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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Concerto- Trevor Watts com Rodrigo Amado Motion Trio - 13 Julho,Cartaxo

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A Associação Manifestival tem por objetivo promover eventos que proporcionem ao público da nossa região o contacto com diferentes formas de expressão musical contribuindo paralelamente para a divulgação de novos artistas. Apostamos sempre na qualidade de som e de palco para permitir aos artistas exprimirem-se com as melhores condições.  Realizamos desde 2016 o Manifestival, evento de um dia com uma média de 6 atuações na Praça dos Imperadores em Manique do Intendente.

     Na ideia de originar um espaço de criação privilegiado a músicos convidados e promover a nossa região ao mesmo tempo, culminando num concerto final, vamos organizar uma residência artística com o saxofonista inglês Trevor Watts e com o Motion Trio de Rodrigo Amado no saxofone, Miguel Mira no violoncelo e Gabriel Ferrandini na bateria.

Pensamos que este modelo de residência é uma mais valia para a região e temos planos para outros eventos com outros músicos e outros estilos musicais.

     O saxofonista Trevor Watts é um dos mais conceituados improvisadores da história do jazz. Autor de uma discografia que ultrapassa os 60 discos como autor e líder, o seu percurso abrange uma grande variedade de estilos desde o jazz-rock ao afro-jazz, passando pelo jazz mais tradicional até ao mais vanguardista.  Para além do seu virtuosismo artístico, sempre imperou no seu trajeto a abordagem de novas sonoridades e o seu caractér positivo sempre à procura de novas sonoridades e colaborações.

Nascido em Inglaterra em 1939 possui uma carreira notável. Aqui vão alguns exemplos: em 1965 fundou os Spontaneous Music Ensemble; em 1967 os célebres Amalgam;  associações com Barry Guy e a London Jazz Composer´s Orchestra; as diversas formações da Moiré Music; tocou com Archie Shepp, Steve Lacy, Don Cherry, John Stevens, Keith Tippett entre outros; em 1981 e 1994 gravou para a editora ECM; gravou e tocou nos quatro cantos do mundo com as mais diversas formações e músicos; nos últimos anos a sua Celebration Band e a suas colaborações com Jamie Harris ou Veryan Weston teem sido louvadas.

    Rodrigo Amado Motion Trio é o trio português de música improvisada mais conceituado da atualidade com créditos reconhecidos em Portugal e no estrangeiro o que é atestado pela quantidade de concertos e festivais para os quais são convidados, desde os Estados Unidos à Rússia passando por grande parte da Europa. É um trio caracterizado pela exuberância e energia que demonstram nas suas atuações. Rodrigo Amado colabora noutros projetos diversificados sendo já autor de uma discografia que ultrapassa a dezena de discos, muitos deles com músicos internacionais.

Nomeado, pelo quarto ano consecutivo, pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em atividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Ken Vandermark, Jon Irabagon, Ivo Perelman, Chris Potter ou Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado acaba de editar "A History of Nothing" (Trost), o segundo álbum do quarteto que mantém com três das mais importantes figuras do jazz livre actual - Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. Com esta formação ou à frente do seu Motion Trio, com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, Amado passou nos últimos anos por inúmeras salas de referência como o DOM em Moscovo, Jazz House em Copenhaga, Cafe Oto em Londres, Pardon To Tu em Varsóvia, De Singer em Antuérpia, Manufaktur em Estugarda ou a State Philharmony Hall em Oradea, vendo o seu trabalho aclamado em publicações internacionais de referência como a revista The Wire, ou os jornais El País e Folha de São Paulo. Com uma série de novas tours previstas para 2019, nos Estados Unidos e na Europa, Amado afirma-se, cada vez mais, como um dos mais destacados improvisadores Europeus. Como refere o crítico e escritor norte-americano Stuart Broomer nas liner notes que escreveu para "This Is Our Language", "Amado is an emerging master of a great tradition, more apparent with each new recording or performance."

O Rodrigo Amado Motion Trio esteve presente no Manifestival 2016, realizado na nossa região.

    Os músicos permanecerão entre nós entre 9 e 15 de Julho. Durante a sua estadia pretendemos mostrar e dar a experienciar o nosso modo de ser e estar.

O nosso conceito de residência artística tem por base propiciar um ambiente criativo propício ao desenvolvimento de processos de troca e interação entre os músicos.

Vamos alojá-los em espaço confortável que favoreça o conhecimento mútuo e troca de ideias.

Todos os dias proporcionaremos local e espaço para tocarem, seja na casa onde estarão alojados, seja em espaço público a definir fomentando assim o relacionamento entre os artistas culminando no concerto dia 13 de Julho no Centro Cultural do Cartaxo.

Dentro do espírito criativo que os caracteriza, estes virtuosos músicos aceitaram o nosso desafio e apresentar-se-ão no dia 13 de Julho no Centro Cultural do Cartaxo para um concerto que será por certo memorável.

Agradecemos à Câmara Municipal do Cartaxo e à Direção do Centro Cultural todo o apoio e incentivo. Sem eles este evento não seria possível.

É para nós uma grande honra poder organizar tal encontro único, assim como proporcionar aos amantes de jazz e de música da nossa região, um grande momento.

 

Passatempo - METIDOS NUM 31! - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça METIDOS NUM 31! para o dia 25 de Novembro no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver METIDOS NUM 31! com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

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de Frederico Corado e Vânia Calado

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 23 de NOVEMBRO - às 21.30h

Dias 23, 24 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro às 21.30 

Dia 25 de Novembro às 16.00 

 

 

Comédia sobre o espírito comunitário, especulação imobiliária, os tuc-tucs,  karaoke e um bocadinho de todos nós estreia dia 23 de Novembro

Dias 23, 24, 25 e 30 de Novembro | Dias 1 de Dezembro

A perfeita comédia para entrar no espírito da época está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Metidos Num 31!”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 25ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.

Em Vilar dos Moços a sociedade é o centro do dia-a-dia da aldeia. São as conversas, os copos, os cafés, os esquecimentos e toda gente que por ali passa. Agora, a notícia da morte do senhorio e a chegada do herdeiro cheio de ideias de negócios abala toda a calmaria daquela aldeia.

O que fazer quando o novo proprietário da sociedade chega a Vilar dos Moços? Como impedir que a sociedade se transforme num alojamento local igual aos da grande cidade? Mentir. Ou melhor, embelezar a verdade. Pelo menos é assim que os habitantes de Vilar de Moços pensam e para salvar a colectividade são capazes de tudo, até de alterar a história de Portugal.

"Metidos num 31!" é uma comédia de situação, de enganos e mal entendidos sobre a força de vontade das pequenas aldeias e da importância das colectividades que hoje atravessam dificuldades para se manterem de portas abertas.

Uma comédia a não perder!

Um texto original de Frederico Corado e Vânia Calado no Centro Cultural do Cartaxo a encerrar o ano em que se celebram seis anos de vida da Área de Serviço. Este espectáculo reúne algumas caras já conhecidas do elenco da Área de Serviço com algumas novas caras.

Com Mário Júlio, Mónica Coelho, Tomás Formiga, Carlos Ramos, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Margarida Mascarenhas, Mauro Cebolo, João Taveira, Beatriz Dinis, Pedro Neves, Beatriz Lamarosa, Maria Inês Diniz e Inês Magalhães

 Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação : Florbela Silva | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico  

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/4

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

areacartaxoreservas@gmail.com 

 

“Metidos Num 31!” estreia absoluta no Cartaxo em Novembro

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de Frederico Corado e Vânia Calado

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 23 de NOVEMBRO - às 21.30h

Dias 23, 24 e 30 de Novembro e 1 de Dezembro às 21.30 

Dia 25 de Novembro às 16.00 

 

 

Comédia sobre o espírito comunitário, especulação imobiliária, os tuc-tucs,  karaoke e um bocadinho de todos nós estreia dia 23 de Novembro

Dias 23, 24, 25 e 30 de Novembro | Dias 1 de Dezembro

A perfeita comédia para entrar no espírito da época está a chegar ao Cartaxo! Pela mão da Área de Serviço, com encenação de Frederico Corado chega “Metidos Num 31!”, uma peça de Frederico Corado e Vânia Calado que será a 25ª produção da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo.

Em Vilar dos Moços a sociedade é o centro do dia-a-dia da aldeia. São as conversas, os copos, os cafés, os esquecimentos e toda gente que por ali passa. Agora, a notícia da morte do senhorio e a chegada do herdeiro cheio de ideias de negócios abala toda a calmaria daquela aldeia.

O que fazer quando o novo proprietário da sociedade chega a Vilar dos Moços? Como impedir que a sociedade se transforme num alojamento local igual aos da grande cidade? Mentir. Ou melhor, embelezar a verdade. Pelo menos é assim que os habitantes de Vilar de Moços pensam e para salvar a colectividade são capazes de tudo, até de alterar a história de Portugal.

"Metidos num 31!" é uma comédia de situação, de enganos e mal entendidos sobre a força de vontade das pequenas aldeias e da importância das colectividades que hoje atravessam dificuldades para se manterem de portas abertas.

Uma comédia a não perder!

Um texto original de Frederico Corado e Vânia Calado no Centro Cultural do Cartaxo a encerrar o ano em que se celebram seis anos de vida da Área de Serviço. Este espectáculo reúne algumas caras já conhecidas do elenco da Área de Serviço com algumas novas caras.

Com Mário Júlio, Mónica Coelho, Tomás Formiga, Carlos Ramos, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Margarida Mascarenhas, Mauro Cebolo, João Taveira, Beatriz Dinis, Pedro Neves, Beatriz Lamarosa, Maria Inês Diniz e Inês Magalhães

 Encenação: Frederico Corado | Texto: Frederico Corado e Vânia Calado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação : Florbela Silva | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

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Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/4

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

areacartaxoreservas@gmail.com 

 

Sugestão fim de semana | No Cartaxo e em Alcanena

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Sugerimos o espectáculo do bailarino e coreógrafo António Torres que fará a ante-estreia do seu espectáculo Swan Fake no Centro Cultural do Cartaxo esta 6ªf 26 de Outubro às 21h30, entrada livre.

 
Em Swan Fake, António Torres apropria-se de elementos da dança clássica, subvertendo-os e trazendo-os ao diálogo com a contemporaneidade. Explorando conceitos como dualidade, género e o binómio homem/animal, bem como revisitando O Lago dos Cisnes/ Swan Lake (Tchaikosvsky), um cisne/homem ressurge num ser corrompido, desmembrado, provocador e áspero.
 
E sugerimos a instalação interactiva re.right VOL I de Rodrigo Pereira, inauguração no sábado 27 de Outubro, das 17h30 às 20h30. E no domingo 28 de Outubro, das 15h30 às 18h30. Na Rua 25 de Abril, lote 2A* Alcanena*Em frente à Pastelaria Gena, entrada livre.
 
Explorando diferentes formas de conversa, os visitantes são convidados a participar e a
comunicar entre si através de palavras, sons e imagens, criados durante a sua visita.

Passatempo A FORJA - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “FORJA” para o dia 17 de Junho no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “A FORJA” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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“FORJA”

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 


 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

 

"Forja" de Alves Redol estreia em Junho

“FORJA”

 

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 

 

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“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

 

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

 

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

 

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

Últimas Sessões de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"

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“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

 

ÚLTIMAS SESSÕES

Dias 27 e 28 de Abril. às 21.30 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

 

Depois do fim de semana de estreia de “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz” (“Black Comedy”), o grande clássico do teatro inglês, da autoria de Peter Shaffer, que foi recebido por uma plateia entusiasta e que esgotou por completo o Centro Cultural do Cartaxo na noite de estreia, chegam as duas últimas sessões!

Os aplausos e gargalhadas sucederam-se nas três primeiras sessões de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz!" enquanto as personagens escritas por Peter Shaffer desfilavam nesta divertida encenação de Frederico Corado que resultou nos mais rasgados elogios do público!

Peter Shaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras, voltou a brilhar em palcos portugueses, desta feita no palco do Centro Cultural do Cartaxo.

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” e só há mais duas sessões no Centro Cultural do Cartaxo nos próximos dias 27 e 28 de Abril

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

Dias 27 e 28 de Abril às 21.30

Grande Sucesso de "Ai Jesus Que Se Apagou a Luz"

 

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GRANDE SUCESSO NA ESTREIA DE

“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

no Centro Cultural do Cartaxo!

Clássico do teatro inglês estreou esta sexta-feira

Sessões 21, 27 e 28 de Abril às 21.30h | 22 de Abril às 16.00h

Foi a noite passada (20 de Abril 2018) que estreou “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz” (“Black Comedy”), o grande clássico do teatro inglês, da autoria de Peter Shaffer, que foi recebido por uma plateia entusiasta que esgotou por completo o Centro Cultural do Cartaxo.

Os aplausos e gargalhadas sucederam-se noite fora enquanto as personagens escritas por Peter Shaffer desfilavam nesta divertida encenação de Frederico Corado que resultou nos mais rasgados elogios do público!

Peter Shaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras, voltou a brilhar em palcos portugueses, desta feita no palco do Centro Cultural do Cartaxo.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do público do Cartaxo esgotar sessões e receber de pé este “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Miller. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

Passtempo “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” para o dia 22 de Abril no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ESTREIA A 20 de Abril - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril. às 21.30 

Dia 22 de Abril às 16.00 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

​Imagens com qualidade aqui:

Cartaz

Foto 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

Centro Cultural do Cartaxo

ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com

"Ai Jesus Que Se Apagou a Luz" já para a semana!

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“AI JESUS QUE SE APAGOU A LUZ”

de Peter Schaffer 

encenação de Frederico Corado

 

Centro Cultural do Cartaxo

Cartaxo 

ESTREIA A 20 de Abril - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril. às 21.30 

Dia 22 de Abril às 16.00 

 

Info e reservas:

CCC - 243 701 600 

Área de Serviço - 914 338 893 

 

Depois do estrondoso sucesso de “Pouco Barulho!” ou “Almoço de Família”, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes comédias, desta vez “Ai Jesus Que se Apagou a Luz” do grande dramaturgo inglês Peter Schaffer, autor de grandes peças como “Amadeus”, “Equus”, “Five Finger Exercise”, “The Royal Hunt of the Sun”, entre outras.

“Ai Jesus Que se Apagou a Luz” é uma comédia hilariante onde tudo corre mal e… às escura quando se funde um fusível…

Depois de duas grandes versões em Lisboa (nos anos 60 e 90), genialmente encabeçadas por Canto e Castro e Mário Viegas, chega agora a vez do Cartaxo receber esta “Ai Jesus Que Se Apagou a Luz”!

O jovem escultor George Miller e a sua noiva, Carol, estão a fazer uma pequena festa com o objectivo de impressionar o intempestivo pai de Carol, o coronel Melkett e o milionário Georg Bamberger. Eles esperam que os dois homens possam comprar algumas das esculturas de Brindsley. Sem pedir ao seu vizinho, Harold, vão buscar os móveis a sua casa para tornar o seu próprio apartamento mais apresentável. Pouco antes da chegada dos convidados, um fusível rebenta, mergulhando todo o plano na escuridão. O que se segue é uma correria frenética com visitantes inesperados, identidades trocadas e surpresas à espreita em todos os cantos sombrios! Apenas nós, a plateia, podemos ver o que se passa no escuro. Como seria de esperar, os resultados são caóticos, desastrosos… e extraordinariamente divertidos

Na História do Teatro Português, a peça “Black Comedy” tem duas produções absolutamente históricas. Em 1967, com estreia no Teatro Villaret, em Lisboa, a 22 de Julho, estreia com o título “O Fusível”, numa produção de Raul Solnado, com encenação de Artur Ramos, com tradução de Armando Sampaio Ramos, cenário de Pedro Leitão e com as interpretações de Canto e Castro, Humberto Madeira e Raul Solnado, Barroso Lopes, Fernanda Borsatti, Henriqueta Maya e Júlia Babo, Luis Pinhão, Manuela de Freitas, o espectáculo iria depois em digressão ao Porto, ao Teatro Sá da Bandeira.

Em 1995 a peça voltava aos palcos portugueses, desta vez no Estúdio do Teatro Municipal de São Luiz pela Companhia Teatral do Chiado numa encenação de Mário Viegas, com o título “Comédia às Escuras”, desta vez com as interpretações de João Carracedo, Juvenal Garcês, Manuela Cassola, Mário Viegas, Pedro Tavares, Rita Lello e Sandra Faleiro.

Com André Diogo, Sara Inês, Mário Reis Júlio, Rosário Narciso, Carlos Ramos, Mauro Cebolo e Mónica Coelho

Encenação: Frederico Corado | Texto: Peter Schaffer | Tradução: Maria Eduarda Colares | Adaptação: Frederico Corado | Concepção Cenográfica: Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação: Carolina Seia Viana | Direcção de Cena: Mário Júlio | Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo |

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Teatralmente Falando | Guia dos Teatros

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ESTREIA A 20 de ABRIL - às 21.30h

Dias 21, 27 e 28 de Abril às 21.30

Dia 22 de Abril às 16.00

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

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Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

centroculturalcartaxo@gmail.com | geral.areadeservico@gmail.com