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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Cantar dos Reis na Catedral de Braga 2024 |dia 30 de janeiro – 10h30

 

 

No próximo dia 30 de janeiro, pelas 10h30, o Serviço Educativo do Tesouro-Museu da Sé de Braga em parceria com a Escola EB da Sé e EB das Parretas irá realizar na Catedral de Braga o habitual Cantar dos Reis. Esta iniciativa, visa manter esta bonita tradição e desejar a todos um Feliz Ano de 2024.

Atentos ao lema do 5º Congresso Eucarístico, “Partilhar o pão, alimentar a esperança”, os alunos destas escolas foram desafiados a partilhar um alimento com os mais desfavorecidos. Este bonito gesto de generosidade, acolhido com entusiasmo pelas escolas, pretende alimentar a esperança de todos aqueles que neste momento não conseguem fazer face às despesas e dificuldades económicas.

Convidamos toda a comun

Braga inaugura exposição da XIV Bienal de Pintura do Eixo Atlântico

Mostra patente na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva de 9 e 30 de Janeiro

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A exposição da XIV Bienal de Pintura do Eixo Atlântico vai ser inaugurada em Braga, na próxima Terça-feira, 9 de Janeiro, reunindo 25 trabalhos de 104 artistas de Portugal e Espanha.

Adriana Henriques e Jorge Araújo são os dois artistas bracarenses que participaram nesta edição e cujas obras estão patentes na mostra.

Conscientes de que a cultura ocupa um lugar central na construção e desenvolvimento da Eurorregião e do seu sistema urbano, a Bienal de Pintura do Eixo Atlântico constitui um dos programas com maior êxito e participação.

Com mais de vinte e cinco anos, este programa estimula a criação artística, possibilitando simultaneamente o intercâmbio cultural e o conhecimento de artistas, que no noroeste peninsular constituem uma contribuição extraordinariamente viva e dinâmica no panorama cultural europeu.

Para além disso, o prémio de Novos Talentos Luso – Galaicos pretende estimular o esforço e a criatividade dos mais jovens, suscitando um futuro culturalmente rico e diversificado.

Para Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga e vice-presidente do Eixo Atlântico, “a cultura é a argamassa que mantém unido o território a que hoje chamamos Eurorregião”, acrescentando que, através da XIV edição da Bienal de Pintura, constata-se “a saúde da nossa criação pictórica, não só pelo elevado número de obras apresentadas a concurso e pela qualidade das mesmas, mas também pelo que representa, um evento que há mais de vinte e cinco anos junta tanto os artistas que participam como o público que visita a exposição itinerante, que ao longo de um ano percorre parte das cidades do Eixo Atlântico”.

Os 25 trabalhos patentes na exposição foram seleccionados por um júri presidido por Helena Mendes Pereira, composto por Sara Pérez Bello, João Ribeira da Silva, Patricia Oliveira e Tito Senna, vencedor da última edição da Bienal e secretariado por Marta Ferreira. As obras em exposição apresentam uma ampla variedade de estéticas, linguagens e técnicas.

Esta é a única exposição itinerante entre dois países da União Europeia, reunindo obras inéditas de vários artistas naturais ou residentes em Portugal e Espanha.

A XIV edição da Bienal de Pintura do Eixo Atlântico ficará patente na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva até 30 de Janeiro, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 19h30 e aos sábados das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

Braga Parque traz fantasias e surpresas a bordo do comboio e carrossel

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De 1 a 31 de dezembro, o Braga Parque vai ser invadido por uma onda de surpresas e fantasias, transformando o espaço com as cores e tradições de Natal. Além do divertido carrossel, que já é uma tradição, este ano também estará disponível um comboio que fará as delícias das crianças e, claro, a visita do Pai Natal, para a alegria de filhos e pais.

 

A imaginação e a brincadeira são ingredientes essenciais para estas aventuras, indicadas para crianças de todas as idades. Seja no comboio de Natal ou no carrossel, os ‘minis’ poderão desfrutar de momentos bem divertidos com a sua família, de forma totalmente gratuita.

 

O Braga Parque como marca viva, dinâmica, jovem e familiar, aposta, assim, num programa especial para que pais e filhos possam viver ao máximo o espírito desta quadra tão especial e guardar recordações felizes.

 

Horários

Comboio de Natal: todos os dias das 15h00 às 18h00 e das 19h30 às 22h

Carrossel: dias de semana das 15h00 às 22h00

     fins de semana e feriados das 12h00 às 22h00

Pai Natal:

Dias 1, 2, 3, 8, 9, 10, 16 e 17 dezembro | 15h00 às 18h00

Dias 18, 19, 20, 21, 22, 23 dezembro | 16h00 às 19h00

Dia 24 de dezembro | 14h00 às 16h00

 

 

Horário Festivo do shopping:

  • De 1 a 17 de dezembro: Sextas, sábados e vésperas de feriados | 10h - 24h
  • De 18 a 30 de dezembro | 10h - 24h
  • Dias 24 e 31 de dezembro | 10h - 20h
  • Nos dias 25 de dezembro e 1 de janeiro, o Centro Comercial estará encerrado

5 de Dezembro | Celebração do Dia de S. Geraldo

 

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Como é habitual, celebra-se no dia 5 de dezembro (terça-feira) a festa de S. Geraldo, padroeiro da cidade de Braga. Assim, o dia constará do seguinte programa:

 

08h30 – Abertura da Capela de S. Geraldo

10h30 – Representação teatral “S. Geraldo e o Milagre da Fruta”, pela Escola EB1 da Sé

17h00 – Oração de Vésperas

17h30 – Missa Solene em honra de S. Geraldo, na Sé de Braga, presidida pelo Arcebispo Primaz, D. José Cordeiro, com presença do Cabido da Sé de Braga, Presidente do Município, Executivo Municipal e Presidentes de Junta de Freguesia ou União de Freguesias.

18h30 – Visita das entidades à Capela de S. Geraldo.

 

Além disso, neste dia, como é habitual, seguindo uma venerável tradição, o altar de S. Geraldo é ornamentado com frutas.

 

Braga mergulha na Utopia dos “Territórios Literários”

De 2 a 12 de novembro

Braga mergulha na Utopia dos

“Territórios Literários”

 

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Festival Utopia – que reúne mais de 100 convidados, em vários espaços da cidade – nasce como evento estratégico para o turismo literário

 

Em Braga, toda a literatura é uma Utopia – é este o mote do festival literário que, pela primeira vez, transforma a Cidade dos Arcebispos em Amarout, a capital da Utopia imaginada por Thomas More. Entre 2 e 12 de novembro, uma programação eclética vai inundar diferentes espaços da cidade, do Theatro Circo à Capela Imaculada, sempre com a literatura como ponto de partida e de encontro. Para todas as faixas etárias e para todos os gostos, conversas, espetáculos, oficinas, workshops, sessões em escolas e, até, passeios literários são algumas das opções que estarão ao dispor dos visitantes.

 

Criado pela The Book Company, o Utopia contará, ao longo de 11 dias e de mais de 90 horas de programação, com a intervenção de mais de uma centena de convidados. A lista de nomes confirmados inclui figuras de relevo de diferentes áreas culturais e do conhecimento, a nível nacional e internacional. Com o tema “Territórios Literários”, o certame, que pretende expandir horizontes e tornar-se numa referência global de eventos desta natureza, quer promover o turismo literário a partir de Braga, criando uma oferta cultural identitária replicável internacionalmente. O projeto conta com o financiamento do Turismo de Portugal enquanto “evento estratégico” nacional.

 

À conversa com os grandes nomes da cultura contemporânea

O primeiro dia do festival é marcado pela conferência do Plano Nacional de Leitura (PNL) – que conta, pela primeira vez, com um segundo dia de programação fora de Lisboa –, assinalando-se, neste âmbito, a presença do ministro da Cultura (Pedro Adão e Silva). Às 21h30, no grande auditório do Theatro Circo, Ricardo Araújo Pereira e Frederico Lourenço dão o “pontapé de saída” para um ciclo de conversas, entrevistas e momentos de reflexão que vai reunir escritores, jornalistas, artistas, humoristas, pensadores, entre muitos outros, em torno da discussão do percurso pessoal e profissional, do processo criativo e, em geral, das questões que se cruzam no panorama literário, cultural e artístico.

 

No sábado, dia 4 de novembro, a Capela Imaculada recebe, a partir das 15h00, a conversa “O território do humor”, com a participação do humorista Bruno Nogueira e do músico, realizador e dramaturgo Filipe Melo. Os dois colegas e amigos, que colaboraram em projetos como o “Deixem o Pimba em Paz”, serão desafiados a refletir sobre as fronteiras e limites do humor e sobre o papel do “politicamente correto” na comédia atual. Às 16h00 do dia seguinte, também na Capela Imaculada, o escritor e cronista Miguel Esteves Cardoso responde às questões de David Pontes, diretor do jornal Público, numa rara entrevista de vida.

 

O segundo fim de semana do Utopia fica marcado pela participação de autores internacionais. No sábado, dia 11 de novembro, às 15h00, o romancista e argumentista inglês David Mitchell – autor dos guiões de filmes como “Cloud Atlas”, “Sense8” ou “Matrix Resurrections” junta-se a João Tordo e Oliver Balch para uma “Conversa com 24 imagens por segundo (ou um pouco mais)”. O momento vai refletir sobre a transição do guião à imagem e do livro ao filme. Às 16h00, no auditório do Espaço Vita, Ludmilla Ulitskaya, escritora russa recorrentemente apontada como forte candidata ao Prémio Nobel da Literatura e forte crítica do regime de Putin, responde às perguntas da jornalista Isabel Lucas. Já às 18h00, é a vez de uma outra entrevista de vida, conduzida por Ana Daniela Soares a Gilles Lipovetsky, filósofo francês e teórico da Hipermodernidade que integra o programa numa iniciativa patrocinada pelo grupo empresarial DST.

 

No dia 12 – último dia da primeira edição do Utopia –, a galardoada romancista venezuela Karina Sainz Borgo e o escritor espanhol Lluís Plats discutem, a partir das 17h00, a influência daquilo que comove um autor – de um animal a uma paisagem – na sua obra. A par destes, Dulce Maria Cardoso, Marta Pais Oliveira, Afonso Cruz, Fernando Ribeiro, Rita Redshoes, João Tordo, José Rodrigues dos Santos, Lídia Jorge e Teolinda Gersão são algumas das figuras que também fazem parte da lista de nomes que os visitantes do Utopia poderão ouvir e conhecer.

 

Miúdos e graúdos à descoberta da literatura

Além das conversas, sessões de entrevistas ou apresentações, a primeira edição do festival literário apresenta também uma vasta oferta de atividades interativas e de workshops. Um dos momentos mais aguardados da programação é o workshop “Como escrever um romance?”, com João Tordo, que desafia autores mais ou menos experientes a aperfeiçoar o processo criativo com a orientação de um dos mais reconhecidos romancistas portugueses da atualidade. A atividade, já esgotada, será dividida em duas partes, decorrendo na sexta-feira, 10 de novembro, às 18h30, e no sábado, 12 de novembro, às 10h00, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.

 

Como forma de associar o conhecimento do património literário à descoberta do património histórico local, o Utopia propõe, em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte, um roteiro realizado a pé, pela cidade de Braga, que destaca a obra e vida da escritora bracarense Maria Ondina Braga. Ana Araújo, Cândido Oliveira Martins e Isabel Cristina Mateus serão os guias deste passeio, que relaciona o percurso pessoal e profissional da autora com os respetivos espaços. Com o Museu Nogueira da Silva como ponto de partida, a atividade decorre ao sábado – dias 4 e 11 de novembro –, a partir das 10h00.

 

Os pequenos leitores não ficam de parte. A programação do festival literário contempla atividades para todas as idades e para toda a família, pensadas para iniciar os mais novos na leitura e na escrita e para consciencializar, desde cedo, para a importância de exercitar a imaginação através da palavra, escrita ou falada. Durante a semana, diferentes escolas do concelho vão receber sessões infantojuvenis dedicadas a livros como “A melhor amiga da Menina República”, “Descobre as Abelhas” ou “Avô Minguante”. Aos sábados e domingos de manhã, o Espaço Vita assegura sessões destinadas aos mais pequenos, incluindo oficinas criativas, sessões de leitura e espetáculos.

 

Entretenimento: as múltiplas facetas da literatura

Como não só da palavra escrita se faz a literatura, a programação da primeira edição do Utopia aposta em momentos de lazer que espelham as diferentes vertentes e aplicações da escrita e da narrativa. A Capela Imaculada é o palco escolhido para a estreia de “O que a chama iluminou”, uma criação original do escritor, ilustrador e músico Afonso Cruz para o festival literário de Braga. Através de uma abordagem multidisciplinar – que faz uso de diferentes expressões artísticas, da palavra à música, passando pela imagem e pela dança –, esta produção escrita e inédita do galardoado autor aborda os dramas pessoais e os desafios civilizacionais, entrelaçando uma perspetiva global com histórias íntimas, de quem enfrenta a dor da perda e da ausência. Em última análise, o espetáculo explora a condição humana, refletida no território literário desde que há registo. A produção original será apresentada na sexta-feira, 3 de novembro, às 22h00, e no sábado, 4 de novembro, às 21h30.

 

No sábado, dia 11 de novembro, a presença da cantora brasileira Mallu Magalhães é o ponto alto da programação musical, com a apresentação de um espetáculo promovido pela dst no Theatro Circo, a partir das 21h30. Associações locais, como o Conservatório de Música do Bomfim, prometem, também, surpreender e “dar música” aos visitantes.

 

Inscrições já estão abertas – e são gratuitas

A participação nas diferentes atividades e sessões do Utopia é gratuita, mas reserva online do lugar é obrigatória, sendo que cada reserva pode assegurar até dois lugares. No dia, em caso de atraso, existe uma tolerância de cinco minutos, após a qual o lugar será libertado para a lista de espera a gerir no local. O programa completo e atualizado poderá ser consultado em festival-utopia.pt, onde é possível encontrar, também, o link para a inscrição no descritivo das sessões. Várias sessões encontram-se já esgotadas, mas o Espaço Vita, que concentra a programação de sexta a domingo, terá um ecrã instalado nos seus Claustros para emitir as sessões a decorrer na Capela e no Auditório.

 

Além da participação nos variados momentos previstos da programação, os visitantes são convidados a explorar uma das quatro exposições que estarão em permanência na Galeria do Paço: “Reconstituição”, “Múltiplo Leminski”, “Hachiko”, “100 textos em viagem”. De sexta a domingo, será possível, ainda, visitar a área dedicada à feira do livro, instalada no Espaço Vita, para conhecer as propostas dos livreiros bracarenses.

Sobre o Utopia

O Utopia Braga 2023 conta com o Município de Braga como principal parceiro e o Turismo de Portugal apoia o evento, no âmbito do Portugal Events. São parceiros e patrocinadores do Utopia: dstgroup, Assembleia da República, Imprensa Nacional Casa da Moeda, festival literário 5L (Câmara Municipal de Lisboa), CCDR-Norte, Embaixada de Itália, Instituto Ramon Llull, Confiauto,  Pingo Doce, McDonald’s Braga, Plano Nacional de Leitura, Festival Puro Conto/Casa da América Latina, Universidade do Minho, Bomfim Conservatório, DGLAB, Diário do Minho, a DRCN, Edigma, Diário do Minho, Espaço Vita, Ent’artes, F3M, Fnac, Caminhos Cruzados, Cerveja Letra, Myrtillus Dei, Porta Nova Collection House, Quiz Braga.

Afonso Cruz estreia espetáculo multidisciplinar no festival Utopia

Reservas disponíveis a partir de 20 de outubro

Afonso Cruz estreia espetáculo

multidisciplinar no festival Utopia

 

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A criação original é um dos destaques do primeiro fim de semana do evento literário, que decorre entre 2 e 12 novembro, em Braga

 

No dia seguinte à sessão inaugural da primeira edição do Utopia – que contará com a participação de Ricardo Araújo Pereira e Frederico Lourenço –, haverá um outro nome sonante do panorama literário e cultural português em destaque. Nos dias 3, às 22h00, e 4 de novembro, às 21h30, Afonso Cruz apresenta um espetáculo com o mesmo nome do festival literário de Braga, para o qual foi criado especialmente. A Capela Imaculada, no Espaço Vita – galardoada com o prémio do website ArchDaily na categoria de Arquitetura Religiosa – é o palco escolhido para a estreia de “Utopia”, uma performance que faz uso de diferentes expressões artísticas, da palavra à música, passando pela imagem e pela dança.

 

Através de uma abordagem multidisciplinar, esta produção escrita e inédita do galardoado autor – conhecido por obras como “Jesus Cristo bebia cerveja”, “Para onde vão os guarda-chuvas” ou “Os livros que devoraram o meu pai” – encontra, neste espetáculo, uma expressão cénica. “Utopia” reflete a versatilidade de Afonso Cruz, que se dedica, para além da ficção, à ilustração, à música ou à escrita de ensaios – áreas que estarão presentes nesta sua criação, juntamente com a mensagem patente nas suas obras.

 

O autor refere que o espetáculo “mergulha em questões sensíveis, como a extinção dos povos indígenas – em particular os povos nómadas de Magalhães, como exemplo de extinção coletiva – e a dor da perda de um filho”. A performance imaginada por Afonso Cruz aborda, desta forma, os dramas pessoais e os desafios civilizacionais, entrelaçando uma perspetiva global com histórias íntimas, de quem enfrenta a dor da perda e da ausência. Em última análise, “Utopia” explora a condição humana, refletida no território literário desde que há registo.

 

Reservas disponíveis a partir de sexta-feira

A programação do festival Utopia tem vindo a ser desvendada ao longo das últimas semanas, estando já confirmada a presença de convidados como Miguel Esteves Cardoso, Ludmila Ulitskaya, David Mitchell, Bruno Nogueira, Lídia Jorge, José Rodrigues dos Santos ou Gilles Lipovetsky. No total, o evento vai receber, ao longo de 11 dias, mais de uma centena de convidados, que farão parte de conversas, espetáculos, oficinas, workshops, ou passeios literários, numa oferta pensada para todos os públicos.

 

A participação nas sessões do Utopia é gratuita, mas está sujeita à reserva online. Cada reserva pode assegurar até dois lugares. No dia, em caso de atraso, o lugar é libertado para a lista de espera a gerir no local. Em festival-utopia.pt, é possível consultar o programa completo e atualizado e, a partir de sexta-feira, dia 20 de outubro, encontrar o link, no descritivo das sessões, para a reserva dos lugares. 

EXPOSIÇÃO “TOY STORIES” PELA PRIMEIRA VEZ NO NORTE DE PORTUGAL

Inauguração | 14 setembro: "Toy Stories" pela primeira vez no Norte de Portugal

 

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  • “Toy Stories” apresenta esculturas únicas feitas maioritariamente com brinquedos reciclados
  • A originalidade é palavra de ordem e, por isso, estarão expostas obras coloridas e irreverentes de animais, anjos e soldados e até um Galo de Barcelos, criado em exclusivo para Portugal

 

No próximo dia 14 de setembro, às 11h30, o Braga Parque irá inaugurar a exposição “Toy Stories” de Robert Bradford, um famoso artista plástico inglês.

 

Entre 14 de setembro e 15 de outubro, o Braga Parque vai ser palco de uma viagem única pelo mundo dos brinquedos, através de uma exposição irreverente de Robert Bradford - composta por esculturas impactantes e cheias de cor, criadas a partir de objetos de plástico descartados e reciclados, principalmente brinquedos. Com uma arte com um cunho muito próprio e surpreendente, o artista tornou esta mostra ainda mais especial, uma vez que criou uma escultura com cerca de 2 metros, concebida especificamente para Portugal, inspirada num conhecido símbolo nacional - o Galo de Barcelos.

 

Estarão patentes nesta exposição 14 obras de arte, das quais 11 serão esculturas coloridas e divertidas, criadas com ironia, energia positiva e com uma forte mensagem ambiental. Entre animais, anjos e soldados, nesta mostra poderão encontrar-se cães, macacos, cangurus e elefantes, entre outras peças.

 

Serão, ainda, apresentadas três pinturas do artista da série “Trash Art”, resultado do seu trabalho mais recente de bidimensionalidade, integrando materiais reciclados, como desenhos reciclados recortados ou postais retro.

 

Através desta iniciativa, com a curadoria da State of the Art (SOTA), o Braga Parque pretende ser, mais do que um espaço comercial, um espaço onde a cultura tem lugar. Com uma mensagem ambiental, esta exposição artística honra, mais uma vez, o compromisso do shopping para com a sustentabilidade e a comunidade, continuando a apostar em ações que auxiliem todas as gerações para um futuro melhor.

III Congresso Santa Casa da Misericórdia de Braga // "Memória & Património" // 10 e 11 de outubro 23 // Palácio do Raio

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Reserve já o seu lugar! 

 Participação livre, sujeita a inscrição:

cimmb.praio@scmbraga.pt | 253 206 520

 

SINOPSE:

No ano em que assinala 510 anos de existência, a Misericórdia de Braga organiza o seu terceiro congresso, subordinado ao tema Memória e Património, um encontro que pretende reunir especialistas e investigadores de renome nesta área do conhecimento, para discutir, partilhar e refletir sobre a construção e preservação da memória das Misericórdias desde que foram fundadas, bem como sobre o seu património. Um património que se assume em múltiplas dimensões e que nos ajuda a moldar, em grande parte, a memória destas instituições.

Fundadas em finais de Quatrocentos, ao longo do século XVI o seu número multiplicou-se, crescendo em poder e complexidade, processo que foi acompanhado pelo incremento do seu património, quer em quantidade, quer em qualidade. Neste processo gradual, as Santas Casas foram acumulando legados e capelas, heranças, padrões de juros e outras esmolas de diversas proveniências, que constituíram a base de fortalecimento do seu património, enriquecido pela anexação de unidades assistenciais.

É desta memória que atravessou séculos, transmitida às sucessivas gerações, alicerçada num património que cresceu ao longo da Idade Moderna e que hoje se materializa de diversas formas e em diferentes suportes, que também falaremos neste congresso, no sentido de compreendermos a importância do desafio de corresponder à confiança depositada por tantos quantos ao longo do tempo beneficiaram estas instituições, preservando o património legado que, na sua essência, constitui a base da sua identidade e das comunidades onde se desenvolveram.

Reserve já o seu lugar! III Congresso Santa Casa da Misericórdia de Braga // "Memória & Património" // 10 e 11 de outubro 23 // Palácio do Raio

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SINOPSE:

No ano em que assinala 510 anos de existência, a Misericórdia de Braga organiza o seu terceiro congresso, subordinado ao tema Memória e Património, um encontro que pretende reunir especialistas e investigadores de renome nesta área do conhecimento, para discutir, partilhar e refletir sobre a construção e preservação da memória das Misericórdias desde que foram fundadas, bem como sobre o seu património. Um património que se assume em múltiplas dimensões e que nos ajuda a moldar, em grande parte, a memória destas instituições.

Fundadas em finais de Quatrocentos, ao longo do século XVI o seu número multiplicou-se, crescendo em poder e complexidade, processo que foi acompanhado pelo incremento do seu património, quer em quantidade, quer em qualidade. Neste processo gradual, as Santas Casas foram acumulando legados e capelas, heranças, padrões de juros e outras esmolas de diversas proveniências, que constituíram a base de fortalecimento do seu património, enriquecido pela anexação de unidades assistenciais.

É desta memória que atravessou séculos, transmitida às sucessivas gerações, alicerçada num património que cresceu ao longo da Idade Moderna e que hoje se materializa de diversas formas e em diferentes suportes, que também falaremos neste congresso, no sentido de compreendermos a importância do desafio de corresponder à confiança depositada por tantos quantos ao longo do tempo beneficiaram estas instituições, preservando o património legado que, na sua essência, constitui a base da sua identidade e das comunidades onde se desenvolveram.

 

 

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