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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

DE 31 DE MAIO A 2 DE JUNHO EM CAMINHA - DANCE, CANTE E VIBRE COM A 6º EDIÇÃO DO ENTRE MARGENS-ENCONTRO DE TOCADORES

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O Entre Margens - Encontro de Tocadores é um evento de três dias, organizado pela PédeXumbo em parceria com aCentral Folque, Gaiteiros de Ponte Velha, a Music Trad e o apoio do Município de Caminha , que pretende juntar tocadores de instrumentos tradicionais de gerações distintas, fomentando a partilha de conhecimentos, repertórios e técnicas instrumentais. Deste modo, espera-se possibilitar a continuidade das tradições musicais de várias regiões, em particular da região do Minho. Este Encontro abrange sessões de trabalho entre músicos (oficinas de instrumentos), palestras, documentários, feira de construtores de instrumentos e bailes ao improviso abertos ao público em geral.

 

O formato do evento consiste numa série de oficinas de aprendizagem, com a presença de tocadores de vários instrumentos e a assistência das oficinas será constituída por jovens músicos que tencionam aprender técnicas e repertórios de instrumentos “tradicionais”, procurando renová-los, experimentá-los e inseri-los em novas práticas musicais, sem intenções “fossilizadoras” ou discursos imobilistas de identidade regional ou nacional.

 

Para além destas oficinas, o Encontro inclui ainda palestras com temas específicos e oradores convidados (músicos, tocadores académicos, etc.), exposições, concertos, projeção de filmes e documentários, bailes noturnos à volta de “jam sessions” dos vários músicos presentes. Tudo isto, com vista a gerar uma interação entre músicos e não-músicos de várias gerações e proveniências.

 

Através das práticas musicais, gera-se maior riqueza na descoberta de instrumentos, repertórios e, sobretudo, numa reflexão implícita sobre quem somos e para onde vamos, através da música.

 

Site do projeto: http://www.encontrodetocadores.pedexumbo.com/

 

Guerra ao plástico chega ao palco e até marionetas são feitas com lixo da praia

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O grupo de teatro Krisálida propõe-se a fazer uma ‘guerrilha antiplástico’ utilizando o palco e a plateia, de crianças e adultos, para alertar para a poluição marítima provocada pelo lixo plástico e, para isso, até as marionetas a utilizar serão feitas de plástico apanhado nas praias do Alto Minho.

O projeto OPER(A)ÇÃO PLASTIKUS está a ser desenvolvido pelo grupo de teatro, com sede em Caminha, que, com pouco mais de quatro anos de atividade acaba de receber um apoio da Direção-Geral das Artes para ‘utilizar’ o palco para abordar um dos maiores problemas da humanidade.

“Hoje, está por todo o lado! Por todo o lado, mesmo! O plástico é um dos maiores problemas da humanidade”, explica a companhia, que pretende alertar para as consequências deste material, que há cerca de 100 anos começou a mudar a vida de todos.

Ao longo de 2019, ao abrigo do projeto OPER(A)ÇÃO PLASTIKUS, a companhia vai levar à cena dois espetáculos teatrais, um para crianças e outro para adultos, que vão abordar, em palco, o problema do plástico e a ameaça que representa, ao não ser biodegradável, para a vida como a conhecemos.

Caminha é palco de Marionetas de Portugal e da Galiza

Do ‘único circo’ de bananas a uma peça sem texto
Marionetas de Portugal e da Galiza animam Caminha em dezembro

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Um ‘circo de bananas’, uma peça sobre um nabo gigante, um espetáculo sem texto e um clown 'perdido numa viagem animada', são algumas das propostas da IV edição da Maluga – Festa da Marioneta Luso-Galaica, que decorre em Caminha a 01 e 02 de dezembro.
Promovida uma vez mais pela Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho, o evento, que resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Caminha, reúne companhias de marionetas de Portugal e da Galiza (Espanha), entre espetáculos, em sala e na rua, e ‘workshops’ temáticos para os mais pequenos.

“Este é o único festival do Alto Minho que promove a Arte da Marioneta entre duas regiões transfronteiriças e, por isso, queremos fazer dele, cada vez mais, uma referência em ambos os territórios”, explica Carla Magalhães, diretora artística da Krisálida.

No sábado, 01 de dezembro, o Teatro Municipal Valadares, no centro de Caminha, serve de palco, pelas 17:30, para o espetáculo “O Nabo Gigante”, pela companhia Partículas Elementares, de Ovar. Trata-se de um texto original de Alexis Tolstoi e tudo se passa num pequeno e bonito quintal tendo como protagonista um casal de velhinhos e, claro, um nabo gigante.
No mesmo dia, entre as 14:00 e as 17:00, a Praça Conselheiro Silva Torres, no Terreiro de Caminha, recebe o “Circo Máximo”, o “único circo de bananas do planeta”. Trata-se de uma animação de rua a cargo da Companhia Marimbondo, da Lousã, na qual todos os atores são, precisamente, bananas.

“Pretendemos que todos os anos mais público possa usufruir das nossas propostas, divulgando o teatro de marionetas e contribuindo para uma diversificação da oferta cultural em Caminha, como tem vindo a fazer a Krisálida ao longo do seu percurso. Toda a programação é pensada para ser usufruída em família, com atividades orientadas para todas as gerações”, sustenta Carla Magalhães.

Nesse sentido, no domingo, 02 de dezembro, o Teatro Marionetas Trécola, de Lugo (Galiza), apresenta pelas 17:00, no teatro Valadares, a peça “Tolitates”.

Trata-se de um espetáculo sem texto, que apresenta uma nova técnica de manipulação, misturando o teatro de objetos, marionetas de fios, bunraku e fantoches. As marionetas e os objetos transformam-se assim nos protagonistas da história, substituindo ao longo de 50 minutos as palavras pelas ação e música num lugar mágico, cheio de segredos e em que a figura do marion

etista está oculta. Nesse mesmo dia e na rua, o clown, Daniel Gonçalves, apresentará pelas 15H, na Praça Conselheiro Silva Torres, o seu espetáculo 'Heaven', um espetáculo onde um clown anda a deambular pela vida, carregando malas, carregando memórias, carregando situações muito divertidas!

A IV edição do Maluga volta a contar com as “oficinas divertidas”, ‘workshops’ de construção de marionetas de fios destinados a crianças com mais de quatro anos, a cargo da companhia galega Trécola e a cargo da Krisálida, na construção de um teatro de sombras e respetivas silhuetas.

A organização do festival vai ainda assegurar transporte entre Viana do Castelo e Caminha, pelas freguesias, para facilitar o acesso do público aos dois dias de espetáculos, através de um mini-bus.