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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo A FORJA - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “FORJA” para o dia 17 de Junho no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “A FORJA” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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“FORJA”

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 


 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

 

"Forja" de Alves Redol estreia em Junho

“FORJA”

 

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 

 

foto gruponet.jpg

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

 

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

 

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

Últimas Sessões de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"

Cartaz Ai Jesus Ultimas Sessõesnet.jpg

 

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

 

ÚLTIMAS SESSÕES

Dias 27 e 28 de Abril. às 21.30 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

 

Depois do fim de semana de estreia de “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz” (“Black Comedy”), o grande clássico do teatro inglês, da autoria de Peter Shaffer, que foi recebido por uma plateia entusiasta e que esgotou por completo o Centro Cultural do Cartaxo na noite de estreia, chegam as duas últimas sessões!

Os aplausos e gargalhadas sucederam-se nas três primeiras sessões de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz!" enquanto as personagens escritas por Peter Shaffer desfilavam nesta divertida encenação de Frederico Corado que resultou nos mais rasgados elogios do público!

Peter Shaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras, voltou a brilhar em palcos portugueses, desta feita no palco do Centro Cultural do Cartaxo.

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” e só há mais duas sessões no Centro Cultural do Cartaxo nos próximos dias 27 e 28 de Abril

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

Dias 27 e 28 de Abril às 21.30

Grande Sucesso de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"

 

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GRANDE SUCESSO NA ESTREIA DE

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

no Centro Cultural do Cartaxo!

Clássico do teatro inglês estreou esta sexta-feira

Sessões 21, 27 e 28 de Abril às 21.30h | 22 de Abril às 16.00h

Foi a noite passada (20 de Abril 2018) que estreou “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz” (“Black Comedy”), o grande clássico do teatro inglês, da autoria de Peter Shaffer, que foi recebido por uma plateia entusiasta que esgotou por completo o Centro Cultural do Cartaxo.

Os aplausos e gargalhadas sucederam-se noite fora enquanto as personagens escritas por Peter Shaffer desfilavam nesta divertida encenação de Frederico Corado que resultou nos mais rasgados elogios do público!

Peter Shaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras, voltou a brilhar em palcos portugueses, desta feita no palco do Centro Cultural do Cartaxo.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do público do Cartaxo esgotar sessões e receber de pé este “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Miller. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

Passtempo “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” para o dia 22 de Abril no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

Cartaz Ai Jesusnet.jpg

 

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ESTREIA A 20 de Abril - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril. às 21.30 

Dia 22 de Abril às 16.00 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

​Imagens com qualidade aqui:

Cartaz

Foto 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

"Ai Jesus Que Se Apagou a Luz" já para a semana!

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“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ESTREIA A 20 de Abril - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril. às 21.30 

Dia 22 de Abril às 16.00 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

 

DIRECÇÃO ASSISTIDA 0.2 | José Maria Vieira Mendes | 11, 18, 25 Mai + 2 Jun

 

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1, 18, 25 mai + 2 jun | sex + sáb | 21h15 - 00h

20€ [inclui valor dos bilhetes para os espetáculos]

inscrições até 16 de Abril | ruadasgaivotas@teatropraga.com


​Convidamos espectadores a formar uma “Direção assistida” para 4 espetáculos, entre 11 de maio e 2 de junho. Após assistirem aos espetáculos (11, 18 e 25 de maio e 2 de junho), os participantes juntam-se numa sala e conversam, sob a orientação de José Maria Vieira Mendes, sem segredos e em segredo.

Estes momentos póstumos permitem desabafos, exposição de afetos, afirmações de gosto, mas a direção a tomar será a de contribuir para que se perceba ou tome consciência das escolhas, teimas, interesses e vontades de quem vê. O objetivo é que, na conversa sobre um espetáculo, se tente acrescentar palavras, raciocínio e explicações aos nossos interesses.

→ PROGRAMA 


AURORA NA AREIA | Aurora Pinho
11 mai | sex | ​21h30 | [dur: 45 min]
 
ENTREVISTAS | Tiago Cadete
18 mai | sex | 21h30 | [dur: 45min]

ANATOMÍA Y ESTRATEGIA | Natalia Fernandes
25 mai | sex | 21h30 | [dur: 120min]

LUMI | Marko Milić 
2 jun | sáb | 21h30 | [dur: 70min]

"Ai Jesus Que Se Apagou a Luz" estreia no Cartaxo

 

Cartaz Ai Jesusnet.jpg

 

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ESTREIA A 20 de Abril - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril. às 21.30 

Dia 22 de Abril às 16.00 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

​Imagens com qualidade aqui:

Cartaz

Foto 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

 

Vamos estar no dia Mundial do Teatro, 27 de Março, 30 e 31 de Março em Almada. A 29 de Março estamos no Centro Cultural do Cartaxo.

 

 

 

Vamos estar no dia Mundial do Teatro, 27 de Março, 30 e 31 de Março em Almada. A 29 de Março estamos no Centro Cultural do Cartaxo.
 
 

A NOITE DA DONA LUCIANA de Copi

Tradução ISABEL ALVES Encenação RICARDO NEVES-NEVES Assistência de encenação CATARINA RÔLO SALGUEIRO Elenco CUSTÓDIA GALLEGO, JOSÉ LEITE, MÁRCIA CARDOSO, RAFAEL GOMES, RITA CRUZe VÍTOR OLIVEIRA Figurinos JOSÉ ANTÓNIO TENENTE Luz ELDUPLO Técnico de Luz  SIMÃO SOARES Música SÉRGIO DELGADO Fotografias ALÍPIO PADILHA Comunicação MAFALDA SIMÕES Um espectáculoTEATRO DO ELÉCTRICO M16 Duração 70 min

ALMADA, Teatro Municipal Joaquim Benite - 27, 30 e 31 de Março de 2018 (21H)
Bilheteira: 212739360 | bilheteira@ctalmada.pt

 


Teaser:
CARTAXO, Centro Cultural do Cartaxo - 
29 de Março de 2018 (21H30)
Bilheteira: 243 701 600 | reservas.centroculturalcartaxo@gmail.com 

Próximas apresentações:

VILA DO CONDE, Auditório Municipal de Vila do Conde - 7 de Abril de 2018 (21H30)

O espectáculo já foi apresentado em Lisboa, Leiria, Vila Velha de Ródão, Funchal, Matosinhos, Loulé, Torres Novas e Monção, Açores (Praia da Vitória).
O espectáculo teve duas nomeações para os Prémios da Sociedade Portuguesa de Autores: Melhor Espectáculo do Ano e Melhor Actriz do Ano (Rita Cruz).

 
 
 

OFICINAS DE FÉRIAS DA PÁSCOA NA CULTURGEST

LISBOA, CULTURGEST - 2 a 6 de Abril
Informações: 
21 761 90 78 (9h30 – 11h30 e 16h – 17h) | culturgest.servicoeducativo@cgd.pt 

Esta Páscoa as Oficinas de Férias na Culturgest inspira-se no novo espetáculo do Teatro do Eléctrico, dirigido pelo Ricardo Neves-Neves, com estreia agendada para os primeiros dias de Novembro de 2018.

As oficinas, destinadas a crianças entre os 6 e os 12 anos, serão dirigidas pelos actores Vítor Oliveira e Tânia Alves:

6-8 ANOS

MANHÃ (10H-13H) Quem conta um conto

Quem conta um conto, acrescenta sempre um ponto!

Mais do que uma formação, é uma viagem aos contos tradicionais portugueses e às suas origens fantásticas. Um espaço onde o conto passa do papel para o palco e onde as personagens ganham vida e saem do papel para ganhar vida com os nossos pequenos atores.

TARDE (14H30-17H30) E se eu fosse…?

O sonho de ser um super herói pode tornar-se realidade.

Nesta formação, os nossos jovens podem transformar-se nos seus super heróis favoritos. A vivência fantástica do universo dos super heróis é trazida para o palco e os jovens criadores poderão criar um mundo onde tudo o que achavam que podiam fazer com super poderes, tornar-se-á realidade.

9-12 ANOS 

MANHÃ (10H-13H) Amor e água

A partir do conto que deu origem ao famoso Rei Lear de William Shakespeare, propomos uma formação onde se dá os primeiros passos em algumas ferramentas essenciais para o trabalho de ator: conhecimento da voz e do corpo, improvisação, construção de personagem e criação de uma cena dramática.

TARDE (14H30-17H30) Odisseia

Tendo como ponto de partida uma versão desconstruída de A Odisseia de Homero, esta formação pretende reanimar o gosto pelos textos clássicos e desenvolver apetências próprias do trabalho de ator: consciência vocal e corporal; técnicas de construção de personagem e concretização de uma cena dramática.

Para mais informações e inscrições consulte http://www.culturgest.pt/arquivo/2018/se/02/ferias-da-pascoa.html

 
 

 

Últimas Sessões de "Almoço de Família"

Cartaz Almoço Ultimas Sessões net.jpg

 

 

“ALMOÇO DE FAMÍLIA”

de Frederico Corado 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ÚLTIMAS SESSÕES

Dias 1 e 2 de Dezembro às 21.30 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

Depois do fim de semana de estreia com uma excelente recepção da parte do público e da crítica, e uma homenagem a Eunice Muñoz, "Almoço de Família" faz as suas últimas duas sessões no Centro Cultural do Cartaxo. 

 

A Família Vigário reúne-se ao domingo, como habitualmente, para o almoço de família. O que não é habitual é o que se passa essa tarde: entre o montar da árvore de Natal, o vizinho Adelino e a sua tia, o cozido frio, a avó Isabel e os dois Zés, o almoço não corre como seria de esperar porque a família vai ter uma pequena surpresa. Afinal o que é a vida em família se não uma sucessão de pequenas surpresas?

Será que tudo o que parece, é? Uma comédia portuguesa e à portuguesa, servida como um bom cozido, e ainda regada com intriga, suspense, mistério, mas acima de tudo muita diversão. Venha rir com a família Vigário! Eles estão à sua espera para almoçar!

Será este o conto do vigário?

Uma comédia a não perder!

Um texto original de Frederico Corado com a colaboração de Vânia Calado no Centro Cultural do Cartaxo com produção da Área de Serviço. Um espectáculo com Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e Richard Tomás.

 

Com Mário Júlio, André Diogo, Sara Xavier, João Nunes, Margarida Leonor, Carolina Seia Viana, João Paulo, Tomás Formiga e Richard Tomás

Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio Contra-Regra: Carolina Parente, Luis Silva| Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | Crédito Agricoa | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€ 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

Ticketline

ou

centroculturalcartaxo@gmail.com