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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

11 de abril, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto | Artista Ayrson Heráclito fala sobre escravatura e colonização

Aula Aberta, dia 11 de abril, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto

 

Artista Ayrson Heráclito fala sobre escravatura e colonização

 

Sacudimentos: a reunião das margens atlânticas

 

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O artista Ayrson Heráclito irá apresentar na Escola das Artes a performance “Sacudimentos”, realizada na Casa da Torre e na Maison des Esclaves em Gorée, em 2015. Unindo duas margens do Atlântico, uma associada ao antigo sistema colonial português, no caso da Casa da Torre dos Garcia d’Ávila, na Bahia, e a outra ao sistema escravista que ligou a África ao continente americano, no caso da Maison des Esclaves (Casa dos Escravos), na ilha de Gorée, a performance é uma espécie de “exorcismo” realizada em dois grandes monumentos arquitetónicos ligados ao tráfico atlântico de escravos e à colonização. Como retomar criticamente o passado colonial e o escravismo para refletir sobre as condições históricas e sociais do presente nas duas margens atlânticas e quais as consequências duradouras da colonização e do escravismo para a África e para o Brasil, são algumas das questões apresentadas na performance. Heráclito vai estar na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto, a participar numa aula aberta no próximo dia 11 de abril, às 18h30.

 

 

 

Doutorado em Semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e professor do curso de Artes Visuais do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, Ayrson Heráclito dará uma aula aberta no próximo dia 11 de abril, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

 

Nascido em Macaúbas, Bahia, em 1968, o artista, curador, pesquisador e professor assume nas suas obras diferentes linguagens das artes visuais, como a pintura, desenho, escultura, fotografia, audiovisual, instalação e performance, lidando com frequência com elementos da cultura afro-brasileira. Partindo do contexto histórico da colonização e da escravização de povos africanos no Brasil, expropriados da sua humanidade, para serem usados como mão de obra no cultivo da cana-de-açúcar, o artista concebeu o conceito de corpo afro-diaspórico: um corpo arrancado à força do seu Continente, atravessando o oceano – “Atlântico Negro” – e inserido num projeto de país construído pelas ações da desumanidade e da violência, que deixou um legado de extrema desigualdade social e profunda pobreza.

 

Os seus trabalhos foram expostos em importantes eventos internacionais, como a Bienal de Veneza, Itália (57ª edição, em 2017), o Fowler Museum, em Los Angeles, EUA (2017), o European Centre for Contemporary Art, na Bélgica (2012), o Malba, Argentina (2010), a Kunst Film Biennial, Alemanha, a II Trienal de Luanda, em Angola, a 2ª Changjiang International Photography and Video Biennial, na China, o Weltkulturen Museum, Alemanha, ou nas Bienais III e X do Mercosul, ambas no Brasil.

 

Também no Brasil, os trabalhos de Ayrson Heráclito foram já apresentados em espaços de exibição, como o Museu de Arte do Rio (MAR/RJ), a Associação Cultural Videobrasil (SP), a Pinacoteca do Estado de São Paulo (SP), o Museu de Arte Contemporânea (MAC, RJ), a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), o Museu de Arte Moderna da Bahia (BA), o SESC Pompeia (SP), o Museu da Cidade (OCA, SP) e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB, BSB).


Algumas das suas obras integram também coleções de alguns museus e instituições, como a Coleção Itaú Cultural (São Paulo, Brasil), o Instituto Inhotim (Brumadinho, Minas Gerais), o Museum der Weltkulturen (Frankfurt, Alemanha), o Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, Brasil) a Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil), o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (São Paulo, Brasil), a Raw Material Company (Dakar, Senegal) e o Museu de Arte Moderna da Bahia (Salvador, Brasil).

 

Esta aula aberta integra o ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa com co-curadoria de Lilia Schwarcz (antropóloga e historiadora brasileira) e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que vão decorrer entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

 

“HISTÓRIAS DE RESISTÊNCIA” É O TEMA DA SEXTA EDIÇÃO DE “TORRES VEDRAS – CIDADE DOS LIVROS”

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Entre os dias 12 e 23 de abril, Torres Vedras será “Cidade dos Livros”. Tendo como pano de fundo a evocação dos 50 anos do 25 de Abril, a sexta edição desta iniciativa tem como tema “Histórias de Resistência”.

Aulas abertas, encontros com escritores, espetáculos, exposições e performances são algumas das atividades que dão forma ao programa desta edição, que foi apresentado no dia 1 de abril, na Biblioteca Municipal de Torres Vedras.

A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, explicou que “o grande propósito desta iniciativa é criar um ambiente de celebração que aproxime os livros e a leitura dos cidadãos e cidadãs”, promovendo, para tal, um diálogo com diferentes práticas artísticas, nomeadamente a ilustração, as artes plásticas, a escrita criativa, a dança, o teatro, a música, a narração oral e o design gráfico.

“Nesta edição, é notória a intenção de envolver os públicos em idade escolar, muito particularmente os jovens, recorrendo a abordagens inovadoras”, referiu Ana Umbelino, acrescentando que as formas de participação dos jovens incluem metodologias que convidam à cocriação. São exemplo desta participação as exposições Histórias com resistência, que resulta de uma residência artística orientada pela ilustradora Vanessa Éffe com alunos do Curso de Artes da Escola Secundária Henriques Nogueira; e Blackout Poetry - Reconstituição portuguesa, que apresenta trabalhos desenvolvidos por três turmas da referida escola e a associação EMERGE.

“O programa da ‘Cidade dos Livros’ conta com um leque diversificado de propostas culturais, nas quais participam vários escritores e ilustradores de renome no panorama literário português”, referiu a responsável pela Biblioteca Municipal de Torres Vedras, Goretti Cascalheira. Na sua sexta edição, “Torres Vedras – Cidade dos Livros” terá a presença dos escritores Afonso Cruz, Sandro William Junqueira, David Machado, Susana Cardoso Ferreira, João Pedro Mésseder e Ana Cristina Silva, bem como das ilustradoras Inês Viegas Oliveira e Rachel Caiano.

Por fim, coube a Joana Maia, da Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino, apresentar as sete exposições que integram a programação, assim como as atividades que daí decorrem, como aulas abertas com escritores e ilustradores, concertos, oficinas e contação de histórias.

Consulte o programa “Torres Vedras – Cidade dos Livros” aqui.

Rotas afro-atlânticas e a educação pelo artista visual Dalton Paula no Porto

Aula Aberta, a 7 de março, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto

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Artista procura reescrever a historiografia, incorporando toda uma cultura e herança afro-brasileira apagada dos registos oficiais

 

Uma casa-escola-ateliê dentro de um bosque na Goiânia, no Brasil. Dalton Paula, artista visual, criou o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes que remete para “um paraíso imaginário na terra”, um “refúgio de beleza idílica e tranquilidade” e que tem a sua origem no livro “O Horizonte” (1933), do escritor britânico James Hilton. Numa aula aberta, organizada pela Escola das Artes, que se realiza a 7 de março, às 18h30, no Auditório Ilídio Pinho da Universidade Católica Portuguesa no Porto, Dalton Paula vai falar sobre a sua prática artística: a construção da sua poética através da referenciação de pessoas e espacialidades negras.

 

 

Ao longo do seu trabalho, Dalton Paula investiga o corpo negro na diáspora, explorando as relações entre imagem e poder. O artista procura reescrever a historiografia, incorporando toda uma cultura e herança afro-brasileira apagada dos registos oficiais. As suas obras, como "Rota do Tabaco" [2016] "Bamburrô" [2019] e "Rota do Algodão" [2022], abordam o Atlântico Negro com elementos que emergem do contexto das comunidades visitadas durante a investigação. Dalton Paula aborda as rotas relacionadas com a exploração de trabalhadores escravizados no Brasil colonial. Como desdobramento de todo o seu percurso na arte, criou o Sertão Negro Ateliê e Escola de Arte que surge a partir do desejo de criar novas rotas para jovens artistas.

 

Esses territórios quotidianamente reescrevem a história do Sertão, desse Sertão Negro, que define e também expande as fronteiras e se posiciona como centralidade. Numa área de mais de 960 metros quadrados, o Sertão Negro é composto por um espaço central com pé direito duplo. O ateliê possui um forno industrial para queima de cerâmica, porcelana e vidro; uma prensa de gravura e uma biblioteca com cerca de três mil livros. Na choupana são realizadas as aulas de capoeira angola, gravura e cerâmica; e ainda sessões do cineclube Maria Grampinho, cuja proposta curatorial destaca os cinemas negros, o que reitera as nuances educativas e pedagógicas do projeto. O Sertão Negro é um espaço de arte, de cocriação, no meio da floresta da Goiânia, no Brasil.

 

Esta conferência faz parte do ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa com co-curadoria de Lilia Schwarcz (antropóloga e historiadora brasileira) e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que vão decorrer entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

 

Artista indígena Denílson Baniwa fala sobre “Tupi ou não tupi, essa é a questão” no Porto

Aula Aberta, a 22 fevereiro, às 18h30, na Escola das Artes da Universidade Católica no Porto

 

A arte e o fortalecimento das narrativas cosmológicas como reescritura histórica do Brasil

 

“Tupi ou não tupi, essa é questão” (“Tupy or not tupy, xukui purandusaua”), será o tema da conferência conduzida pelo artista indígena Denílson Baniwa, um artista “antropófago”, que se apropria de linguagens ocidentais para descolonizá-las. Um evento aberto ao público, organizado pela Escola das Artes, que se realiza a 22 de fevereiro, às 18h30, no Auditório Ilídio Pinho da Universidade Católica Portuguesa no Porto.

Ciclo de Primavera ISP Dialogues reúne várias personalidades para debater temas do Direito Internacional

Católica organiza aulas abertas que estimulam pensamento crítico e uma visão global do direito internacional e europeu

 

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A Presidente da Fundação Luso-Americana, o Embaixador da Índia em Portugal, a Comissária Europeia para a Coesão e Reformas, a Embaixadora dos Estados Unidos da América em Portugal e o Presidente da Assembleia da República. Estes são alguns dos oradores convidados para o Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues, uma iniciativa organizada pela Escola do Porto da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, no âmbito do International Studies Programme, o Mestrado em Direito Internacional e Europeu da Faculdade, lecionado totalmente em inglês. A primeira sessão realiza-se já a 22 de fevereiro, às 11h15 e a entrada é livre.

 

Os ISP Dialogues completam o ensino, muito qualificado, que já propomos aos estudantes, com leituras do mundo diferentes, plurais e tolerantes,” refere Azeredo Lopes, coordenador do International Studies Programme. “Estas aulas abertas com convidados de relevo nacional e internacional reforçam o pensamento crítico, a capacidade analítica e uma visão global do direito internacional e europeu, num contexto de relações internacionais em crise permanente”, conclui.

 

A conferência de abertura dos ISP Dialogues decorre já dia 22 de fevereiro, às 11h15, sob o tema “A longo prazo estaremos todos mortos,” com Alberto de Castro, professor da Católica Porto Business School. As seguintes decorrem até ao final do mês de maio, versando diferentes temas relacionados com o direito, política e as relações internacionais: “Tecendo a relação transatlântica: desafios e oportunidades atuais” com Rita Faden, Presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (1 de março, 11h15); “A Política Externa Portuguesa num mundo complexo, multipolar e fluido” com Rui Vinhas, Embaixador e diretor-geral de Política Externa do Ministério dos Negócios Estrangeiros (8 de março, 11h15); “A Europa num mundo em mudança” com António Filipe, professor da Universidade Europeia (15 de março, 11h15); “As relações entre Índia e Portugal numa Perspetiva Diplomática” com Manish Chauhan, Embaixador da Índia em Portugal (22 de março, 11h15); “A reação da União Europeia à agressão da Rússia contra a Ucrânia: desafios jurídicos e políticos” com Madalena Almeida Veiga, assessora jurídica e especialista em PESC do Serviço Europeu de Ação Externa – EEAS (27 março, 11h15); “A Arte como patrimônio e negócio: desafios no mundo atual” com Gonçalo de Vasconcelos e Sousa, professor da Escola das Artes da UCP (12 abril, 11h15); “O papel das regiões e das cidades nas Políticas de Coesão e Reformas – Repensar o poder territorial”, com Elisa Ferreira, Comissária Europeia da Coesão e Reformas (17 de abril, 11h15); “A Saúde Mental como Direito Humano: Perspetivas Internacionais” com Filipa Palha, professora da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica no Porto e presidente da Encontrar+se (19 de abril, 11h15); “O impacto da disrupção digital no panorama audiovisual europeu pós-pandemia” com José Maria Lopes Araújo, Jornalista e advogado (3 de maio, 11h15); “Construindo um Mundo diverso e tolerante. O papel da fundamental da diplomacia cultural” com Randi Charno Levine, Embaixadora dos Estados Unidos em Portugal (17 de maio, 11h15). Augusto Santos Silva, presidente da Assembleia da República, fecha o Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues com uma conferência sobre “O futuro do mundo” no dia 22 de maio, às 11h15.

 

De referir que o Ciclo de Outono dos ISP Dialogues, que se realizou entre setembro e dezembro, contou com palestras sobre a guerra na Ucrânia, o futuro das cidades, a geopolítica e as ameaças à democracia liberal, os Parlamentos e a Política de Defesa Nacional, o Médio Oriente, a União Europeia como ator global, as alterações climáticas, o capitalismo, a democracia liberal e a pobreza, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos como promotor de responsabilidade e dos direitos humanos e a capacidade de esquecer as práticas internacionais de reconciliação.

 

O Ciclo de Primavera dos ISP Dialogues decorre entre fevereiro e maio, e é organizado pela Escola do Porto da Faculdade de Direito, no âmbito do International Studies Programme, o Mestrado em Direito Internacional e Europeu da Faculdade, lecionado totalmente em inglês. As sessões decorrem na Universidade Católica Portuguesa no Porto e são de entrada livre.

 

 

Evento "DIA DO ESTUDANTE" na Culturgest > 23 NOV

 

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© Vera Marmelo

PROGRAMA COMPLETO 
23 NOV 11:00 - 21:00
Vários espaços Culturgest, Lisboa

 

Aula Aberta x Artes Visuais x
VISIONÁRIAS
Manuel Henriques, Bruno Marchand e Mário Valente
11:00 – 12:30
Galerias

Aula Aberta x
PRODUÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS
Mariana Cardoso de Lemos
11:00 – 12:30
Sala 1

Aula Aberta x
PROJETOS EUROPEUS
Carolina Mano Marques
11:00 – 12:30
Sala 2

Visitas Guiadas x Artes Visuais x
DESCOBRIR AS RESERVAS
Maria Manuel Conceição
11:00 – 11:45
12:00 – 12:45
14:30 – 15:15
15:30 – 16:15
Local de encontro: bilheteira das galerias

Visitas Guiadas x Artes Visuais x
VISIONÁRIAS
Bruno Marques
12:30 – 13:30
15:00 – 16:00
16:00 – 17:00
17:00 – 18:00
Galerias

Aula Aberta x Artes Visuais x
A COLEÇÃO DA CGD: DAS EXPOSIÇÕES ITINERANTES AO INVENTÁRIO ONLINE
Lúcia Marques
15:00 – 16:30
Sala 2

Aula Aberta x
ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS CORPORATIVOS
Catarina Carmona e Karine Woestijne
15:00 – 16:30
Sala 1

Aula Aberta x
A MEDIAÇÃO EDUCATIVA À LUZ DA TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA
Filipa Tomaz e Raquel Ribeiro dos Santos
15:00-16:30
Sala 3

Conferências e Debates x
RÚSSIA: QUEBRAS E CONTINUIDADES IMPERIAIS
Jochen Hellbeck e Yuri Slezkine
Moderação: Giulia Strippoli
18:30 – 20:00
Pequeno Auditório

Conferências e Debates x
ECOS DO IMPÉRIO - REPRESENTAÇÕES MUSICAIS DA RÚSSIA
Paulo Ferreira de Castro
21:00 – 22:30
Pequeno Auditório

Música x
JENNY HVAL
Classic Objects
21:00
Auditório Emílio Rui Vilar

Arte Visuais x
FEIRA DE LIVROS DE ARTE
Entrada da Culturgest
11:00 – 13:30
15:00 – 18:30

Campeã Nacional de Obediência Canina dá aula no MAR Shopping Algarve

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O MAR Shopping Algarve recebe, no próximo domingo, dia 29 de maio, pelas 16h00, a atual campeã nacional de obediência desportiva. Luísa Bartolomeu, que também será a representante de Portugal no próximo campeonato do mundo de obediência da Federação Cinológica Internacional, irá proporcionar uma aula de obediência, para que os donos aprendam a treinar melhor os seus cães.

 

 

Antes do início da aula os participantes vão poder assistir a uma demonstração de treino do binómio algarvio, atualmente campeão nacional, e ficar a conhecer a dupla Luísa Bartolomeu e Maet, a cadela pastor belga. Segue-se uma aula onde será possível aprender a andar à trela sem puxar, sentar, deitar, vir à chamada e divertir-se a ultrapassar alguns obstáculos, além de testar o conhecimento do dono(a) enquanto detentor de canídeo.  A participação no evento tem um custo de 15 euros e os lugares são limitados, sendo que o valor angariado irá reverter integralmente para apoiar a deslocação de Luísa Bartolomeu ao Campeonato Mundial daqui a menos de um mês.

 

Luísa Bartolomeu é uma apaixonada por cães, que descobriu a vocação para treinar os amigos de quatro patas desde os 18 anos. Ao longo da vida, a paixão pelo treino e pela competição tem-na levado a viajar por diferentes países e a aprender vários métodos e ferramentas de trabalho. Vencedora pelo Clube Português de Canicultura, a campeã nacional prepara-se agora para o desafio de representar Portugal no campeonato do mundo, que se realizará na Dinamarca em junho.

 

Este evento tem o certificado de excelência da escola de treino canino Iron Dog Algarve, a qual atribuirá um diploma de participação a cada binómio. Quem não puder ou quiser participar com cão, poderá ainda fazer um donativo no local, no dia do evento. A inscrição é feita através do link: https://forms.gle/7za6hTufzJtMzEAK6

 

Arquiteto e artista guineense Marinho de Pina debate descolonizar a descolonização na Católica

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Dia 27 de maio, às 19h00, na Universidade Católica no Porto,

“Até onde vão os limites da descolonização e da colonização? Como podemos descolonizar a descolonização, quando os donos do poder são quem controla o discurso?” Estas e outras questões serão temas em debate com Marinho de Pina, arquiteto e artista guineense, que irá encerrar o ciclo de aulas abertas 2022 da Escola das ArtesA sessão vai decorrer no dia 27 de maio, às 19h00, no FabLab do Edifício do Restauro da Universidade Católica, no Porto. A entrada é aberta a toda a comunidade.

O artista convidado pela Escola das Artes, Marinho de Pina, assinou um conjunto de projetos arquitetónicos como a modelação tridimensional e renderização de projeto artístico “Namibia Today” de Kasper König & Laura Horelli para o Pavilhão Alvar Aalto em Veneza (2018), e o projeto da Casa Pina em Bissau, na Guiné-Bissau (2017). Em 2017, venceu o Poetry Slam Lisboa (2017), o Concurso de Ensaios sobre Arquitetura do Departamento da Arquitetura da Universidade Lusófona (2009), entre outros. Assina também duas curtas-metragens: "A Minha Escola" e "Kankuran", ambos de 2016. Nesta sessão, serão discutidas as possibilidades de considerar factos históricos e presentes moldam os discursos descolonizantes ou que deviam moldar os discursos descolonizantes mas não são considerados.

 

O programa das Aulas Abertas 2022 da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto integra artistas, investigadores e ativistas de áreas e contextos distintos. Os encontros têm como objetivo contribuir para os debates contemporâneos que circundam as práticas artísticas e o pensamento crítico. Entre fevereiro e maio, realizaram-se aulas abertas com Luiz Camillo Osorio, Ângela Ferreira, Ulrich Baer, Manthia Diawara, Rosangela Rennó e Jessica Sarah Rinland.

 

 

AULA ABERTA COM MARINHO DE PINA

  • 27 de maio · 19H00

Entrada Livre

Escola das Artes

Universidade Católica Portuguesa no Porto

Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

Escola das Artes recebe aula aberta do professor alemão Ulrich Baer

Para assistir, dia 10 de março, às 18h30, na Universidade Católica no Porto

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A Escola das Artes da Universidade Católica no Porto promove mais uma sessão do novo ciclo de aulas abertas. Desta vez, a aula aberta contará com a presença de Ulrich Baer e terá lugar já no próximo dia 10 de março, às 18h30. Ulrich Baer é professor da New York University (NYU) e diretor do Center for the Humanities da mesma universidade, onde leciona fotografia e literatura. O tema da sua aula aberta será "Photography as Witness: On some Distinctions between Documentary and Testimonial Images" ("Fotografia como testemunho: algumas distinções entre imagens documentais e testemunhais").

 

A obra Ulrich Baer inclui livros sobre uma variedade de tópicos como poesia, fotografia, liberdade de expressão, 11 de setembro, testemunhos do Holocausto, bem como um romance distópico (We Are But a Moment, 2017) e uma coleção de histórias (Beggar's Chicken: Stories from Shanghai, 2012). Bauer traduziu e editou ainda vários volumes dos escritos de Rainer Maria Rilke, e mais recentemente Rilke on Love (2020) e The Dark Interval: Letters on Loss, Grief, and Transformation (2018). Recebeu duas vezes o prémio de ensino da NYU.

 

Nesta aula aberta, Baer procurará investigar a forma como as imagens são agentes decisivos no nosso mundo em transformação. Neste sentido, o investigador tentará explicar algumas diferenças entre testemunhos e representação para mostrar como as imagens se podem tornar agentes de mudança em vez se serem meras reflexões de uma determinada realidade.

 

Daniel Ribas, coordenador do mestrado em Cinema da Escola das Artes, salienta “Nestas sessões públicas abertas à comunidade, os nossos estudantes entram em contacto com artistas, curadores e pensadores que estão na vanguarda das suas respetivas áreas. Esta é uma dimensão fundamental para que no seu desenvolvimento artístico e profissional possam ganhar consciência sobre as discussões que marcam o meio artístico e o pensamento crítico. Os nossos alunos crescem em diálogo com o meio artístico e preparados para criar trabalho de grande relevância.”

 

O programa das Aulas Abertas 2022 da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto integra artistas, investigadores e ativistas de áreas e contextos distintos. Os encontros têm como objetivo contribuir para os debates contemporâneos que circundam as práticas artísticas e o pensamento crítico.

 

As aulas abertas arrancaram no mês de fevereiro e além de Ulrich Bauer, os outros nomes já confirmados são Manthia Diawara (17 de março), Ângela Ferreira (21 de abril), Rosangela Rennó (28 de abril), Filipa Lowndes Vicente (12 de maio), Jessica Sarah Rinland (19 de maio) e Marinho de Pina (26 de maio).

 

As Aulas Abertas são de entrada gratuita e realizam-se às quintas-feiras (18h30), entre fevereiro e maio de 2022, no Auditório Ilídio Pinho na Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa.

 

AULA ABERTA COM ULRICH BAUER

  • 10 MARÇO · 18H30

Entrada Livre

Escola das Artes da Universidade Católica

Rua de Diogo Botelho, 1327, 4169-005 Porto

 

Espaço Favo – Alhos Vedros: Aulas abertas de pintura com Vítor Moinhos

 

O Espaço Favo - Fábrica de Artes Visuais e Ofícios, em Alhos Vedros, recebe, a partir de novembro, todas as quintas-feiras, das 17:00h às 19:00h, aulas abertas de pintura com Vítor Moinhos.

 

Esta iniciativa é dirigida à população em geral e não requer conhecimentos prévios sobre esta arte por parte dos participantes.

Mais informações em div.cultura@mail.cm-moita.pt.

 

O Espaço FAVO foi inaugurado a 12 de julho de 2018. Uma área para o Movimento Associativo, o Espaço Oficina, a Residência Artística, reservada a projetos de experimentação individuais ou coletivos, e um Espaço Polivalente complementam o FAVO. Este espaço foi criado no âmbito do Programa Municipal de Reabilitação Urbana – Moita 2025, através da revitalização do Mercado Municipal de Alhos Vedros, que contou com o cofinanciamento do FEDER – Programa Portugal 2020.

A Exposição de Pintura de Vítor Moinhos “Inquietações II” inaugurou o espaço.