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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Souto Rock 2024

 

 

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O festival Souto Rock está de regresso a Barcelos, em 12 e 13 de julho, para a 18.ª edição. Maquina, Sunflowers e Hetta atuam no Largo do Souto, na freguesia de Roriz, e a entrada é livre. 

 

A primeira noite abre, às 22:00, com uma das mais recentes bandas de Barcelos, Nada Ético. Também Os Overdoses, fundados por João Pimenta (10.000 Russos e Green Machine), fazem a sua estreia no festival para apresentar o disco de estreia “All Killers! No Fellers”, editado em 2024. 

Com música nova, os Sunflowers prometem incendiar o Largo do Souto. A banda do Porto apresenta “A strange feeling of existential angst” (2023). Para fechar o palco principal, o techno-punk dos Maquina. vai fazer as delícias dos amantes das pistas de dança. 

A noite de sexta-feira fecha com dj set de Dedos Bionicos + Lovers&Lollypops, no Plátano Koberto. 

 

Já no sábado, 13 de julho, Them Flying Monkeys serão os responsáveis por abrir o palco principal, seguindo-se a eletricidade dos Dead Club e o regresso dos 800 Gondomar. A banda do Porto, que atuou em 2018 no festival, está de regresso a Roriz com o novo álbum “São Gunão” (2024), lançado após uma pausa de alguns anos. 

O Largo do Souto encerra com Hetta, banda oriunda do Montijo, que tem sido responsável por colocar o punk hardcore nos principais palcos nacionais. 

O fecho do festival está a cargo da dupla local de djs Carlos & Custódio, também na já mítica sala do Plátano Koberto. 

“Estarão reunidas em Roriz algumas das mais entusiasmantes bandas de rock nacionais do momento e com certeza que voltaremos a ter uma boa e grande festa”, vinca o promotor Leonel Miranda.

 

O Souto Rock é um festival organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz desde 2005, que junta nomes emergentes da música nacional num ambiente de convívio típico das festas do Minho. Conta com o apoio do Município de Barcelos e Junta de Freguesia de Roriz.

 

Todos os espetáculos do Souto Rock 2024 são de entrada livre e o campismo é gratuito.

Exposição Quem és tu?, do D. Maria II, em Amarante e Barcelos no início do ano

Depois de ter percorrido 8 concelhos do país em 2023, a exposição, com curadoria de Tiago Bartolomeu Costa, chega a Amarante e Barcelos no primeiro trimestre de 2024. Seguir-se-á depois uma temporada em Lisboa, no Museu Nacional do Teatro e da Dança, de 6 de junho a 29 de dezembro.

 

A inauguração na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, em Amarante, acontece já no próximo sábado, dia 13 de janeiro, às 16h.

 

Exposição Quem és tu (Águeda)_©JoãoVersosRo

Depois de ter percorrido 8 concelhos de Portugal continental e Ilhas, desde março de 2023, a exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país, com curadoria de Tiago Bartolomeu Costa, inaugura-se em Amarante no próximo sábado, dia 13 de janeiro, onde ficará patente até dia 3 de fevereiro. Segue-se depois uma temporada em Barcelos, de 9 de fevereiro a 2 de março, e um período de quase sete meses em Lisboa, de 6 de junho a 29 de dezembro.

 

Uma exposição do Teatro Nacional D. Maria II, desenvolvida em parceria com a Comissão Comemorativa dos 50 anos do 25 de Abril e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, acompanhando a história do Teatro ao longo de quase 100 anos, desde 1929 até à atualidade.

 

A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo. Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se e definiu-se na relação com o regime. Recuperando a relação da companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional, esta exposição pensa as relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão.

 

A partir de materiais documentais – figurinos e trajes, fotografias, registos sonoros e audiovisuais, programas, objetos de cena, imprensa –, produz-se um comentário crítico à história social e política que o país construiu, observando a permeabilidade e a resistência do teatro a essas realidades.

 

A inauguração em Amarante terá lugar na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, no próximo sábado, dia 13 de janeiro, às 16h, seguida de uma visita guiada com o curador, Tiago Bartolomeu Costa. Da programação da exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país, em Amarante, fazem ainda parte outras visitas guiadas, uma oficina para famílias, no dia 27 de janeiro, às 11h, com coordenação de Vera Santos, e um debate, também a 27 de janeiro, às 17h, em torno do tema “As mulheres e o teatro, das Cartas Portuguesas a Agustina”, com a participação de Carlos Pimenta e Marinela Freitas e moderação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

Depois de Amarante, será a vez de Barcelos e Lisboa conhecerem esta exposição, integrada no projeto Odisseia Nacional, do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2024, será também lançado um catálogo desta mostra, numa edição TNDM II/Bicho-do-Mato (coleção “Estudos”), com coordenação de Tiago Bartolomeu Costa, que dará conta de um período da história do D. Maria II, traçando paralelismos com a realidade política e social do país, à época.

  

 

Mais informações sobre a exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país aqui.

Ópera made in Portugal: o Festival Informal de Ópera em Barcelos pela primeira vez

 

Barcelos vai acolher o festival, nos dias 22 e 23 de setembro.

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Setembro marca o regresso de um dos mais originais festivais do panorama artístico nacional. Depois de Braga, nos dias 14 e 15 de setembro, será a vez de Barcelos acolher o Festival Informal de Ópera nos dias 22 e 23 de setembro, sexta-feira e sábado, sendo a primeira vez em que o formato se desloca para outra localização além da cidade que o viu nascer em 2021.

Idealizado por uma associação de artistas em colaboração com a Sinfonietta de Braga e tendo como principais mecenas a Direção Geral das Artes, a Câmara Municipal de Braga e a Câmara Municipal de Barcelos, a proposta do FIO assume um formato único que estabelece uma relação entre a cidade, o público, os artistas e as peças musicais apresentadas.

Em Barcelos, o Theatro Gil Vicente será o anfitrião desta iniciativa, cujos bilhetes são gratuitos (se bem que limitados à lotação do espaço). Já em Braga, foram quatro os emblemáticos espaços a receber estas óperas criadas especificamente para estas localizações: no dia 14 de setembro, foi a vez do Museu Nogueira da Silva e do Museu dos Biscainhos; no dia seguinte, o FIO decorreu no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho e no Auditório Adelina Caravana no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian.

“Nesta segunda edição, as expectativas não podiam estar mais altas por apresentarmos o conceito a Barcelos, uma cidade que, desde o primeiro momento, se mostrou interessada e que soube valorizar uma proposta cultural tão diferenciada quanto esta. Representa um enorme passo para o FIO e estamos confiantes de que seremos muito bem recebidos pelo público barcelense”, acrescenta Francisco Fontes, membro da Direção Artística do FIO e compositor de uma das óperas do certame.

No total, são quatro as óperas da autoria de quatro compositores portugueses, desenvolvidas em exclusivo para o FIO:

  • O Concílio Celeste, com música de Fátima Fonte, texto de Patrícia Portela e encenação de Sónia Batista;
  • Maria Magola, com música de Francisco Fontes, texto de Marta Pais de Oliveira e encenação de Daniela Cruz;
  • Oráculos & Ladainhas, com música de Sofia Sousa Rocha, texto de Tiago Schwäbl e encenação de António Torres;
  • In(opeRA)VEL, com música de Sara Ross, texto de Tiago Schwäbl e encenação de Joana Providência.

São assim dois os dias a reservar na agenda para descobrir a cidade minhota pela mão de ópera made in Portugal. Vamos à ópera? Em Barcelos nos dias 22 e 23 de setembro, sendo que os bilhetes são gratuitos mas limitados à lotação do espaço.

Vaudeville Rendez-Vous “enche” cidades minhotas com circo contemporâneo

Evento: Vaudeville Rendez-Vous

Local: V.N. Famalicão, Braga, Barcelos, Guimarães

Dias: Até 27 de julho

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Após o espetáculo de abertura de ontem – a estreia de “A Simple Space” do grupo Gravity & Other Myths –, o Vaudeville Rendez-Vous regressa hoje às cidades de Braga, Guimarães, Barcelos e Famalicão. O mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta uma programação diversificada, com 40 atividades públicas – 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta e seis estreias nacionais –, a decorrer até sábado, dia 27. Todas os espetáculos e atividades são gratuitas.

Hoje, às 22h00, em Barcelos, Elvis Mendes – vencedor da primeira Bolsa de Criação do Festival, atribuída no ano passado – apresenta “A Fábrica da Mentira”, uma estreia absoluta. À mesma hora, mas em Braga, o grupo inglês Gandini Juggling estreia o espetáculo “Sigma”, um diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana. Durante os restantes dias do Festival há mais espetáculos a não perder, como “Augustus”, de Jonathan Frau e Jorge Lix, amanhã, às 19h00, em Famalicão; ou “Um belo dia”, de Dulce Duca, dia 27, às 11h00, em Barcelos. É, ainda, possível, participar nas oficinas de circo e assistir às restantes propostas da edição deste ano do Vaudeville Rendez-Vous.

 

Festival Vaudeville Rendez-Vous arranca já na próxima semana

De 24 a 28 de julho, na malha urbana da região minhota

Festival de circo contemporâneo apresenta 40 atividades, durante quatro dias, em quatro cidades do Minho. Todos os espetáculos são gratuitos

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É já na próxima semana que tem início o mais influente festival de circo contemporâneo da região norte do país. A sexta edição do Vaudeville Rendez-Vous, a decorrer entre 24 e 28 de julho, em quatro cidades do Minho – Famalicão, Guimarães, Braga e, pela primeira vez, em Barcelos, –, apresenta 40 atividades públicas, nomeadamente 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais. 

 

Mais de 50 artistas, de diferentes geografias, vão revelar todo o potencial do circo contemporâneo, apresentando espetáculos que conjugam engenho e inovação. A abrir a sexta edição, no dia 24 de julho, o Vaudeville Rendez-Vous recebe, pela primeira vez, uma companhia australiana. A Gravity & Other Myths vai apresentar o seu espetáculo “A Simple Space”, em Barcelos, às 22h00. O grupo de sete acrobatas vai desafiar os seus limites físicos, acompanhado por uma percussão tocada ao vivo.

 

Outro dos muitos destaques dos primeiros dias da edição de 2019 é a performance da companhia inglesa Gandini Juggling, que estreia o seu espetáculo “Sigma”, no dia 25 de julho, em Braga, às 22h00. Interpretado por quatro malabaristas mulheres de origem inglesa e indiana, onde se inclui a conceituada bailarina Seeta Patel – uma referência na interpretação da dança clássica indiana Bharatanatyam –,o espetáculo celebra o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e “confirma a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”.

 

Circo contemporâneo no feminino

A criação da Gandini Juggling é um dos três projetos interpretados e concebidos por mulheres nesta edição do Vaudeville Rendez-Vous, uma participação no feminino que o festival pretende incentivar e ampliar em edições futuras. As outras propostas são “Chá das Cinco”, da companhia nacional Coração nas Mãos –  que vai ser apresentado no dia 25 de julho, às 19h00, em Barcelos; no dia 26, às 19h00, em Braga; e no dia 27, às 19h00, em Guimarães –, e o projeto “Um belo dia”, da portuguesa Dulce Duca, no dia 27 de julho, às 11h00, em Barcelos, uma combinação de teatro físico e malabarismo, que culmina num universo poético, entre a realidade e o absurdo.

 

Atividades paralelas marcam a programação do Vaudeville

Não é preciso ser-se especialista de circo ou estudante para proceder à inscrição nas oficinas da sexta edição do Vaudeville. Durante os quatros dias do Festival, vão decorrer três workshops – acrobacia aérea, manipulação de objetos e equilíbrio –, também de entrada gratuita, nas quatro cidades. A par das oficinas, o programa contempla ainda um debate sobre redes de cooperação artística, no dia 27 de julho, e um showcase, no dia 26 de julho, que pretende promover e mostrar junto de programadores nacionais e internacionais a criação portuguesa de circo contemporâneo. Com estas iniciativas, o Vaudeville Rendez-Vous, criado pelo Teatro da Didascália, destaca-se, mais uma vez, pela sua diversidade e afirma o seu compromisso de valorização e projeção do circo contemporâneo. É a partir da força regional que o festival pretende dinamizar a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses, através das redes europeias que o festival integra – CircusNext e Circostrada.

 

Vaudeville Rendez-Vous "abre" sexta edição com estreia nacional

Amanhã, quarta-feira, em Barcelos, às 22h00

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Entre 24 e 27 de julho, o mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta mais de 40 atividades gratuitas no Minho

 

É já amanhã, quarta-feira, que arranca a sexta edição do mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país, com a estreia de “A Simple Space”, do grupo australiano Gravity Others Myths. O momento está agendado para as 22h00, no Largo da Porta Nova (Chafariz), em Barcelos. Este é apenas o primeiro espetáculo dos quatro dias do evento que decorre em simultâneo nas cidades de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, entre 24 e 27 de julho.

 

Criado e organizado pelo Teatro da Didascália, o Festival Vaudeville Rendez-Vous apresenta o melhor do que se tem produzido a nível nacional e internacional do circo contemporâneo, através de uma vasta programação. No total, vão ser mais de 40 atividades públicas – nomeadamente, 28 apresentações de 13 espetáculos, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais – a marcar a programação. Em paralelo, decorrem atividades complementares, como três oficinas, um showcase, um laboratório de criação para o circo contemporâneo e um debate sobre as redes de cooperação artística.

 

Estreias nacionais marcam a programação de Vaudeville

Além da estreia nacional do espetáculo inaugural desta sexta edição, o Vaudeville recebe “Sigma”, do grupo inglês Gandini Juggling, com a “deslumbrante” bailarina e coreógrafa especializada na dança clássica indiana Betaatanatyam, Seeta Patel. A celebrar o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e a confirmar “a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”, “Sigma” – composto apenas por mulheres – pode ser visto no dia 25 de julho, às 22h00, em Braga; e no dia 27 de julho, às 22h00, em Guimarães.

 

O par de acrobatas Amir and Hemda estreia “Zoog”, um jogo de amor e ódio que representa a história íntima do casal, com os seus altos e baixos, intimidade, e a alegria inerente à construção de todas as relações. O espetáculo vai ser apresentado em Guimarães, no dia 25 de julho, às 19h00, mas pode ainda ser visto em Barcelos, no dia 26, às 19h00; em Braga, dia 27, às 11h00; e em Famalicão, dia 27, às 19h00.

 

A completar as estreias nacionais do Festival Vaudeville Rendez-Vous está o espetáculo “Pelat”, de Joan Català – performance original que combina dança, teatro e circo – e “Furieuse Tendresse”, de Cirque Exalté, um espetáculo que expressa a intensidade da vida e do instante. O primeiro vai ser apresentado em Famalicão, no dia 25; em Guimarães, no dia 26; e em Barcelos, no dia 27, todos às 19h00. O segundo, do grupo francês, pode ser visto no dia 25, em Famalicão, às 22h00; no dia 26, às 22h00, em Barcelos; e em Braga, no dia 26, às 19h00.

 

Vaudeville apresenta Bolsa de Criação e outras coproduções

Após a atribuição, no ano passado, da primeira Bolsa de Criação a Elvis Mendes, aluno finalista do INAC, o Festival Vaudeville recebe este ano em estreia absoluta o resultado da parceria. “Fábrica da Mentira” estreia-se em Barcelos, no dia 25 de julho, às 22h00, e pode ser visto, ainda, em Famalicão, no dia 26, às 22h00. O Festival é, ainda, coprodutor da peça “Angustus”, do francês Jonathan Frau e do português Jorge Lix. A estreia está marcada para dia 26 de julho, em Vila Nova de Famalicão, às 19h00, e será apresentada ainda no dia 27, em Guimarães, às 11h00.

 

A completar o eixo da Inovação Artística, o festival é também palco da apresentação da criação coletiva do Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC). Com direção de Roberto Magro, os alunos da primeira instituição de formação circense do norte do país apresentam a sua criação “Before The Rain”, no dia 25 de julho, às 22h00, em Guimarães. Dia 27 de julho, às 22h00, poderá ser visto em Braga.

 

O Vaudeville Rendez-Vous – reconhecido pelo júri internacional do Europe For Festivals/Festivals For Europe, com o selo EFFE Label 2019-2020 – tem como missão a sensibilização da comunidade para as artes circenses e a formação de novos públicos. O Festival integra, ainda, as redes europeias CircusNext e Circostrada que impulsionam a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses. A última edição daquele que é considerado o mais influente festival de circo contemporâneo do país reuniu mais de 15 mil pessoas em Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e contou com mais de 60 artistas portugueses e internacionais.

 

Programação Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous 2019: http://bit.ly/2Sl4xxU

O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – criado pelo Teatro da Didascália, companhia de Vila Nova de Famalicão –  assinala em 2019 a sua sexta edição e decorre nos espaços públicos de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, com o apoio dos respetivos municípios. O Festival tem como objetivo promover a valorização da criação nacional nas áreas do circo contemporâneo, teatro físico e formas transdisciplinares. O projeto é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte, Norte 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Theatro Gil Vicente recebe uma Argila que não quer ser “domada”

Teatro da Didascália_Argila_©Projeto - Paulo Pim

 

Espetáculo: Argila: no princípio era o Verbo

Local: Theatro Gil Vicente, Barcelos

Data: 19 de maio

Preço: Entrada gratuita

Horário:

Domingo, às 16h00

 

Depois de passagens por Ovar e Porto, Argila: no princípio era o Verbo, nova criação do Teatro da Didascália, chega ao Theatro Gil Vicente, em Barcelos. Este domingo, às 16h00, o palco reveste-se de meia tonelada de argila, com a qual três intérpretes – André Araújo (bailarino), Ariana Silva (artista de circo) e Cláudia Berkeley (atriz) – batalham pelo protagonismo, mas acabam por ser obrigados a ceder o papel principal à argila.

 

O espetáculo é o terceiro e último projeto da companhia – após a criação de One Man Alone (2014) e O Vigilante Nocturno (2018) – que tem por base a exploração da matéria e dos materiais. A atuação em Barcelos está integrada na iniciativa europeia Bom dia Cerâmica, que conta com outras atividades espalhadas pela cidade. A entrada na peça só é permitida a maiores de 12 anos e é gratuita.

 

Pela 1ª vez, Orquestra XXI promove Concertos de Natal

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A Direção Regional de Cultura do Norte é parceira do Ciclo de Concertos de Natal da Orquestra XXI que, nos dias 21, 22 e 23 de dezembro, vão decorrer em Barcelos, Vila Real e Porto.

Este ano, o Coro e Orquestra XXI apresentam-se, pela primeira vez, em digressão em dezembro, com um programa inteiramente preenchido com obras escritas para o Natal. 

Desenvolvidos em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte, estes Concertos de Natal irão passar pelo Convento de São Salvador de Vilar de Frades (Barcelos, dia 21 dezembro, 21h00), pela Igreja de São Domingos (Sé de Vila Real, dia 22 dezembro, 21h00) e pela Igreja dos Clérigos (Porto, dia 23 dezembro, 17h00).

O programa é centrado na Oratória de Natal de J. S. Bach, da qual serão apresentadas as duas primeiras cantatas, para além de alguns dos Responsórios para o Natal de Duarte Lobo e do Concerto Grosso para a noite de Natal de A. Corelli. 

Todos os concertos são de entrada livre.

Sobre a Orquestra XXI

A Orquestra XXI nasceu em 2013, fruto da vontade de reunir o crescente número de músicos portugueses residentes no estrangeiro, para que pudessem partilhar com o seu país de origem as suas experiências e o seu trabalho. Desde então, a Orquestra XXI tem-se apresentado de Norte a Sul do país sempre com o objetivo de levar concertos a um público o mais diversificado possível, tanto nas grandes cidades como em locais com atividade cultural menos regular, sob a direção do seu maestro fundador Dinis Sousa.

Tendo-se afirmado rapidamente como um dos mais destacados projetos na atualidade musical portuguesa, a Orquestra XXI conquistou imediatamente o público português e a crítica especializada, apresentando-se regularmente nas mais prestigiadas salas nacionais, como a Casa da Música, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém. 

Contando desde 2016 com a participação de cantores, com a criação do Coro XXI, a programação da Orquestra XXI espelha a flexibilidade dos seus músicos, estendendo-se desde obras como a Paixão Segundo S. João, de Bach, até à estreia de obras de compositores portugueses, passando pelo inquestionável repertório sinfónico de compositores como Beethoven, Brahms ou Tchaikovsky. A orquestra trabalhou com solistas como o pianista Artur Pizarro, o tenor James Gilchrist ou o violetista Jano Lisboa e, recentemente, contou com a colaboração do Coro Gulbenkian na apresentação da oratória de Schumann "Das Paradies und die Peri" para o encerramento dos Dias da Música em Belém.

 

 

 

Feira do Livro de Barcelos com perfume a Buganvília!

A edição deste ano da Feira do Livro de Barcelos acolhe no dia 2 de Julho, pelas 22 horas, a música de Buganvília – João Afonso e Rogério Pires, dois amigos que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única. A marca autoral de ambos e a comum valorização da palavra cantada tornA edição deste ano da Feira do Livro de Barcelos acolhe no dia 2 de Julho, pelas 22 horas, a música de Buganvília – João Afonso e Rogério Pires, dois amigos que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única. A marca autoral de ambos e a comum valorização da palavra cantada tornam-se mais nítidas no formato intimista deste concerto: apenas vozes e guitarras.am-se mais nítidas no formato intimista deste concerto: apenas vozes e guitarras.

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Uma viagem musical de dois músicos de excepção, que nesta ocasião contarão com a presença especial da cantora galega Uxía e do guitarrista brasileiro Sérgio Tannus, cimentando os laços culturais que unem Galiza e Portugal.

Mais informações sobre o evento aqui.

 

Guta Naki ao vivo em Barcelos

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Depois de mais de uma dezena de concertos dados no início do ano, um pouco por todo o país, os Guta Naki voltam a pisar um palco, a convite do ciclo Subscuta. O concerto acontece no dia 1 de Abril, no Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, e é mais uma oportunidade de conhecer ao vivo os temas que dão vida ao álbum de estreia homónimo.

Guta Naki” está à venda nas lojas e também no site da editora, a Meifumado, onde podem comprar o CD ou fazer o download em MP3 (320Kps) e/ou AIF (qualidade CD).


REVIEWS
“(…) o trio que, logo na estreia, produziu um disco repleto de motivos de interesse e urgente na descoberta. Uma voz versátil e libertadora (…) e canções pop que, de certo, vão resistir ao tempo.”
Por Henrique Amaro, in Portugália 2.0/Antena 3, 2 Fev’11

“As canções insinuantes e misteriosas dos Guta Naki.”
In Expresso, 28 Jan’11

“Formados em 2008 fazem canções quase por magia.”
In Cotonete, 28 Jan’11

“… o que não falta por aqui é sofisticação sonora e trabalho de harmonia, canções que se estendem longamente (…) com gritos e sussurros, travagens e acelerações, e às quais nunca falta ambição.”
In Time Out Lisboa, 22 Dez’10

“Um filme sempre pop, mas nunca óbvio.”
In Disco Digital, 20 Dez’10

“Na sua estreia homónima, os Guta Naki inquietam, seduzem e no final deixam-nos descansados: a nova pop portuguesa está em boas mãos.”
In Sapo Música, 17 Dez’10

“O álbum homónimo dá provas de uma lufada de ar fresco.”
In Jornal de Notícias, 16 Dez’10

“Na última semana, chegou-nos a estreia dos Guta Naki, um trio sem história para contar e com um disco para a história deste ano. É bom nas palavras, na intensidade e nas canções. Não os vamos perder de vista.”
Por Henrique Amaro, in Portugália 2.0/Antena 3, 6 Dez’10

“Talvez se tratem de histórias repetidas do quotidiano português, mas a nova coqueluche da música portuguesa, Guta Naki, contam-nas de uma maneira diferente.”
In Mundo Universitário, 6 Dez’10

“Uma voz expressiva, letras que evitam lugares comuns e atmosferas de muitos tons e sabores.”
In Sapo Música, 3 Dez’10

“Não é difícil desfrutar deste primeiro álbum dos Guta Naki.”
In Jornal de Letras, 1 Dez’10

"São, ao todo, 11 temas que vale a pena conhecer."
In Jornal Destak, 29 Nov’10

"Bom gosto a toda a prova e um excelente arranque para quem quer fazer canções com vida própria e texto sentido."
In Jornal I, 27 Nov’10