator nos Lisbon Players (Lisboa) e Balloonatics Theatre Company (Dublin), companhia de que é membro fundador.

 

Jorge Silva - Em 1987 concluiu o Curso de Formação de Actores na Escola de Formação de Actores do Centro Cultural de Évora, e desde essa data trabalhou como ator profissional na Companhia de Teatro de Braga, Teatro da Malaposta/CDIAG, Artistas Unidos, Teatro dos Aloés, entre outras. Trabalha regularmente em cinema, teatro e televisão. É co-fundador do Teatro dos Aloés e ator/encenador permanente desta companhia. Shakespeare, Tchekov, Goldoni, Brecht, Athol Fugard, Lars Norén, Pau Miró, M´Hamed Ben Guetaff, Jacinto Lucas Pires, Mário de Carvalho, entre outros, foram alguns dos autores que têm levado à cena como ator ou encenador.

 

Duarte Grilo - ator português que após a sua estreia em teatro com a peça O meu pé de laranja lima em 2007, tem vindo a trabalhar ativamente em vários projetos televisivos, teatrais e cinematográficos sobretudo como ator, mas também com funções na área da direção de atores e realização de cinema, publicidade e videoclipes. No teatro integrou o elenco de inúmeros espetáculos, entre os quais: Happy Birthday, “As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos, Zorro, Ilha do Tesouro e Lúcia Afogada. Em 2015 integrou o elenco da Companhia do Chapitô com o espetáculo Macbeth que tem corrido o mundo e ganho vários prémios, contribuindo para a sua internacionalização enquanto ator, tendo feito o espetáculo em português, inglês e espanhol. No cinema fez parte do elenco das curtas-metragens Roots (coprodução Índia-Inglaterra), Emptiness, Boy e Riders On The Storm. Integrou também o elenco de várias longas-metragens como A Bela e o Paparazzo, Sei Lá, Os gatos não têm vertigens, Quarta Divisão, Al Berto, Fado (Alemanha), Carga, Parque Mayer, Bem Bom e Amadeo. Em televisão fez parte do elenco de projetos como Vingança (SIC), Morangos com açúcar (TVI), Mulheres (TVI), Miúdo Graúdo (RTP1) ,Jogo Duplo (TVI), Alma e Coração (SIC), Idiotas (RTP1), Conta-me como foi (RTP1), Luz Vermelha (RTP1),  Sul (RTP1), Terra Brava (SIC), O Rapaz do Tambor (RTP1), O Clube (Opto) e Esperança (Opto).

 

Simon Frankel - Nasceu em 1982. Terminou o curso de Actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Participou em ateliers de corpo e movimento, movimento interno, clown e bufão, combate cénico, técnica da máscara, interpretação e performance. Trabalhou em teatro, cinema, séries de televisão, telenovelas e publicidade. Em teatro trabalhou com José Peixoto, João Mota, Joana Craveiro, David Pereira Bastos, Mónica Calle, Ana Lázaro, Ricardo Alves, Natália Luiza, Pedro Gil, Rute Rocha, Jorge Silva Melo. Em Cinema trabalhou com Patrícia Sequeira, João Mário Grilo, Marcos Cosmos, Patrick Mendes. Faz, desde 2006, dobragens e locuções para séries, filmes de animação, documentários, publicidade e audio-books.

 

Patrícia André - Formada pela ACT – Escola de Actores (2001/2002), Patrícia André iniciou o seu percurso no Teatro aos 15 anos. Trabalha com diversas companhias como o Teatro da Terra, Teatro Aberto ou o Teatro dos Aloés, cuja associação íntegra. Dirige durante alguns anos letivos um grupo de alunos surdos do Instituto Jacob da Casa Pia e dá aulas de Teatro no Colégio Cesário Verde. Encena Carta de uma Desconhecida de Stefan Zweig com Sandra Barata Belo no Teatro S.Luiz. No Cinema participa em Les grandes Ondes de Lionel Baier ou Índice Médio de Felicidade de Joaquim Leitão, entre outros. Trabalha em Televisão desde 2001, participa nas séries Quando os lobos uivam, Conta-me Como Foi, 3 Mulheres e filma agora  Monstros à Solta na Cidade. Está no ar neste momento com a novela Bem Me Quer da TVI.

Rui Francisco - Arquiteto e cenógrafo. Estreou-se como Assistente de Cenografia de José Manuel Castanheira. É membro fundador da APCEN-Associação Portuguesa de Cenografia. É Cooperante e faz parte da Direção Artística do Teatro O Bando. Coautor do Projeto de Arquitetura do Museu do Oriente, com Carrilho da Graça, premiado como Melhor Museu Português de 2009. Autor de espaços cénicos para Teatro, Cinema e Televisão, distinguido com diversos prémios onde se destaca Inferno - A Divina Comédia, melhor Trabalho Cenográfico, Prémio Autores SPA 2018. Coautor com João Brites, do Projeto Expositivo da Representação Oficial Portuguesa na Quadrienal de Praga 2011- Espaço e Desenho da Performance. Participa, pela APCEN, na Quadrienal de Praga de 2015 com Clara Bento e João Brites com a intervenção: Onde está o meu País?  Colabora com o Teatro dos Aloés, desde 2017, onde concebe os espaços cénicos para os espetáculos Amor de Dom Perlimplim,Lovers e Abaixo da Cintura.

Maria Luiz - Ingressa em 1989 na ESTC - Curso de Realização Plástica do Espetáculo; regressa em 1998 para fazer o CESE em Teatro e Educação. Uma década depois concluiu formação na primeira turma de Mestrado em Teatro e Comunidade. A sua atividade profissional tem abrangido diferentes áreas do espetáculo como a cenografia ou a luminotecnia, mas são os trabalhos de figurinos os mais frequentes. Em 1994 surge o interesse pelo ensino das matérias com que trabalha e a partir dessa data tem mantido uma atividade pedagógica/formativa constante. É membro fundador da Associação Portuguesa de Cenografia.

Tasso Adamopoulos - Inicia o seu percurso profissional nas artes cénicas em 95/96 como técnico residente no Teatro da Malaposta. Em 97 frequenta a escola superior ADAMS 3i (Bordeaux-FR) e tem a oportunidade, no ano seguinte, de fazer parte da equipa de iluminação da EXPO 98. De 1999 a 2007 reside e trabalha em França onde aprende, pratica e desenvolve profissionalmente a atividade de iluminador. Em 8 anos colabora com diversas companhias de teatro e dança, assume a direção técnica de um teatro e de alguns festivais, colabora com a Ópera de Bordeaux e faz digressões pela Europa e África. Em 2007 regressa a Portugal, passa pelo Teatro das Beiras, TNDM2, Teatro da Comuna, Teatro dos Aloés, Teatro Meridional, Companhia de Teatro de Almada, O Bando, entre outras. Integra a equipa do Festival de Teatro de Almada desde 2007 e Festival TODOS em 2016/17. Em 2018 assume o cargo de Adjunto da Direção Técnica no Teatro Luís de Camões – LUCA (Egeac) Colaborações e/ou criações com: Joaquim Benite, Miguel Seabra, Jorge Silva, Márcia Lança, Fernando Mota, João Mota, Carlos Paulo, João Fiadeiro, José Peixoto, José Carretas, João Paulo Seara Cardoso, Elsa Valentim, António Pires, entre outros.

João Rodrigues - Curso de Realização Plástica do Espectáculo, Escola Superior de Teatro e Cinema 1988-91. Licenciado em Gestão das Artes na Cultura e na Educação. Técnico Superior na CML – Departamento de Património Cultural, Pelouro da Cultura, desde 1993; atualmente, no Gabinete de Estudos Olisiponenses onde é responsável pela criação gráfica e desenho de projectos de exposição e produção editorial. No Teatro da Garagem realizou, juntamente com José Espada, a produção e a conceção plástica dos espetáculos: A Cidade de Fausto, Café Magnético, D. João, A Gesta Marítima, A Nossa Aldeia e Os Piratas, tendo sido premiado pelo CPAI no espetáculo A Gesta Marítima. Cofundador da Associação Cultural - Projecto Teatral. Participa nos trabalhos deste grupo desde 1994. Juntamente com os restantes participantes da companhia obteve, em 2003, o Prémio Maria Madalena Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian, atribuído ao trabalho intitulado “teatro”.

 

Sofia Peralta - Divide a sua atividade profissional nas áreas da Comunicação e da História, conseguindo por vezes uma simbiose entre ambas. Com 23 anos de experiência na Consultoria de Comunicação, Assessoria Mediática e Comunicação de Crise, desenvolve competências na prestação de serviços a instituições públicas como a Câmara Municipal de Lisboa. Trabalhou como consultora para o comércio e cultura, no gabinete do Vereador João Gonçalves Pereira. 

Como CEO da Assessoria-SP, na área do entretenimento tem como principal projeto a consultoria da WarnerBros TV Portugal. No lifestyle e moda são inúmeras as entidades mediáticas que recorrem aos seus serviços de assessoria (OuroGourmet Portugal, Maria Chocolate Portugal, Lia Line, Luciano Barachini, Cecconello, entre outras). Na sua carteira de clientes podemos encontrar a Web Summit Portugal como Media Village Manager, o Rossio Fashion Day 2018 como Diretora ou organizadora do desfile da conceituada designer Olga Noronha na Moda Lisboa Collective. Como investigadora no ramo historiográfico realizou inúmeras escavações arqueológicas, fundamentou historiograficamente a obra cinematográfica: O Último Condenado à Morte do realizador Francisco Manso, investigou para inúmeras obras literárias, destaque para: Lisnave - Contributos para a História da Indústria Naval em Portugal. Colabora desde 2021 com a Associação Cultural Teatro dos Aloés.

 

Daniela Sampaio - Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho. Desenvolveu trabalho nas áreas de jornalismo e assessoria da comunicação entre 2007 e 2013. Produtora Executiva do Teatro dos Aloés entre 2013 e março de 2019. Entre janeiro e dezembro de 2015 foi diretora de Produção da Associação Portuguesa de Cenografia (APCEN) e do projeto de representação oficial portuguesa na Quadrienal de Praga. Desempenhou a função de Produtora Executiva na Enlama Associação Cultural entre 2016 e 2018. Entre abril 2019 e abril 2021, assumiu funções de produtora e responsável de bilheteira no Centro Cultural da Malaposta. Colabora frequentemente, em regime de freelancer, com diversas associações e companhias de teatro. Produtora executiva da companhia TEATRO SÓ desde 2018. É atualmente diretora de produção do Teatro dos Aloés.

 

Lune Nunes - Bailarina profissional formada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional e pelo Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanchez, foi estagiária na Companhia Júnior A&A Ballet, em Chicago, entre 2017 e 2019, com a participação em bailados como solista. Frequentou cursos intensivos de dança nas escolas e companhias: Victor Ullate, em Madrid (2014), English National Ballet School, em Londres (2015), Académie Princesse Grace, no Mónaco (2015), American Ballet Theatre, em Nova Iorque (2016) e A&A Ballet, em Chicago (2017; 2018). Concluiu, em 2020, o Curso de Acting da escola World Academy e é atualmente aluna do Curso Profissional de Atores da ACT, onde tem vindo a trabalhar com formadores, de entre os quais: Artur Ribeiro, Elsa Valentim, Inês Nogueira, João Cayatte, Nuno Nunes, Nuno Pino Custódio, Petronille de Saint-Rapt, Sara de Castro e Sofia de Portugal.

ULTIMO ESPETÁCULO | TEATRO E A COMUNIDADE

 
O TEATRO E A COMUNIDADE
 
Desafio lançado pelo Teatro dos Aloés a Ana Lázaro. A MORADA é um texto resultante de um trabalho de pesquisa sobre as diversas comunidades que habitam a AMADORA. Após uma curta apresentação de espectáculos no passado mês de Novembro. O Teatro dos Aloés convida a comunidade a participar neste espectáculo criando um espaço de convívio e partilha entre as diversas culturas que habitam a Amadora.
A MORADA - 20 DEZEMBRO - 18H - CINE-TEATRO D.JOÃO V

ENTRADA LIVRE* MEDIANTE RESERVA 916 648 204 | TEATRODOSALOES@SAPO.PT
 
*sujeito a lotação da sala

PROGRAMA:
18H - ESPETÁCULO
19H30 - INTERVALO C/ PARTILHA DE COMIDA
20H30 - DEBATE ENTRE PÚBLICO E ARTISTAS 

 

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Sinopse: A Morada é o resultado de um trabalho de pesquisa do Teatro dos Aloés sobre a cidade da Amadora, é a nossa homenagem à cidade que nos fascina e que nos acolhe há já 18 anos. É o nosso presente pelo seu 40º aniversário.

Vista do Céu, a partir de uma estação espacial, a seiscentos e noventa e três quilómetros de altitude, a Amadora é um mapa feito de pontinhos de luz. Uma teia de linhas e artérias, fios de estradas que brilham como veias elétricas a pulsar debaixo de uma pele escura. Este é o seu rosto. O seu retrato. A ideia original era traçar um mapa. Para além do território. Um mapa do corpo. Cartografar as histórias das coisas vivas que faziam mover os pontinhos de luz.
O ponto de partida era este. Descobrir esta morada. Nós, como exploradores que partem para uma expedição remota e se afundam num planeta com outras leis. Porque quando se faz um mapa de um corpo, ou de um rosto, das histórias que ele guarda e as regras da cartografia perdem-se das leis da física: misturam-se traços com fronteiras, confundem-se estradas com linhas de expressão, declives com cicatrizes. Há linhas curvas impossíveis de descrever em superfícies planas, e camadas que não se veem a olho nu. Topografias de memórias, espaços vazios, e lugares que existem sem geografia. Há territórios imaginados, e ideias sem território. Este era o ponto de partida. Desenhar o mapa possível. Habitar a morada. Torná-la nossa também.
 
 
Ficha Artística e Técnica:

texto original: ana lázaro | encenação: elsa valentim | interpretação: carolina campanela, jorge silva, josé peixoto e raquel oliveira | estagiários act – escola de actores: andré vazão, inês mata, inês meira, pedro pimenta nunes |  músico: francisco nogueira | espaço cénico e imagem: joão rodrigues | figurinos: maria luiz | luz – concepção e operação: paulo gomes | produção executiva: vanessa pereira | produção: teatro dos aloés 2019

Nova Criação - Espetáculo sobre a cidade da Amadora - Estreia a 20 de novembro

O Teatro dos Aloés está em fase final de criação do espetáculo A MORADA, é um espetáculo encenado pela atriz Elsa Valentim e desenvolvido a partir de um texto original de Ana Lázaro e através de um trabalho de pesquisa no terreno, testemunhos, entrevistas e visitas a associações e bairros mais problemáticos na Amadora.
 
Este espetáculo foi desenvolvido, no ano em que a Amadora Município faz 40 anos, para percebermos que pessoas habitam na Amadora, quais as principais dificuldades numa cidade onde existe mais de 111 nacionalidades.

Este espetáculo tem estreia a 20 de novembro e irá estar em cena até 1 de dezembro de quarta a sábado às 21h30 e domingo às 18h30 nos Recreios da Amadora.
 
O elenco conta com Carolina Campanela, José Peixoto, Jorge Silva, Raquel Oliveira e com os estagiários da ACT, André Vazão, Inês Mata, Inês Meira e Pedro Pimenta Nunes.

NOVA CRIAÇÃO | A MORADA | RECREIOS DA AMADORA

Estreia absoluta do texto de Ana Lázaro A MORADA
 
20 de novembro a 1 de dezembro
De quarta a sábado às 21h30 e domingo às 18h30


Local: Recreios da Amadora

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Sinopse: A Morada é o resultado de um trabalho de pesquisa do Teatro dos Aloés sobre a cidade da Amadora, é a nossa homenagem à cidade que nos fascina e que nos acolhe há já 18 anos. É o nosso presente de aniversário pelos seus 40 anos.

Vista do Céu, a partir de uma estação espacial, a seiscentos e noventa e três quilómetros de altitude, a Amadora é um mapa feito de pontinhos de luz. Uma teia de linhas e artérias, fios de estradas que brilham como veias elétricas a pulsar debaixo de uma pele escura. Este é o seu rosto. O seu retrato. A ideia original era traçar um mapa. Para além do território. Um mapa do corpo. Cartografar as histórias das coisas vivas que faziam mover os pontinhos de luz.
O ponto de partida era este. Descobrir esta morada. Nós, como exploradores que partem para uma expedição remota e se afundam num planeta com outras leis. Porque quando se faz um mapa de um corpo, ou de um rosto, das histórias que ele guarda e as regras da cartografia perdem-se das leis da física: misturam-se traços com fronteiras, confundem-se estradas com linhas de expressão, declives com cicatrizes. Há linhas curvas impossíveis de descrever em superfícies planas, e camadas que não se veem a olho nu. Topografias de memórias, espaços vazios, e lugares que existem sem geografia. Há territórios imaginados, e ideias sem território. Este era o ponto de partida. Desenhar o mapa possível. Habitar a morada. Torná-la nossa também.

 
 
Ficha Artística e Técnica:

texto original: ana lázaro | encenação: elsa valentim | interpretação: carolina campanela, jorge silva, josé peixoto e raquel oliveira | estagiários act – escola de actores: andré vazão, inês mata, inês meira, pedro pimenta nunes | espaço cénico e imagem: joão rodrigues | figurinos: maria luiz | luz – concepção e operação: paulo gomes | produção executiva: vanessa pereira | produção: teatro dos aloés 2019

MAIS DE 40 ATIVIDADES PARA TODA A FAMÍLIA NA DECATHLON AMADORA :: 6, 7 E 8 SETEMBRO

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 Nos dias 6, 7 e 8 de setembro, a Decathlon organiza mais um fim de semana para descobrir mais de 40 desportos ao ar livre. Do mergulho ao boxe, são diversas as atividades desportivas para toda a família disponíveis no Vitalsport 2019, na loja da Amadora. A entrada é gratuita.

 

O Vitalsport foi criado com o objectivo de incentivar mais portugueses a praticar desporto, através da descoberta de novas práticas desportivas. Neste fim-de-semana, entre as 10h e as 19h, em família ou com amigos, esta é a ocasião perfeita para experimentar dezenas de práticas desportivas diferentes num único espaço: Stand up paddle, futebol, escalada, caminhadas, slide, pista de BTT, snorkeling, hóquei em campo, mergulho ou vela. Às atividades desportivas, juntam-se muitas outras como pinturas faciais ou rastreios da condição física.

 

O festival de desporto tem início no dia 6 de setembro, pelas 19h00, com a inauguração do evento, seguido por uma uma master class de zumba, treino de BTT e muitas outras atividades para todos participarem, como equitação ou escalada. Ao final do dia, entre as 19h00 e as 21h00, o convívio contínua com uma caminhada noturna pelos trilhos de Monsanto. A abertura da iniciativa contará com a presença de uma comitiva da Câmara Municipal da Amadora.

 

A dinamização de cada atividade é assegurada por instrutores de clubes e associações parceiros locais do Vitalsport. Este festival de desporto foi preparado para que os participantes possam ter uma experiência memorável de descoberta, convívio e partilha desportiva.

 

A inscrição pode ser feita de forma presencial ou online: https://eventos.decathlon.pt/evento/217/vitalsport/

 

 

8ª corrida Cidade da Amadora

 

No dia 8 de setembro, com início às 10h00, terá também lugar a 8ª corrida Cidade da Amadora, uma iniciativa que se insere no programa do Vitalsport e que conta com a parceria da Câmara Municipal da Amadora e da Xistarca. A iniciativa percorre algumas das principais artérias da Cidade num percurso de 5 (mini-corrida|caminhada) ou 10 km (corrida), passando por alguns pontos emblemáticos do Concelho da Amadora. Esta é a única atividade inserida no festival em que é necessária inscrição, a qual varia entre os 3€ e os 8€.  A inscrição poderá ser feita em xistarca.pt.

 

Futebol ou snorkeling? Mais de 40 atividades desportivas para todos os gostos | Esta sexta, sábado e domingo

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Vitalsport 2019, nos dias 6, 7 e 8 de setembro

 

A partir de amanhã mais de 40 atividades desportivas para toda a família na Decathlon Amadora

 

Nos dias 6, 7 e 8 de setembro decorre o Vitalsport 2019, um fim de semana para descobrir mais de 40 desportos ao ar livre. Do mergulho ao boxe, são diversas as atividades desportivas para toda a família disponíveis na Decathlon Amadora. A entrada é gratuita.

 

Com o objectivo de incentivar mais portugueses a praticar desporto, neste fim-de-semana, entre as 10h e as 19h, em família ou com amigos, há a ocasião perfeita para experimentar dezenas de práticas desportivas diferentes num único espaço: Stand up paddle, futebol, escalada, caminhadas, slide, pista de BTT, snorkeling, hóquei em campo, mergulho ou vela. Às atividades desportivas, juntam-se muitas outras como pinturas faciais ou rastreios da condição física.

 

O festival de desporto tem início no dia 6 de setembro, pelas 19h00, com a inauguração do evento, seguido por uma uma master class de zumba, treino de BTT e muitas outras atividades para todos participarem, como equitação ou escalada. Ao final do dia, entre as 19h00 e as 21h00, o convívio contínua com uma caminhada noturna pelos trilhos de Monsanto. A abertura da iniciativa contará com a presença de uma comitiva da Câmara Municipal da Amadora.

 

A dinamização de cada atividade é assegurada por instrutores de clubes e associações parceiros locais do Vitalsport. Este festival de desporto foi preparado para que os participantes possam ter uma experiência memorável de descoberta, convívio e partilha desportiva.

 

A inscrição pode ser feita de forma presencial ou online: https://eventos.decathlon.pt/evento/217/vitalsport/

 

 

8ª corrida Cidade da Amadora

 

No dia 8 de setembro, com início às 10h00, terá também lugar a 8ª corrida Cidade da Amadora, uma iniciativa que se insere no programa do Vitalsport e que conta com a parceria da Câmara Municipal da Amadora e da Xistarca. A iniciativa percorre algumas das principais artérias da Cidade num percurso de 5 (mini-corrida|caminhada) ou 10 km (corrida), passando por alguns pontos emblemáticos do Concelho da Amadora. Esta é a única atividade inserida no festival em que é necessária inscrição, a qual varia entre os 3€ e os 8€.  A inscrição poderá ser feita em xistarca.pt.

 

TEATRO DOS ALOÉS | NEWSLETTER SETEMBRO

PRÓXIMOS ESPETÁCULOS

 

LOVERS - VENCEDORES

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28 de setembro - Auditório Municipal António Chainho (Santiago do Cacém) - 21h30
 

Sinopse: Lovers , a peça que Brian Friel escreveu em 1967 é composta por dois textos: Winners e Losers (Vencedores e Vencidos).
A peça que nos propusemos fazer para o início de 2019, Vencedores, situa-se na Irlanda, 1966, num período de profundas alterações sociais e políticas. A Igreja Católica controla poderosamente todos os aspetos da vida irlandesa, em particular nas comunidades rurais. O divórcio, o aborto, a contracepção bem como o sexo antes do casamento são mal vistos. Meg estuda num colégio de freiras, Joe estuda num colégio dirigido por padres. Meg está grávida, tem 17 anos. Joe tem 17 anos e meio. Querem casar-se. Têm sonhos e esperanças, estão apaixonados. São os vencedores, cheios de promessas e esperança.
 
Ficha Artística e Técnica:
 
Texto: Brian Friel | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido | Encenação: Jorge Silva | Interpretação: Elsa Valentim, Carlos Malvarez, Jorge Silva e Raquel Oliveira | Cenografia: Rui Francisco | Figurinos: Maria Luiz | Desenho de luz: Tasso Adamopoulos |  Música: Rui Rebelo | Fotografia: Ricardo Vaz | Design Gráfico: Beatriz Freitas - MGAgentia | Produção Executiva: Vanessa Pereira | Produção: Teatro dos Aloés | M/12

 

BREVEMENTE

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7 a 30 Outubro - Curso de Iniciação ao Trabalho do Actor | Formador: José Peixoto 


Mais informações - teatrodosaloes@sapo.pt

TEATRO DOS ALOÉS

 
 
TRISTEZAS E ALEGRIAS

1 de setembro - Fórum Luisa Todi (Setúbal) - 21h - XXI Festa Internacional do Teatro

19, 20 e 21 de setembro - Recreios da Amadora - 21h30
 
Sinopse: Duas mulheres encontram-se numa velha casa de uma pequena aldeia do Karoo depois do funeral de David, o homem que ambas amaram. Uma é a sua esposa. A outra é mãe da sua filha. David, que fora levado ao exílio por causa do seu activismo político contra o apartheid, reaparece nas memórias das mulheres como que registadas a ferro. Durante uma tarde de verdade e reconciliação, os pactos de amor são dolorosamente marcados. O novo confronta-se com o velho e o que é a esperança para estas pessoas é a esperança para uma nova África do Sul. Feita de monólogos, memórias e desabafos que saltam do presente para o passado e que por vezes são só reflexões, produzem um teatro de uma convenção menos comum entre nós e que nos tocou profundamente e constitui um desafio para a cena e uma dádiva útil e emocionada para a sala.
 
Ficha Artística e Técnica:
 
Texto: Athol Fugard | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido | Encenação. José Peixoto | Interpretação: Ana Valentim; Elsa Valentim, Jorge Silva e Laurinda Chiungue | Cenografia: José Manuel Castanheira |  Figurinos: Maria Luiz | Música: Miguel Tapadas | Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos | Fotografia: José Frade | Produção Executiva: Vanessa Pereira | Produção: Teatro dos Aloés | M/12
 
 
 

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LOVERS - VENCEDORES

28 de setembro - Auditório Municipal António Chainho (Santiago do Cacém) - 21h30
 
Sinopse: Lovers , a peça que Brian Friel escreveu em 1967 é composta por dois textos: Winners e Losers (Vencedores e Vencidos).
A peça que nos propusemos fazer para o início de 2019, Vencedores, situa-se na Irlanda, 1966, num período de profundas alterações sociais e políticas. A Igreja Católica controla poderosamente todos os aspetos da vida irlandesa, em particular nas comunidades rurais. O divórcio, o aborto, a contracepção bem como o sexo antes do casamento são mal vistos. Meg estuda num colégio de freiras, Joe estuda num colégio dirigido por padres. Meg está grávida, tem 17 anos. Joe tem 17 anos e meio. Querem casar-se. Têm sonhos e esperanças, estão apaixonados. São os vencedores, cheios de promessas e esperança.
 
Ficha Artística e Técnica:
 
Texto: Brian Friel | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido | Encenação: Jorge Silva | Interpretação: Elsa Valentim, Carlos Malvarez, Jorge Silva e Raquel Oliveira | Cenografia: Rui Francisco | Figurinos: Maria Luiz | Desenho de luz: Tasso Adamopoulos |  Música: Rui Rebelo | Fotografia: Ricardo Vaz | Design Gráfico: Beatriz Freitas - MGAgentia | Produção Executiva: Vanessa Pereira | Produção: Teatro dos Aloés | M/12
 
 

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BREVEMENTE
7 a 30 Outubro - Curso de Iniciação ao Trabalho do Actor | Formador: José Peixoto 
 

TEATRO DOS ALOÉS | AMADORA MOSTRA | RECREIOS DA AMADORA

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AMADORA - MOSTRA
19 a 21 de julho (sexta e sábado às 21h30 e domingo às 16h nos Recreios da Amadora

 

AMADORA MOSTRA é reconhecer que o teatro se modifica de geração para geração, que novos problemas são colocados na cena e à cena.
É confrontar o novo teatro com o público, é reconhecer que novas expressões têm direito às suas escolhas estéticas e às suas problemáticas.
AMADORA MOSTRA é dar a mão amiga aos novos, como antes fizeram a nós. 
Bem-Vindos. 
Abraço forte de amizade Companheiros.

Teatro dos Aloés


GET OUT OF THE CLOSET! - 19 de julho - 21h30 | M/12

Um corpo não reflecte a pessoa que o habita. Por alguma razão Descartes separou a Alma do corpo. Penso que todos nós já sentimos que a nossa fisionomia, nalgum momento das nossas vidas, atraiçoou o nosso ‘eu’. Precisamos de encontrar um corpo visível, uma imagem, uma forma que consiga transparecer o nosso real pensamento, o nosso conteúdo, aquilo que sabemos ser. Em O Belo e a Consolação,
Steiner diz-nos que «Somos aquilo que são as nossas memórias. Não nos podem tirar aquilo que temos dentro de nós». Mas como é que algo que é do foro abstracto consegue sobrepor-se a uma dimensão corpórea? É necessário sermos “apenas” o que somos, sem a preocupação de nos inserirmos num Mundo edificado pelo preconceito, por normas e elites. Não cedamos aos dogmas impostos por
uma sociedade que tem um fascínio pelo belo. Tenhamos a coragem de viver num lugar às escuras, onde as pessoas se atraiam platonicamente. «Os olhos são o espelho da Alma», como Fernando Pessoa nos relembra. Encontramo-nos presos ao nosso corpo, à nossa pele, mas não temos culpa dos nossos genes.
Acredito que somos mais do que matéria, tal como Artaud. É urgente descobrirmos o verdadeiro ser que nos habita. Quem sou eu? Quem és tu?

Direção Artística e Conceção: Adriana Melo
Interpretação: Adriana Melo, Beatriz Brito, Magnum Soares, Karen Sampaio e Rita Bettencourt Paixão
Cenografia: Rita Capelo
Fotografia e Vídeo: Helena Gonçalves                            

ALEATÓRIO - 20 de julho - 21h30 | M/12

"Se a sua vida tivesse trilha sonora, qual seria?" A partir de músicas escolhidas pela plateia, duas histórias aleatórias são criadas por improviso, e se cruzam para inesperados desfechos.
Espetáculo de Impro Long Form, Teatro de Improviso poético que mistura dança, mímica e a espontaneidade da criação por música.

Realização: Grupo de Improviso SAÍDA SUL
Concepção, Direção e Atuação: Luana Proença
Banda Sonora: O Público
Designer de Luz: Marina Zoé
Figurino: Julieta Zarza e Luana Proença

PRANTO DE MARIA PARDA - 21 de julho - 16h | M/12

Espectáculo que relaciona o actor e a marioneta, num palco despojado e frio destacando apenas seis figuras e Parda que vem prantear a sua sede.
O tema central é o vinho, símbolo do animo e da inspiração da alma de um país que, estando em crise, não o tem. A peça acontece na época medieval, mas, porque se adapta aos dias de hoje, foi modernizada. Os taberneiros cuja forma remete para as cepas de vinha, realizando-se com elas o teatro de figuras, mas a personagem central é Maria Parda, acompanhada a maior parte do tempo de si mesma apenas e a si mesma falando, para regalo do público, nos versos de Gil Vicente, que vai mencionar os vinhos das diferentes terras de Portugal e qualificar a sua produção no derradeiro testamento da sequiosa mulher.  

Encenação, Dramaturgia, Manipulação - Guto Martins
Direção Técnica, manipulação - Magnum Soares
Manipulação: Mariana Nogueira
Direção Musical - Pedro De Fillipis
Audio-Visual - Pedro Cabral
Produção - Leonor Cabrita

 

Informações e reservas: 916 648 204 ou teatrodosaloes@sapo.pt