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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição CRISTINA GARCÍA RODERO | Terra dos Sonhos Braga

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De 13 de outubro a 9 de novembro

Com a colaboração da Câmara Municipal de Braga

 

 

TERRA DE SONHOS

CRISTINA GARCÍA RODERO

 

Braga recebe a exposição de fotografia "Terra de Sonhos" que mostra a singularidade e a assimetria do mundo rural da Índia. Através das fotografias realizadas pela fotógrafa Cristina García Rodero, a exposição pretende dar voz às mulheres das comunidades rurais de Anantapur (Andhra Pradesh) e destacar o seu poder na transformação das suas comunidades. Cristina García Rodero soube entrar neste mundo, fundir-se na alegria e no sofrimento daqueles que encobrem, com cor e graciosidade, o claro-escuro (chiaroscuro) da sua própria existência.

 

A exposição "Terra de Sonhos", organizada pela Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI e a Câmara Municipal de Braga, é composta por 40 fotografias e faz parte do programa "Arte na rua", através do qual a Fundação ”la Caixa” pretende aproximar a arte às pessoas fora do contexto habitual dos museus e das salas de exposições.

 

 

Terra de Sonhos. Cristina García Rodero. Lugar: Praça da República. Datas: De 13 de outubro a 9 de novembro de 2021. Organização e produção: exposição organizada pela Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI e a Câmara Municipal de Braga. Fotografias e curadoria: Cristina García Rodero. Assessor: Josep Giralt.

 


@FundlaCaixaPT

#Artenarua

#TerradeSonhosFundlaCaixaBPI

 

O Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio; o Curador da Fundação ”la Caixa” e Presidente Honorário do BPI, Artur Santos Silva, e a Fotógrafa e Comissária da Exposição, Cristina García Rodero, apresentam hoje a exposição "Terra de Sonhos. Cristina García Rodero", uma exibição fotográfica que reflete a vida quotidiana dos habitantes de Anantapur, no Estado de Andhra Pradesh, uma das zonas mais pobres da Índia, onde vivem as comunidades mais desfavorecidas e vulneráveis do país.

 

Sendo a cultura e a arte ferramentas essenciais para promover o desenvolvimento dos cidadãos, a Fundação ”la Caixa” procura contribuir para a sensibilização do público através do acesso a conteúdos artísticos, designadamente nas exposições itinerantes que organiza.  

 

Em particular, com o seu programa "Arte na rua", a Fundação ”la Caixa” procura transformar o espaço público num museu ao ar livre e levar ao público o trabalho de artistas de renome internacional, desta forma, contribuindo para democratizar o acesso à arte.

 

Cristina García Rodero foi convidada a documentar as condições de vida das comunidades de Anantapur, na Índia.  Durante um mês e meio, García Rodero visitou hospitais, centros de acolhimento de mulheres vítimas de violência, oficinas, escolas e casas, realizando fotografias que dão voz a pessoas que são, muitas vezes, esquecidas: crianças, pessoas com deficiência e, especialmente, mulheres. Mães, camponesas, costureiras, noivas de diferentes religiões, professoras, enfermeiras e estudantes têm um papel de destaque neste projeto, pois representam um dos principais motores na transformação das comunidades de Anantapur.

 

A exposição entra no mais sensível e mágico do mundo feminino e na força e capacidade de superação das mulheres em Anantapur. Persistente e excessiva, Cristina García Rodero soube entrar neste mundo e fundir-se na alegria e no sofrimento daqueles que encobrem, com cor e graciosidade, o claro-escuro (chiaroscuro) da sua existência.

 

O resultado deste projeto são 40 fotografias: uma seleção de imagens representativas das comunidades rurais da Índia, que cativam pela sua qualidade de composição e de vivência.

 

Através do seu trabalho, García Rodero propõe-nos uma forma particular de ver a Índia, um mundo complexo e fragmentado. Cada fotografia constrói um código visual coerente e, sobretudo, transcendente. A imagem que se transforma em arte.

 

Programa “Arte na Rua”

O programa "Arte na rua" iniciou-se em Espanha em 2006 e, desde então, tem dado a conhecer ao público artistas de referência da modernidade, como Auguste Rodin ou Henry Moore, assim como artistas contemporâneos, como Manolo Valdés, Igor Mitoraj ou, mais recentemente, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado.

 

É neste quadro que a Fundação ”la Caixa”, em conjunto com o BPI e com a Câmara Municipal de Braga, apresenta a exposição "Terra de Sonhos" que,depois de Beja, Cascais, Aveiro e Santarém, chega agora a Braga.

 

Cristina García Rodero, uma revolução no paradigma do olhar

 

Cristina García Rodero é uma figura da fotografia mundial, tanto pela sua personalidade, como pelo impacto nacional e internacional do seu trabalho. Nascida em Puertollano (Ciudad Real) em 1949, licenciou-se em Belas Artes pela Universidad Complutense de Madrid. Foi a primeira espanhola a ser admitida na prestigiada agência de fotojornalismo Magnum. De entre a sua vasta obra, destaca-se a "España oculta", que faz parte da Coleção ”la Caixa” de Arte Contemporânea.

 

Recebeu inúmeros prémios, incluindo o "World Press Photo" em 1993, o "National Photography Award" em 1996, o "FotoPres la Caixa" em 1997, o "PhotoEspaña" em 2000, o Prémio Godó de Fotojornalismo em 2000, as medalhas de ouro do Mérito em Belas Artes, em 2005 e em Castilla-La Mancha em 2016 e, recentemente, o prémio "PhotoEspaña", em 2017. É a primeira fotógrafa espanhola a ter um museu próprio, na sua cidade natal.

 

Anselmo Ralph e Gilmário Vemba juntos em espetáculo memorável

 

 

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Assim de repente, pode não estar a idealizar como é que Anselmo Ralph e Gilmário Vemba vão partilhar palco mas, o que lhe podemos garantir, é que as noites de dia 11 de novembro, no Coliseu de Lisboa e dia 12, na Altice Fórum Braga, vão ser memoráveis. E música e boa disposição não vão faltar, isso é certo!   

Esta é uma proposta que concilia no mesmo espaço e tempo as melodias de Anselmo Ralph e a comédia de Gilmário Vemba. Assim, o cantor irá recordar vários temas de sucesso com intervenções do humorista com o seu jeito peculiar de nos fazer rir.   

Mas Anselmo não vai “enfrentar” Gilmário sozinho. Nesta “batalha” que se prevê bastante desafiante e animada, saltarão em sua defesa para as luzes da ribalta vários dos seus amigos, também eles cantores. Nomeadamente, Damásio Brothers, Ive Greice, Maura Airez e Tyoz.    

O conceito deste novo espetáculo de Anselmo Ralph surgiu da vontade do próprio em fazer um concerto mais descontraído e que o aproximasse ainda mais dos fãs, havendo por isso, muita interação com o público presente.

 

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

 

Manuel de Oliveira | ENTRE-LUGAR ao vivo | Convidado Marco Rodrigues

MANUEL DE OLIVEIRA

"ENTRE-LUGAR" ao vivo | Participação especial de Marco Rodrigues

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MANUEL DE OLIVEIRA APRESENTA AO VIVO O ÁLBUM “ENTRE LUGAR”
Teatro Maria Matos – 19 de Outubro, 21h
Theatro Circo (Braga) – 22 de Outubro, 21h30
Cine Teatro Avenida (Castelo Branco) – 23 de Outubro, 21h30
 
Manuel de Oliveira apresenta ao vivo “Entre-Lugar”, um tributo ao lugar da metamorfose dos afetos e da cultura, que tanto nos foi limitado neste tempo.
 
Lisboa, Braga e Castelo Branco serão as cidades a receber o novo espetáculo que conta com a participação especial do fadista Marco Rodrigues. Manuel de Oliveira acompanha-se ainda com João Frade, Sandra Martins e José Silva (Zecas).
 
No final de 2020, em plena pandemia, Manuel de Oliveira editou o álbum “EntreLugar”, uma viagem musical em trio, com João Frade no acordeão e Sandra Martins no violoncelo, que contou ainda com as participações especiais do fadista Marco Rodrigues, do baterista Marito Marques e das Maria Quê. Um disco dedicado ao seu pai e mestre, o guitarrista Aprígio Oliveira.
 
Após ano e meio em que a situação pandémica condicionou, de forma particularmente dramática, a cultura e os artistas, eis que Manuel de Oliveira regressa ao contacto como público, apresentando-se ao vivo em outubro, primeiramente em Lisboa, no dia 19, no emblemático Teatro Maria Matos, seguindo-se, a 22, em Braga, no belíssimo TheatroCirco e finalmente, no dia 23, Castelo Branco, no Cine Teatro Avenida.
 
Mais datas anunciadas brevemente, dependendo da evolução das medidas de desconfinamento relativas aos espetáculos ao vivo.
 
 
Cique nas imagens para ver os vídeos "Nem ventos nem Madrugadas" com a participação de Marco Rodrigues e "Venham mais cinco"
 
 

 

 
 

"Sons do Noroeste": Uxía e Camané no Altice Fórum Braga para cantar um Encontro Luso-Galaico

A 29 de Agosto, com o Ideal Clube de Fado e o Projecto Cardo

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A 29 de Agosto, a cidade de Braga é palco de “Sons do Noroeste”, um programa dedicado às sonoridades da música gale­go-portuguesa nas suas mais variadas formas e declinações que, integrado no Encontro Luso-Galaico, revela um trabalho de criação e composição levado a cabo durante vários meses em 12 municípios do Alto Minho, envolvendo 11 coros musicais, 33 oficinas de escrita, 13 novos arranjos e 14 espectáculos que confluem no palco do Altice Fórum Braga.

 

A partir das 18 horas, o público pode ver e ouvir Uxía, uma das maiores embaixa­doras da música e poesia galego-portuguesa, que cantará o seu repertório e dois temas de fado acompanhada pelos músicos do Ideal Clube de Fado.

As vozes dos 11 grupos corais abrem o primeiro concerto, cantando os 13 novos arranjos para músicas tradicionais encomendados a composi­tores contemporâneos no âmbito do Encontro Luso-Galaico. Partindo da música de raiz tradicional minhota recolhida pelos seus recantos por diferentes etnomusicólogos e melómanos (entre eles Gonçalo Sampaio, Michel Giacometti, José Sardinha, Armando Leça, etc), foram seleccionadas 11 canções tradicionais que foram recriadas e musicadas para serem ensaiadas e apresentadas ao vivo por coros e com o acompanhamento de um ensemble profissional do dirigido pelo Projecto Cardo, constituído por 4 instrumentistas e 5 cantores.

 

Pelas 21 horas, o segundo concerto contará com a participação do trio galego Fransy, Davide e Cibrán, um grupo de música tradicional que une a tradição à vanguarda musical e oferece uma nova atmosfera à música tradicional com melodias intensas e para uma escuta profunda. Por sua vez, o Ideal Clube de Fado sobe ao palco para cantar os fados escritos no ciclo “Trobadores & Soldadeiras”, um projecto criado com o objectivo de recolher e preservar o património imaterial da música e poesia popular do espaço linguístico galego-português, recolhido numa série de oficinas e concertos musicais em itinerância pelo Alto Minho.

 

A encerrar “Sons do Noroeste”, uma voz maior da canção portuguesa sobe ao palco do Altice Fórum Braga: “Camané canta Marcenei­ro” é uma homenagem à figura mítica do fado tradicional e um dos melhores exemplos da extrema versatilidade de Camané, que apresenta o melhor da tradição enriquecida com a dose certa de risco.

 

Encontro Luso-Galaico é um projecto de programação e intervenção cultural no território do Minho que teve início com o ciclo “Trobadores & Soldadeiras”, desenvolvido com as comunidades locais pelo Projecto Cardo e pelo Ideal Clube de Fado. “Sons do Noroeste” materializa a recolha e composição com espectáculos que vão desde os sons mais tradicionais do folclore regional às expressões modernas do fado, cruzando ritmos e abordagens contemporâneas para representar e renovar o universo de raízes e influências da música do noroeste peninsular.

 

Como momento final deste projecto, o Encontro Luso-Galaico lança um livro/CD com uma compilação das músicas criadas para as canções seleccionadas dos cancioneiros galego-por­tugueses e dos fados escritos nas oficinas realizadas nos mu­nicípios do Alto Minho e Braga. Reunindo temas da música tradicional com arranjos contemporâneos e fados criados nas oficinas de escrita com as gentes do Minho, o novo cancioneiro ficará também disponível na Internet para pos­terior consulta e uso.

 

O projecto é co-financiado pelo Norte2020, Portugal 2020 e União Europeia através do fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) contando com a Fundação Consuelo Vieira da Costa, Associação para o Museu dos Transportes e Comunicações (AMTC), Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto-Minho) e Município de Braga como parceiros

Casa dos Crivos inaugura exposição sobre Amália Rodrigues

Iniciativa do Município de Braga e Fundação Amália Rodrigues

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O Município de Braga inaugura a 8 de Março, às 17h00, na Casa dos Crivos, a exposição “Bem-Vinda Sejas Amália”, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento de Amália Rodrigues.

“Bem-vinda sejas Amália” é uma exposição, organizada em quatro módulos, concebida pela Fundação Amália Rodrigues em parceria e coorganização com diversos municípios. A exposição assume-se como uma “tournée” de Amália por todo o país e conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Esta mostra pretende aproximar e levar Amália até às pessoas onde quer que elas estejam. Expressa o que se pensa que seria a vontade de Amália no ano em que se comemora o centenário do seu nascimento.

A exposição estará patente ao público até 29 de Março. A entrada é livre.

zet gallery acolhe exposição de artista luso-angolano Francisco Vidal | Oficina Tropical inaugura no sábado, às 16 horas

Inaugura no próximo sábado, às 16 horas, em Braga

 OFICINA TROPICAL DE FRANCISCO VIDAL

É A NOVA EXPOSIÇÃO DA ZET GALLERY

 

*Irreverência e espiritualidade pelo traço do artista luso-angolano

 *De entrada livre até dia 2 de maio

 

 

A zet gallery inaugura, no próximo sábado, dia 14, às 16 horas, OFICINA TROPICAL, uma exposição individual do artista plástico luso-angolano Francisco Vidal que apresenta uma centena dos seus mais recentes trabalhos. Com curadoria de Helena Mendes Pereira, “Oficina Tropical” é uma recriação expográfica que reúne pintura, desenho sobre papel, tela ou composições de catanas e intervenções utópico-instalativas, numa proposta artística carregada de irreverência, jazz e espiritualidade. De entrada livre pode ser visitada até dia 2 de maio, no nº 175 da Rua do Raio, em Braga.

Através das criações artísticas de Francisco Vidal, a zet gallery convida os visitantes e apreciadores de arte a viajar e sentir África, de Angola a Cabo Verde, Lisboa e Nova Iorque, numa incursão contemporânea que desafia a sentir o mundo, a tropicalidade e a paixão.  

Helena Mendes Pereira, curadora da zet gallery, considera que a segunda exposição da programação anual daquela galeria de Braga é “radical e singular”.  A obra de Francisco Vidal “tem os seus lugares e as suas viagens, as suas origens e o seu caminho, é profundamente cosmopolita, vanguardista e, ao mesmo tempo, artesanal: tudo provém do gesto, do seu automatismo e da sua resistência à máquina”, adianta.

De acordo com a curadora a exposição “não busca a moralidade mas a luta e nos traços comuns do seu gesto e da sua paleta (re)descobrem-se pontos de vista, a atualidade e o que inquieta.” Na efeméride da condição contemporânea da obra de Arte, Francisco Vidal, considera,  “acredita na persistência do saber fazer e na liberdade do movimento que exerce sobre o pincel, num sublime captar a realidade e transfigurá-la.” Sobre as séries de desenhos que integram a exposição, ora em preto ora a preto e branco, a curadora revela “são pequenas estórias que, em muitos casos, se aproximam da estética da banda desenhada e, sendo assim, bebendo na pop art e na suas permutações e permanências ao longo de décadas”. Em OFICINA TROPICAL, conclui “não há gavetas, há a Arte pela Arte e há, em oposição, o homem e o artista que procuram na pintura (e no desenho) a forma da essência, a medida da espiritualidade e o confronto com a passagem”.

Licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Arte & Design das Caldas da Rainha e com o Master em Fine Arts pela School of Visual Arts da Columbia University, em Nova Iorque, Francisco Vidal é um nome incontornável da pintura, do desenho e do gesto que se faz cor, se faz África e se faz magia. Com um percurso iniciado no novo milénio, as obras deste artista integram prestigiadas coleções nacionais e internacionais, podendo destacar-se a da Fundação EDP, Fundação Calouste Gulbenkian ou a Coleção Cachola, entre tantas outras.

A exposição coletiva estará patente na zet gallery até 2 de maio, com entrada livre. Todas as obras de arte estão disponíveis em www.zet.gallery.pt

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um pequeno auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reservas, devidamente equipadas para acondicionar obras de arte.

 

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175,  4710-923 Braga | www.zet.gallery

 

Renato Albani em Portugal

Me Tornei Quem Eu Mais Temia
Renato Albani em Portugal 

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Renato Albani, o jovem brasileiro formado em engenharia que decidiu deixar tudo para se dedicar ao stand-up, apresenta agora a Portugal com a sua mais recente tour Me Tornei Quem Eu Mais Tema

A sensação capixaba que é um verdadeiro fenómeno na internet e nos palcos brasileiros, chegou para conquistar terras lusitanas, e vai passar por várias cidades do nosso país.
 
No seu terceiro show a solo, Renato Albani fala sobre tornar-se um adulto responsável, e fazer tudo o que sempre criticou, como tomar conta da casa, comprar coisas de crescidos e fazer as coisas que os seus pais faziam e ele próprio odiava. Ainda hoje em dia, tem algumas recaídas “infantis” e coloca-se em algumas situações das quais se arrepende e depois não sabe como sair. Retrata também situações de convívio com pessoas mais jovens e tudo o que se tem passado com o avanço da idade.
 
Não perca este espectáculo que promete, e com o qual, entre risos e gargalhadas, todos nos poderemos relacionar.

 

1º Festival de Cinema Documental de Braga | Iniciativa envolve mais de 3500 alunos em idade escolar para promover a alfabetização através da Sétima Arte

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DOBRA decorre no Espaço Vita, conta com o dstgroup como mecenas e apoio do Porto/Post/Doc

FESTIVAL DE CINEMA DOCUMENTAL DE BRAGA

Realiza-se nos dias 25 e 26 de novembro

*Cariz essencialmente pedagógico para combater o analfabetismo das imagens

 *Iniciativa envolve mais de 3500 alunos da cidade

 

DOBRA é o nome do Festival de Cinema Documental de Braga, que decorre pela primeira vez, em Braga, entre os dias 25 e 26 de novembro, numa iniciativa promovida pela equipa do Plano Nacional de Cinema do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante (PNC-AECA), em colaboração com o Espaço Vita e com mecenato do dstgroup.

Com programação maioritariamente dedicada ao público escolar, desde o Jardim de Infância ao Ensino Secundário, o DOBRA destaca-se por ser um festival de cinema diferenciador com uma missão essencialmente pedagógica, que se propõe trabalhar a alfabetização através do cinema, combatendo assim o analfabetismo das imagens. Para além disso, oferece uma programação diversificada e segmentada para diversas tipologias de público, visando assim aproximar pedagogicamente todos os públicos da sétima arte.

A programação desta primeira edição conta com a assinatura do Porto/Post/Doc, cuja experiência na organização de eventos de promoção de cinema documental é já sobejamente reconhecida.

O evento decorre durante dois dias no Espaço Vita e prevê a exibição gratuita de nove sessões de cinema, oito para o público escolar e uma para o público, em geral. Para além dos alunos do AECA, a iniciativa estende-se também aos estudantes dos agrupamentos de Escolas Francisco Sanches e Sá de Miranda, assim como aos alunos da Escola Artística Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. No total, um universo de 3600 alunos da cidade de Braga terão a possibilidade de participar nesta iniciativa, que se destina a aproximar este público do cinema, através da divulgação de obras cinematográficas nacionais previstas no programa do Plano Nacional de Cinema.

DOBRA com programação variada para crianças em diferentes idades escolares

No dia 25, a partir das 9h30, os alunos do 2º ciclo terão a oportunidade de assistir a uma programação variada, que inclui a exibição de filmes como DvaTramvaya", de Svetlana Andrianova, "Le Renard Minuscule", de Aline Quertain, SylwiaSzkiladz, "Le Lion Et Le Singe", de Benoit Feroumont, "Snowflake", de Natalie Chernysheva, "Paniek!", de Joost Lieuwma e Dann Velsink, "The Bird & The Whale", de Carol Freeman, "Hors Piste", de Léo Brunel, Loris Cavalier, Camille Jalabert e OscarMalet, e "VivatMusketeers!", de Anton Dyakov.

Às 11h30, cabe ao público do pré-escolar e do 1º Ciclo assistir, no Espaço Vita, aos filmes "Coucouleurs", de Oana Lacroix, "SamsDream", de Nolween Roberts, "Le Tigre SansRayures", de Raul Robin Morales Reyes, "Sloth", de Julia Ocker, e "La Petite Pousse", de Chaitane Conversat.No dia 26, de manhã, o DOBRA é dedicado aos alunos do 3º Ciclo com uma programação que contempla obras como "Viagem a Cabo Verde", de José Miguel Ribeiro, "Kali, O Pequeno Vampiro", de Regina Pessoa, "Água Mole", de Alexandra Ramires (Xá) e Laura Gonçalves, "Gambozinos", de João Nicolau, "Russa", de João Salaviza e Ricardo Alves Jr.

"Transnistra", de AnnaEborn, em Competição na edição de 2019 do Porto/Post/Doc 2019, é o filme escolhido pela organização para os alunos do ensino secundário, com exibição dupla prevista para as tardes de segunda e terça-feira, às 14 e às 16 horas.

No último dia do DOBRA, a organização promove uma sessão gratuita aberta ao público convidando a assistir ao filme "Hamada", de Eloy Domínguez Serén, vencedor do Prémio Companhia das Culturas/Fundação Pereira Monteiro para o melhor realizador da Competição Internacional entre autores emergentes do Porto/Post/Doc 2018.

 As sessões decorrem no auditório do Espaço Vita, no coração da cidade, um espaço cultural da Arquidiocese de Braga, que, ao longo dos últimos anos, tem acolhido e promovido diversos eventos culturais, entre os quais se destacam alguns ciclos de cinema, no sentido de educar para os valores e abrir, desde tenra idade, os horizontes do pensamento, razão pela qual a co-organização do DOBRA é mais um contributo que o Espaço Vita presta à comunidade escolar na área do cinema documental.

Para o Presidente do Conselho de Administração do dstgroup “há muito tempo que aguardamos a oportunidade de apoiar um projeto de cinema, de documentário ou de curtas. O desafio já havia sido feito pelo Espaço Vita. Precisávamos de um encontro celeste. O Agrupamento de Escolas Carlos Amarante fez-nos o desafio e a conexão franca do Espaço Vita e do Reverendíssimo D. Jorge Ortiga fez o resto. É uma arte complementar às artes que apoiamos. O público alvo, jovens estudantes interessa-nos. Estão criadas as condições para mais um grande evento cultural em Braga apoiado pelo dstgroup”.

Com esta iniciativa a organização e os parceiros do evento contribuem assim para a promoção e disseminação do programa de literacia para o cinema previsto pelo Programa Nacional de Cinema, que pretende estimular a divulgação de obras cinematográficas nacionais junto do público escolar e garantir instrumentos essenciais, leitura e interpretação de obras cinematográficas junto dos alunos das escolas abrangidas pelo programa.

Bailado 'O Primo Basílio' | Baseado na obra de Eça de Queiros

O PRIMO BASÍLIO
 
Bailado baseado na obra homónima de Eça de Queiros
 
Theatro Circo, Braga | 11 Janeiro 2020

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‘O Primo Basílio’, uma das mais notáveis obras literárias de Eça de Queirós é, a partir de agora, um bailado em II atos, graças à iniciativa do coreógrafo Fernando Duarte e da bailarina e docente Solange Melo. As fascinantes personagens criadas pelo escritor, aliadas ao seu estilo único e inconfundível, constituíram o ponto de partida para um espetáculo de dança que se pretende intenso, dramático e transversalmente cativante.

Incorporando uma linguagem que alia a estética neo-clássica à dança contemporânea, ‘O Primo Basílio’ alude assim à reinvenção da fórmula de bailado narrativo, aliando à criação coreográfica um desenho cénico de cariz minimalista.

Deste modo, o romance transcende a fronteira literária, fazendo despertar o interesse em descobrir a obra de Eça de Queiroz e valorizando também o património musical português, através de um suporte musical com base nas obras de Luis de Freitas Branco e de Fernando Lopes Graça.

Assentando na relação entre a narrativa literária e a dança, o projeto de bailado para ‘O Primo Basílio’ foi também idealizado tendo em vista o desenvolvimento de uma residência em contexto escolar, onde o romance surgisse como elemento catalisador da aproximação artística à dança enquanto prática e expressão artística preenchendo, deste modo, uma lacuna visivelmente existente entre o texto escrito e a dança.

Através da residência artística em contexto escolar visa promover-se o encontro entre alunos e professores, por intermédio de um programa de ação prática em que bailarinos e coreógrafo desenvolvem, em conjunto com os docentes do ensino regular, um trabalho de exploração espontânea do movimento coreografado.

Pretende-se, desta forma, ampliar o papel da formação artística como elemento fundamental para uma educação que abranja o desenvolvimento do aluno na sua plenitude.

 
 

zet gallery | "Palimpsestos" reúne seis artistas à volta dos temas maternidade, trabalho, sexualidade e pós-colonialismo

Exposição aborda temas como maternidade, trabalho, sexualidade e pós-colonialismo

 “PALIMPSESTOS” ATÉ 16 DE NOVEMBRO

NA ZET GALLERY EM BRAGA

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A zet gallery, em Braga, tem patente até ao dia 16 de novembro, a exposição coletiva “PALIMPSESTOS”.  Sara Maia, Jorge Abade, Hélio Luís, Patrícia Oliveira, Ricardo de Campos e Monica Mindelis são os artistas convidados desta exposição que aborda, através da  pintura, desenho, escultura, instalação, vídeo e performance os artistas, temas como “a maternidade, o trabalho, a sexualidade, o pós-colonialismo e a visão do outro”, como refere Helena Mendes Pereira, curadora da galeria.

PALIMPSESTOS - que significa, no grego antigo original, “reescrever, raspar e escrever por cima” - é um discurso expográfico que permite e promove contágios entre protagonistas e propõe reflexões cruzadas sobre questões filosóficas e existenciais macro, mas que, “na tendência de vermos o mundo a partir do nosso próprio umbigo, nos parecem de micro escala, apenas nossas, esquecendo-nos que somos a ínfima parte de um todo plural e brutal”. É uma exposição que parte de uma seleção de artistas percorrem caminhos da figuração, partem de referenciais filosóficos próximos e, em simultâneo, opostos. “Deve ser lida com um todo de várias partes e, sobretudo, como um grito pela emancipação da verdade invertida que, desatentos, todos ajudamos a proliferar”, conclui a curadora da zet gallery.

A exposição pode ser visitada de segunda a sábado, entre as 14 e as 19 horas. A entrada é livre. Todas as obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um pequeno auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reservas, devidamente equipadas para acondicionar obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175,  4710-923 Braga | www.zet.gallery